Natsuru estava no mínimo, confuso. Achava que o fardo de "Homem Kampfer" era só seu, e não sabia se ficava alegre ou triste por não ser único.
- Você usa o mesmo nome nas duas formas?
- É.
- Boa escolha. É tão óbvio que deixa de ser suspeito.
- Você também usa o mesmo nome?
- Não. O meu nome masculino é Norita Kenji.
Mikoto se intromete. Eu já não te vi em algum lugar?
- No Brasil. No Rio de janeiro, pra ser mais exato.
- Hm. Tem parentes aqui?
- Eles não moram mais aqui. Eu vim de vontade própria, só pra conhecer.
- A propósito, alguém tem um quarto vago na sua casa? Preciso de um lugar pra dormir.
Elas olham pro Natsuru.
- Beleza. Vocês vão embora agora?
- Erm... Não temos mais nada pra fazer aqui , né?
Elas - ¬¬'
- Enfim, Pode chamar um táxi pra nós, enquanto pego as minhas malas? Eu pago!
Chegando em casa...
Shizuku - Você tem muitas roupas para um homem.
- É, quando se é uma mulher de vez em quando, que luta periodicamante, tem que se ter muitas roupas. Precaução.
Depois de escolher um quarto, Kenji estava arrumando suas coisas, quando Natsuru entra.:
- Posso te ajudar?
- Pode.
Na sala...
Shizuku - O que vocês acharam do Kenji?
Akane - Não sei o que dizer.
Mikoto - Só conheço a forma feminina dele. Não sabia que ele era Kampfer.
Akane - Parece que ele é bem discreto. Não deixa as pessoas saberem muito dele.
Shizuku - Ele também deve ser experiente. Não entendi muito essa de "matar moderadores". Vou pedir que ele me explique sobre isso.
No quarto...
- Sobre o que elas devem estar falando agora?
- De mim, é óbvio.
"Que cara metido"
Não sou metido assim como você pensa. Elas devem estar conversando sobre "matar moderadores"
Num lampejo, Natsuru pensou na Kaede. Por mais que ela o tivesse usado, ele ainda a amava. Não iria permitir que alguém a machucasse, mesmo que esse alguém tivesse razão em fazê-lo.