ANUON 9999

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    Capítulo 49

    O fim do treinamento: voltando pra casa

    Violência

    E hoje finaliza a saga do templo Rayka.

    Anuon e Fhor ficam surpresos com a visita inesperada. O sujeito olhava a casa com certo cuidado, como se estivesse procurando algo. Fhor, já não conseguindo se segurar, diz:

    — Anuon, pode ser um dos homens do Kenta. Vou atacá-lo antes que faça algo.

    — Espere, Fhor... Isso não parece um pouco...

    — Não valor perder tempo!

    — Fhor?! Não faç...

    Anuon nem ao menos deu tempo de completar a frase. Fhor atacou a pessoa com um de seus raios. O acertou em cheio, fazendo-o cair duro ao chão. Cuidadosamente, Anuon e Fhor se aproximam do homem, que estava desmaiado. Logo examinam o corpo, com o felino controlador de raios dizendo:

    — Esse miserável... Quem deve ser?

    — Fhor, acho que...

    — Não, ele está vivo ainda. Esta roupa deve ter absorvido boa parte do meu ataque.

    — Fhor, não é isso. É que...

    — Maldito seja este humano. Já estamos cheios de problemas e querem atacar esta família...

    — Fhor... Você está...

    — Já estou farto dos planos desses humanos! Será que aquele chamado Kenta está por trás de...

    E com Anuon bastante irritada, precisou gritar parte ser ouvida:

    — FHOR, QUER CALAR A BOCA E ME OUVIR?

    — O que foi?

    — Este humano não é o que pensa.

    — Porque diz isso?

    — Olhe só na roupa dele.

    E alí próximo havia um tipo de cartão de identificação, que dizia: :"Hito Weno. Agente de limpeza senior"

    Na verdade se tratava de um funcionário do sistema de limpeza da cidade que só estava recolhendo o lixo. Fhor ficou sem palavras. Anuon só observa sua face constrangida e cheia de vergonha, com ela dizendo:

    — Fhor, isso que você fez é coisa de amador...

    — Eh... Bem... Acho que é melhor esquecermos o que aconteceu aqui...

    — Você atacou um humano inofensivo.

    — Muito bem... Chega.

    — Ele não iria fazer nada.

    — Já disse chega...

    — Ele só estava...

    — JÁ FALEI CHEGA! 

    — Mas isso não apaga o seu erro.

    — Muito bem... Eu errei! Ataquei um inocente. Mas ele está vivo e não vai lembrar de nada que aconteceu!

    — Você agiu com imprudência.

    — CHEGA! Vamos entrar, Anuon...

    — Vamos, apressado esquentadinho...

    — Grr... Não começa!

    Depois do enorme equívoco por parte de Fhor, os dois felinos seguiram para o interior da casa de Ethan.

    E Voltando ao templo...

    O treinamento de Ethan é exaustivo. Mas mesmo com todo o esforço por ele não o fez desistir. Os golpes recebidos de Maeti e Kaede já não lhe causavam tanta dor como antes, sendo suportados sem problemas. Seu rosto já dizia por si só: estava confiante consigo mesmo.

    Mesmo quando se machucava, mostrava um sorriso a seu oponente, ilustrando o quanto tinha de confiança. Ethan estava feliz com tudo aquilo. Até mesmo as brincadeiras incovenientes de Ryoga não o faziam ficar nervoso. Até achava graça de algumas e brincava da mesma forma. Faltavam apenas dois dias para acabar seu treinamento. Sua estadia estava chegando ao fim e o clima de despedidas já era uma realidade. Ao fim de mais um dia de treinos, Ethan estava no jardim, relaxando ao luar. Logo chega Maeti, que diz:

    — Como está, Ethan?

    — Olá, Maeti. Eu estou bem. Obrigado por perguntar.

    — Parece cansado... Deseja tomar um chá para relaxar?

    — Sim, seria muito bom... Estou mesmo cansado.

    Logo Maeti retornou com o chá, servindo ao jovem humano e lhe fazendo companhia, fazendo o ritual do chá complero. E olhando para Ethan, entre diz:

    — É... está chegando o dia...

    — Nem me lembre...

    —Porque?

    — Fico um pouco triste agora. Passei tanto tempo aqui que me apeguei muito a este lugar e as pessoas que moram aqui.

    — Eu compreendo. Foram tantas coisas que fizemos juntos... - Disse, o olhando nos olhos.

    — Sim. Aprendi muito aqui, conheci novos amigos, ajudei em várias coisas... Enfim, até estou realizado.

    — E você foi um exemplo de determinação.

    — Obrigado, cara. Eu nem sei o que dizer...

    — Não precisa agradecer, Ethan... Eu que devo lhes agradecer por serem meus amigos. Nunca havia tido contado tão grande a humanos e isso foi um aprendizado enorme em minha vida. Eu adoro todos vocês.

    — Também gosto de você, Maeti. De longe você é o cara mais centrado e forte que eu conheci até hoje. Ter você como amigo é uma grande honra.

    — O mesmo digo eu. 

    — E Kitsune, como está?

    — Minha mãe foi tomar banho. Sabe, para a purificação noturna.

    — Compreendo. E os outros?

    — Ryoga está com Gothic e Kaede está com Heaven...

    — Ryoga está com Gothic sozinho? - Disse, bastante surpreso.

    — Sim.

    — Mas não é perigoso?

    —Ele fez questão de tratá-la sozinho. Já não preciso usar meus poderes...

    — Maeti, Como assim o Ryoga está fazendo tudo isso sozinho? 

    — Não sei, mas parece estar dando certo. Gothic vivia inquieta, mas agora está mais tranquila com a situação.

    — Bem, Ryoga é meio maluco mas... é gente boa. 

    — Eu sei. Ele é um excelente amigo.

    — Se é. Ele me disse que vai estudar pra virar médico. Ele leva jeito, apesar de meio mala.

    — Hehehe. Eu o adoro. Bem, vamos entrar?

    — Vamos, estou morrendo de sono... - Disse Ethan, bocejando.

    E logo os dois seguem pista dentro do templo.

    Enquanto isso...

    Ryoga estava no quarto de Gothic, tratando de suas feridas e lhe colocando curativos. Estava animado, pois a pantera estava se recuperando bem. Logo ele diz:

    — Bem, Evanescence panther mode... Tu tá quase zero bala. Já poderá encarar outra briga...

    — Poderia falar direito comigo? Me chamo Gothic, Ryoga!

    — Oxe... Tá, Evan... Ops... digo, Gothic!

    — Humano miserável....

    — Gothic, acho que nem perguntei mas... porque esse lance de odiar humanos? E tu tava querendo impressionar o tal do Piece 1...

    A pantera até iria se manifestar com desdenho, mas resolveu dizer:

    — Humano, irei lhe dizer uma coisa mas terá que guardar segredo.

    — Segredin, né? Ok, pantera... Tudo bem. Minha boca é um túmulo.

    — Grr... sua forma de falar me irrita muito... Não é por causa dos humanos.

    — Mas hein?! Mas porque tu fez o que fez então?

    — Por Piece 1.

    — Êla preula! Piece 1? Como assim, gótica?

    — Eu... eu me cativei por ele.

    — Ca-ra-ca! Caraca! Tu tá gamadona no felino?! Cara, isso foi inesperado e tenso!

    — Grr... Eu já estou me arrependendo por ter dito isso...

    — Fica na boa, panther. Mas e aí... Como foi o crush?

    — Eu odeio sua forma de se dirigir a mim, humano! Eu sou Gothic 6, a Anis mais próxima a Piece 1!

    — Tá... Não muda de assunto. Qual foi com o cara lá?

    — Piece 1 nunca dava-me a atenção que merecia. Eu o exaltava dia após dia e nunca me observou como algo além do que somos...

    — Mas e o lance de "se cativar" pelo diacho?

    — Bem, me aliei a Son para chamar a atenção de Piece 1.

    —O que? Quem é esse filho.. quero dizer, esse Son?

    — Son era líder da Tríade, agora chefiada por Nomed 666! Eu teria que matá-los para causar boa impressão em Piece 1, mas...

    — Mas?

    — Se fizesse isso na certa ele iria me... - Disse, freando sua frase.

    — Então tu tava fazendo isso só por amor?

    — Humano, nada entende deste assunto! Não se meta nos meus assuntos. Isso é entre eu e ele.

    — Gothic, você alguma vez falou o que sente por ele?

    — Nunca tive tamanha coragem, humano. Não conhece Piece 1 para opinar...

    — Bem, acho que se realmente sente algo por ele, tu já tinha de ter feito isso.

    — Porque diz isso?

    — Simples: mesmo que ele não te aceite de braços abertos, pelo menos tu já mandava a real do que sente.

    — Mas isso seriam emoções humanas e Piece 1 não suporta tamanha atitude.

    — Então ele tá de sacanagem com todos!

    — Humano, como ousa?

    — Mas é verdade. Raiva é emoção humana, logo ele tá fazendo isso. E se tu tem amores por ele, então você só iria estar fazendo o mesmo que ele. Tá ligada que tem muita hipocrisia nessa história, né?

    — Do que fala?

    — De que se você fez tudo certo e o felino demon tá pouco ligando pra ti, quem tá perdendo é ele, não você!

    Gothic havia ficado muda naquele momento. Já não sabia o que dizer. O que o jovem havia falado mexeu mesmo com seus brios e entrou em um grande dilema. Por um bom tempo, olhou para Ryoga de uma forma mais intensa, como se estivesse prestes a dizer algo, mas se ateve, dizendo:

    — Humano, me deixe sozinha agora.

    —Mas..

    — SAIA!

    — Mas Gothic...

    — SAIA... JÁ DISSE!

    E caminhando para a porta, vira-se e diz:

    — Gothic, pense bem no que eu te disse. Não joga tua vida fora... Tipo, eu acredito que você só tá meio descolada nesse mundo, sabe? Como se não fizesse parte dele... Eu... Eu sei como é... Eu já senti isso um dia... E não é um bom sentimento.

    — Saia... 

    Atendendo ao pedido de Gothic, Ryoga logo deixou a sala, com a pantera refletindo sobre a conversa em seus pensamentos: 

    — *Piece 1... Porque? Você nunca me notou... Nunca sequer me elogiou... Mas... Mas porque estou com esses pensamentos? Isso... Isso é o que os humanos fazem... E porque estou pensando tanto no que aquele humano disse? Eu... Isso... Porque?!*

    Um tempo depois...

    Maeti estava apagando as chamas que iluminavam o jardim. Zeloso como sempre foi, tinha toda paciência de caminhar para cada lamparina, tendo cuidado para não estragar. Porém, para sua surpresa, foi abordado por Kaede, que vestia uma camisola. 

    — Kaede? Ufa, me assustou...

    — Nossa, desculpe.

    — Tudo bem. Eh... Você deveria estar dormindo...

    — Maeti, amanhã iremos embora e... acho que devemos conversar.

    — Conversar?

    —Sim... e seriamente.

    — Kaede, o que foi? Porque está tão séria?

    — Passamos momentos maravilhos juntos neste templo. As coisas que fez a mim e a meus amigos, suas palavras, sua cordialidade... Enfim, você foi especial para mim.

    — Kaede...

    — Acho que não devo me alongar em minhas palavras. Sinto por você algo muito forte e me dificulta guardá-la no fundo do meu coração.

    — Mas Kaede...

    Ela então se aproximou do jovem raposa, o abraçando com força, enquanto dizia:

    — Me dói o coração de pensar que daqui a algumas horas não estarei a seu lado. Tudo o que passamos, o que fizemos... Só serão lembranças.

    — Não somente lembranças... e sim nossa vida - Disse, retribuindo o abraço.

    — É como uma ferida que nunca se cicatrizará...

    — Kaede, Tudo na vida se renova. Se as folhas caem no outono elas voltam na primavera, pois retornam ao solo fortalecendo as flores e plantas. Se erramos hoje, nos corrigimos amanhã... Tudo se renova, nada acontece ao acaso. Anime-se, amanhã será outro dia. E haverá o outro... e o outro... E todos serão dias especiais e únicos, pois você sempre se lembrará de estar aqui e como isso te mudou.

    As palavras gentis de Maeti só fizeram com ele os sentimentos de Kaede aflorassem ainda mais, como se a tivesse dado coragem para dizer:

    — Maeti, não posso esconder mais... Eu o amo!

    — Kaede... - Disse, bastante envergonhado.

    — Eu... Eu nunca conheci alguém tão maravilhoso como você. Sempre tem uma palavra pra me deixar bem, pra me motivar... E eu nunca fiz nada pra retribuir essa sua atenção e preocupação por mim! Eu não quero parecer uma atirada... Eu só estou sendo sincera.

    — Kaede, eu gosto muito de você! Tê-la ao meu lado me felicita a cada dia que passa, mas o que sentimos um pelo outro não pode ser concretizado. Nossas vidas não se combinam...

    — Maeti, por que me evita?

    — Gosto tanto de você que... - Disse, com lágrimas em seus olhos - ...a recuso para que siga sua vida. Não seria louvável de minha parte se a tivesse só para mim. Você encontrará em sua vida uma pessoa que lhe vai fazer muito feliz, de tal forma que será mais do que eu faria por ti...

    — Eu entendo... Eu posso não aceitar, mas eu te entendo. Mas eu tenho um pedido pra encerrarmos esse assunto...

    — E qual seria, Kaede? Eu o farei com todo o prazer.

    — Me beije... pois eu roubei isso de você. Isso encerrará essa minha angústia... e a sua.

    Entendendo bem os reais sentimentos da jovem, ele se aproxima de seu lindo rosto e a beija na boca. Ao término, ficam abraçados, um olhando o outro...

    A noite seguiu tranquila após os entendimentos.

    De manhã...

    O dia de retornar finalmente chegou. Já com todos prontos para irem embora. Ryoga parecia o mais animado.

    — Putzgrila! Vou voltar pro meu Playstation 4, mano! Vou passar a noite toda jogando Fortnite!

    — Amanhã tem escola, sabia? - Disse Ethan.

    — Ô poxa... Tinha que lembrar, né?

    Maeti, olhando para todos, diz:

    — Escrevam-nos cartas, está bem?

    — Está bem, cara! Fica na boa, tá beleza?

    — Sim, mas...

    — Mas o que?

    — Você não irá me abraçar? Eu sei que você gosta do meu abraço quente...

    — Ih qual foi desse papo, Maeti?!

    — Vem... Pense que eu sou uma garota, hehehe... - Disse, correndo atrás de Ryoga.

    — Ih... Sai! Para de correr atrás de mim, cara! Para com isso!

    — Vem cá!

    — Não, sai!

    — Hehehe... Hahahahaha!

    Logo Kaede, olhando os dois, diz:

    — Esses dois aí... Sei não, hein.

    — Kaede, eles só estão brincando - Disse Ethan, esboçando um sorriso.

    — Eu sei, bobo. Relaxa.

    E logo Kitsune, segurando algo em suas mãos, diz:

    — Ethan!

    — Sim?

     -Antes de ir, quero lhe dar algo...

    — Hã? Kitsune, não precisa...

    — Quero que fique com isso.

    E mostra-lhe uma katana. Não uma boken e sim uma espada de verdade. O jovem, surpreso, logo diz:

    — Kitsune, eu não posso aceitar este presente.

    — Por favor, leve isso. É o mínimo que posso lhe dar por tudo que nos fez.

    — Mas Kitsune...

    — Além do mais... precisará de armas para enfrentar seus inimigos. Aceite.

    — Mas... Ah... Kitsune... Eu não posso ignorar sua preocupação. Muito obrigado pelo presente.

    E Ethan, para retribuir, correu para lhe abraçar. Kitsune ficiy até sem jeito com a atitude do jovem. Ela, acariciando o alto da cabeça de Ethan, diz:

    — Meu querido Ethan... Pronto. Vá. E lembre-se: respeite seus inimigos.

    — Pode deixar. Bem... Ryoga, vamos... Eh... RYOGA?!

    A surpresa de Ethan foi justificada porque ele viu Maeti em cima do seu amigo, o abraçando. Numa cena bem inusitada, todos começaram a rir com a situação. Mas entre Ryoga e Maeti havia uma conversa.

    — Ryoga... Eu tenho um vínculo com você e que não pode ser desfeito...

    — Cara, tá tudo mundo vendo a gente aqui!

    — Estou falando sério.

    — Ah... Sim... Eu sei... Mas o que significa isso?

    — Nós temos um elo. Então eu sei o que você sente, ao mesmo tempo que você também pode sentir o que eu sinto...

    — Entendi... Mas o que eu posso fazer? Ou o que você vai fazer?

    — Simplesmente viver. Cada dia como o último. Eu... Eu estou deveras agradecido a você e desejo que voltemos a nos ver em breve.

    — Cara... 

    — Me prometa isso.

    Ryoga, entendendo que o raposa estava mesmo falando sério, diz:

    — Pode contar comigo, cara. Seremos amigos pra sempre. Eu te considero pacas e tô contigo.

    — Obrigado, Ryoga. Eu também o estimo muito. Somos amigos de corpo e alma.

    — Tá... Belezin... Agora podemos ser amigos de pé? A Kaede vai passar a viagem toda de volta me zuando que eu tava abraçado com um cara deitado em cima de mim num jardim florido.

    — Hã? Ah... Nossa... Mil perdões!

    — Uma vez Maeti, sempre Maeti.

    — Hahahaha! 

    E Ryoga, já de pé, vai a encontro dos outros. Mas antes que fossem embora, Heaven, que estava triste atrás de Kitsune, foi até Ethan, que diz:

    — O que foi? Porque está assim, Heaven?

    — Anjo, você vai embora. Deixa eu ir com você. Eu fico quieta, juro...

    — Heaven, você não pode ir. Minha casa é pequena. E meus pais e a população não deixariam eu ficar com você por lá...

    — Mas...

    — Escuta... Eu voltarei aqui nas férias. Palavra!

    — Jura?

    — Claro! E todo dia eu vou te mandar carta. Vou fazer isso por causa de todos vocês. Minha nova família!

    — Jura?!

    — Claro! Eu te adoro, Heaven! - Disse, a pegando no colo.

    — Então tá! Vai com cuidado, está bem? - Disse, lambendo seu rosto.

    — Tudo bem, hehe. E comporte-se aqui.

    E eles começam a caminhar por uma trilha segura, que Maeti mostrou. E Ethan, virando para trás, diz:

    — Até logo, Maeti... Kitsune... Cuidem da Heaven por mim!

    — Vão, onde os ventos das grandes posses e batalhas fervorosas os fortaleçam mais e mais! - Disse Kitsune, com lágrimas em seus olhos.

    — Até. Sigam em paz e harmonia! - Disse Maeti, também chorando.

    E Ryoga, olhando pra Maeti, diz:

    — Ah... e aquela parada, sabe Maeti? Fica tranquilo!

    — Que parada? - Perguntou Ethan

    — Um lance aí, se mete não!

    E kaede, concentrada, nem ao menos olhou para trás. Mas Maeti a chama:

    — Kaede!

    — Hm? Que? - Disse, virando-se.

    — As flores desabrocham na primavera! Sua vida segue como ta!.

    — Obrigada, Maeti... - Disse, esboçando um sorriso.

    E agora partem em direção a seu destino. A volta para casa começou. E com isso novos desafios esperam por todos.

    Continua.


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