MAKTUB

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    Capítulo 22

    Ventura

    Adultério, Hentai, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo

    Estava sentada diante do enorme espelho olhando para sua imagem refletida. Terminava de ajeitar os longos cabelos e logo procuraria o melhor lenço que combinasse com os mesmos naquele dia.

    Os olhos bem marcados pelo delineado deixavam as esferas esverdeadas mais intensas.

    Perfumou-se e baixou o olhar por um instante então sentiu o contato em sua pele.

    Ele tinha passos leves…

    Sorriu quando os lábios tenros desceram do pescoço até o ombro levemente exposto.

    Sentiu um leve arrepio.

    -Está tão cheirosa…

    Ele ergueu o olhar encontrando os seus pelo espelho diante de ambos.

    -Temos a reunião com o Sheik dos Emirados hoje.

    Ele sorriu ainda arrastando a boca ardilosa pela pele pouco aparente do ombro fino.

    -Ele pode esperar.

    Sakura sorriu e virou para o marido.

    -É um dos Sheiks do Emirados Unidos, Habib,* não é conveniente que o deixemos esperando!

    Ela se pôs de pé e Zayn suspirou

    -Você é uma líder mais responsável do que eu.

    Sakura sorriu e se encaminhou para a cama, os diversos lenços estavam lá, disponíveis para sua escolha, como em todas as manhãs.

    -Alguma notícia de Samir?

    -Ainda não, ele se foi a apenas algumas semanas Habiba, deixe que o tempo se encarregue de trazer as notícias.

    Ela não disse nada, então ele se aproximou.

    -Você o encheu com histórias de guerras, clãs, lutas, chakras… é normal que ele sinta curiosidade em saber das origens de sua mãe, afinal também são as dele.

    -Eu sei.

    A cerejeira se inclinou e pegou o hijab azul marinho com a barra ornamentada em pedrarias.

    -Então confie nele e em Kakashi. Tenho certeza que o padrinho não o deixaria se meter em nada inapropriado.

    Sakura se virou para o marido.

    -Você às vezes é muito ingênuo querido.

    Disse passando o pano pelos cabelos rosados.

    Ele sorriu e se aproximou a ajudando a acentar o tecido nas melenas.

    -Eu acredito no nosso menino. Ele não poderia passar o resto da vida debaixo da nossa asa. Você mesma lhe disse que aos dezessete já estava em uma guerra...como acha que ele se sente?! Deixe-o ter suas próprias aventuras, cometer seus erros e ter suas próprias conquistas.

    -Sim mas, tinha que ser em Konoha? Porque não Suna? Nossa melhor relação é com Gaara, nossos clima não é idêntico mas é parecido, ele não sentiria tanto...

    Zayn gargalhou

    -Céus, você é mesmo uma mãe protetora!

    Baixou a cabeça e a sacudiu, estava sendo uma boba, Samir estava bem, ela que não estava.

    Não quando seu filho estava lá, no lugar que jurou nunca mais pisar.

    Konoha.

    -Você tem razão, acho que vou ficar mais tranquila quando a primeira mensagem chegar.

    -Não se preocupe Habiba...tenho certeza que ele vai se dar muito bem aonde quer que for, afinal você o treinou muito bem.

    Ele lhe selou os lábios e se afastou segurando sua mão.

    -Vamos, os Emirados nos esperam.

    Sakura sacudiu afirmativamente a cabeça e passou as mãos de unhas bem feitas pelo tecido leve porém elegante.

    Cruzaram as portas de madeira maciça e ornamentada com mandalas ouvindo os saltos finos tilintarem pelo chão de mármore claro.

    Sua mente poderia dizer o que quiser mas seu coração de mãe só acalentaria aquela angústia quando seu menino voltasse para o deserto, quando retornasse para casa.

    Dohã…

    Era um pólo! Um centro em desenvolvimento que tendia a crescer cada vez mais.

    Assim que Kakashi aceitou a representar, não tardaram a partir em viagem, mesmo com Samir pequeno e exigindo cuidados eles foram, e se apoiaram um no outro, um pelo outro. Começaram pelas regiões ao redor buscando aumentar as relações externas, muitas haviam se esvaído com o vento devido a ditadura de tantos anos, acordos comerciais foram feitos, tratados e então decidiram ir para mais longe, pois os planos da rosada eram ainda mais grandiosos. 

    Ela foi a fundo no estudo empírico da medicina dos lugares por onde passaram...coisa que não pode fazer durante a viagem até Dohã.

    Os venenos dos animais peçonhentos do deserto, cobras, escorpiões, lacraias, aranhas...todas mortais, se tornaram curas.

    Quando a paisagem seca se transformou na montanhosa mais conhecimentos lhe foram revelados. Ervas, flores, raízes, coisas que ela nunca viu na vida que eram manuseadas das mais diversas formas, nos mais diversos tratamentos para inúmeras moléstias do corpo, da mente e até mesmo da alma.

    E então ela entendeu que no restante do mundo, o chakra era utilizado de outra forma e poderia ter diversas representações. Não é como se ele não existisse, apenas tinha outros nomes, outro significado e outra forma de ser usado e despertado. 

    Algumas pessoas conseguiam o despertar através de meditação intensa e repetidamente. Outras por oração, e ela entendeu que ele também podia ser visto como aspecto religioso em alguns lugares.

    Algumas pessoas nasciam com ele, como “poderes mágicos”, pessoas que conseguiam fazer o impossível, algo como milagres. Outras o despertavam em situações de risco, perigo e só por um momento para nunca mais ser manipulado. 

    Eram tantas formas, tantos nomes, sua curiosidade, sua sede de conhecimento foi ao céu…

    Uma tarde, enquanto amamentava Samir em uma cidade simples de um interior do oriente ela pousou os olhos sobre o marido.

    Ele estava distraído escrevendo algo na folha de papiro levemente amarelada.

    Possivelmente enviando notícias a Amin e Kakashi.

    Já deveriam ter voltado para casa, mas ele a estimulava a continuar, a ir a fundo em suas pesquisas e conhecimento.

    Tinha sorte…

    -Obrigada.

    Disse de repente.

    Os olhos amendoados subiram até ela.

    -Pelo quê Habiba?

    Ele franziu as sobrancelhas grossas de uma forma extremamente graciosa para seu gosto

    -Por ter me dado o mundo.

    Ele sorriu, Zayn sorria tanto...tanto, que ela não se lembrava de um dia sequer que não havia o acompanhado no gesto.

    A verdade é que era fácil sorrir ao lado dele, não por ser a pessoa mais engraçada, ele o era às vezes, mas geralmente era ocasionada por alguma gafe cometida. Zayn não levava muito jeito para as pompas de governante e acabava por cometer algum erro, no começo ele se envergonhava e ficava terrivelmente sem graça, hoje ele apenas se desculpava e continuava como se nada tivesse acontecido, Sakura sempre ria da situação,e o acalmava, afinal aquilo não era o fim do mundo, ela levava a mão ao centro do peito como no dia do casamento e lhe mostrava com aquele gesto que sempre estaria com ele.

    Até nos momentos de vergonha e embaraço.

    Então quando ela teve a ideia da universidade, um lugar nunca imaginado antes, onde vários tipos de medicina seriam ensinados, várias formas de cura, de várias regiões do globo, ensinadas desde por doutores até por curandeiros, de monges a médicos rudimentares…Medicinas tradicionais, alternativas. Com instrumentos da mais alta tecnologia até simplesmente uma erva....não soube se ele embarcaria naquele sonho com ela, era um sonho alto demais.

    Todos deveriam ser capazes de curar com o que tinham capacidade, o que tinham disponíveis, com ou sem chakra…

    Pareceu grandioso demais, mas não para ele.

    -Já é hora de Dohã ser conhecida por uma coisa boa.

    Foi sua resposta.

    Voltaram para casa depois de um ano e meio de viagens e com muitos planos nas malas, alguns já encaminhados.

    Samir já trocava seus primeiros passos quando pisaram novamente no deserto.

    Encontraram um lugar novo. Ainda se reerguendo mas muito mais desenvolvido do que quando partiram.

    Kakashi era um gênio!

    Quando lhe mostrou os planos do hospital o primeiro impasse veio.

    -Precisaremos de investimento estrangeiro para algo assim.

    -Precisamos de muitas coisas Kakashi, essa é apenas uma delas.

    Sakura foi direta na sala de reuniões em que se encontravam, ela, Zayn, Kakashi e Amin.

    -Outras nações podem ter interesse já que também as beneficiaria, uma Universidade assim não será exclusivamente para o povo de Dohã, será para qualquer um que deseje aprender a arte da cura.

    Zayn defendia o projeto da esposa como se fosse seu.

    -Sim, mas se usarmos cem por cento de capital externo, não será um projeto de Dohã, será um projeto estrangeiro e sendo assim, de controle internacional. Vocês continuarão à mercê de alguém.

    Kakashi pensava de maneira diplomática, afinal haviam anos de experiência ali.

    -E o ouro negro?

    Amin comentou

    Kakashi franziu o cenho

    -O que?

    -Faruk andava falando com algumas das regiões vizinhas, sondando sobre cavar o solo de Dohã, que havia o “ouro negro”, era só eles investirem, mas ninguém quis realmente investigar a princípio, na verdade queriam que Faruk fosse deposto para colocarem a mão em tudo, acho que não contavam com a força do novo governo.

    -O que é esse ouro negro?

    Zayn olhou para Kakashi e respondeu

    -Petróleo!

    O mascarado pareceu surpreso.

    -Petróleo, aqui?

    -Toda essa região é um grande bolsão de ouro negro como os mais antigos chamam. Dohã nunca teve capital para explorar, não o suficiente pelo menos.

    -Então é nossa chance!

    Sakura foi incisiva

    -Se não tínhamos capital antes, temos menos ainda agora, em uma recente mudança de governo.

    -Então façamos alianças.

    Sakura continuou.

    -As regiões ao redor tem muito petróleo…

    Amin continuou mas Sakura o interrompeu

    -Não com os daqui, com os de longe. Kakashi foi kage, ele sabe as vilas que se interessariam por algo assim, as que necessitam de petróleo para seu maior desenvolvimento.

    O cinzento se remexeu

    -Sim, é verdade, nem todas se reergueram bem depois da guerra, mas não sei se elas teriam condições de arcar com algo assim.

    -Façamos tratados.

    Zayn começou

    -As vilas que não puderem comprar nosso petróleo, vamos negociar outra coisa de nosso interesse.

    -O que por exemplo?

    Amin questionou o irmão

    -Ninjas…

    O Hadiya mais novo arregalou o olhar

    -Não me olhe assim. Nós não temos exército e vamos começar a explorar o produto mais valioso nos dias de hoje, vamos fazer um pólo de conhecimento bem aqui e estamos a mercê de qualquer um bem na troca de um governo para outro, é o momento mais frágil de qualquer nação. Minha esposa é ninja, e não é qualquer uma, é uma guerreira lendária em sua terra, isso por si só já garante boas alianças com o povo de lá.

    Sakura olhou para o marido e lhe sorriu cúmplice.

    Kakashi afastou a cadeira da mesa redonda e logo se pôs de pé

    -Kakashi sensei, aonde vai?

    A rosada direcionou o olhar para o antigo professor

    -Arranjar nossa primeira aliança.

    Sakura se surpreendeu com a rapidez do cinzento

    -E com quem vai ser?

    Ela questionou

    -Não é óbvio?! Suna…

    A rosada sorriu

    Kakashi fez os selos e seus cães apareceram na sala

    -Preciso que enviem uma mensagem ao Kazekage.

    Ele ergueu o olhar para os outros membros da sala

    -Com urgência!

    E ali se iniciou o processo de alianças com o mundo shinobi e Dohã.

    Apenas uma vila era deixada de fora, a sua vila

    Konoha…

    Nunca pensou em fazer comércio ou manter qualquer tipo de relação política com a mesma. Mesmo ela sendo a maior e mais poderosa vila Shinobi do extremo oriente.

    Quando Kakashi partiu, cerca de um ano depois, foi debaixo de muitos pedidos para que não fosse, para que fizesse de Dohã seu novo lar, para que ele visse os frutos daquilo que construía…

    -Apesar de tudo, Konoha é meu lar, você sabe disso Sakura.

    A rosada se conformou, resignada.

    Quando Samir foi se despedir do padrinho, os olhos negros estavam marejados.

    -Ei...não fique assim, tenho alguém para te fazer companhia quando eu estiver longe!

    Ele fez os selos lentamente ajoelhado diante do menino e então a explosão trouxe o pequeno filhote.

    Os pequenos olhos negros se arregalaram e o menino sorriu

    -Quando sentir minha falta pode dizer a ele que ele vai me contar, abrace-o sempre que estiver triste e brinque com ele sempre que sentir sozinho.

    O pequeno Samir se ajoelhou diante do filhote e passou os dedos pela pelugem acinzentada do animal que apenas o cheirou e a comparando sutilmente com a cor dos cabelos do padrinho.

    Kakashi passou as mãos pelos cabelos escuros do menino e ele simplesmente o abraçou

    Estava se acostumando aquele tipo de contato do povo dali, afável, afetuoso.

    -Espero que um dia vá me visitar. 

    Sussurrou ao pé do ouvido do garoto

    Sakura o abraçou tão apertado que Kakashi precisou pedir que ela o soltasse pois podia sentir os estalar de seus ossos.

    Os olhos verdes estavam marejados, ela passou a mão por seu rosto marcado pelo tempo

    -Vou sentir sua falta.

    -Você sabe onde me encontrar.

    A rosada suspirou

    -Espero que só você saiba onde me encontrar sensei…

    Kakashi então fez um gesto inesperado por todos, abaixou a máscara e beijou o centro do losango.

    -Quando eu me for, Tsunade e seu pais também saberão.

    Ela baixou a cabeça resignada e ele ajeitou a máscara novamente sobre a face.

    Quando Kakashi partiu foi como se uma corda tivesse sido cortada, a última corda que a unia ao outro lado do mundo.

    Ela queria que Dohã estivesse mais desenvolvida quando seus pais chegassem para que pudesse lhes mostrar as maravilhas do mundo que encontrou, que a aceitou.

    Tsunade veio para somar, multiplicar, e encher muito mais tudo aquilo que ela tinha na mente do que um hospital, um gigantesco hospital escola deveria ser.

    A loira foi a encarregada de ir em busca dos mestres, monges, curandeiros, médicos, e todos aqueles que tinham o dom da cura e queriam dividi-los com o restante do mundo.

    Dezessete anos depois, olhando pela sacada do quarto que dividia com o marido, os grandes prédios que nasciam do solo e cobriam a cidade, iluminados, vívidos, e no centro o lugar onde antes as pessoas eram julgadas, torturadas...o centro de poder de um louco ditador e agora era um lugar de cura, de conhecimento.

    A rajada de vento frio passou e balançou seus longos cabelos, ela se inclinou sobre a sacada de pedra e admirou Dohã

    A nova Dohã, renascida da dor, como ela própria renasceu.

    Via as crianças correndo livres e sorrindo junto aos pais que se casavam por amor, não mais por contrato, via o comércio aberto com comidas típicas do deserto e de vários outros lugares do mundo. O árabe se misturava com as outras línguas, dos povos que iam até ali atrás de conhecimento, o conhecimento trazido pelo deserto…

    Abraçou os braços quando a brisa passou novamente, fechou os olhos pensando em Samir, rogava para que estivesse bem. Esperava que Kakashi tivesse entendido bem a mensagem que enviara pedindo para que fantasmas não o atormentassem, para que protegesse seu filho…

    No fundo, Konoha era uma grande tumba coberta de espectros, por isso nunca manteve contato com ninguém além do ex sensei. 

    E como médica ela sabia bem, quando se remexe em uma tumba, ela tende a cheirar mal.

    Mas talvez com a ida do filho até o local de suas origens, já fosse hora de romper essa barreira e voltar a ter contato com aqueles que ficaram para trás. Que ainda faziam seu coração pulsar de alguma forma.

    Ele a abraçou por trás e Sakura escorou a cabeça sobre o ombro largo.

    -Você ainda nem partiu e eu já sinto sua falta.

    A cerejeira sorriu

    -Tsunade exigiu minha presença, é melhor eu ir, mas farei de tudo para não demorar.

    -Eu vou ficar aqui sozinho, sem esposa, sem filho…

    A voz grossa saiu tristonha. Sakura se desencostou do marido e se virou o encarando.

    Os cabelos, agora longos, balançavam junto ao vento, o rosto maduro era um convite aos desejos mais íntimos, mais ardentes…

    -Acredito que você consiga sobreviver algum tempo sem nós

    Ele abraçou a cintura fina e a puxou para perto

    -Me deixe provar de você, pra que eu não me esqueça como é

    Então se inclinou e a beijou

    Sakura sorriu e correspondeu, quando ele se afastou ela o mirou

    -Depois de todos esse anos ainda pode se esquecer de mim?

    Ele fez um leve bico com os lábios e olhou para o céu estrelado, então se abaixou e a ergueu

    A rosada se surpreendeu

    -Tem razão, eu só quero estar com você, agora!

    Deitou-se junto com ela sobre a enorme cama arredondada.

    -Vou querer estar com você amanhã também, é uma pena que não vai estar aqui.

    Zayn disse já baixando o rosto pelo colo mordiscando o seio coberto pela roupa fina

    Sakura fechou os olhos apreciando aquela sensação.

    -Como sabe?

    Ele ergueu o olhar e alguns fios do longo cabelo escorreram por sua face

    -Porque vou querer estar com você pra sempre.

    E então esgueirou-se pelo corpo esbelto pousando ambas as mãos nos seios cálidos e já intumescidos, ele beijou a tira de pele exposta da barriga lisa e enquanto apertava os dedos nas carnes de seu colo usava os dentes para subir a saia longa  deixando as pernas torneadas a mostra.

    Levou uma das mãos ao meio de suas pernas e a viu arfar

    Adorava vê-la entregue, de olhos fechados, suspirando…

    Gemendo

    Abaixou-se apenas para afastar a fina calcinha e passar a língua por toda a vulva sedenta.

    Sakura apertou seus cabelos, tirando alguns fios do lugar.

    -Ah...Habiba

    Zayn se ergueu e Sakura sabia, ele não estava se aguentando, então levou a mão ao órgão coberto pelas roupas de governante do deserto e retirou as tiras de couro rapidamente,  abaixou a calça do marido com as próprias pernas e levou a mão a última peça que o separava de tê-la por completo.

    Então se pôs de quatro, ergueu o olhar marcado pelo delineado bem feito e baixou a peça deixando o membro duro e melado saltar para fora.

    Ela lhe sorriu sorrateira e beijou a glande para logo em seguida enfiar toda a cabeça na boca dando um forte chupão.

    Zayn jogou a cabeça para trás perdido nas sensações que a boca da esposa eram capazes de causar.

    Quando ela o abocanhou por inteiro foram palavras em árabe completamente desconexas que ele soltou.

    Ele passava as mãos grandes por seus cabelos enquanto acompanhava os movimentos de sucção que ela fazia com os quadris.

    Quando deu um chupão mais forte ele soltou

    -Hirawa…*

    Sakura retirou o orgão da boca e o massageando encarou o marido

    -Todo os governantes dizem palavras feias assim?

    Zayn puxou o queixo da esposa e lambeu-lhe o lábio inferior percebendo seu gosto ali

    -Se tiverem uma esposa como a minha, pode acreditar que se controlam para não dizer coisa muito pior

    Sakura sorriu e aumentou o movimento da mão indo até os testículos

    -Habiba…

    Zayn lhe gemeu fechando os olhos e colando a testa na dela

    Então escorreu para a cama e simplesmente a encaixou sobre si

    -Voe pra mim

    Sakura retirou a parte de cima da roupa e deixou os seios a mostra, Zayn sabia como aquela parte do corpo da esposa era sensível então se ergueu levemente e levou os lábios a um deles enquanto sutilmente ela escorregava seu membro riste para dentro de si.

    Enquanto apreciava o sabor dos mamilos da rosada, sentia o corpo se esfregar sobre o seu de maneira forte e intensa, então ela o empurrou sobre a cama e começou a subir e descer com força, com vontade soltando os gemidos altos que vinham de seu âmago.

    Então a puxou e capturou os lábios para si levando as mãos as carnes fartas dos glúteos da cerejeira, a auxiliando nos movimentos, iam juntos, com um só.

    Ele apertou o traseiro firme da esposa ao sentir que estava vindo e ergueu os quadris aumentando as investidas contra ela fazendo o pequeno corpo se mexer acompanhando o ritmo e os gemidos desconexos anunciando que estava próximo.

    Então veio, juntos, como costumava ser depois de tanto tempo.

    Ele a inundou no instante que sua vagina se contraiu e os espasmos a dominaram.

    Deixou-se cair sobre o corpo do marido que respirava pesadamente, ainda se mantinham conectados e na verdade não tinham pressa em sair daquela posição

    Quando ele levou os dedos a sua coluna e começou o vai e vem sutil naquela região lhe trazendo um leve topor extremamente relaxante fechou os olhos.

    -Quero que tenha cuidado.

    -Não se preocupe, eu vou ter.

    Respondeu de olhos fechados.

    -Qualquer problema mande um aviso e eu envio reforços.

    -Não estou indo pra uma guerra! É uma missão médica e não estarei sozinha como em todas as outras

    -Você entendeu, qualquer problema, avise.

    -Tudo bem.

    Ficaram em silêncio por um momento, Zayn cessou o movimento com a mão e Sakura fez um som desgostoso, então ele voltou com os dedos para o local retomando a carícia. 

    -Quando você voltar, provavelmente Samir já terá retornado.

    -Assim espero.

    -E quando ele voltar, trará o Hokage com ele.

    Sakura abriu os olhos e ergueu a cabeça.

    -Já enviou o papiro?

    -Sim… ele confirmou o interesse em fazer uma aliança.

    Sakura voltou a pousar a cabeça sobre o marido

    Zayn suspirou e beijou o topo da cabeça repleta de fios rosados.

    -Não se preocupe Habiba, se ele é seu amigo como disse, vai entender.

    Sakura suspirou.

    -Tomara Habib...tomara.

    O tempo que passou longe foi maior do que imaginava, Tsunade estava em outro continente, mais ao sul, onde todos tinham a pele escura*, nem todos os países lá tinham acesso a boa saúde, e num acordo geral, Dohã se disponibilizou a levar alguns médicos para ajudar com surtos de doenças em algumas regiões menos abastadas.  Estava ansiosa para voltar para casa, ver seu menino e o Hokage...seu velho amigo de infância.

    Ainda mais no estado em que atualmente se encontrava!

    Tsunade não a acompanharia de volta, continuaria descendo o continente prestando assistência médica, acabou que no processo, Sakura conseguiu algumas boas relações com líderes locais, e a garantia de volta foi certa, além de uma futura visita a nação do deserto, chegou até a levar alguns interessados consigo na viagem de retorno, e seu comboio da volta se tornou maior do que o da ida.

    Nem todos tinham uma boa sensação ao dar de cara com os paredões de areia, mas para ela, ver as montanhas de dunas era como uma grande mensagem de boa vindas!

    Sentia seu peito disparar em pensar que finalmente abraçaria seu garoto, e que depois de tanto tempo...tantos anos, veria Naruto.

    E daria a boa notícia.

    Assim que desceu do carro estava eufórica.

    Queria abraçar seu filho, seu marido, seu amigo…

    Assim que as grandiosas portas se abriram para ela, seu sorriso morreu

    Pois ali, diante de seus olhos estavam Sasuke Uchiha e Yamanaka Ino!

    CONTINUA...

    *Habib- amado ou querido

    *Hirawa- cacete

    *Tsunade e Sakura estavam na África.


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