MAKTUB

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    Capítulos:

    Capítulo 11

    Estava Escrito

    Adultério, Hentai, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo

    Sentia o lenço balançar com força sobre sua cabeça à medida que cavalgavam com pressa fugindo dali!

    Ela se agarrava ao braço forte do homem desconhecido que tinha apenas os olhos aparentes.

    Assim como ela.

    Já ele segurava firme as rédeas e atiçava o animal a ir cada vez mais veloz.

    Sakura olhou para trás apenas para constatar que os oficiais que os perseguiam já haviam desistido, o que lhe trouxe um grande alívio.

    Quando finalmente diminuíram o passo ela constatou que estavam muito além dos limites da cidade, seus olhos se perderam ao ver pela primeira vez aquela grandiosidade toda.

    Eram ruinas enormes! Gigantescos templos de pedra cravados em meio ao deserto.

     Assim que se aproximaram ele parou e desceu do animal.

    Mesmo achando o lugar esplêndido, seus instintos estavam aguçados...aquele homem até então não falou uma só palavra e não revelara seu rosto.

    Então ele selou o animal com Sakura ainda encima do mesmo diante da entrada do local, e finalmente a olhou. Por detrás do hijab* de tom terroso, os olhos amendoados a miraram.

    Por fim ele tendeu a ajuda-la a descer do cavalo mas ela ergueu a mão o afastando e dando um salto do mesmo. Ele pareceu surpreso com a destreza da rosada mas nada disse.

    Quando o viu se virar para a entrada do enorme templo de pedra, Sakura olhou para trás, precisava arrumar um jeito de voltar para a caravana de Tuaregues, para os únicos conhecidos que tinha.

    Antes mesmo de adentrar no local, ela pode ouvir a voz arrastada, macia, mas ao mesmo tempo impetuosa.

    -Ma zaluu mawjudin , laysat fikratan jayidat aleawdati! (Eles ainda estão por aí, não é uma boa ideia voltar!)

    Sakura franziu o cenho e o observou interrogativa, entendendo muito pouco do que ele dissera.

    Então ele se virou e a viu parada. O homem apenas apontou para a direção de onde haviam vindo e depois para o próprio pescoço imitando o movimento de uma lâmina passando pelo mesmo.

    Sakura suspirou resignada.

    Talvez não tivesse sido uma boa ideia se meter naquela confusão.

    Ficou mais alguns instantes observando a figura parada nas enormes arcadas da entrada e por fim se encaminhou em sua direção.

    Ele nada mais disse, apenas dirigiu-se lado a lado com a rosada para o interior do local.

    Sakura se surpreendeu ao constatar a grandiosidade daquele templo, tão diferente daqueles ao quais estava acostumada...o sol do entardecer adentrava pelos buracos feitos nos altos das pedras  iluminando seu interior o pintando de laranja, tudo lá dentro era feito de rocha e demonstrava que o tempo apesar de ter passado a muito para aquele lugar, parecia estagnado. Algumas pinturas em arabescos eram retratadas em determinados pontos mas a maioria já estava desgastada.

    Enquanto ela caminhava, admirada com tamanha beleza, o homem apenas retirou a espada da cintura e se encaminhou para um pequeno salão mais adiante, nele Sakura viu um grande tapete ornamentado estendido no chão com almofadas por cima, um baú, um cesto com frutas, sendo algumas delas secas, e armas sobre um acento de pedra.

    Ele era silencioso.

    Em um esforço mudo juntou praticamente todo o vocabulário que sabia para formular uma frase dizendo que precisava voltar para o povo com quem estava.

    Após notar ele massagear o ombro esquerdo e suspirar pesadamente, a resposta veio lenta e pausadamente.

    -'Ant alan matlub. (você agora é uma procurada)

    Sakura franziu o cenho ao ouvir aquilo.

    Então ele pegou uma maçã no cesto próximo ao tapete e se aproximou dela.

    -‘Ant (você)

    E apontou para ela

    Sakura entendeu que ele falava de sua pessoa

    -‘Ant.... disse novamente lhe mostrando dessa vez a maçã, depois retirou sorrateiramente um grande punhal da parte detrás do corpo.

    A rosada se inquietou

    Ele levantou o punhal e disse

    -Dohã!

    Então jogou a maçã para o alto e a cortou ao meio com o punhal diante dos olhos da cerejeira.

    Ele pegou os pedaços da fruta ainda no ar.

    Acreditou ter ficado bem claro o que aconteceria com ela caso voltasse para a cidade.

    Sakura passou a mão pelo rosto retirando levemente o lenço do lugar.

    Então ele se aproximou....sorrateiramente.

    Guardou novamente o punhal nas costas e quando estava bem próximo lhe estendeu um pedaço da fruta.

    Os olhos amendoados estavam sobre ela, ele era mais alto e a observava de cima.

    Ela ergueu a mão e recolheu o pedaço que era ofertado.

    Ele sorriu, pode perceber pela movimentação de seus olhos...eram levemente caídos no final e se ergueram quando ela o fez.

    -‘Iinaa Zayn! (Sou Zayn)

    -Sakura...

    Disse em resposta

    Percebeu o leve franzir de cenho entre seus olhos

    -Sakaaraa...   ele tentou reproduzir o som fazendo a cerejeira soltar uma risada espontânea.

    Ninguém ali conseguia pronunciar seu nome corretamente.

    Por fim, levou a mão até o lenço até sua fronte e desfez a amarração ensinada pelas mulheres do acampamento finalmente revelando seu rosto.

    O franzido na face do homem sumiu no instante em que seus traços ficaram a mostra, os olhos do homem pareceram maiores que o normal. Havia ficado surpreso.

    Então ele também o fez, levou a grande mão até a parte de trás do hijab e foi desfazendo as voltas do pano na cabeça revelando os fios castanhos ondulados e selvagens, a medida que o tecido mostrava a tez masculina, captou a pele morena e os traços fortes, o queixo anguloso tomado pela barba rala e os lábios grossos.

    Ela o encarava descaradamente, absorta, talvez admirada...até que por fim decidiu desviar o olhar, devia estar sendo ridícula encarando o homem daquela maneira.

    -Ghybwb! (coma)

    Disse lhe chamando a atenção novamente para fruta entre suas mãos, então o viu dar uma grande mordida no pedaço que tinha entre os dedos e sorrir mostrando levemente a lateral dos dentes.

    Deve ter corado! Com toda certeza do mundo pois sentiu sua face esquentar como a muito tempo não acontecia.

    Quando finalmente ela deu uma mordida na fruta, ele pareceu satisfeito e se afastou, retirando o punhal das costas e deitando-se despreocupadamente sobre o tapete, se recostando nas grandes almofadas.

    Ele comia despreocupadamente até que os olhos oblíquos caíram sobre si ainda de pé, admirando todo o ar ostentoso daquele lugar.

    -Min 'ayn hu? (De onde é)

    Sakura deixou seu próprio olhar cair sobre o dele que se sentara para admira-la melhor.

    -'iilaa hadin baeid... (de longe)

    Respondeu suspirando

    -'ant min alshrq al'aqsaa (você é do extremo oriente)

    O homem lhe disse a mirando de maneira intensa e indubitável.

    A cerejeira ergueu a sobrancelha rosada de forma interrogativa, o homem, de nome Zayn, apenas levou os dedos médios, até o final dos olhos e os puxou de forma a imitar os olhos levemente rasgados de Sakura.

    E mais uma vez ela soltou uma sonora risada balançando a cabeça em concordância.

    Sim, de onde ela vinha as pessoas tinham os olhos puxados daquela forma, diferente de onde estava, em que os orbes eram grandes, arredondados e por vezes carregados de mistérios sendo a única parte do corpo a mostra devido ao calor do deserto.

    O jovem Zayn se esgueirou até o baú e de lá retirou um grande castiçal com algumas velas queimadas pela metade, ascendeu as mesma dando um ar enigmático ao lugar já que a noite lá fora caía, quando acabou, ele passou uma das mãos pelos cabelos fazendo as ondas rebeldes se eriçarem mais ao invés de se aquietarem, arrastou-se para o lado e bateu no carpete bem trabalho indicando para que ela se juntasse a ele.

    Ponderou por alguns instantes...não sentia nenhuma gota de chakra correndo pelo corpo daquele homem, assim como todos naquela região, não se sentia ameaçada mas mesmo assim não poderia bobear, já havia percebido como as mulheres eram tratadas naquela parte do mundo.

    Aproximou-se sorrateiramente e sentou-se sobre os calcanhares a poucos centímetros da figura masculina.

    -Shaeruk tabieiin? (seus cabelos são naturais?)

    Perguntou absorto ao tom dos fios das melenas exóticas a seus olhos.

    A rosada levou uma mecha para detrás da orelha pequena e ele acompanhou o movimento

    -Nem! (sim)

    Responde ainda percebendo-o atento a si mesma

    Notou ele abrir a boca para dizer algo mas fechar repentinamente.

    Os olhos amendoados vagaram pelo ambiente crepitante pelo queimar das velas até cair sobre ela mais uma vez vindo acompanhados das palavras perdidas a pouco

    -Hal yumkinuni allams? (posso tocar?)

    Ela se surpreendeu com a pergunta. Geralmente somente as crianças lhe pediam algo como aquilo.

    Meio sem jeito, afirmou com a cabeça para logo em seguida sentir os dedos grossos tocarem sutilmente os fios medianos.

    E sorrateiramente alcançar a pele de seu rosto.

    -Jamil... (bonito)

    Zayn pronunciou num tom profundo e mais baixo.

    Sakura baixou os olhos ao perceber aquele toque leve em sua face

    Mas assim como começou se findou

    -Laylatan saeida Sakaaraa. (Boa noite Sakura)

    Ele se recostou novamente sobre as almofadas e fechou os olhos.

    Era cedo para dormir, mesmo assim ela também se recostou, mas diferente dele ficou a admirar o teto pouco iluminado, começou a ponderar como aquela construção poderia ter sido feita e quantos anos deveria ter, quantas pessoas trabalharam ali e quando menos se esperava o sono a alcançou.

    Os acontecimentos do dia haviam sido intensos demais e seu corpo pesava pedindo por descanso.

    Acordou sentido o suor escapando por todos os seus poros. Retirou o cobertor que sem saber como, estava sobre si e olhou ao redor em busca da figura masculina, percebeu que estava sozinha no ambiente.

    Aproveitou para se espreguiçar e buscar algum canto que pudesse servir de banheiro. Ao lado do grande tapete e perto de si, havia um cantil feito de couro, ela abriu e percebeu se tratar de agua, mesmo não sabendo a exata procedência decidiu se arriscar, não poderia correr o risco de passar por uma desidratação.

    Quando finalmente resolveu ir até a entrada daquele lugar, percebeu que o homem e o cavalo não estavam mais ali...

    Será que ele havia partido?

    Olhou para todos os lados e tudo que via era o que mais se encontrava por ali...areia e mais areia.

    Suspirou resignada.

    Então ouviu o trotar...e lá vinha ele, ao longe, com o grande turbante amarrado meio desordeiramente na cabeça deixando alguns dos fios rebeldes soltos, ele sorria vindo em sua direção, o sol lhe tocava a pele morena a fazendo reluzir entre as dunas.

    Instintivamente ela sorriu em resposta.

    Assim que se aproximou desceu do animal lhe fazendo um carinho na crina escura e o amarrando no mesmo ponto do dia anterior, um lugar com sombra um pouco de feno.

    O homem rústico pegou a carcaça do animal jogada sobre a sela e somente lhe disse

    -Taeamuna (nossa comida)

    Sakura não sabia bem que tipo de bicho era aquele que Zayn levava nas costas para dentro do templo que lhes servia como esconderijo, mas devido a fome que estava, nem se preocupou em perguntar.

    Assim que jogou a carcaça no chão, retirou o punhal das costas e começou a retirar a pele, no início achou aquilo tudo meio bruto, mesmo sendo uma ninja eles saíam preparados para as missões, e quando era necessário ir em busca de caça, eram geralmente peixes ou aves pequenas, não um mamífero de porte médio como aquele.

    No início tinha certo estranhamento desses modos rústicos, e seu estomago não aceitara assim tão facil, mas agora, ela apreciava certos aspectos da culinária local e já até sentia desejos por alguns em especial.

    Quando ele desmembrou uma das pernas, logo preparou a carne, então a rosada se dispôs a fazer o fogo, ele não se surpreendeu quando ela se virou para acender a fogueira nos poucos gravetos que haviam ali dispostos em um canto, no deserto não era difícil fazer brotar uma chama, era necessário apenas a luz do sol e um pedaço de vidro qualquer, ele só não precisava saber que ela havia usado a movimentação de seu chakra para isso.

    O aroma da carne tostando diretamente sobre o fogo fez a boca de Sakura salivar, ainda mais quando ele jogou as especiarias típicas daquela região que davam um sabor único a tudo ali.

    Após retirar o restante da pele, viu quando Zayn levou a carne e a pele dependurada para fora, para o sol quente, o calor e a areia iriam tratar a pele transformando-a em couro, já a carne apesar de precisar ser consumida rapidamente, duraria algum tempo devido à baixa variação climática.

    Quando ele retornou passava a mão pelo ombro com a expressão séria, já havia o observado massageando a área no dia anterior, devia estar com algum incomodo.

    Ficando de pé enquanto o alimento terminava de cozer por si só, ela se aproxima e lhe toca o local.

    Ele se empertiga mas faz uma leve expressão de dor.

    -Ymknny almusaeadat ,'ana tabib (posso ajudar, sou médica)

    Lhe disse uma das coisas que mais reproduzia durante sua viagem.

    O homem a olhou meio de soslaio mas pareceu aceitar a ajuda.

    Se encaminhou até o carpete e se sentou, Sakura foi até ele e postou-se de joelhos atrás do mesmo levando as mãos até o local. Necessitando ter um contato direto com a área, pediu para que retirasse a parte de cima da roupa que vestia, que compunha-se de uma longa bata em tom escuro com pequenos bordados nas mangas e calça longa no mesmo tom. Surpreendeu-se quando ele não questionou e apenas retirou a peça sem nada dizer, relevando o torso moreno dourado levemente esculpido e sem pelos.

    Então voltou a pôr as mãos sobre o local analisando-o com perícia, desceu os dedos finos pelo braço de leve tônus e o sentiu enrijecer-se, mesmo assim continuou até o cotovelo, pressionou o mesmo o movimentando fazendo o braço abrir e fechar, quando o fez de uma determinada maneira ele soltou um leve gemido.

    Estava levemente deslocado.

    -hal yumkinuni wadeah fi makanih? (posso colocar no lugar?)

    Mas antes mesmo de obter a resposta ela o fez, o estralo constatou que o osso havia se encaixado no ponto certo e o praguejo entre dentre lançado por ele que a dor foi certeira.

    Sakura sorriu sentindo o corpo rígido sobre seus dedos, então por benevolência fez surgir a luz verde sorrateiramente acalentando aquela sensação de desconforto.

    Lhe devia isso, afinal ela estaria em apuros se não fosse por ele.

    -Ladayk yd sakhina... (você tem mãos quentes)

    O som da voz grossa saiu baixo e cavada.

    Sakura sorri e tenta lhe dizer que de onde vem existe um poder chamado chakra, era uma energia que vinha de dentro e fluía por cada um, uns as usavam para lutar, outros, como ela, preferiam usar para cura.

    Não sabia se ele havia entendido o que havia explicado, mas sentiu a mão dele tocar a sua de forma delgada e os olhos amendoados brilharem ao encarar pela primeira vez a luz verde que brotava de suas extremidades.

    Então ele a mirou, dessa vez no verde dos olhos.

    -Rubama kunt eabqari misbah (talvez você seja um gênio da lâmpada)

    Sakura mudou a expressão sem o entender, então ele se virou ainda segurando sua mão e a encarando continuou

    -Ja' litalbiat alraghabat alty yahtajuha 'akthar min ghyrha

    (Veio realizar os desejos quem mais precisa)

    Aquilo a tocou de alguma forma, ele a soltou e balançou o ombro constatando que o mesmo já não doía mais.

    -Shukraan. (obrigado)

    Lhe sorriu em agradecimento e ela pendeu os braços sobre o corpo.

    Observou que era fácil se prender mais tempo que o normal naquele sorriso.

    No instante seguinte ele já estava de pé vestindo a parte de cima da roupa e indo em direção a comida esfregando a mão satisfeito

    -Daena naakul!!! (vamos comer)

    Disse animado.

    Sakura acabou por perceber que ficar sozinha ali, com aquele estranho, no final das contas não estava sendo tão ruim assim.

    Ela lhe contou como era o lugar de onde vinha, o clima, as paisagens... e como era diferente de tudo aquilo ali. Falou sobre o que era ser ninja e médica, até mesmo  sobre a guerra que participou. Ele se surpreendeu em saber que lá uma mulher poderia lutar em uma guerra. Foi quando ele lhe perguntou o porquê então de estar ali que ela se calou.

    Não sabia a quanto tempo não falava sobre aquilo, evitava ao máximo pensar sobre o que a fez partir para o meio do mundo, para um lugar tão inóspito.

    Poderia ter desconversado, mas quando deu por si já estava falando...buscava as palavras que fizessem sentido para ele e até mesmo gestos. E foi como reviver cada momento, cada situação. Contou tudo, desde o início, ele colocou a cesta de frutas com o cantil de agua entre eles mas ela apenas falava, demonstrava...tudo da infância ao dia que zarpou no baco para além daquelas terras que sempre conheceu.

    Ele não a interrompeu um minuto sequer.

    Quando terminou estava cansada, sentia até mesmo o gosto do que havia dito e pelo que percebeu, foi como retirar o mundo de suas costas.

    Ele lhe ofereceu as frutas secas e ela pegou agradecendo, percebeu que ficou horas ali, falando e falando, o pobre homem já devia estar cheio dos lamentos dela.

    Mas então tudo que ele lhe questionou foi o porquê de ela ter ajudado o casal de traidores já que passou por tudo aquilo.

    O mirou retirando a fruta seca da boca percebendo que não tinha uma resposta.

    Zayn estava deitado no tapete apoiando o braço em uma das almofadas apoiando a cabeça com uma das mãos despreocupadamente.

    Ele apenas se aproximou e lhe disse saber o porquê dela ter ajudado

    Sakura que estava sentada sobre os calcanhares o observou interrogativa

    -Li'anak eabqari ja' liukhlusak (porque você é um gênio que veio para salva-los)

    Ela sorriu e disse que não entendia o que aquilo significava

    Então foi ele quem começou a lhe contar sobre os mitos e lendas daquele lugar, sobre gênios da lâmpada, tapetes voadores, as danças, as odaliscas, os encantadores de cobras e todos os tipos de mistérios e encantos, e ela o ouvia como uma criança escutava uma história, fascinada!

    Quando ele terminou tocou sua mão e concluiu

    -Kan ealayk 'an takun huna... (você tinha que estar aqui)

    E olhando em seus olhos, foi a primeira vez que ouviu aquelas palavras

    -Maktub!

    Estava escrito...

    CONTINUA...

    *Hijab é o conjunto de vestimentas preconizado pela doutrina islâmica. No Islã, o hijab é o vestuário que permite a privacidade, a modéstia e a moralidade


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