Contos eróticos Inu Yasha

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    Capítulo 1

    Kagome - Bankotsu

    Hentai, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo

    Kagome tentou mais uma vez, em vão, soltar-se das cordas que a prendiam. Seus pulsos protestaram em dor e ela resmungou baixo lamentando-se, por talvez a centésima vez, a infelicidade de sua situação. Havia sido capturada por Bankotsu do exercito dos sete e levada até o monte Hakurei, uma montanha sagrada que impedia, com seu poder sagrado, a permanência de qualquer youkai ali. Devido a isso Inu Yasha não havia aparecido mesmo passado uma semana desde que Kagome fora trazida ali como prisioneira.

    Ela não conseguia suportar seus dias ali. Do exercito dos sete restavam apenas três membros, e deles apenas Bankotsu a visitava com certa frequência trazendo-lhe frutas frescas e água para se alimentar. Ela não gostava nem um pouco de Bankotsu, o mercenário era imoral, arrogante e irritantemente metido. O que mais a irritava porem do que as breves visitas de seu captor, sempre acompanhadas de comentários provocativos, era as cordas que prendiam seus pulsos o tempo todo e só eram retiradas nos momentos que ela precisava comer. Até mesmo em seu sono não era poupada de suas amarras.

    Kagome ficava em uma das muitas cavernas do monte Hakurei, havia um pequeno lago e era ali que ela tomava banho. Fora da caverna haviam vários caminhos tortuosos que, para uma pessoa normal, seria difícil transpor, mas não impossível. Devido a isso Kagome havia tido suas mãos atadas por uma corda resistente e esta estava presa a uma rocha, como se ela fosse um cachorro preso a uma coleira. Kagome já havia tentado por muito tempo romper a corda ou desfazer o nó, mas, depois de dezenas de tentativas fracassadas, acabou desistindo disso.

    Naquele exato momento, enquanto Kagome ainda imaginava como poderia sair de sua prisão, um sujeito entrou na caverna. A garota reconheceu de imediato Bankotsu, o líder do exercito dos sete. Bankotsu tem cerca de vinte anos, não muito mais velho que Kagome. Sua pele e bem morena e ele possui um rosto bonito e um corpo vigoroso. Kagome nunca gostou dele, mas o mercenário a fazia lembrar um pouco Inu Yasha com seu jeito irritadiço e arrogante. Mas Inu Yasha era uma boa pessoa apesar de, a primeira vista, parecer cruel. Bankotsu porem era apenas um mercenário, um assassino cruel e extremamente perigoso. Ela sentia medo dele, e, quando ele entrou a garota se encolheu em seu canto desviando o olhar dos olhos frios do assassino.

    Bankotsu era bonito com seus longos cabelos negros presos em uma grande trança. Se ele estudasse na escola de Kagome com certeza seria aquele cara popular que todas as garotas adoram. Talvez até mesmo ela gostasse dele, talvez... mas ele não era um colegial. Era um assassino renomado e Kagome tinha medo dele, não tanto medo quanto sentia de Narak claro, mas mesmo assim muito medo.

    — Ah, ai está a mulher do Inu Yasha – ele se aproximou com um sorriso metido no rosto.

    — Não sou mulher dele! – retrucou Kagome tentando demonstrar uma coragem que ela não possuia.

    Ela não entendia o porque Bankotsu estar ali. Ele a visitava era verdade, mas apenas para trazer comida em intervalos muito espaçados de tempo. Sua ultima visita não havia sido nem a quatro horas. Kagome desconfiou que havia algo errado, Bankotsu não iria vê-la simplesmente para conversar com ela. Ele queria algo, mas o que? Ela não sabia se queria saber a resposta.

    O assassino trazia em sua mão direita sua fiel companheira a alabarda Banryu, uma espada enorme que se equiparava a Tessaiga de Inu Yahsa. Ele se aproximou de Kagome fincando a lamina de sua enorme arma no chão e observando sua prisioneira de cima abaixo, de uma forma descarada que fez com que a garota tremesse de medo e sentisse asco.

    — O-o que está olhando?! – ela teria se levantado se pudesse. Sentada ali de joelhos ficava tão vulnerável, como um coelho em frente a um lobo. As cordas que a prendiam porem eram curtas e não a permitiam se levantar, apenas ficar sentada ou deitar-se. Era muito incomodo e humilhante.

    Bankotsu disse um “hummm” e aproximou bem seu rosto do de Kagome. Ele o segurou com uma das mãos ignorando os protestos da garota e a fitou ainda mais de perto.

    — Não vejo o que aquele meio-youkai viu em você... com certeza não é meu tipo de mulher – disse mais para si mesmo do que para ela – é muito magra e não tem um corpo muito atraente...

    Aquilo irritou Kagome mais do que qualquer coisa. Já não bastava ser mantida refém ainda era obrigada a ser avaliada por aquele bandido?! A raiva subiu a cabeça da garota, pois, no fundo, ela nunca se sentira excepcionalmente bonita. Não era a garota mais popular da escola, na verdade não era nem sequer popular. Isso tudo já era muito ruim, mas ter que ouvir Bankotsu esfregar essas coisas em sua cara era demais.

    — Não ligo para sua opinião! – mentiu a garota e, então, continuou – e eu já disse que não sou mulher dele!

    Bankotsu soltou o rosto de Kagome e riu animado como se ela tivesse dito algo muito engraçado. O assassino sorriu daquele seu jeito arrogante e bem-humorado.

    — Então vocês nunca dormiram juntos? – perguntou Bankotsu com naturalidade, como se fosse o tipo de pergunta mas comum do mundo, o tipo de pergunta que você faz a um estranho.

    Kagome ficou ainda mais vermelha de raiva, e, também, de vergonha. Ela e Inu Yasha nunca haviam feito amor... nem sequer se beijado. Kagome queria isso, embora muitas vezes tentasse demonstrar o contrario. No fundo ela queria que Inu Yasha tomasse mais iniciativa e avançasse “nesses assuntos” com ela, pois ela própria era muito tímida para tomar esse tipo de atitude.

    — Isso... é pessoal – respondeu em uma voz fraca e insegura.

    Isso só provocou mais risos em Bankotsu, o mercenário riu por um bom tempo e, quando se recompôs, cruzou os braços e fitou sua prisioneira com um olhar divertido.

    — Não sei porque aquele meio-youkai anda para cima e para baixo com uma mulher se não a usa. Bem, mas melhor assim. Vou ter o prazer de toma-la para mim antes dele – ele riu mais – isso com certeza vai o deixar mais mal-humorado do que de costume!

    Kagome congelou ao ouvir aquelas palavras. Não havia ouvido errado, Bankotsu iria possui-la. Sentiu medo, não, desespero, invadindo-a por dentro. Inutilmente lutou contra as cordas que a prendiam movendo seus pulsos com força, mas sem conseguir se livrar das cordas.

                - Ver uma mulher tentando resistir me deixa ainda mais excitado – disse Bankotsu levando as mãos as calças. Kagome pode ver um volume se formando entre as pernas do bandido. Um volume bem grande.

                - Você não pode fazer isso! – suplicou Kagome sentindo os olhos ficarem úmidos – isso... isso é crime! É errado!!!

                Mas Bankotsu apenas riu ainda mais. Kagome sabia o que viria a seguir, sabia o que ele faria com seu corpo. Kagome vivia no século vinte e um, aonde os direitos das mulheres eram algo conhecido e aceito como corretos. Haviam leis e haviam punições para quem descumpriam as leis. Ela não era ingênua, sabia que leis não tornavam o mundo menos machista e, mesmo o Japão sendo um país muito machista, que, em sua cultura, a mulher deveria servir ao homem. Mesmo assim estupro era crime, e ninguém discutia isso.

                Mas ela não estava no Japão do século vinte e um e sim no Japão feudal. Ali os homens faziam o que queriam com as mulheres, pelo menos era socialmente aceito que as os mesmos tratassem suas esposas como objetos sexuais. Claro que muitos homens não faziam isso, mas mesmo assim naqueles tempos práticas machistas eram muito mais aceitas do que no século vinte e um. Kagome se tremeu assustada. Sabia que Bankotsu realmente faria o que quisse-se com ela. Eram outros tempos e ele era um mercenário imoral que tomava tudo o que desejava, inclusive ela.

                - Por favor... – choramingou ela, as primeiras lagrimas começando a cair.

                - Não vou dizer que não vai doer – disse o mercenário com um riso animado – mas tenho certeza que mesmo você negando agora vai gostar quando começarmos.

                Bankotsu abaixou as calças apenas o suficiente para que seu pênis saltasse para fora e, apesar do medo Kagome não pode evitar de notar, era um pênis excepcionalmente grande. Ele parecia uma cobra inchada e obesa. O membro era grosso e rígido como pedra. Kagome sentiu dor só de imaginar aquela coisa entrando dentro de si.

                - Vamos mulher – Bankotsu balançava o pênis na cara de Kagome. Sua expressão era de divertimento – não tenho o dia todo, e, como disse, você não é meu tipo de mulher, mas faz tempo que não desposso nenhuma então... comece.

                Kagome chorou baixo desviando o rosto do pênis como se com isso pudesse evitar o que aconteceria. Depois de alguns minutos se acalmou um pouco e voltou a fitar Bankotsu e seu pênis enorme. O mercenário não estava mais sorrindo, agora transparecia impaciência e até mesmo uma mal disfarçada irritação. Ela sabia o que viria a seguir e que não poderia resistir a Bankotsu. Mas ao menos poderia tornar as coisas mais fáceis de suportar. Com uma longa e demorada respiração ela procurou coragem para dizer o que lhe vinha em mente.

                - S...se eu servi-lo... – a ultima palavra quase não saiu de sua boca, tendo sido arrastada em sua garganta até ser pronunciada – você promete não me machucar?

                - Se fizer bem – respondeu com descaso – agora para de enrolação e comece logo.

                Kagome não sabia o que fazer, ou melhor, ela até sabia, não era uma garota ingênua que desconhecia o sexo, mas nunca o havia praticado. Temerosa abriu a boca e deslizou a ponta de sua língua pelo pênis de Bankosu. Foi uma lambida lenta, tímida, cautelosa. O mercenário nada fez ou disse, apenas ficou fitando Kagome com olhos indecifráveis.

                - Está bom...? – perguntou temerosa, com a voz tremula – devo continuar...?

                Mas não houve resposta, Bankotsu apenas a fitava e ela então percebeu que era melhor ficar calada e se focar em sua... tarefa, por assim dizer. Ela não gostava de encarar Bankotsu, o homem lhe dava medo, então concentrou-se em continuar o que havia começado.

                Ainda sem jeito ela deu uma segunda lambida, tão tímida e lenta quanto a primeira. Sua língua deslizou pelo pênis e ela sentiu a textura do membro de Bankotsu que parecia pulsar de desejo.

                Em silêncio ela continuou, lambida seguida de lambida. Seus movimentos eram recatados e submissos, cobertos por medo e, aos poucos ela começou a sentir também, um discreto desejo.

    Kagome nunca havia pensado muito em sexo, não era que ela não quisesse perder a virgindade, só não colocava isso como uma de suas prioridades. Devido a isso nunca havia imaginado qual interessante poderia ser se unir a um homem em um ato desses e, agora que vivia esse momento, a garota começava a perceber que ele era bastante estimulante.

                Silenciosamente ela continuava a trabalhar com o pênis de Bankotsu, lambendo-o lentamente. Lhe atrapalhava e incomodava o fato de estar com as mãos amarradas, séria mais fácil fazer aquilo se pudesse tocar no pênis e, além disso, ela queria tocar nele, sentir sua textura e firmeza. Bankotsu estava em pé e a observava com um sorriso sutil de satisfação e triunfo no rosto. O assassino não achava que Kagome fosse uma mulher muito boa para servi-lo, era inexperiente e com um corpo muito comum, sem nenhum atributo muito especial que a fizesse se destacar das dezenas de mulheres que ele já possuirá.

                O mercenário porem gostava do jeito submisso da garota e, o fato de ser a mulher de Inu Yasha, lhe dava um prazer especial por tê-la servindo-a como uma cadelinha obediente.

                - Queria que aquele meio-youkai idiota estivesse aqui agora para ver como eu uso a mulher dele – disse Bankotsu e seu sorriso se alargou – agora, mulher, comece a me chupar.

                Kagome parou as lambidas e abriu a boca para responder então hesitou e ficou calada por longos segundos. A garota voltou a falar, em tom baixo, mas tentando impor-se, embora sem sucesso.

                - Inu Yasha não é idiota – disse corando – e... eu já disse que não sou a mulher dele!

                Talvez ela não fosse mesmo, foi o que pensou Bankotsu, pois logo depois de dizer isso ela começou a chupa-lo e então o mercenário concluiu que ela era sua mulher agora. Esse pensamento lhe trouxe uma satisfação maior do que imaginava.

                Kagome chupava-o com mais vigor do que quando o lambia. A garota movia seu corpo para frente e para trás, sua boca engolindo o pênis do mercenário, ou a parte que ela conseguia engolir pois era muito grande. Ela molhava o membro de Bankotsu com sua saliva deliciando-se com aquele gosto. Uma das mãos de Bankotsu foi até os cabelos de Kagome e os acariciou de leve. Ela gostou da sensação e continuou a chupar sentindo-se um pouco culpada por Inu Yasha e desejando que o meio-youkai jamais tomasse conhecimento daquilo.

                - Nada mal mulher – disse o mercenário com uma sonora gargalhada que ecoou por toda a caverna – agora já chega disso, está na hora de eu possuir você de fato.

                Kagome parou de chupar, assustada com o que ouvira. Sabia que seria penetrada, isso era inevitavel. Ela não queria aquilo, ou talvez apenas uma parte dela não quisse-se. Ela não tinha mais certeza de nada. Por um lado Kagome tinha nojo só de imaginar Bankotsu dentro dela, estocando-a com seu pênis potente como se ela fosse um animal no cio. Por outro lado porem ela imaginava que novas sensações iria sentir quando ele a tomasse. Se apenas lamber e chupar aquele pênis já a deixaram excitada como se sentiria sendo penetrada?

                Mas, independente de sua duvida, não ela era quem escolhia o que ia e não ia acontecer ali. Bankotsu queria toma-la, e quando ele queria algo normalmente conseguia. O mercenário se abaixou abrindo as pernas de Kagome com um movimento brusco. A calcinha da garota ficou a mostra, uma calcinha branca já levemente úmida. Bankotsu rasgou aquele pedaço de pano incomodo exibindo assim a vagina rosada e depilada da garota.

                - Pare! Seu pervertido!!! – gritou ela envergonhada e humilhada, nunca alguém havia sido tão rude e invasivo com ela antes.

                - Uma bucetinha apertada você tem ai – disse o mercenário indiferente aos protestos da garota. Bankotsu explorou a vagina de Kagome com seus dedos experientes arrancando gemidos da garota que tentava, pateticamente, resistir aos seus toques.

                Kagome gemia, tentava afastar o mercenário, mas seus esforços eram em vão. Ele era mais forte que ela que, para piorar, ainda estava amarrada. Bankotsu a masturbou com movimentos firmes e apressados. Kagome gemia mais e mais e sua intimidade ficava cada vez mais molhada. Kagome não queria aquilo, mas, quanto mais era tocada sua convicção quanto a esse ponto vacilava chegando ao momento que ela começou a querer aquilo, a desejar que os dedos de Bankotsu não saíssem de dentro dela, não antes de terminarem o serviço que começaram.

                - Está gostando em mulher? – disse Bankotsu sorrindo malicioso – vocês mulheres são todas iguais. Adoram quando as usamos.

                - C... cala a boca! – Kagome protestou, meio gemendo, meio gritando e então, se segurando para não gemer mais cuspiu as palavras seguintes – você é um grosso!!

                Essas palavras provocaram uma risada sonora de Bankotsu que retirou seus dedos de dentro de Kagome e respondeu de forma provocativa.

                - Sou mesmo grosso, em especial no meio das pernas. Logo você vai sentir isso.

                Kagome tremeu de medo e excitação. Bankotsu sentou-se atrás dela, colocando a garota em seu colo, sentada de costas para ele. O mercenário penetrou-a por trás, com seu pênis invadindo-a sem piedade. Kagome soltou um grito forte que se tornou em um longo gemido. Sem mais palavra alguma ele começou as estocadas dentro dela.

                Kagome gritava de dor, mas uma dor misturada com prazer. Sua bunda era apertada e o pênis de Bankotsu, como ele já havia advertido, era mesmo grosso. Ela gritava de dor, tentava soltar-se das cordas sem sucesso e pedia para ele parar, embora ela não estivesse realmente certa que queria isso.

                Bankotsu havia levantado a saia de Kagome e suas mãos repousavam na cintura da garota. Ela gemia seguidas vezes e, devido a dor, lagrimas escorriam de seus olhos.

                - Nada mal mulher – ele deu um tapa na lateral da bunda de Kagome e repetiu em tom de deboche – nada mal mesmo.

                Aquilo doía, mas era uma dor gostosa. Kagome rebolava na cintura de Bankotsu, aos poucos se acostumava ao ritmo do mercenário e também a dor. Uma das mãos dele foi até a vagina de Kagome, e, sem fazer cerimonia, iniciou uma masturbação acelerada arrancando mais gemidos da garota e fazendo-a se contorcer de prazer. Kagome nunca havia sido tocada daquela forma e, embora não gostasse de Bankotsu, gostava de ser tocada por ele. Ela gemia, rebolava e, sem acreditar nos sons que saiam de sua boca, se ouviu pedindo por mais.

                E o mercenário deu mais, muito mais. Suas estocadas se tornaram mais fortes, seus dedos penetravam a vagina de Kagome fazendo-a ter orgasmo seguido de orgasmo, em um ato bruto e selvagem. Ela ainda não gostava daquela posição, de estar sendo usada por Bankotsu, de estar amarrada e a sua mercê, mas, Kagome não podia negar, era impossível não extrair prazer mesmo em uma situação humilhante como aquela.

                Com a mão livre Bankotsu puxou a blusa e sutiã de Kagome exibindo seios que se moviam acompanhado o rebolar da garota. Eles eram pequenos, estavam úmidos de suor e os mamilos eram rosados. Bankotsu aproveitou deles, apertando-os entre seus dedos fortes, massageando-os, dando-lhes tapas.

                - Não seja tão bruto! – protestou ela. Kagome começava a arfar, estava molhada de suor e de outros fluidos também.

                Mas Bankotsu não a ouviu, ele nunca a ouvia. O mercenário continuava a domina-la com sua força e experiencia. Ele prosseguiu a penetração até chegar ao orgasmo, jorrando todo o seu sêmen dentro da garota. Kagome soltou um ultimo gemido e, foi com alivio e uma pontinha de decepção que sentiu o mercenário saindo de dentro dela.

                Bankotsu tratou a transa com indiferença e frieza. Após terminar se levantou e levantou as calças, voltando a ficar vestido. Ele olhou com superioridade para sua prisioneira, Kagome estava bastante desarrumada: sua blusa e sutiã foram levantados o suficiente para exibir seus pequenos seios, os cabelos estavam despenteados, a vagina da garota estava exposta e dela ainda escorria orgasmo.

    Ela se sentia satisfeita, ou melhor seu corpo estava satisfeito. Mas Kagome sentia uma mistura de satisfação e vergonha. Ela sabia, e não tinha a menor duvida disso, de que Bankotsu a usara, simples assim. Ela sabia, também, que havia gostado, e muito, de ter sido usada.

                A pergunta que a assustava era: queria ela que isso se repetisse? Ela não sabia responder e temia a resposta dessa pergunta.

                - Isso foi bem divertido. Uma ótima forma de passar o tempo – ele riu animado retirando sua Banryu que estava cravada no chão – vou voltar para usa-la mais vezes.

                - Voltara... logo? – perguntou Kagome tímida, imaginando se, da próxima vez, ele iria enfiar aquele pênis enorme em sua vagina. Esperava que sim.

                Mas Bankotsu não respondeu. O mercenário saiu da caverna deixando Kagome ansiosa e temerosa para o próximo encontro dos dois.


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