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A batalha da cidade havia terminado e Marik fora o vitorioso. Kaiba, Ishizu, nem mesmo Yugi puderam fazer nada para detê-lo e agora Marik havia se tornado o mais poderoso duelista de todo o mundo. Não havia nada que ele poderia querer mais do que isso. Junto com a vitória conseguira também as relíquias do milênio que estavam com Bakura, Izhizu e Yugi o que lhe deu um poder inigualável.
Marik usara o poder do seu cetro do milênio para controlar as mentes de todos seus inimigos transformando-os em meros escravos submissos que agiam unicamente de acordo com sua vontade. Ele havia se apoderado da mansão e dos bens de Kaiba, aonde desfrutava de todos os prazeres e confortos que o dinheiro podia comprar. Mas havia algumas coisas que o dinheiro jamais poderia comprar e ter Ishizu completamente derrotada a sua mercê era uma dessas coisas.
De todas as pessoas Ishizu fora a única que Marik preferiu não controlar a mente com a magia de seu cetro. Era muito mais divertido tê-la consciente de sua derrota e do triunfo de Marik e isso dava a ele uma satisfação indescritível. A moça estava em pé a sua frente, vestida com as vestes egípcias brancas. Os longos cabelos negros soltos caiam como cascatas escuras. Os olhos roxos da moça eram frios e sua postura nobre e repleta de dignidade. Ishizu era uma bela mulher de dezoito anos, com um corpo de pele morena, seios fartos e uma mente madura. Ela estava com os pulsos amarrados e era trazida por Joey e Tristan que a escoltavam, cada um posto a um lado dela, como dois guardas que vigiam uma detenta. Os jovens tinham olhares vazios, consequência da magia de controle mental de Marik.
- Então, como se sente com minha vitória irmã? – perguntou Marik em um tom zombeteiro, estava sentado em uma confortável poltrona, seu trono de rei, as pernas cruzadas em uma postura confortável e arrogante. Em sua mão direita segurava o cetro do milênio.
Apesar de sua situação humilhante Ishizu não perdia sua nobreza e calma. Ela encarava o irmão nos olhos com coragem e dignidade. Marik se levantou e sorriu maldosamente para a irmã.
- Você escolheu o lado errado Ishizu, devia ter me apoiado e não ao farão, agora ira sofrer as consequências de sua escolha.
- Não me arrependo de minhas escolhas irmão – a sua postura era de uma calma fria e inabalável – tenho pena de você.
Marik achava que merecia muitas coisas, mas pena não era uma delas. Ele havia vencido o torneio da cidade, conseguido as relíquias do milênio e transformado todos seus inimigos em escravos de sua vontade. O que mais alguém poderia querer?
- Você não admite a derrota hein? – ele levou uma das mãos ao seio esquerdo da irmã e o massageou despreocupadamente por cima do tecido da roupa – vou me divertir muito com você irmãzinha, tenho ideias interessante de como usar o seu corpo para o meu prazer.
Ishizu lhe retribuiu um olhar gélido e nenhuma palavra, mas Marik não se importou, iria arrancar dela gemidos de prazer e faze-la queimar de desejo... mas tudo a seu tempo. Ele deu um leve apertão com os dedos no mamilo dela o que que a fez segurar um gemido de dor e então se afastou.
- Levem-na – disse a Tristan e Joey – fara bem a minha irmã refletir um pouco sobre suas atitudes. Depois irei visita-la para que possamos... conversar.
Com expressões vazias nos rostos os dois levaram Ishizu dali, saindo pela longa porta do cômodo. Marik se virou para ir ao seu quarto quando vislumbrou Tea em pé, encostada na parede. Tea era uma jovem até bem atraente e bastante charmosa, mas sob o controle mental de Marik mais parecia um ser sem alma, silenciosa e sem iniciativa. Parada ali ela chegava a se confundir com a mobília do local. Marik pensou em ignora-la, mas passando os olhos pelo corpo da garota com curvas atraentes e seios medianos concluiu que ela merecia mais atenção.
- Siga-me – disse para a figura inexpressível de Tea. Ela fez o que lhe foi pedido imediatamente.
Marik entrou em seu quarto, um cômodo amplo com uma grande cama no centro, Tea o seguia logo atrás como um zumbi. Ele olhou para ela, prestando mais atenção no corpo da garota. Tea tinha dezoito anos, cabelos castanhos curtos que quase tocavam os ombros e olhos azuis. Ela vestia o uniforme colegial: blusa rosa abotoada, laço azul marinho embaixo do pescoço e uma mini-saia de mesma cor. As meias longas brancas iam até a altura dos joelhos e seus sapatos eram marrons.
Na opinião de Marik ela era muito bonita, não a toa Yugi gostava dela. Tea tinha um chame e uma jovialidade bem diferentes da maturidade e calma de Ishizu. Cada uma era atraente a sua maneira.
- Você irá me satisfazer como qualquer mulher deve satisfazer a um homem – disse Marik arrogante e orgulhoso de seu poder sobre a garota – creio que saiba do que estou falando.
- Sim senhor Marik – respondeu Tea com uma voz monótona – será uma honra servi-lo.
Marik sorriu ao ouvir aquelas palavras. Imaginou como seria interessante se Yugi estivesse ali naquele momento para ver a garota que ele gostava se entregando ao seu maior inimigo. Ele acariciou o rosto de Tea e avançou em um beijo lento que foi prontamente retribuído. Tea cedeu espaço para a língua dele e deixou que ele a beijasse como quisesse. A sensação era boa, embora fosse um pouco deprimente despossar uma mulher totalmente vazia de vontade. Ele sentia seu lado bom, o verdadeiro Marik Ishtar, se contorcendo dentro dele, repudiando suas ações, mas o mesmo não passava de uma voz distante e irritante e Marik apenas a ignorou. Concentrou-se na garota de cabelos castanhos em sua frente e na forma que a língua dos dois se enroscavam.
Quando o beijo cessou Marik olhou para Tea, ela continuava tão expressiva quanto uma parede, mas isso não mudava o fato dela ser uma mulher bonita.
- De joelhos – ordenou – chupe-me.
Ela obedeceu, sentou-se de joelhos no chão e abriu o zíper da calça de Marik abaixando-a o suficiente para que o pênis dele saltasse para fora. O membro estava bastante ereto e Tea o estimulou com movimentos lentos, deixando-o ainda mais rígido. Em seguida colocou-o na boca e começou a chupar.
A sensação era boa e, apesar da frieza no olhar de Tea, sua língua era quente e envolvia de forma agradável o pênis de Marik. Ele se deleitou observando a garota chupando-o e acariciou os cabelos dela.
- Muito bem... muito bem – disse mais para si mesmo do que para a garota.
Tea continuou o que estava fazendo sem alterar o ritmo e frequência de seus estímulos. Após um tempo Marik ordenou que ela se despisse ficando apenas de lingerie e assim foi feito.
- Levante-se Tea, vamos a cama para que possamos terminar isso.
- Sim mestre Marik...
Marik se despiu ficando totalmente nu. Tea vestia apenas uma fina lingerie branca deixando boa parte de seu belo corpo a mostra. Os dois se sentaram na larga cama e trocaram beijos enquanto as mãos de Marik exploravam todo o corpo da garota. Aquilo estava atiçando os desejos dele que não resistiu ao impulso de arrancar o sutiã da garota e apalpar os belos seios de Tea. Seu gesto foi um tanto rude e seus dedos envolveram com força os seios da garota, mas Tea não reclamou. Ela reagia com beijos lentos e molhados, suas mãos acariciando o peitoral e abdômen dele.
Aquilo estava se tornando mais interessante do que ele imaginara. Inicialmente havia decidido possui-la apenas para passar o tempo, mas seu sangue já fervia de excitação. Tea era solicita, mas não passava de uma casca vazia e isso não seria suficiente para satisfaze-lo. Não mais.
Ainda trocando beijos e caricias ele tateou pelo seu cetro até encontra-lo na borda da cama. Reduziu a potência de sua magia, diminuindo o controle mental. Tea balançou a cabeça confusa, recobrando aos poucos a consciência. Ela olhou para o homem a sua frente e depois para si mesma, surpresa em perceber que os dois dividiam a mesma cama.
- O que eu...? – perguntou confusa, suas mãos ainda o acariciavam como se ela não se desse conta disso. Ela também era tocada nos seios e nas coxas, mas por mais que soubesse que aquilo era errado não conseguia afasta-lo. A verdade é que estava gostando.
- Você está me servindo. Gosta disso não? – perguntou ele com malicia. Sua mão acariciando o seio esquerdo da garota.
Tea corou, tudo aquilo parecia surreal demais, ela sentia sua mente nublada como se aquela situação não se passasse com ela. Parecia um sonho, ou uma lembrança distante. Mas o prazer... o prazer era bastante intenso, quase palpável. Ela fitava Marik, sabia que ele era uma pessoa manipuladora e cruel, mas mesmo assim não conseguia se afastar. Por algum motivo estava gostando daquilo, gostando de toca-lo e de ser tocada. Ela não sabia o que estava acontecendo, mas Marik sim. Ele se aproximou da garota e a beijou.
Todas as duvidas de Tea se dissiparam com aquele beijo e ela teve certeza que não queria mais nada a não ser estar ao lado daquele homem. Um tanto tímida se aproximou mais dele, seus corpos se colando. Ela se entregou aquele beijo e adorou sentir as mãos de Marik envolvendo suas costas em um abraço sutil e dominador.
Assim estava bem melhor, pensava ele, era muito mais prazerosa possuir alguém com atitude. Marik havia reduzido seu controle mental ao ponto de influenciar apenas no desejo da moça, como se drogando-a com uma dose forte de desejo e amor. Ela recobrara suas faculdades mentais, era a mesma de antes com a única diferença de que agora era estimulada a sentir atração por ele.
A diferença na atitude da moça era gritante. Se antes ela apenas reagia como uma maquina após receber uma ordem, agora Tea tinha inciativa própria, suas mãos vasculhavam cada pedacinho do corpo de Marik, os lábios carnudos e famintos da garota lhe davam beijos e chupões. Até seus gemidos pareciam mais vivazes e seu corpo mais quente.
- Você irá me servir assim todos os dias – disse ele, agora com desejo pulsante em suas veias. Tea era uma mulher atraente, só agora ele podia entender porque Yugi a queria tanto. Ele acariciou o rosto da garota e disse, agora com a voz um pouco mais delicada – será toda minha.
- S-sim – respondeu ela arfando um pouco devido aos toques de Marik. Ela sentia sua respiração acelerada, não sabia como nem porque, mas tinha a impressão que estava meio que apaixonada por ele. Não fazia o menor sentido, mas ela não podia negar o fato.
Marik sentia seu pênis quase pulsar de tanto desejo, ele não tinha mais paciência para aquilo e queria chegar logo ao clímax. Lentamente retirou a calcinha de Tea e observou com desejo a vagina branquinha e depilada já um pouco umedecida. Marik a deitou na cama delicadamente e ela, prontamente, abriu as pernas como se dando permissão para que ele a penetrasse.
- Não acredito que estou fazendo isso... eu... estou em algum tipo de sonho?
- Não, isso é bem real – disse sentando-se sobre ela, seu pênis encostando na vagina da garota. Ele encarou-a por poucos segundos e então penetrou-a de forma gentil.
Ela soltou um gemido alto e em seguida sorriu satisfeita. Encarou Marik com as bochechas coradas e falou meio que sem acreditar em suas próprias palavras.
- Que bom, fico feliz de estar assim com você. Por mais absurdo que pareça.
Não era de fato tão absurdo, não se ela soubesse que estava sendo induzida a se apaixonar por ele. Mas Marik não iria revelar-lhe a verdade, pois isso poderia fazer com que a perdesse. Ele aumentou o ritmo das estocadas, golpeando Tea com seu membro e fazendo-a suspirar de prazer. Enquanto a possuía ele refletia sobre seu novo reinado. De que importava ter tudo se não tinha com quem compartilhar? Tea agora estava apaixonada por ele e não seria difícil convence-la a ficar ao seu lado como sua amante e esposa. A ideia parecia a ele bastante promissora.
- Gosta disso? – Marik riu, suas mãos voltando a se encaixar nos seios macios da moça – gosta de ser minha?!
- Sim... – respondeu Tea, ela sorriu genuinamente e completou – me sinto... muito bem ao seu lado Marik.
Ele sabia que ela agora ela dele e sorriu satisfeito. Marik aumentou o ritmo de sua penetração fazendo sua parceira rebolar de prazer na cama. Ela gemia coisas incompreensíveis, as vezes dizia seu nome apaixonadamente. Marik mantinha um ritmo rápido, seu pênis invadindo-a com força.
Ela gemia mais e mais, queria que aquele momento se eternizasse. As estocadas continuaram por mais alguns minutos até que tudo terminou de forma rápida, mas prazerosa para ambos com Marik tendo um orgasmo dentro dela. Ele suava devido ao esforço, aquilo havia sido muito bom. Fazia tempo que não possuía alguém. Tea desabou exausta na cama, caindo em um sono profundo.
Ele ficou a observar a garota que agora estava inconsciente na cama, dormindo com uma expressão inocente no rosto. Foi então que a ideia lhe veio, não tinha porque se limitar a Tea. As outras garotas: Mai e Serenity, também poderiam ser suas. As três seriam suas esposas e o serviriam.
Mas ainda tinha sua irmã, ele percebeu que melhor do que transforma-la em uma escrava seria tê-la também como esposa. Como seria prazeroso ter sua querida irmã obedecendo-o docilmente, submissa a todos seus desejos. Decidiu que seria isso que faria. Teria todas as quatro para si, quanto aos homens? Yugi, Tristan e Joey poderiam continuar como escravos. Ele nãos se importava com eles.
Mas ele teria todo o tempo do mundo para explorar os corpos de todas elas. Naquele momento porem Marik queria descansar e aproveitar sua vitória sobre seus inimigos. Ele se deitou ao lado de Tea e dormiu confortavelmente.