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  • Enaile
  • Capitulos 8
  • Gêneros Romance e Novela

Tempo estimado de leitura: 3 horas

    18
    Capítulos:

    Capítulo 4

    4

    Álcool, Drogas, Estupro, Hentai, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência

    Muito muito obrigada pelos comentários

    Amo ler o que vcs estão achando da história

    Boa Leitura!

    Você pode se perguntar: Como pode não parar ao menos para pensar?

    Isso seria muito sábio a se fazer, pena que o coração não pensa nem decide nada? ele só te faz sentir. Obviamente em desespero o motorista chocado desceu do carro, com as mãos na cabeça entregou sua falta de preparação em situações de pânico. As mãos geladas do recém habilitado corriam sobre seu corpo em busca do celular, em ato de desespero se curvou para pegar sua vítima no colo; aproximava com certa pressa do local um idoso cujo um dos joelhos se recusava a dobrar.

    _ Não toque nela! _ Recomendou o grisalho com certa rouquidão _ Fui socorrista durante anos e posso garantir que qualquer movimento pode ser fatal para a coluna dela, apenas chame uma ambulância!

    Sugestões nessas horas são bem-vindas, o rapaz de fato ficou agradecido pela ajuda certa, sem exitar buscou o celular no carro. A ambulância demorou cerca de quinze minutos para chegar, nesse tempo Hina seguia num sono assustadoramente profundo. Luzes vermelhas iluminaram sua face pálida, o alívio na respiração dos presentes foi notada assim que desceram acelerados dois sujeitos da viatura. A plateia era grande e os rumores de um certo atropelamento corria pela rua, ou seja, logo relatos exagerados e diferentes chegariam até os ouvidos de Sakura.

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    Não é estranho que se reparamos no dia a dia surgem diversos (efeitos) borboleta? !

    Encontros aleatórios e momentos de puro improviso, isso deve fazer você observar ainda mais o encontro de Sakura e Sasuke, posso garantir que terá falhas no pouso da borboleta!

    Sakura moldava na mente uma forma menos óbvia de observar cada detalhe do Uchiha, olhares certeiros vinham como flechas, poucos gestos para a moça quase novata na área da sedução: Olhares naquela boca rosada vinham tão fácil quanto as palavras que saiam dali, a desconcentração deixou o clima mais silencioso a ponto de faltarem assuntos. Sakura se levantou da cadeira onde repousava seu cansaço rotineiro, pegou a bandeja fria depositando de forma meio desajeitada às duas xícaras novas, com passos longos e lentos se dirigiu ao balcão do estabelecimento gerando pensamentos desanimados para aquela hora.

    Sasuke fitava o celular esperando uma ligação de seu não tão querido pai e rival em certas ocasiões familiares, o aparelho acendia e apagava com o toque do moreno impaciente com a espera de horas pela conexão que nunca vinha. Não é bom questionar os momentos espontâneos, concordemos que tudo o que passa pela nossa própria análise mental não parece ser agradável, ninguém ali parecia dar mais o devido valor aquele encontro nada ocasional, o clima esfriava consideravelmente na cidade menos iluminada que de costume pelo luar. O silêncio foi quebrado por um toque de celular nada comum vindo de uma gaveta em baixo do caixa, Sakura retirou o aparelho, sem olhar o número da ligação atendeu:

    _ Alô!

    _ Sakura CORRE PRO HOSPITAL! _ Gritava a vizinha de apartamento no outro lado da linha, o desespero na voz da mesma fez a rosada gelar de pânico _ A HINATA FOI ATROPELADA AQUI EM FRENTE E NÃ?..

    A moça interrompeu a ligação correndo para o banheiro buscar sua bolsa despertando a curiosidade de Sasuke, o rapaz se levantou da mesa curioso com a correria no ambiente até então calmo, de uma porta rangendo Sakura surgiu nervosa e pálida. Sasuke juntou seus pertences e guardou na mochila negra assim que viu a dama de preparar para o fechamento do local. A rosada de fato estava perdida em como ia fazer para chegar no hospital, o horário apontava que o último ônibus partiu duas horas atrás deixando todas as suas ideias sem solução; Vocês podem está se perguntando: Poxa! Chame um táxi ?esperta? !

    Bom.. Digamos que o dinheiro estava incompleto até mesmo para uma simples passagem de condução da classe baixa do Japão? Pois, é, não tem mais o que argumentar sobre isso!

    _ Me desculpe?. Mas preciso fechar, minha amiga que mora comigo, foi parar no hospital! _ Sakura exclamou trêmula com uma das mãos na cabeça tão bagunçada _ Não posso manter aberto porque não tem ninguém para cobrir esse turno por mim!

    _ Não tem problema! Posso te levar até lá, quanto antes souber do estado dela melhor será não é mesmo?!

    Sakura pensou alguns segundos, não estava em condições de manter o orgulho em primeiro lugar:

    _ Muito obrigada! Mas assim que eu tiver algum dinheiro lhe pagarei o gasto da gasolina, prometo!

    _ Não que isso, moro naquela direção, então de qualquer forma vou pra lá! _ A afirmação de Sasuke era uma mentira necessária _ Vamos!

    Sakura vestiu um casaco marinho por cima o uniforme de trabalho e seguiu o jovem com perfume de ?pecado?. O vento gelado soprava em seus belos rostos pálidos, tenho que admitir que o frio deixa tudo naturalmente melancólico de fato. Seguiram rumo ao único carro estacionado algum tempo ali.

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    O hospital se torna um lugar de encontro onde histórias tristes e alegres se cruzam, algumas causadas por mãos humanas parecidas com essa que lhes apresento. Falando em causadores de catástrofes na vida, Naruto empurrava com força botões de uma máquina de expresso desbotada com o tempo. Kushina permanecia com as mãos em posição de oração com lágrimas para acompanhar a penitência, parou quando observou o filho:

    _ Meu anjo, do jeito que você anda de um lado para o outro vai acabar fazendo um buraco no chão!

    O loiro deixou de dar atenção para a máquina de café com barulhos borbulhantes para observar a mãe. Apontou o dedo acusador em direção a ruiva antes de começar a desabafa, palavras frias e alteradas foram cuspidas:

    _ ISSO É CULPA SUA!

    Kushina levantou espantada da cadeira.

    _ Como assim Naruto?

    _ SE TIVESSE ME CONTADO ANTES EU TERIA PROCURADO O MELHOR MÉDICO PRA CURAR ELE!

    _ Isso está longe do alcance de mãos humanas, te contar não ia mudar nada!

    _ Olha ai?. ISSO É INCOMPETÊNCIA SUA! VONTADE DE CONFIRMA A EXISTÊNCIA DE UM DEUS IDIOTA CAUSO ISSO!

    _ FALA BAIXO! _ Pediu a ruiva olhando para uma enfermeira apressada que se aproximava da discussão inútil _ EU FARIA TUDO PARA VER O SEU PAI BEM!

    _ DEPOIS DE TER JOGADO A SAÚDE DELE EM CIMA DE SUAS CRENÇAS, O MINIMO QUE PODE FAZER É MORRER NO LUGAR DELE!

    Kushina moveu um soco com a mão esquerda na cara de seu adorado ?anjinho? tão corrompido pelos pecados, nesse curto espaço de tempo a enfermeira afastou os dois a ponto de empurrar o loiro para a parede.

    _ Esse é um lugar de respeito! Peço que saia um de vocês AGORA! _ Baixa, porém nervosa a funcionária do enorme hospital ordenou _ Antes que eu chame o segurança para que espulse ambos!

    Naruto se esquivou com força das mãos de luvas brancas, bufando se dirigiu até o elevador a alguns passos dali. Fora dos prédios minúsculos flocos de neve pousavam sobre o chão dando consolo ao encrenqueiro, o loira aparentava não se importar com frio e sim com as fatais ferroadas dirigidas a sua adorada mãe. Uma criança com roupas de moribundo se aproximou do Uzumaki:

    _ Moço? Peço por favor uma ajuda, tô morrendo de fome!

    O rapaz nem sequer moveu o rosto focado no nada, antes de seguir para o carro afirmou:

    _ Quer um conselho guri? Morre pra não se decepcionar aínda mais com a vida, vai por mim!

    O ronco feroz do veículo ecoou pelo extenso pátio já coberto de flocos de neve, garoto correu até perdeu o carro de vista, o estranho mesmo foi ver como pessoas com pilhas de dinheiro não fazem idéia do que realmente importa.

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    Em um sinaleiro que mostrava os segundos para abrir Sasuke e a rosada aguardava em silêncio, uma mão nos cabelos e uma olhada na janela fitando a paisagem da cidade faziam parte da tentativa de disfarçar o desconforto. De vez em quando uma olhadinha no celular era necessária para quebrar os gestos sincronizados, Sakura resolve dar um jeito no silêncio:

    _ Parece que a cidade tá mais silenciosa que o normal!

    _ Realmente, talvez seja por conta do feriado de amanhã!

    _ Não me importo com feriados, são mais tediosos que o normal para trabalhar!

    O moreno expressou um meio sorriso ao dizer:

    _ Realmente? Não sei o que é uma folga a uns dois anos mais ou menos!

    A moça deixou cair a bolsa entre os bancos da frente num descuido que parecia até pensado, com a mão direita buscou a peça sem tirar os olhos da janela gotejada, sentiu um tecido muito diferente e ao olhar levou a outra mão desocupada na boca:

    _ Nossa? Me desculpe! Eu.. Eu não queria.. Quero dizer.. Eu ia pegar minha bolsa! _ A afirmação da rosada até que soou convincente, mas seus dedos pegaram em tudo menos na peça _ Vou.. Vou guarda-la no banco de trás!

    _ Relaxa! Tá tudo bem! _ O consolo do Uchiha em sinal de paz veio, é uma que as bochechas de Sakura não entenderam e continuaram a demonstrar um desconforto tão rosado quanto os belos fios de cabelo _ Não precisa ficar assim!

    Olha nosso amado Sasuke, demonstrar que percebeu tudo não ajuda em nada deixar natural, isso só faz essa pequena situação entrar para o ?top? 10 do ano, deixando bem claro que teram várias oportunidades para entrar na lista. Cinco minutos se passaram até a chegada ao hospital, o sentimento de vergonha deu lugar ao de preocupação, na recepção foi dada a permissão de subir até o andar onde se encontrava Hinata. Sakura agradeceu com palavras e um sorriso travado pelo pequeno descuido no carro, chegando na sala de espera coçou os olhos na tentativa de espantar o sono acumulado, nesse curto tempo de se acomodar ali uma enfermeira se aproximou:

    _ Algum Familiar de Hinata Hyuuga??

    _ Eu! _ Afirmou Sakura enquanto se levantava do banco duro _ Como ela está?

    _ Me acompanhe até o quarto, por favor!

    Antes de entrar a jovem funcionária analisou a ficha buscando os resultados do exame feitos horas antes, através do vidro dava pra ver a Hyuga inconsciente, Sakura sentia um certo queimar no estômago.

    _ Tivemos que sedar por conta do descontrole que ela teve quando acordou assim que chegou aqui, vários arranhões nos braços e pernas devido à batida! _ Na naturalidade comum da profissão a enfermeira explicou _ Devo dizer que é realmente um milagre ela não ter perdido o bebê, ficará do soro, se encontra muito debilitada e com alto teor de álcool no sangue!

    _ Como assim bebê? _ A cara de espanto foi inevitável, e também uma tentativa de confirmar que ouviu errado _ Eu não entendi me desculpe! Não tem como nem chance alguma da Hina estar grávida moça!

    _ O exame de sangue confirmou a gestação, nesse momento deve apenas trata-la com calma, ela não pode se alterar por conta do impacto da batida! _ tudo dito confundia ainda mais a situação _ Um descolamento da placenta poderá ser fatal para a criança! Com licença!

    A mulher se afastou de Sakura como que correndo de mais perguntas, ainda trêmula a rosada abriu a porta do quarto com passos lentos seguiu até sentar ao lado da cama de sua amiga. Lágrimas escorriam no rosto para se desmancharem no cobertor que cobria Hinata, tudo confuso parecia só trazer muitas perguntas sem ninguém disposto em responder.

    _ Hina? O que aconteceu com você pra não me contar nada? _ A moça pedia com tom carinhoso _ Eu não ia te julgar, só quero seu bem e sua saúde a melhor possível, acorda meu anjinho!

    Ecoava os soluços reprimidos da Haruno no quarto relativamente grande para um hospital público, Sakura se debruçou em cima do leito e limpou os olhos com o cobertor quente.

    A noite demonstrava ser longa para não se acomodar e dormir na poltrona branca de acompanhantes, fazer o que né, o único jeito era esperar o sol ou Hinata acordar.

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    Naruto bateu a porta com toda força que conseguiu jantar na tentativa de descarregar a raiva, nem o celular escapou de ser arremessado contra a parede refinada, voaram tbm o tênis e a jaqueta que acabou pendurada no lustre de cristais. Uma bela moça de longos cabelos loiros e pele rosada surgiu do quarto, apenas com uma camiseta branca que pertencia ao rapaz, sorriu confusa e sedutora antes de olhar para a fúria ainda sem explicação.

    _ Olha, pensei que não ia vir nunca!

    _ Sai, não tô com cabeça pra putas! _ Naruto ordenou em tom sério e firme _ Sai!

    _ O que você disse?

    A moço se aproximou com os dentes serrados e um olhar ameaçador.

    _ Tá SURDA?! EU DISSE?

    O loiro empurrou a bela contra a parede torcendo o pulso da mesma, dois socos vieram antes de alerta novamente:

    _ SAI!

    _ Me SOLTA!

    Digamos que ela foi jogada fora do apartamento igual uma bolinha amassada no lixo, os vizinhos acostumados nem deram bola para os acontecimentos grotescos ali, gritos e chutes na porta não fizeram o rapaz abrir.

    A casa vazia permitia choros desesperados sem ninguém pra julgar, sem exitar Naruto correu até o mini bar abastecido de bebidas das mais variadas possíveis, o sabor não era o foco e sim a vontade de apagar tudo da mente. Fitava a lua sentado na sacada úmida pela neve, uma das garrafas de vinho tinto rolou até parar no muro de vidro ali derramando o líquido sobre o piso branco, e assim se seguiu toda a madrugada.

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    Depois de tantos tumultos a manhã veio sem neve e com um belo raio de sol sobre todas aquelas mentes perturbadas, sem agitação de carros nas ruas por conta do feriado prolongado, lojas e estabelecimentos fechados com placas que indicando o dia do retorno. Kushina passava o tempo entre cochilos e lágrimas, um gole de café e outro tentando entender o comportamento do filho.

    Sei que ninguém é perfeito, que por trás de toda fachada de perfeição há uma confusão distorcida de subterfúgios e arrependimentos secretos.. Mas, mesmo considerando isso, Kushina é basicamente perfeita. Nunca se ouviu falar mal dela, a reputação da Ruiva é tão inquestionável quanto a gravidade.

    Mesmo com todas as qualidades, sentia no coração a mesma culpa da famosa pergunta: ?Onde foi que errei?!?

    No final de tudo ela ainda terá de pagar pelos pecados do loiro, não quero assustar nem nada do tipo, não estou falando de morte e sim de consequências. O jeito foi pegar o celular, a ligação foi imediatamente transferida para a caixa postal, não tinha planejado o que diria ou que tipo de atitude adotaria. Deixou uma mensagem rápida, provavelmente incompreensível, a respeito de estar preocupada e perdida usando um moletom dentro de um hospital. Somente quando desligou percebeu que a mensagem provavelmente o deixaria ainda mais nervoso, pelos filhos se faz tudo menos desistir. Kushina pressionou o nariz a borda da xícara para sentir o aroma dos grãos de café, fechou os olhos e inspirou, sem querer que o sentido da visão interferisse naquele cheiro divino. A xícara estava tão quente, ou suas mãos tão frias, que ela se sentiu queimando; ondas de calor e arrepios percorriam todo o seu corpo, não tinha noção do quanto o dia estava frio até sentir aquele calor.

    O médico responsável pelo Minato se aproximou:

    _ Bom dia senhora! Já pode ver seu esposo!

    _ Como ele está?

    O jovem analisou a ficha médica.

    _ Tivemos que aplicar morfina. Ele não está com força para aguentar fortes dores, por conta disso, vou pedir que o internamento continue até que possamos operar!

    _ Operar? _ A ruiva perguntou incrédula _ Mas, doutor?! Ele não vai aguentar se tiver que passar por uma operação!

    _ Sejamos otimistas!

    Temos uma porcentagem de chance de cura!

    _ Muito obrigada, deixo meu marido em suas mãos!

    A ruiva sorriu, depois de horas chorando conseguiu sentir alívio e esperança. Restava procurar o filho para espalhar o entusiasmo e a boa nova, pena que a barreira no momento estava grande para a conexão entre os dois acontecer.

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    Sasuke sempre tinha de estar em dois lugares ao mesmo tempo. Quando dormia, sonhava que analisava eventos de cada dia enquanto planejava do dia seguinte, de modo que, quando o despertador tocava às seis da manhã todos os dias ele ainda se sentia cansado. Enquanto tomava banho ensaiava apresentações e, ocasionalmente com uma mão do lado de fora do box do banheiro respondia a alguns e-mails.

    Cada movimento, compromisso ou pensamento de qualquer tipo era entremeado por outro. Dirigir para o trabalho também era uma vídeo chamada atrás da outra, feriados eram os dias mais ocupados, cafés da manhã se transformavam em almoços; almoços em drinks antes do jantar e por aí vai?

    Nas melhores noites qualquer casa, apartamento, quarto de hotel ou escritório servia para desfrutar da companhia de mulheres lindíssimas.

    As tarefas se sobrepunham.

    Ele estava sempre em movimento, sempre tinha de estar em algum lugar, sempre desejava estar em algum lugar.

    Gastava o mínimo de tempo possível com cada pessoa que encontrava e se despedia certo de que tinha sido o bastante. Nos negócios cumpria os prazos de maneira implacável, mas na vida pessoal era um relógio de bolso quebrado, lutava para atingir a perfeição no trabalho, tinha uma energia inesgotável na busca pelo sucesso. Entretanto, a ansiedade para completar a lista cada vez maior de desejos e ambição de atingir o topo faziam-no passar por cima das pessoas mais importantes de sua vida.

    Não havia espaço em sua agenda para aqueles que, em alguns momentos do dia, poderiam lhe dar mais satisfação do que qualquer novo negócio seria capaz.

    Vocês podem estar se perguntando: "Se ele é um cara tão focado, então por que passou um tempo até que considerável com Sakura?!?

    Por isso que eu pedi uma certa atenção redobrada naquele momento, tá aí a resposta!

    Ele ainda não sabe, pode ser que leve um tempo para se dar conta, mas a pressa é inimiga da perfeição e com certeza o tempo é de fato perfeito!

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    Sakura?.


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