Amor Inesquecível

  • Aelita
  • Capitulos 18
  • Gêneros Romance e Novela

Tempo estimado de leitura: 4 horas

    12
    Capítulos:

    Capítulo 18

    Ciumento Eu?

    Álcool, Linguagem Imprópria, Sexo

    Para você que está sem nada para fazer... BOA MADRUGADA..

    Oi! Feliz natal atrasadíssimo e ano novo para todos. Espero que tenham uma boa leitura.

    ALERTA: CONTÉM FALAS DE MUITO BAIXO CALÃO.

    “As juras mais fortes consomem-se no fogo da paixão como a mais simples palha.”

            William Shakespeare

    FELIPE.O.V.

    Senti meu rosto ficar vermelho imediatamente. Por ter acabado dormindo no sofá com Aelita, abraçado. A mãe de Aelita havia me acordado.

     Merda! Minha cabeça estava uma doideira só. Levantei com cuidado para não acorda-la, pois dormia profundamente no sofá.

    —Desculpa, acabei pegando no sono.

    Layla gentilmente sorriu para mim apenas sussurrou:

    —Tudo bem, acontece. Já são quatro do amanhã, eu não queria te acordar, fiquei preocupada se você não tem de ir trabalhar de amanhã.

    Passei a mão no rosto tentando despertar, estava meio sonolento. – Não apenas estou dando aula a tarde e à noite.

    —Eu estou indo pro trabalho, se quiser pode voltar a descansar.

     —A senhora quer eu te leve? Mas sair essa hora?

     Não se preocupe – respondeu calmante tom baixo. – Avise Aelita voltei para casa à noite. Para ela não se preocupar.

    Layla se despediu e saiu, me levanto com cuidado para não acorda-la, fui direção ao banheiro para lavar meu rosto. Já era cinco da manhã, uma mulher como Layla não deveria andar por aí sozinha essa hora, mas eu entendo como ela se sente. Ter que se preocupar com uma filha, depois que minha irmã deu à luz a Eli, sozinha, seu único porto seguro. O ex-namorado da irmã a abandonou ao descobrir sobre a gravidez, mesmo seca de amor ela continuou a correr atrás do infeliz ele ameaçou de morte. Mandei-a que se afastasse dele por completo seguisse nossas vidas eu prometi ajudarei criar Eli.  Aquele infeliz não venha depois aparecer na minha frente se arrependendo e querendo ver a filha e minha irmã, eu vou “esfolar” ele todo.

    Voltei para sala e peguei Aelita com cuidado a levando para o quarto, a deitei na cama.  Me sinto um intruso. Fui até a cozinha preparar um café bem forte. Quando acabo, levanto um choque na porra da cafeteira.

    Recebo uma massagem amigo “ O viado não vem malhar hoje não? ” Puts... eu havia me esquecido que hoje era quarta-feira sai toda manhã para corre ou malhar. Mandei mensagens de volta avisando que hoje eu não iria poder e logo o viado me respondeu. Mandou massagem de áudio “ Tô vendo que logo vou perder mais um pro casamento. ”- Ele gargalha.

    “ Caralho. Tô vendo que minha irmã já deu língua nos dentes ”. – Respondo.

    —“ Ela ligou ontem perguntando se eu estava com você. Eu disse que não. Ela me contou sobre sua nova amiguinha. E aí ela é gostosa? ”

    “ Não é da sua conta. ”- respondo seco.

    —“ Já tirou todo cabaço, comeu ela todinha até cú? ”- eu respondo xingando.- “ Vai se foder, Willian, quero ver tu arrumar mulher! ”  

     -“ Aconteceu uma coisa mais ou menos parecida com o Max ele achou que tinha tudo sobre controle e pá! Agora tá noivo e quase limpando merda de criança. ”

    — “ Porra. Você tem que parar com essas bombas, estão diminuindo esse seu cérebro. ”

    “ Bomba é o caralho. ” – Ele rosna – “ Só estou dizendo que quando menos se espera, tu ganha uma chave de boceta daquelas, e bom... daí já era. ”

    — “ Te desejo muitas filhas mulheres. No mínimo mais umas duas pra você ver só o que é bom pra tosse, e que todas as suas filhas tenham muitas filhas. ”  -Rogo uma praga que não é bem uma praga.

    —“Filha é o caralho já tenho uma de dez anos, não me venha com mais. ” — “E vai toma no seu..... ”

    AELITA P.O.V.

    Acordei assustada, lembrando que estava nos braços de Felipe, levantei e percebi estava em minha cama, me levantei escutei barulho vindo da cozinha. Levante e fui até cozinha vejo Felipe terminando de passar o café.

    —Cuidado não toma um choque – eu alertei. Olhou para mim rio. – Tarde demais. Já levei enquanto estava preparando o café.

    — Desculpa nossa cafeteira está com defeito. - Olhei pela janela e percebi era de manhã. Pensei na possibilidade da minha mãe me matar, Felipe interrompe meus pensamentos.

    —Sua mãe já saiu, ela mandou dizer que hoje chegaria tarde, você não precisa se preocupar. Olhei para o relógio que havia na cozinha já era quase seis.

    — Não sei, como estou vivo? – Ele se questionou.

    — Vivo?

    — Sua mãe pegou nós dois dormindo juntos no sofá, pensei que ela me chutaria para fora.

    — Acho que ela vai me corta em pedacinhos quando chegar em casa.  – Me aproximei da geladeira e abri.

    —Não estávamos fazendo nada demais, apenas dormimos juntos. - O encarei pude ver um sorriso torto em seus lábios, cheios de malicia.

    Coloquei as toradas em cima da mesa, geleia, leite. Ele tomou café sozinho por mim e por ele, eu não havia costume toma café-da-manhã apenas tomar um leite.

    — Hoje tem curso? – Neguei com cabeça. Essa hora estaria no décimo quinto sono da beleza, o que posso fazer eu amo dormir.

    — Temos umas horas a mais juntos. – Sua voz é sensual e sinto um arrepio gostoso subir pela minha espinha.

    Felipe se levanta deposita um beijo no meu queixo. Ele me mordisca e desce pelo meu pescoço, deixando um rastro de mordidas e beijos. Suas mãos agarram minha cintura me levantado na cadeira e me fazendo ir em direção a seus braços forte e musculosos. -Linda! – ele rosna, sinto suas mãos passando meus seios. Ele beijou meus lábios, apenas em cima.

    — Estou ficando fissurado por essa parte aqui. – Ele passa a ponta língua em meus lábios inchado pela intensidade de seus beijos. Minhas mãos vão até seus cabelos e eu provoco.

    — É até que a beijos não é nada mal.

    — Ah é?! – Ele diz ofendido. - Sabe que eu vou te castigar por essa mentir?

    Mentira, os beijos dele são deliciosos.  – Com a boca?

    Ele dá um sorriso sacana. Me pega no colo me leva direção ao meu quarto, sinto meu sexo latejar de desejo.

    FELIPE P.O.V.

    — Sério Felipe... Se você continuar... - Antes dela continuar eu a beijo calando. - Continuar fazendo o que? – Digo quando abocanhando seu seio e o chupando até ouço ela gemer meu nome outra vez. – Isso? - A provoco.

    — Ou isso? – provoco um pouco mais descendo a mão até sua calcinha. Aelita reclina a cabeça para trás quando minha mão aperta seu sexo sobre o pano.

    — Essa calcinha....  digo, sentindo o tecido molhado debaixo de meus dedos. Ela morde os lábios quando meus dedos se enfiam por dentro da lingerie. Esfrego os dedos por sua intimidade a acariciando. Minhas mãos foram para a lateral de sua calcinha, puxei para baixo, a puxando para a beira da cama.

    — Felipe... - Ela geme.

    — Abra as pernas. – Começo a cariciar suas deliciosas coxas, que pernas .... Começo dando mordidinhas em sua coxa, me aproximando do seu sexo, que implorava para que fosse chupado, danço com minha língua em seu interior e no clitóris. Sexo de manhã não estava nos meus planos, uma boa trepada, não poderia resistir, mas pude ver Aelita gozondo para mim, era como sentir no céu.

    Por hora tive me controlar não acabar engravidando Aelita na segunda transa. Não pude resistir, ficamos algumas horas juntos, depois voltei para casa.

    AELITA P.O.V.

    Assim que Felipe foi embora corri para o banheiro para tomar um banho, nunca imaginei que teria uma manhã tão deliciosa, estou tomando banho, escuto a campainha tocar, amaldiçoou por interromper meus pensamentos. – Já vai!!!  Saio do banho me seco rapidamente visto a mesma roupa, exceto a calcinha. Escuto tocar novamente a campainha.

    — Eu já disse! Tô indo! – Resmunguei baixo “porra”. Abri pequena janela para ver quem estava no portão vejo Karina impaciente, abro-o e ela entra resmungando.

    —Nossa! Tá difícil falar com você! Não viu as ligações?

    — Você me ligou? – Eu a perguntei.

    — Caralho te liguei umas dez vezes ontem à noite e hoje pela manhã.

    — Desculpa eu não peguei no meu celular, ontem à noite cheguei em casa praticamente exausta e dormi. Hoje pela manhã tive que correr para fazer as atividades do curso. – Menti.

     Assim que nós entramos na sala Karina começa fungar e diz - humm.. Que cheiro gostoso de quem é esse perfume?

    — Deve ser do Felipe. – Disse maior inocência.

    — Ouh.. Sua mãe e ele... Então. 

    — Sim. Ele passou a noite aqui. Foi embora hoje pela manhã com minha mãe. – Cruzei os braços a encarei fingindo que estava ficando brava a respeito dos dois.

    — Se liga eu tenho uma bomba para te contar. Karina mordeu os lábios inferiores. – Acho que vou precisar da sua ajuda.

    —O que tu andaste aprontado novamente? – Apenas encarei suspeitado.

    — Primeiro eu juro que não tive culpa, segundo apenas deixei rolar...e supostamente acabei gostando.

    — Deixa-me adivinha saio ontem a noite, na escondida, acabou saindo com um homem estranho novamente, e supostamente acabou gostando do cara, deixa eu ver..... Karina tu tens dedo podre para homens acho que você e esse cara não vai dar certo. – Falei tudo. Já conhecia a peça.

    — Não é bem assim, eu sei que tenho dedo podre para homens, não presta, não é para tanto. Esse é relacionamento meio complicado. – Karina se joga com tudo em minha casa, a minha sorte pelo menos havia trocado as lições da cama, depois, eu e Felipe acabamos transado, ohun. Se ela soubesse estava quase se deitando em uma cama cheia de esperma, acho ela surtaria. 

    — É complicado como assim? – A questionei.

     —Ontem disse a minha mãe iriamos até R2geme jogar pouco com o pessoal depois da escola. Na verdade, eu fui até o quiosque da Cris na beira mar.

    —Quiosque da Cris? Você foi fazê-la? tu conhece fama daquele lugar. –Continuei a questioná-la.

      — Não é para tanto. Foi apenas dar um role por lá. – Karina se levantou da cama, segurou meu braço fazendo bico.

      — Vamos sair hoje... Por favor!!!

      — Que horas? – eu perguntei.

      — Sete horas da noite, vamos Club Fox.

      — Club Fox? Tá louca aquele lugar é caro pra caralho, sem falar que vamos ter que  faltar na escola.

      — Relaxa eu tenho, passei o livro para nós duas, sem falar, bebida de graça, por favor vamos !!! Comigo eu juro vai ser só hoje!!!.

    — Tudo bem eu vou, com uma condição ninguém, eu digo ninguém mesmo deve saber eu coloquei os pés lá, muito menos minha mãe! — Karina faz gesto com dedos, sinal de “X” coloca sobre seus lábios, significando que vai ficar de boca fechada.

    — Vou dizer a minha mãe que vamos no cinema para ver o filme estrelar hoje. Caso ela te ligue você confirma. — Karina grita e me abraça.

    — Valeu! Você é melhor amiga!

    FELIPE P.O.V.

    Por sorte consegui resolver assuntos pendentes em pouco menos de duas horas. No trajeto de volta para o apartamento, recebo uma ligação da minha irmã pedindo que eu ajudasse a compramos a comida no mercado.

    Chegamos no apartamento, ajudo minha irmã fazer compras básicas, voltamos do mercado passo algumas vizinhas, me cumprimentando com um gracioso sorriso.

    — Se Aelita souber que as galinhas vizinhas estão batendo as asinha pra você..... – Ela faz um sinal de tesoura com os dedos.

    —Não inventa de fazer ciúmes pra Aelita. — Abro a porta e ela ri.

    —Não vai sobrar nem essa covinha ridícula desse queixo.

    Ótimo já bastava a porra do Willian pegando no meu pé, eu estava me envolvendo em um relacionamento sério, minha irmã querendo causar ciúmes para Aelita, sem levar naquele professor do curso dela, tá querendo...

     — Que cara essa? parece comeu algo e não gostou. Aconteceu alguma coisa?

    — Não, não aconteceu nada Lisa.

    —Aham. Sei. - Lisa deixou as compras em cima da mesa e continuou me encarando.

     — Apenas me deu dor de cabeça, vou me deitar pouco antes de ir trabalhar. – Não queria preocupar minha irmã meus pensamentos enciumados em relação a Aelita.

    AELITA P.O.V.

    Pego um vestido curto branco, visto o mais rápido que posso o vestido é difícil de colocar, se agarra a cada curva de meu corpo.

    — Isso é tão apertado. – resmungo enquanto puxo a barra do vestido para baixo. Ajeito meus cabelos e confiro o reflexo uma última vez. O vestido está colado em mim como uma segunda pele, não é curto, mas também não é muito longo está um palmo acima do joelho.

    Karina me pega pela mão e faz com que eu de um pequeno giro, me analisando satisfeita com o que vê.

    — Vamos arrasar essa noite! – Ela comentou.

    — Não é muito curto? - Brinco e dou uma risadinha nervosa.

    — Que nada boba. Karina volta até a cama e mexe nas sacolas.

    — Você não vai me contar o que está planejando? Esse seu lanche com entradas vips.

    Karina retira par de sandálias prateadas na sacola e me entrega. – Vista essas, vai combinar bem com o vestido branco.

    Se ela continuar falando desse jeito, eu não me responsabilizo pelos meus atos, nem pelo vestido que estou usando.

    Karina dá um tapa em meu traseiro me assustando — Tá gostosa!! Agora podemos ir?

    Pedimos o Uber que nos levou até Club Fox, Fox era um club muito conhecido na nossa cidade, mas para quem procurava uma noite recheada de prazer, com stripper, gogo boy sem mencionar grandes eventos. Eles são como “ festa da playboy ” descemos do carro puxou o vestido extremamente justo para baixo. Karina entra com uma pulseira reluzente, pude notar quando entramos, Club Fox, atraímos olhares de homens e mulheres.

    — Que lugar é esse? – Minha voz é quase um sussurro de horror. O ambiente era uma mistura de excitação exótica e puro libertinos.

    — Vamos para a área Vip lá vamos ter bem mais atrações do que aqui.  Karina me puxou adentrando ainda mais dos corredores do club, o elevador se abre e sai uma loira de cabelos chanel, ela nos olha rapidamente, vai do elevador rebolando. Me mantive em silêncio pela forma como entramos sem os seguranças nos barra pedir nosso “RG” como Karina andar por aí parecendo está familiarizada com o local tudo leva até não é primeira vez esteve no Club.

    Assim que saio nós entramos, Karina pressiona o botão, e o elevador inicia a subida até a cobertura.

    —Eu disse hoje será nossa melhor noite nossas vidas! – Disse com firmeza.

    O elevador tem vista panorâmica para a cidade que parece fervilhar. As portas se abriram. Um homem sorriu cordial e nos guiou até uma mesa pode perceber estava três homens sentado. Um deles estava acompanhando por uma morena sentada seu colo, um deles se levanta. Fico surpresa em perceber homem parecido aquele ator que faz Thor, talvez um pouco mais bonito.

    — Karina? — Ele sorri, exibindo dentes brancos que harmonizam perfeitamente com seu bronzeado dourado, surfista, atlético que fazem uma mulher querer ir à praia.

     — Eu prometi. Nós viemos, essa é minha amiga Aelita, Aelita esse é Fox Wiliam.

     — Oi. – Consigo dizer.

    — Que lindas pernas morena. — Apenas ignorei homem completamente sentada mesa, não para de me olhar.

    — Eu não disse eles estariam aqui – escutamos duas vozes femininas, se aproximando uma ruiva cabelos cacheados abre um enorme sorriso, se aproximando de Karina a beijando nos lábios, me deixando a tortura.

    — Pensei que não vinha Karina, ela só amiguinha? - Ela brinca pouco com a gente. - Karina parece pouco corada e responde.

    — Ela não. Apenas nós três.

    Tá legal queria puxar nesse exatamente Karina para canto e pergunta desde quando ela beijava mulher na boca ou que história essa apenas nós três brincar? Tá muito na cara né?  não sabia de porra nenhuma, depois isso tudo acabar, mas com certeza eu iria interrogá-la, nos sentamos na mesa. Apenas fiz cara de paisagem, eu mesma estava ali para acompanhar minha amiga, não estava afim de arrumar homens, além do mais já tenho meu “querido professor”.

    FELIPE P.O.V.

    Ao noitecer fui trabalhar, procuro por algum sinal de Aelita não a vejo nem um lugar, talvez ela esteja atrasada, o sinal toca e subo para dar a minha primeira aula normalmente, depois intervalo procuro novamente olhar rápido mesmo eu entanto nas salas dos professores tenho visão de todo pátio e não a vejo lugar nenhum. Próxima aula seria sua turma, ver se ela está. Quase surto quando suas colegas de classe levantam a saia e a blusa pelo calor, era divertido a ver ciumada. 

    O tempo passa, verifico minhas mensagens no aplicativo, Wiliam me manda uma foto uma ruiva de olhos azuis sentada seu colo sub descrição estava “Está perdendo a melhor noitada! O viado! Hoje vou comer duas só de uma vez! Se pá levo para os quartos “BDSM”

    Olho atentamente a foto, parecia muito amiga na Aelita, mas garota parecia ser bem mais madura como se vestia.

    —“Toma vergonha na cara Wiliam, e só belos par de saia tu já enviando de baixo delas” – o respondo.

    —” Olha só quem fala, tu era maior puteiro a pouco tempo atrás! ” – ele me manda outra foto. – Se liga cabelo preto. Diego está de olho, ela muito gostosa, estou quase caindo de quadro por ela.”

    Deparou com foto, era Aelita sentada na mesa ao lado da ruiva.  Mando mensagem rapidamente para Aelita perguntado onde ela estava, ela visualiza mensagem me responde.

    —“ Não estou em casa, estou com a Karina”.

    — Na onde está? – A pergunto novamente.

    — “Já disse não estou em casa, eu sair com Karina ela queria companhia, por isso não foi a escola hoje.”

    Desconfio, mando uma mensagem para Wiliam saber mas respeito das garotas está com ele.

    —“ Quem são? eu nunca as vi na área vip ”- Perguntei com quem não quisesse nada. Ele respondeu.

    — A ruiva está comigo, se chama Karina eu conhecer na praia ondem, é muito louca, e puta de uma gostosa, a outra não tenho certeza parece se chamar Aelita. Cara não tenho muito informação sobre essa, tu querendo comer ela é melhor tu arrumar uma boa desculpar fugir da sua patroa.

    Wiliam parecer achar graça da situação.

    —“ Essa gostosa é minha mulher seu porra! Essa ruiva estar com ela é menor de idade é minha aluna! E melhor manter Diego longe as mãos longe da minha mulher! ”

    Dou uma olhada rápido para relógio. Verifico as horas. Wiliam demora para digitar.....

    —“ Hahaha foi mal cara é difícil de digitar com mina me chupando, puta merda! Sério que ruiva e de menor? Por cima tua aluna ouh sortudo! ”

     —“ Wiliam se tu não quiser ver o club envolvido em uma porra de escândalo é melhor tu avisar a porra do Diego para ficar longe da minha mina. Eu tô chegando! ” – O avisei. Me levantei do sofá fui a direção avisando que surgiu algo de urgência, mandei mensagem minha irmã avisando se ligasse para ela, ela confirma que Eli estava doente e foi com você levar ela no hospital. Olhei novamente aplicativo últimas mensagens Wiliam.

    —“ Desculpe por isso cara, não sabia era sua mina”. Dá para entender, se a minha garota estivesse outro macho tanto em cima dela, eu derrubaria a porra do Club todo. ”

    —" Vou avisar o Diego, última coisa eu quero ver você, destruindo porra do meu Club”.

    Saio da escola apertei o volante entre os dedos, só de imaginar o desgraçado botando as mãos em Aelita, agarrando seus seios.... Um carro corta meu caminho, nem sei direito se fui eu quem cortou o dele.

    — Vai se foder, pau no cu! – xingo e sigo acelerando ainda mais, nem imaginando poderia receber merda uma multa do caralho!

    Só de pensar na fila de homens dispostos passar algumas horas com ela... A raiva me consome!

    Esmurro a porta com violência e a madeira vibra com o impacto de meu punho. Minha vontade é colocar essa merda de porta abaixo e arrancá-la daquele Club. O segurança me reconhece, não ousa me para, pego elevador vou direção área vip.

    Caralho, Felipe, controle inspiro fundo e estalo os dedos antes de passar a mão direita pelos cabelos, mantendo-os para trás.

    Controle-se Felipe!

    Aporta do elevador se abre, eu dou de cara com Wiliam estava abraçado com uma das minhas alunas.

    — Você me espera lá fora.- Rogo Wiliam apenas acena com cabeça diz algo para Karina.- “ É sua deixa fofura, depois conversamos, melhor ir com ele”.

    Avisto Aelita sentada na mesa privilegiada, Diego olhava sem menor pudor, me aproximo da mesa para retira lá de lá.

    AELITA P.O.V.

    Karina sem mais sem menos deu no pé, me deixando sozinha esse cara que não para de me olhar, sabia ela estava em algum lugar tal surfista. Garçom vem até nossa mesa, encher o copo tal Diego de whisky, ele rapidamente o esvazia.

    — Pode deixar a garrafa. -Educado ele assente e se retira.

    — De onde é, Aelita?

    — Sou daqui mesmo. - Outra resposta rápida e objetiva. Respiro fundo e tento ignorar suas indiretas.  Olho trais de nossa mesa, vejo vários homens sendo guiados por lindas mulheres, entrando uma porta diferente.

    Ele dá uma risadinha e enche nossos copos. — O que foi? Parece que tem algo lhe tirando a concentração. Diego se inclina sobre a mesa como se estivesse prestes a me contar algo secreto.

    — Está curiosa saber o que são aquelas salas?

    — Salas privadas? - Chuto. Ele nega.

    — Salas de BDSM.

    Meu sangue gela, eu já tinha lido uma porção de livros a respeito “ BDSM ” Eu jamais poderia imaginar que Club como este tão chique poderia haver um lugar como isso. Sou uma burra mesmo eu poderia espera de um Club noturno.  As paredes espelhadas, no centro, pole dances já ocupados por mulheres seminuas, sofás de couro e alguns bancos próximos ao bar onde nossa mesa estava lhe dando visão privilegiada de todos do club. 

    — É melhor eu ir.  Esse lugar não é para mim. – Me levanto.

     Sinto minhas pernas fraquejarem e uma tontura, meus olhos se fecham. É agora, o apocalipse! Felipe vai me matar.

    — Aelita. - Sua voz é dura.

    — Tudo bem? – Aelita me pergunta se levanta.

    — Se quiser posso te levar.

    —Estou bem- Eu o olho rapidamente e desvio o olha. Sei que Felipe está se aproximando.

    — Não toca nela, Diego. Se você quiser manter sua aparência de playboyzinho – Ele ruge e me arrasta para fora do estabelecimento com o maxilar tencionado, sem dizer uma única palavra.

    — Felipe? — Tento falar com ele, mas ele me ignora.

    Não sei o que fiz de errado para ele surtar dessa maneira. Felipe me enfia no carro e bate a porta com violência.

     — Felipe?

    — Quieta! – Ele ordena eu fico em silencio, vejo trazendo Karina pelo braço até o carro fazendo entra a força no banco de trais nós duas olhamos assustadas não tiramos corregem de trocar nem ser quer única palavra. 

    — Perdeu o juízo as duas? – Grito — E arranca com carro catando pneu.

    — Sabe poderia ter acontecendo com as duas se eu não os conhecesse principalmente o dono daquele lugar?

    — Eu juro vou estrangular William, o Diego! Eles planejavam levar uma de vocês para salas BDSM – Diz fora de si.

    — Pare o carro, Felipe!! – Minha voz soa tremula de raiva. Ele me lança um olhar furioso, dá uma guinada com o carro e para no acostamento.

    Com lágrimas nos olhos, eu solto meu cinto, mas Felipe ele me segura meus pulsos.

    — Eu vou gritar. – ameaço, desaviando o olhar. Saio do carro precisando ficar tempo sozinha colocar meus pensamentos em ordem.

    FELIPE P.O.V.

     Quem essa garota está pensando que é? Eu lhe ensinaria aqui mesmo que eu não sou homem para brincadeira. Quando uma mulher está comigo, ela não precisa de nenhum outro! Preciso parar a porra do carro antes que aconteça o pior escuto Aelita pedindo eu parasse o carro. Paro no acostamento e a encaro com o sangue fervendo. Aelita está prestes a chorar e solta o cinto, as mãos tremem. Ela está fazendo ceninha de quem está ofendida.

    —Não faça cena. Volte agora pro carro, Aelita. - Saio do carro vou atrás dela segurando firmeza pulso.

    — Me deixa! – Ela tenta se soltar.

    — Nem fodendo! Só passando meu cadáver deixa sozinha por aí andado nesse minivestido! -Rosno.

    Os carros que passam pela estrada buzinam para nós, outros caras de pau assobiam para minha mulher.  Eu não me importo com nada, então a puxo para um beijo. Por mais furioso que eu estava, agora eu só preciso sentir seus lábios quentes colados aos meus.

    Aelita para de resistir se entregando beijos, interrompo os beijos, não há mais batom em seus lábios agora um pouco mais de inchados e vermelhos.

    Aelita encosta a testa na minha e respira ofegante.

    — O que você está fazendo comigo?

    Capturo seus lábios inferior em uma mordida leve e o sugo enquanto minhas mãos agarram seu quadril. Ela aperta meus braços, cravando as unhas sobre o tecido da blusa. — Desculpe... Eu deveria ter contando o que iria fazer companha a Karina, eu juro. – Era inevitável ver chorar meus braços.

    — Olha para mim Aelita. - Ela manteve cabeça abaixada.

    — Olhe para mim! Você está fodendo com minha cabeça Aelita - Confesso, lutando com todas as forças para não ceder ao meu instinto.

    —Ele te tocou? Fizeram algo com você? – A olho cerificando cada parte do seu corpo, tentar me calmar.

    Ela apenas nega com cabeça.

    Não eu não deixaria mais ninguém chegasse perto dela. Voltei abraça-la .

    — Ligue para sua mãe avise, está comigo. -Voltamos para corro em silencio, eu havia esquecido por completo sua amiga que nós encavamos.

    — Vou levar para casa. Karina se você preserva por sua vida, é melhor ficar mais longe possível daquele lugar, do Fox.

    — Porque? – ela pergunta curiosa.

    — Depois explicarei tudo queres saber sobre o Fox. Ela se manteve calada voltou sua postura no banco traseiro.

    Fiquei em silencio entramos no carro, não queria pensar no pior, estivemos nós. Não tenho nem coragem de olhar nos olhos de Karina deve ter sacado nossa relação. Apenas vejo os vultos da luz ficando para trás, Felipe deixa Karina em sua casa ela saia do carro nossos olhares se encontram. Ela diz   — Depois conversamos Aelita. Até amanhã.

    — Até – Respondi sem ânimo.

    O trajeto até meu apartamento é silencioso. Quando chegamos, Aelita tirou os saltos alto, sentou no sofá, as pontas dos dedos ela puxaram a barra do vestido subiu um pouco assim que ela sentou.

    Eu ainda estava me remoendo para saber porque ela havia ido daquele lugar, sem ao menos ter me dito nada.

    — Cansada? – Sondo como quem não quer nada.

    —Um pouco. ela passa a mão na nuca e mexe a cabeça de um lado para outro.

    — Vou preparar algo para comermos e podemos assistir a um filme – Sugiro, indo para a cozinha, pensado que essa seria a única forma de acabar com clima tenso.

    Preparo dois sanduiches e sirvo dois copos de suco de laranja. Carrego a bandeja para a sala. Lisa sai do quarto segurando Eli em seus braços outro braço segurança uma bolsa.  Ela abraça Aelita se afasta vem até mim.

    — Eu vou para casa, melhor deixa vocês sós essa noite. Vocês têm muito o que conversar.

    — Essa hora? Lisa? – A questionou.

    — Vou chamar um táxi, assim eu chegar em casa te mandou uma mensagem. Ela beija meu rosto e sai. 

    Deixo nosso lanche sobre a mesa de centro e tiro o celular de sua mão.

    — Coma Aelita. – Aponto para o sanduiche. – Ou não terá energia para mim. - Sorrio, e ela cora.

    — Não consegui entra contato com minha mãe, ela deve estar muito ocupada, vou tentar, mas tarde ligar para ela.


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