Amor Inesquecível

  • Aelita
  • Capitulos 18
  • Gêneros Romance e Novela

Tempo estimado de leitura: 4 horas

    12
    Capítulos:

    Capítulo 16

    Tempestade

    Álcool, Linguagem Imprópria, Sexo

    AELITA P.O.V.

    - Essa voz é do meu pai!

    A coisa mais interessante, uma tempestade é você percebe que pode ser mais forte do que ela. Ela sempre pode voltar intensamente.

    Gritaria continuava dentro de casa pode perceber os gritos eram da minha mãe. –“Sai já daqui! ”

    -“Você sabe não deve se aproxima da nossa filha e nem de mim” - Pude ouvir outra voz dizendo a ela que amava, logo em seguida eu reconheci, era meu pai. Como ele soube onde morávamos?

    Imediatamente desci do carro, sem pensar duas vezes abri o portão de casa.  Quando Felipe me impediu de que entrasse.

    - Você fica aqui, eu vou ver o que está acontecendo.

    Instintivamente agarrei sua blusa, não queria deixa-lo sozinho, mas meu pai estar em casa

    - Não quero ir com você.

    Entramos em casa pode perceber Felipe estava tenso, pude escutar algo sento quebrado, me deixou ainda mais apavorada só de relembrar a tentativa de assassinato que meu pai tentou contra a minha mãe.

    Passamos pela sala percebemos os gritos viam da cozinha. Felipe se coloca na minha frente.

    -“ Aelita é maior de idade! Sabe muito bem o pai que tem!”

    -Como você deseja ser respeitado depois tentar me matar? Pedir para sua própria filha o perdão sabendo de tudo, mas ela te perdoaria pelo o que fez!

    - Eu sempre sustentei vocês duas!

    -Não fez mais do que sua obrigação como pai!

    -Esses anos eu fiz tudo aguentar suas humilhações, suas agressões. Para mim já deu! Agora saia da minha casa!

    -Mãe? -Tentei dar um passo à frente e Felipe me puxou. Minha mãe hesitou com nossas vozes, ela parou de gritar, se assustou.

    -Estou atrapalhando alguma coisa? -  A loira mais velha olhou com certa aflição ao olhar para a filha.

    -Felipe? Filha? Não sabia que voltariam cedo.

    Minha mão parecia encurralada pelo meu pai. Se virou em nossa direção parece incomodado com Felipe por ter dito “estou atrapalhando alguma coisa? ”

    - Nós mau nos separamos e você já arrumou outro?

    - Está louco? Jude?

    - Eu já entendi tudo vocês querem me fazer de trouxa isso sim, eu estou me matando para arrumar dinheiro, pagar a pensão e você, Layla, está usado meu dinheiro para sustentar outro homem. Jude apontou o dedo direção mãe de Aelita menção de ameaçá-la.

    - Isso não ficar assim!

    -Eu vou processar seu namoradinho!

    - Processe .... –Ainda irritado Felipe respondeu com ódio.

    - E vamos ver quem ganhar a causa.

    Meu pai avançou para cima dela, segurando ombro dela com força, ela gritava dizendo estava machucando, Felipe andou direção meu pai o puxou pela blusa para se afastar dela. Meu pai avançou em cima de Felipe.

    Jude avançou tentando socar seu nariz, Felipe passou por baixo do golpe e chutou as costelas dele, derrubando-o.

     - Pessoas como você assim me enojam. – Jude se levantou novamente, ele veio em sua direção tenta-lo golpeá-lo. Felipe com uma velocidade impressionante, segurou braço de Jude o torceu para trás, fazendo ele gritasse de dor, depois golpeou com cotovelo no rosto.

    -Você vai aprender nunca mas deve encostar um dedo ser quer numa mulher.

    Me mantinha assuntada, paralisada, ao olhar para o chão e ver meu pai nocauteado.

    -Chame o polícia, está na hora de levar o lixo para fora. – Layla estava espantada mesmo tempo agradecida por Felipe tê-la salvo, correu em direção a sala para ligar para polícia. Felipe arrastou Jude para fora de casa, manteve-se observando-o, esperando a polícia chegar. Finalmente a polícia chegou depois da denuncia, Jude foi preso, os policias pediram o máximo de detalhes possível sobre o ocorrido.

    -Por favor vocês podem nós acompanhar até delegacia?

    Jude estava sento escoltado pelo policial, gritou – Isso não vai ficar assim Layla! – O policial o mandou calar boca. A vizinhança estava toda observando o que acontecendo.

    Estava ao lado de Felipe que ficou em silencio o tempo todo, não percebi a aproximação de Felipe seu lado abraçando pelo ombro. -Seu pai sempre foi belicoso*?

    - Geralmente. Só quando ele bebia. Quero entender como ele soube onde morávamos?

    - Vamos descobrir em breve. Sua mãe tem muita abundante, acredito seu pai acabou de perder uma grande companhia para vida toda.

    Nessas circunstâncias já não sabia como agir, vamos todos para delegacia ser interrogados, minha mãe disse que meu pai havia seguindo minha tia foi visita-la depois ela foi embora e  minha mãe pensou que fosse eu chegando em casa, pensou que havia esquecido a chave por isso ela abriu portão, ao perceber que era meu pai. Ele já foi entrando dentro de casa os dois começaram a discutir, foi na hora que cheguei em casa com Felipe, percebi que havia algo estanho. Entramos em casa, foi nessa hora que meu pai avanço na minha mãe, se não fosse o Felipe poderia ter acontecido algo pior igual da última vez. 

    Depois esclareces o caso, fomos liberados, meu pai continuou preso por agressão por violar lei, ele deveria se manter longe de nós.

    Felipe nos levou para casa, fomos apenas pegar muda de roupas novas, ele achou melhor nos duas ficarmos no seu apartamento pelo menos esse final de semana, para garantir. Se caso o advogado do meu pai conseguisse tira ele cadeia era provável ele voltará a nos atormentar, mas sabendo onde estamos morando.  

    Minha grande surpresa não seria apenas eu e minha mãe no apartamento, a irmã de Felipe estava lá com sua adorada filha que correu direção Felipe e logo pediu colo e gritando –“Pai!”

    Minha mãe estava meu lado olhou para Felipe de uma forma nada agradável. Foi até engraçado de ser ver.

    - Eu posso explicar Srt. Layla.

    Eu queria ri, me segurei ao ver desespero meu professor sendo mal interpretado.

    - É BOM MESMO.

    - Não sabia teria visita hoje Felipe. Olá Aelita – disse se levantando da mesa estava.

    - Sim. Essa é mãe da Aelita Srt. Layla, devido a algumas circunstâncias elas passarão o final de semana aqui.

    O meu professor explicou. Eli era sombrinha dele por alguns problemas familiares ele registrou no seu nome.  Passamos o restante da noite vendo filme juntos, meu maravilho sexy professor, eu poderia dizer mais sobre meu maravilho namorado?

    Ele começo me cutucar cintura, chamando minha atenção.

    - Você tá quentinha demais. – Ele sussurrou meu ouvido.

    - Sua mãe está aqui a senhorita está se passando por santa.

    Eu coloquei minha mão sobre meu peito fingido estava ofendida. - Eu sempre fui uma Santa. Disse baixinho apenas ele ouvir, o beijei rápido, abri um sorriso safado olhei com malicia.

    Ele ergueu sobrancelha __ A srt. que me aguarde.

    Eu queria continuar a provocá-lo mais, contudo na presença da minha mãe teria vergonha e com certeza ela iria chamar nossa atenção, querendo ou não ela vai sempre ser minha mãe não importa idade eu tenha, ela vai brigar comigo.

    Só de imaginar.... Diversas coisas que fizemos nesse sofá, sem falar do delicioso banho que tomamos juntos. Minha mãe nem sonha em saber disso. Depois do filme decidi toma um banho para relaxar, cai na cama do meu professor podia senti seu cheiro do travesseiro. Ele entra no quarto se aproximou da cama me beijou depois se afastou.

    - Se sentirem calor a noite liguem o ar-condicionado.

    - E você?

    - Ficarei na sala. Qualquer coisa sinta se à-vontade ir na cozinha prepara algo comer.

    -AAAAAAÍÍÍ - Os dentes de Felipe fizeram Aelita se contrair, para olha-lo por cima do ombro. -Porque me mordeu.

    - É melhor se acostumar, porque é muito difícil resistir. - Ele fechou os olhos agora beijando o local da mordida, depois começou a beijar minha nunca sem parar.

    - Para! Tá fazendo cosquinha.

    Felipe continuou com seu rosto enterrado no meu pescoço murmurando. - Se sua mãe não estive aqui poderíamos aproveita nossa noite, e curti pouco mais.

    Felipe deu último beijo se levantou. - Boa noite princesa, humm. Se eu não for para sofá não respondo por mim.  Felipe saiu do quarto, logo depois minha mãe entrou e agradeceu pela gentileza de deixar passar a noite na casa dele. Eu teria que dividir a cama com minha mãe. Já no outro quarto estava irmã de Felipe e sua sombria dormindo.

    Domingo chegou eu não pode escapar, Felipe pegou no meu pé, passei metade do dia estudando para prova de matemática, ele fez o possível para me ensinar as contas que eu não entendia, tudo presaria saber fazer a prova na terça-feira. Domingo a noite eu minha mãe voltamos para casa, e não seria deferente. Segunda-feira acordei sem animo nenhum.

    -Meu dia mal começo acordei com uma puta dor de garganta pior coisa que pode acontecer. Levantei rodeie a casa percebi minha mãe já havia saído para ir trabalhar, como sempre ela me deixa bilhete pendurado na geladeira.

    “Não esqueça de lavar a roupa! E não se preocupe comigo depois do trabalho vou passar no advogado, e não esqueça de agradecer seu namorado novamente por mim, beijos “

    -“Nada mudou...” Lavei as roupas arrumei a casa, a noite fui para escola. Cheguei na escola Stevan já estava sabendo sobre minha e o professor namorarem. -“Karina não sabe mesmo ficar de boca fechada!”

    - Que louco! O nosso professor vai ser seu padrasto que azar em Aelita. - Comentou Stevan aproveitado tira saco da minha cara.

    - Dá para vocês me deixarem em paz? Eu não quero falar sobre isso. – Falei meia roca por estar dor de garganta.

    Eles começaram a rir, eu revirei os olhos querendo ignorar completamente os dois. Entramos na sala da turma das patricinhas, estavam comentando sobre a suposta namorada do professor, seria uma pena elas queriam poder tentar tirar uma lasquinha dele. – “Que saco, ele é meu. Queria poder dizer isso elas, infelizmente tive que aguentar ouvir as asneiras”.

    Por fim o professor entrou, começou a dar aula mandando-nos preparar. Ele daria a matéria que tem em sua prova. - “ Ótimo mas uma prova eu me preocupar”

    Na amanha seguinte acordei para pegar o ônibus ir para curso preparatório.

     Cheguei em casa a minha mãe estava quase botando um ovo. Ela estava completamente nervosa mesmo tempo aliviada eu ter chegado em casa.

    - Que foi mãe? Para que todo esse alvoroço? Andando de um lado para outro com telefone na mão.

    - Querida ainda bem você chegou. Tenho uma notícia para de dar.

    - Iiiii aí tem, manda logo a bomba.

    - Hoje eu foi ver advogado ele disse seu pai continua preso, que vai demora ele conseguir sair da cadeia, me disse era melhor mudar novamente para garantir nossa segurança.

    - O que mudar de novo? Mãe como vamos conseguir uma casa no meio do ano? Ainda por cima teremos que pagar multa no contrato pois não estamos nem um ano nessa casa.

    -Calma querida, o advogado disse poderia quebra nosso contrato devido nossas circunstâncias, não teríamos que pagar multa.

    - Mãe o problema não é esse. Estamos no meio do ano, acredito que não haverá muitas casas para alugar, pior dependendo da casa e até apartamento vai pagar um absurdo!

    Eu queria ter calma desse momento, mas não conseguia meu dia só piorava. Na manhã seguinte acordei cedo e fui para o curso, lembrei teria de ficar uma hora mais o meu professor de linguagem queria eu ficasse, revisamos história, ele me pediu para escrever. 

    O curso acabou fui até sala do professor Matthew, ele me recebeu empolgadamente, sentei na mesa esperei suas críticas.

    - Como está Aelita?

    - Bem. - Falei meia manhosa estava pouco dor de garganta.

    - Vamos começar?

    - Sim.

    Ele sentou meu lado e começou a corrigir os pontos que deveria melhorar. Aquilo tudo me deixava com mais dor de cabeça. Não é que eu conseguia entender, teria que ter milhares de ideias para poder recriar uma cena ou outra, até mesmo os diálogos entre personagens, eu mal sei se passa pela cabeça de um homem, eu saberia escrever no modo forma dele agir ou pensar?

    - Por hoje é só.

    - Aproveitar esse calor e não vem, beber algo comigo?

    -“Por fim acabamos”.- Obrigado pelo convite professor, mas estudo a noite hoje tenho prova, sabe como é eu tenho que estudar.

    Ele parecia surpreso eu disse era uma estudante. - Você é estudante? Não imaginava.

    - Desejo boa sorte na prova, e nos vemos semana que vem.

    Eu iria sair meu celular tocou, atendi era meu amado professor me ligando, para pergunta onde eu estava, disse estava prestes a sair do curso tive que ficar uma hora a mais para ser avaliada sobre história que estava escrevendo.

    - Pego você em alguns minutos. – Ele me disse, despedi do professor esperei Felipe fora do curso. Ele chegou de carro me levou para casa, comentei com ele meu pai estava preso por alguns motivos de segurança. O advogado sugeriu que mudássemos de casa. Ele me deixou em casa um pouco triste tive que me despedir dele, ele iria dar aula daqui a pouco. Estudei um pouco mais para a prova de matemática teria muita sorte relembra tudo graças ao meu amado professor que vem me ajudando a estudar.

    Quando a noiteceu fui para escola preparada mentalmente para o pior pesadelo chamado prova de matemática. Para mim era uma hidra quádrupla*.

    FELIPE P.O.V.

    O final de semana foi agradável passar o dia com Aelita e sua mãe meu apartamento, seguir a rotina desejei muito que a reforma acabasse logo no apartamento da minha irmã, só assim poderia ter de volta meu espaço privado, ainda mais meu relacionamento com Aelita. Terça-feira sabia ela cursava próximo onde eu morava decidir ir busca-la pode matar pouco saudades dela.

    Como de costume foi dar aula a tarde para algumas salas apliquei prova como deveria. Kelly educadamente se aproximou de mim para perguntar como havia sido o meu encontro no sábado. Eu disse que foi agradável que saiu tudo como planejado. Na verdade, foi uma tarde deliciosa, mas do que pura tentação quase crime que possa ter cometido. Um homem como eu experiente e vivido. Me sentia adolescente contando as horas, para rever sua primeira namorada.  

    O diretor apareceu porta dos professores para nos apresentar o novo professor que trabalharia conosco. Me levantei do sofá para dar as boas-vindas ao novo parceiro de trabalho.

    - Me chamo Felipe, e você?

    - Matthew. O prazer é meu. Darei aula de Filosofia. Apertamos as mãos.

    - Desculpe, mas não conheço de algum lugar? – Ele me perguntou.

    - É possível trabalhei em algumas escolas, e também faço trabalho social com jovem detentos.

    AELITA P.O.V.

    Na escola meu amado professor, Sim eu amava chamar ele assim.  Me tratou como se fosse aluno e professor nada mas, me passou prova. Nessa ele poderia me livra ? poxa ! Por fim escudei o sinal pode voltar respira normal o clima na hora da prova estava completamente tenso. Felipe recolheu as provas e saio.

    Na hora do intervalo estava sentada no banco do refeitório ao ar livro com Stevan e Karina conversando a respeito da prova. Olho em direção a biblioteca e tenho a impressão de ter visto meu professor do curso vindo na minha direção. Não apenas ele, mas também meu amado professor andado juntos e vindo em nossa direção.

    Forcei minha visão para ter certeza que realmente era meu professor do curso, seria minha imaginação. Alguém parecido com ele? Eles continuaram a se aproximar conversando. Vejo um homem para olhar para mim.

    - Aelita? – Ele disse meu nome

    - “Pelo visto, isso estava fora de cogitação”. Abaixei minha cabeça e fingi que não estava falando comigo.


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