Amor Inesquecível

  • Aelita
  • Capitulos 15
  • Gêneros Romance e Novela

Tempo estimado de leitura: 3 horas

    12
    Capítulos:

    Capítulo 13

    Capítulo 13 - Doses momentos

    Álcool, Linguagem Imprópria, Sexo

    Boa leitura

    desculpa essa capitulo nao foi revisado

    desculpe pelos erros

    “Se não recordas a mais ligeira loucura que o amor te fez cometer, não amaste. ”

    Perdi meus próprios pensamentos, depois meu professor foi embora, me deitei na cama abri o notebook. Tentei escrever meu professor linguagem havia me pedido. Me esforcei ao máximo escrever o capítulo, mas o sono falava mais alto. Me dou conta estou quase dormindo, escuto os peixes o barulho do aquário de proteção dela meu computador havia ativado, tanta demora eu havia demora mexer no notebook.

    Envio mensagem minha prima a respeito das viagens escolares. Eu não trabalho e apenas bico temporário, minha prima me arruma na agencia dela de turismo “Blue Home”, havia viagem com escolas, como aquário ou planetário, ela me escalava, eu ir com ela, no ônibus cuidar de crianças até mesmo adolescentes, e sentiam me chamar de tia, que ódio, eu fosse assim tão velha.

    Eu falto as vesse aula, pode trabalhar ajudar minha mãe em casa. Infelizmente nossa situação não e das melhores falado financeiramente. Único dinheiro podemos contar pensão alimentícia meu pai é obrigado apaga, além disso minha mãe trabalho como faxineira poder pagar restante das contas, meu curso.  

    Até eu gosto trabalhar como supervisora nas viagens escolares, é divertido principalmente com passar tempo com crianças. Lembro de uma vez tive me vestir de coelho, no dia pascoa distribuir ovos de chocolate para crianças do pré depois terminamos excursão no museu.

    Elas me abraçaram quase me derrubam, isso tudo apenas tira uma foto com coelho!

    Minha prima me respondeu de volta avisado os dias teremos viagem nosso rumo seria oitavo ano à quinta série, levaríamos eles conhecer parque muito conhecido ter animais andam livremente pelo parque, por ter grandes cultivações de espécies de flores.

    Então fico olhado para aqueles peixes nadando de um lado para outro. Tenho uma ideia usar novas experiência criar uma cena o casal historias estava escrevendo, me animei comecei a escrever empolgação. Escuto meu celular, anunciando eu havia recebido uma mensagem no aplicativo de mensagens.

    “Boa noite princesa. Não te mantei mensagem antes, estava cuidado minha sombria.

    Como combinado sairemos no sábado, prometido ajudarei estudar. ”

    Terminei de ler fiquei feliz ele não havia esquecido de mim, então responder sua mensagem de uma forma provocativa.

    “O senhor que manda professor. Preferência ter minhas aulas extras seus braços me ensinando ...- Como eu poderia me referi hum... “Arte de amar “. – Então enviei, queria saber onde iria dar essa nossa conversa.

    Minutos depois pode ouvir apito meu celular, avisado recebido a mensagem, o peguei por algum motivo fiquei nervosa por ler sua mensagem.

    “Menina!  Você pode ser quietinha como minha aluna, mas na verdade é uma diabinha. Me diz eu faço com você menina?

    Não se esqueça está brincando com fogo, não pense não vai se queimar eu te pegar. Tudo ao seu tempo princesa “.

    Comecei a rir, ele acabou de me chamar de diabinha? Ou deus esse homem mechei comigo de todas as formas, já teria coragem mandar esse tipo de mensagem alguém. O respondo novamente provocando.

    “ Já disse não me chamar de menina! Eu já tenho dezoito anos.  Eu sou diabinha? Impossível sou pura, que eu me lembre minha alma não foi por completo corrompida, Srt. Professor.

    O senhor pode fazer comigo? Eu já lhe disse, me ensinar Arte de amar. “

    FELIPE POV

    Cheguei em casa primeira coisa eu fiz foi ver Eli, ela estava acordada e chorando e reclamando sua garganta, seus ouvidos e olhos estavam coçando, por causa da sinusite.

    Apeguei no colo levei para cozinha, fazer com que ela bebesse água aliviar coceira, minha irmã venho atrais de mim, eu a perguntei.

    - O médico disse?

    - Ele apenas passou remédio. Disse evitamos cheiro fortes, como produtos de limpeza lugares empoeirados, aquilo tudo já conhecemos.

    - Vai descansar eu fico com ela .

    - Você deve estar casando chegou trade hoje, Felipe vai descansar eu fico com ela.

    -Não estou casado. Cheguei tarde estava com Aelita.

    Eli começo chora, começo coçar a garganta, tentar aliviar coceira. – Pai! Não quer passar!

    Tentei acalma-la, retirava suas mãos evitar ela se machucasse com as unhas. – Eli vai passar tenha paciência, não coça vai acabar se machucando.

    - Você contou a ela? O verdadeiro motivo da Eli te chamar de pai?

    - Lisa, isso não vem ao caço, não contei. Não sei espera desse relacionamento.

    - Em oito anos é primeira vez te vejo se envolver com alguém.

    - Você sabe muito bem não quis me evolver com alguém último ano.

    - Seu passado, não descreve homem gentil e bondoso você se tornou nesses últimos anos. Eu sou aprova disso.

    Minha irmã se aproximou de mim pegou Eli meu colo. – Você sabe disso melhor do que eu, apenas quero seja feliz.

    Ela andou direção quarto de hospedes levando Eli junto a ela, tentado acalma-la.

    Fato não ter me envolvido alguém até hoje, tenho vergonha do garoto um dia se perdeu nas drogas, vivei no meio da bandidagem nosso pais faleceram, perdi o rumo, só estou aqui hoje, homem eu sou, tenho de agradecer único professor me apoio, acreditou em mim, me tirou aquele mundo horrível, eu acreditava eu pertencia. 

    Pro isso quis me torna professor. Tive orgulho do meu professor sua profissão, se dedicar por causa aluno. Nunca pensei um dia me envolveria com uma aluna.  Claro vou respeitá-la, essa garota consegui fazer com que eu perca meu controle tanto fisicamente e mentalmente.

    Eu adoro Aelita. Era a minha sofrida e ao mesmo tempo, deliciosa realidade. Terei me controlar estiver na escola.

    Mandei mensagem ela avisando estava em casa, para minha surpresa sua massagem me provocava tão maneira, meu pau já latejava, por tela na minha cama, só de imagina-la a fazendo geme-la de baixo de mim, estiver entre suas deliciosas pernas.

    Puta quepario ! Estou pensamento? Ela é virgem, terei de tomar muito cuidado não perde controle. Eu li sua última mensagem estremeci.

    Arde amar ! Mil vesse merda, o rumo nossa conversa está tomando.

    “ Te ensinarei arte de amar tanto diz, menina eu disse tudo a seu tempo, teremos muito tempo aproveitamos, mãos bobas.

    Não me chame de professor, estivemos fora a escola, por favor me fazer, sentir canalha.

    Tenha bom sonhos, princesa é sonho comigo”

     Seria vergonhoso homem como eu bater punheta na fase adulta era quase uma humilhação para alguém que poderia ter quantas mulheres quisesse. Aelita me deixa louco excitação

    Sou obrigado tomar um banho antes de dormi, ajudar aliviar esfriar cabeça de baixo.  Aelita seria minha tormenta.

    AELITA POV

    Na manhã seguinte foi expulsa da cama, pela minha adorada mãe.

    - Vamos Aelita levanta! Me ajudar arrumar a casa. Já são 9horas.

    Gemi, de puro sono. – Quem me dera pode dormi mais, apenas dez minutos mãe. Murmurei.

    -Duvido, se você tivesse encontro já teria levantado se arrumar. Vamos levanta!

    Minha mãe saio do quarto por cima deixando maldita porta aperta entra luz, odeio isso!! Ninguém merece acorda com luz do dia bem na sua cara logo de amanhã. Me rendi decidir levantar, ajudar minha mãe sua mania incontrolável de limpeza.

    Estava terminando de passar pano na cozinha, minha mãe me pergunta. – Como está indo sua relação com Felipe?

    - Pensei que a senhora não iria pergunta, depois ontem à noite.

    - Eu posso fazer? Impedir de vocês namorarem? Dizer eticamente errado? Te mudar escola impedir vocês não se veja?.

    - Acredito isso seria inevitável. Duas pessoas se amam, não o que fazer em relação isso. Só quero você termine os estudos, e não cometa mesmo erros que eu.

    - Que engravide, não tenha que depender homem nem um.

    - Mãe! Eu já sei, eu prometo tomar cuidado, isso não vai acontecer.

    - Da última vez que a senhora foi me explicar sobre menstruação , a senhora me deixou com trauma, eu fiquei com medo, por três messes de encostar um menino e ficar gravida!

    Minha mãe começo a rir

    - Não é para dando Aelita. Sua cabecinha e lerda demais as vesses.

    Revirei os olhos, tive de escutar  sermões da minha mãe, O pior ela insistiu eu fosse no planejamento família, tomar injeção evitar máximo possível de eu pegar uma gravidez.

    Como se eu quisesse ter agora filho. Eu minha combinamos irmos no posto de saúde planejamento familiar, assim minha menstruação desses.

    A tarde se passou , eu aproveite meu tempo livre para, escrever por fim acabei achei era suficiente enviei o capítulo para meu professor do curso.

    Me arrumei foi para escola hoje não teria aula do meu professor favorito de todos, mais tudo bem. Depois enviarei uma mensagem a ele o provocando. Cheguei foi me encontra com Karina para fofocar, não poderia contar ela sobre mi o professor.  Apenas escutei ela falar sobre os cotovelos sobre seu subposto fica-te gato e universitário.  

    - Vamos!! Terá um show Xk,Vamos!!

    - Não sei, eu não curto muito balada.

    -Eu não tenho companhia Aelitaa!! – Karina vez cara manhosa, agarrando meu braço.

    - Não sei, eu posso da resposta depois?

    O sinal tocou subimos nossas salas, como todos os dias aulas eram entediantes, estávamos tento aula de filosofia, começo uma gritaria por parte das garotas, uma barata entrou na sala,  foi motivo túmulo e gritaria, medo de um bichinhos tão pequeno. Aff .

    Eu não tinha medo de barata, quem matava as baratas lá em casa era eu, por que minha mãe também tinha medo de barata.

    Por fim aulas acabaram aproveite ir embora com Karina mais colegas de classe até avenida principal, elas riam conversam sobre show teriam NK, apenas escutava elas combinando se encontrar iriem todas ao show.

    Nós despedimos chegamos a avenida principal, caminhei rápido, chegar em casa, já era quase meia noite. Recebo uma mensagem meu professor do curso, avisando capítulo eu havia enviado ele , ele queria corregi pessoalmente estiver comigo bufei , só pensar ficaria mais tempo do curso por conta disso, seria o dia mais longo da semana.

    -“Ele não poderia apenas corregi me mandar? Avisando qual erros eu havia cometido? ”

    Chego em casa, caio na cama, pego meu celular vejo não nem uma mensagem do professor. Parece ser paranoia minha, mais eu gostaria de estar com ele agora.  Não querendo de chata mando mensagem ele , perguntado seu dia.

    “Que saco chega logo sábado! ”, Está super. Ansiosa ter meu primeiro encontro de verdade, meu professor.  Tendo o culpar meus pensamentos outra coisa, pego o livro para ler “ Casai com diabo”., romance, não curtia ler livros eróticos ultimamente eles estavam me ajudado alimentar a minha imaginação fértil.

    (Nota: É ai vai pequena spoiler do próxima fanfic. Eu sei eu vou ser condenado por esse título, prometo vai valer apenas nosso projeto.)

    Deixo o livro de lado começa pensar seria ter uma noite maravilhosa como os livros descrevem, fecho meus olhos começo imaginar eu me professor, em seu apartamento, ele descendo seus por minha barriga chegando aquele lugar ,tão desejado mesmo tempo proibido. Minha vagina começa a latejar, e queimar te tão maneira inexplicável.

    Meu corpo estremece desejada hesitação, o calor toma conta meu corpo. Me levanto ligo o ventilador volto para cama, tenho que para de imaginar essa coisa.

    O finamente o final de semana chegou, mal consegui dormi, de tanta ansiedade, ouvir despertador tocar em levantei um pulo, fiz meus deveres, terminei me arrumei, não sabendo o que vestir , para o primeiro encontro, vesti uma roupa casual , shorts , uma blusa de manga curta, uma estampa de banda de rock, coloquei sapatinha. Está quase terminando de se arruma. Recebo uma mensagem dele .

    Avisando daqui pouco chegaria. Me apreso, passo leve maquiagem. Esperei ansiosa por ele na sala, escutei buzina do carro, me despedir da minha mãe, saia disparada até entrada da casa. Abri o portão o vi esperando dentro do carro, me aproximei.

    - Está pronta? – Ele me perguntou.

    - Sim.

    Dei a volta entrei no carro, antes coloca o sinto de segurança o beijei no rosto, ele retribui. Vamos o cinema, e vimos filme de ação. Claro a burra aqui esqueceu de levar um casaco, já dentro do cinema era frio, parecia estava dentro de uma geladeira, foi boa oportunidade, ele me abraçar, eu poder aquecer seus braços.

    Saímos do cinema, vamos comer algo, estava com medo de alguém nós vermos. Andamos de mãos dadas pelo shopping. Receio comecei a olhar todos os lados. Ele percebeu meu nervosismo.

    -Aconteceu alguma coisa?

    -Não. Estou preocupada, alguém da escola nos veja.

    - O que tem mais? Alguém nós veja?

    - Estamos fora da escolheu faço da minha vida não é problemas deles. Não estou cometendo nem crime, você é de maior, temos aprovação da sua mãe.

    Parei de caminhar seu lado, ele parou. – Só não quero seja prejudicado por minha causa. Essa história de escondemos tínhamos algo, não me agradava em nada, era melhor assim para todos, pelo menos até me formar.

    - Não se preocupe. As pessoas elas saiam, elas não ficam olhando seu redor procuras mais seus professores.

    Comecei rir . Em parte, era verdade, já mais queria dar as caras meus professores mais dentro shopping.

    Nós sentamos da praça começos algo, em quanto jogávamos conversa alheia fora.

    - Está pronta para começar suas aulas extra de matemática. – Ele me perguntou de uma forma me provocava.

    Eu bufei, comecei a imaginar essas aulas extra seria entediante.

    - Você disse iria me ajudar estudar, para prova semana que vem!

    - Eu disse.

    Depois do shopping, fomos para sua casa, eu sabia ele morava sozinho, também sabia poderia acontecer entre nós. Em parte, eu queria isso acontecesse. Seria minha primeira vez , contaria que fosse com ele.

    Chegamos em sua casa, me sentir confortável, terei minhas sapatinhas, sua irmã já não estava mais hospedada em sua casa. Ele contou , ela apenas passar alguns dia na sua casa, a dela estavam pintado sua sombria, não podia sentir cheiros  fortes, por causada da sua sinusite.

    Me sentei no sofá boa menina. Esperando suas ordens. Ele se ajuntou a mim.

    - Quer beber algo ?

    - Não.

    Ele me puxou, próximo de si, me abraçando nossos lábios fizeram contato.

    Enquanto me beijava, acariciava minha nuca, levantando o meu cabelo, fazendo minha cabeça se movimentar da forma correta para o nosso beijo. Foi delicioso.

    Suas mãos percorreram minhas costas subindo pelos meus braços. Não eram toques leves, mas que demonstravam desejo puro. Ele desceu uma mão passando-a pela minha perna, se demorando em minha coxa, apertando-a. Ouvi um gemido escapar de seus lábios e aquilo mexeu realmente comigo. Foi quando me puxou, em um movimento abrupto e forte, me colocando sentada em seu colo. Com minhas pernas acolhendo seu corpo entre elas.

    Senti aproximação seus lábios meus ouvidos, ele sussurrou entre gemido. -  hum.... Quer eu pare?

    Única reação negar com cabeça. Para essa altura? Já mais, ansiava por mais.

    Sua mão voltou a cariciar minha coxa, fazendo movimentos circulares. O professor apertou seu corpo ao meu enquanto sua mão me explorava avidamente. Voltou me beijar intensamente. Sentir cada vez sua mão subindo entrando meu short, senti seus dedos ultrapassarem decido da minha calcinha, me tocar lugar proibido. Sim bem ali ao centro vagina, seus dedos começaram me acaricias subindo descendo.

     Meu sexo pulsando. Ele intensificou os movimentos, gemidos escaparam meus lábios, afastei minhas pernas apreciar mais aquelas deliciosas sensações ele causava meu ventre.

    - Isso, se abra mais mim. – Sua voz rouca meus ouvidos me excitava tão formal.

    Seus dedos me cariciavam, ele levou uma mão meu seio começou caricia-lo por cima da blusa, o apertando fazendo movimentos cima e para baixo, as vesse circulando.

    O professor retirou seus dedos dentro vagina, me deixando grande vazio apenas aquela sensação queimava.

    De repente senti algo que não imaginei que sentiria até aquele momento da minha pacata e assexuada vida. O Professor estava excitado. Seu sexo rígido era algo poderoso, mesmo preso a sua calça, foi possível senti-lo. Tive uma imensa vontade de minha bunda, em sua ereção.

    Ele retirou do seu colo, me fazendo sentar no sofá, novamente. Ele se levantou ficando de pé em minha frente, me estendeu mão . – Venha, vamos meu quarto, podemos ter liberdade.

    Não pensei duas vesse, me levantei segurei sua mão, ele começou me guiar até seu quarto. O professor fechou porta trais de si, depois caminhou até janela fechou acortina, fazendo com que ambiente escurecesse um pouco. O professor retirou sua blusa a jogando algum lugar no quarto. Eu me mantive ali parada envergonhada, como eu deveria agir nessas horas?

    Pode ver detalhadamente seu abdome definido.  Eu tive grande desejo de toca-lo, cada linha formata seu abdome. 

    - Feche os olhos – sua voz saiu baixa e melodiosa. – Fica mais fácil.

    Eu obedeci como boa menina. Senti sua aproximação seu toque meu braço me massageando.

    - Tá om medo? – Neguei com cabeça.

    - Só um pouco nervosa. -  até gaguejei de nervosismos.

    Continuou olhos fechados, não tive coragem se abri-los. Suas mãos foram até meu quadril, ele me levantou, depois senti meu corpo   sento deitada algo macio. Tomei coragem abri meus olhos seus músculos dançavam sobre mim cada movimento.

    Nós beijamos intensamente, ele começou tira minha blusa, a jogando algum lugar. Fique de sutiã, ele me observa, me comia com olhos.  Seus olhos castanhos haviam escurecido.

    Sem mais delongar, começo me lambujar sua trilha de beijos com língua sobre acima meus seios, me deixo sem folego . Levei meus braços ter apoios seus largo ombro.

    Sem me dado conta ele já havia abrindo meu sutiã, me levantei ele retira-se, foi automático cobri meu seios com mãos .

    - Está com vergonha essa altura? –  Mordeu minha nuca e lambeu descendo um pouco sua mão para que a minha começasse a trabalhar sozinha.

    - Você gosta? - outra vez sua voz estava baixa, rouca e extremamente sensual.

    - Gosto.

    - Ótimo!

     Com as duas mãos ele me fez acariciar meus seios, levantando-os e apertando-os, ora suavemente, ora com força. Seus lábios continuavam em meu pescoço, o que estava me enlouquecendo.

    Os lábios do meu professor , desceu  meus seios, me envolvendo com a maravilha que era a sua língua, desceram arrastando-se pela minha pele, até chegar me umbigo.

    Arfei, deliciando sua língua meu corpo. Suas mãos deslizaram lateram meu short, começo puxa-lo para baixo , erguei meu quadril , facilitar o trabalho, me deixando calcinha.

    - Linda ! – me começo mordicar minhas coxa, em cada lado, sentir novamente seu dedo brincar minha vagina, pode ouvir baixo gemido parte dele.

    -Veja! Está toda molhada.

    Fechei olhos , imaginando o que viria. Me beijos meu clitóris, sua mãos trabalharam rápido, remover última peça de rouba. Me deixo por completo exposta a ele.

    -Abra as pernas eu quero te ver.- eu as abri, ele parecia ter ótima visão , ele me puxou para beira da cama, e abriu minhas pernas ao máximo, e começou a mordicar a parte interna da minha coxa, ele estava de joelhos. Ah!... Sua língua avançou com certa pressão. Seus dedos se expandiram, não apenas invadindo o meu íntimo, mas explorando, roçando suas paredes internas, massageando-as e...

    Ah,Deus ! Tão bom!  Minhas mãos apertaram ainda mais seu cabelo enquanto eu sentia que aquele fogo devastador interior.

    Sua única resposta foi fechar os lábios em meu pontinho de prazer, sugando-o. Ah!... Minhas pernas se abriram instantaneamente sem nenhum comando, meu corpo se contorceu ganhando vontade própria então...

    Foi breve, muito breve, mas incrível e delicioso. Meu corpo inteiro acelerou naqueles segundos de prazer, ergue meu quadril, sentir seus lábios meu interior.

    - Minha menina, vamos goze para mim. - A sua voz rouca e luxuriosa invadi-o o ambiente, me fazendo arrepiar e implorar esse homem me possua do jeito que ele quiser.

    Ele continuou chupar meu clitóris , sugando-o o mordendo e lambendo farias formas , cima para , de baixo para cima, me fazendo gemer sem pudor, me fazendo remexer de encontro sua língua esfomeada. Uma sua mão leva meio seios começa massageia-lo, seus lábios trabalhar meu interior cada vez mais rápido, meu corpo entra colapso no qual não consigo ficar parada, tento me contorcer não aguentado mais uma explosão gostosa e cheia de tesão.

    Deixei meu corpo afunda-se na cama, sentir meu corpo pesado.

    - Aelita ?

    - hum.. – Única coisa conseguir responder.

    Ele saio do meio das minhas pernas, se aproximou de mim,se deitou meu lado, fazendo carinho meu braço.

    - Você gozou não foi?

    Não sabia como responder. Acenei com cabeça, com “sim”. Me puxou eu abraço e deito minha cabeça em seu peito.

    - E normal sentir assim? Meio sonolenta?

    -E normal, descanse

    FELIPE PO’V

    Este era o meu pensamento desde quando caí no real sobre o que estava fazendo. Na verdade, eu já acreditava que nada mais ajudaria. A culpa me consumia consideravelmente. Em trazer Aelita meu apartamento.  Ajudaria ela estudar para prova, acabei perdendo o controle, a desejando fosse “minha”.

    Tentei me conter continuar nas caricias, ela sente-se mais confiante, estivemos só nas próximas vesses, não era a minha intenção tira sua virgindade, não nosso primeiro encontro.

    Levei para quarto já havia perdido cabeça.   Vê-la corar envergonhada e mesmo assim continuar o que estávamos fazendo foi... Puta que pariu!  Por um prevê momento havia esquecido ela era virgem! Que porra! A vendo se contorcendo e gemendo de baixo de mim, foi a gota d’água.

    Ela está linda, corando aquela maneira. Queria fazer-lhe gozar para mim.  Meu pau não parava de latejar implorando por uma foda bem dada. Só que ele estava interessado menina Aelita!

    Que castigo! 

    Me contentei a deixando descasar sobre meu peito, e quando cariciava suas costas.

    Foi delicioso a vendo gozar para mim. Ela nunca havia gozado na vida e o seu primeiro orgasmo foi oferecido por mim.

     A quantos anos, mulher não me cativa? Dessa maneira? Ela não era mulher, apenas menina meu ver, mexia profundamente comigo.

    Mesmo ela não me conhecendo de verdade, como pode gostar de homem como eu?


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