trust me

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    18
    Capítulos:

    Capítulo 1

    Good little cat

    Hentai, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoiler

    O sol entrando pela janela, mesmo com a neve recém caída no chão a luz batia nos olhos fechados dela, em sua forma de gato não conseguia dormir com a iluminação intensa batendo em suas orbes amarelas, a mão do homem passava por sua barriga, os dedos finos passando pelos negros da felina que se espreguiçou lentamente, abriu as pupilas e deu de cara com os dele que eram verdes acinzentados que realçava mais seus cabelos loiros bagunçados, ele estava nu deitado na cama após uma longa noite, ele lhe um pequeno sorriso no rosto, parecia pensativo, longe talvez!

    As patas pretas logo se transformaram em mãos, as orelhas pontudas arredondaram e se tornaram inóspitas de pelos, o rosto antes felino agora era da linda mulher negra que encantava os sonhos dele, os olhos verdes foram descendo até seu corpo nú acima dos lençóis brancos, os cabelos púrpuras caminhavam lentamente pelas curvas um pouco molhando de suor de uma longa noite dos dois. Ela sobe sob o corpo quente dele que olhava fixamente para seus olhos amarelos, os olhares estavam fixos um, no outro:

    ? Bom dia! ? ele passou sua mão pela barba por fazer e com um olhar indiferente, ele estava imersão em seus próprios pensamentos, fechou os olhos lentamente e os abriram mais vagarosamente ainda, ela não estava entendendo, o normal dele seria ele lhe dar bom dia solene, com uma doce riso, ela fechou o selo e fala olhando diretamente para suas orbes morteiros ? o foi Kisuke, o que aconteceu? ? Kisuke revirou as orbes e levantou o tronco e sentou na cama, junto com seu corpo trouxe o dela junto, que colocou as mãos em seus ombros largos, e esperou sua resposta, ele estava com pouca animação, mas mesmo assim falou com uma voz sonolenta:

    ? estou bem, não se preocupe! ? foi curto e grosso, com seus lábios finos ele beijou na grossa e deliciosa boca avermelhada dá mulher, segurou sua cintura delicadamente, não era um beijo forte, era simples e reconfortante, ele não atacava sua língua nem tentava a todo custo tomar o controle do ato, só deixava ela assumir a direção de tudo, nem parecia o mesmo homem que ontem a dominou e enlouqueceu de todas as formas, algo não estava certo. O som dá porta abrindo tomou sua atenção, o beijo foi parado imediatamente, e os olhos foram em direção a entrada do quarto, era Ururu, a garota de 13 anos tinha a cabeça baixa, com o café da manhã dos dois, ela tinha as bochechas rosadas, e um olhar envergonhado e nervoso, com sua voz doce ela fala para os dois que estavam abraçados:

    ? me desculpe, pensei que já poderia ter trazido o café, não queria interromper! ? Kisuke olhou para a garotinha, e em seguida para a mulher com os seios colados em seu peito, respirou fundo e tirou Yoruichi de seu colo, virou para o outro lado onde Ururu não conseguiria levo por completo, colocou a cueca e um par de calças que estava jogada no chão frio, ele se levantou deixando Yoruichi deitada na cama com uma grande interrogação no rosto, com Ururu, que evitou olhar diretamente para os olhos do homem, que passou a sua direita pegando o chapéu listrado e colocando na cabeça, ele falou com uma voz fria mais doce:

    ? dê a comida para Yoruichi, não estou com fome! Estarei no escritório da loja, não me incomodem, entendeu Ururu? ? ela concordou com sua cabeça, e sem olhar para nada ele foi andando com as mãos nos bolsos das calças, Ururu se levantou e foi até Yoruichi que estava deitada com os cabelos cobrindo suas costas nuas, a menina coloca a comida na cama, e vai fechar a porta, ela virá e vê Yoruichi tomando suco, ela dá um sorriso e pega uma cartela de comprimidos e tira um, leva para a mulher, que com um meigo olhar pegou levando-o lentamente para a boca e o engolindo com o líquido, a garota começou a recolher as roupas no chão, enquanto a Yoruichi comia um pedaço de bolo:

    ? Sra. Yoruichi? ? a mulher olhou para a garotinha, que tinha uma pilha de roupas nos braços, ela deu um sorriso para a garota ? você me acha bonita? ? Yoruichi deu uma risada e chamou a menina com a mão, ela anda até Yoruichi que coloca a mão sobre a cabeça dela e fala:

    ? por que essa pergunta? ? a garota dá um sorriso envergonhado e fala olhando para o outro lado:

    ? é que quero ser linda como você, pra ter um namorado tão lindo como o Sr. Urahara! ? Yoruichi dá uma risadinha e fala com calma:

    ? mas eu não estou namorando o Kisuke! Somos só amigos! ? a menina pegou a mão dela e falou com um pequeno bico no rosto:

    ? mas vocês dormem juntos, se trocam um, na frente do outro, e se beijam! ? Yoruichi ficou sem resposta, ela não queria tirar a inocência dá menina, e explicar desejo, luxúria e relacionamentos aberto/amizade colorida. O rosto dá mulher fica vermelho sangue, e ela fala:

    ? Ururu querida, pode deixar minhas roupas em cima da cama? Acho que vou até à casa do Ichigo hoje! ? a garota concorda, e deixa as roupas em cima da cama, ela sai do quarto, deixando Yoruichi sozinha deitada, ela se levantou e começou a vestir a roupa, ela mau sentia frio, era como se tivesse uma camada sob seu corpo que a protegesse do frio, ela corria contra o ventoso tempo cortante que vinha com pequenos flocos de neve.

    Ela correu pelos telhados das casas até avistar a clínica dá família de Ichigo, a janela dele estava aberta, e num pulo certeiro ela entrou no quarto, o quarto estava vazio, a porta encostada, ela andou até a cama de Ichigo e se deitou com as mãos por trás cabeça aguardando com paciência o rapaz chegar, quando ouviu um ruído contra suas costas, ela levantou o tronco e virou a cabeça de lado e viu, a alma modificada num boneco de pano, ele estava esmagado e dobrado, provavelmente estava ali quando Yoruichi tinha deitado, mas estava tão pensativa que nem notou a presença dá criatura:

    ? O QUE VOCÊ ACHA QUE ESTAVA FAZENDO? TENTANDO ME MATAR? SEI QUE SOU UMA SUPER MÁQUINA DE SEDUZIR CORAÇÕES, MAS NÃO É NECESSÁRIO TENTAR ME MATAR POR QUE A REJEITEI! ALIÁS? eu te conheço? ? o leão de pelúcia pergunta calmamente, ela deu um sorriso e falou calmamente:

    ? provavelmente sim, mas não se lembra! ? falou se transformando em um gato, as roupas sobraram na cama, e ela saiu do meio quase imensurável de tecido ? mas eu te conheço! ? ele lembrou, o gato que tinha o condenado a tortura pelas mãos daquelas crianças malignas, ele se arma em posição de defesa e fala:

    ? é você! Não venha não, vou te esmagar gata maldita ? Yoruichi começou a rir lentamente encostada na parede, até passar os olhos amarelos pelo relógio (09:23-31/12/2004).

    ?Então é por isso!?

    A mente de Yoruichi borbulhava, agora tudo estava fazendo sentido, ela olhou para o leão que estava fazendo uma bagunça na cama do jovem tendo seu surto, ela pulou dá cama e foi até a janela, ela olhou para trás e viu a porta do quarto abrindo, Ichigo estava entrando no local, ele olhou para a gata na janela, que logo pulou para fora, o deixando pensando no que ela tinha ido fazer ali:

    ? QUE BAGUNÇA É ESSA! ? O garoto gritou, pegando o boneco de pano na mão e sacudindo muito.

    = Quebra de tempo =

    Yoruichi estava na frente da loja do Urahara, e entrou devagar, tinha um placa na frente escrita.

    Fechado ? por isso vai arrumar o que fazer!

    Com um bonequinho do Kisuke desenhado do lado, ela entrou e caminhou até a porta do escritório atrás da loja, a porta não estava trancada, mas sim entreaberta, ele empurrou calmamente e entrou no cômodo, ela fechou em seguida Kisuke estava fumando um cigarro, enquanto olhava papéis de recebimento sobre a mesa, o escritório não era grande coisa, um armário com prateleiras com gavetas, uma janela, sua mesa e três cadeiras, duas na frente da mesa, e uma traz onde o homem estava sentado.

    Ela subiu em cima de uma das cadeiras e se transformou em sua forma humana novamente, ela cruzou as pernas e braços sobre os seios, e falou com um tom de voz baixo, mas sério:

    ? vamos falar sobre isso! Você não pode correr do seu aniversário pelo resto dá vida Kisuke. ? ele revirou os olhos verdes acinzentados, e olhou para ela, parecia realmente estar preocupada com ele, mas isso não importava, ele não estava para receber sermão aos 223 anos, ele não gostava de seu aniversário, era como um alerta de condenação, mais um ano acusado de um ato criminal que não cometeu, enquanto isso Aizen vivia tranquilamente no seireitei, com seu título de capitão, continuando provavelmente suas experiências com ceifeiros de almas inocentes. Isso o perturbava muito a noite, por algum tempo conseguiu ignorar isso, mas sempre em seu aniversário isso vinha a tona novamente, como uma folha em um riu, sua vida estava sendo levada numa correnteza, e Aizen foi o desvio em seu caminho.

    Ele olhava para os olhos amarelos brilhantes, ele sabia o que estava passando dela cabeça dela, num suspiro longo ele aboiador sua cabeça numa mão, e fala:

    ? vamos esquecer isso! ? ele puxou um papel para cima de seus olhos tristes, ele tentou ignorar a presença dela, mas não adiantou, ela se levantou e tirou o papel de sua mão, ele colocou as mãos sobre a mesa, e falou com os olhos diretamente ligados aos dele:

    ? Kisuke Urahara! Me deixe te ajudar, por favor! Estou com você a tanto tempo, passamos por tanto junto, me dói saber que você, depois de milênios não confia verdadeiramente em mim! ? ela esperava a resposta dele, que só manteve o silêncio no pequeno escritório verde. Como uma respiração ofegante, melancólica e até mesmo prostrada, ela se retirou da sala, mas antes de sair ela falou com o olhar para a porta ? sempre pensei que estivéssemos juntos nessa? Mas pelo jeito não! ? as palavras o cortaram muito mais que uma espada muito afiada, ele levantou o olhar, mas ela não estava mais ali, seu coração doía e lamentava, ele queria confiar nela, queria acreditar, mas não era plausível para si mesmo essa ideia.

    ?Talvez eu devesse ir atrás dela!?

    ?Mas se ela não entender??

    ?Ela é a única família que temos!?

    ?Pra que prazer ela para nossa melancólica??

    ?Ela vai entender, ela mesmo disse, é você é ela contra o mundo, juntos!?

    ?Não é uma boa ideia!?

    ?É uma ótima ideia!?

    Ele suspirou e levantou de sua mesa, ele iria falar com ela, foi para o lado de fora do escritório, e andou até seu quarto, a porta estava fechada como uma papel escrito:

    Vai à merda Kisuke Urahara!

    Ele deu um sorriso curto, e bateu na porta:

    ? Yoruichi vamos conversar, por favor! ? ele não ouve resposta, só um grunhido acompanhado de um ronronar felino ? por favor, quero falar com você! ? a voz feminina toma conta de seus ouvidos, ela parecia raivosa e triste, junto com pequenas reclamações, a porta se abriu, só agora ele reparou nela, os cabelos soltos por cima do corpo nú, ela ficava ainda mais bonita com raiva:

    ? fala, o Sr. Urahara agora decidiu falar, né poupe me Kisuke, eu não quero saber de você não, você só se importa com sigo mesmo, você é um ego?-sua voz foi cortada por um beijo forte em seus lábios, ele a segurou pela cintura com dominação, e a tomava com ferocidade e precisão, suas línguas quentes dançavam uma dança já coreografada pelos dois amigos, que sabiam bem onde tocar, beijar e acariciar um, no outro. Ela estava se deixando levar, até tomar noção de seus atos, ela o empurrou e lhe deu um tapa no rosto, que o fez gemer de dor e prazer ao mesmo tempo:

    ? por que fez isso ? falou ele com a mão no rosto, ela deu um soco no peito dele, o fazendo cair no chão, ela pula em cima dele é fala com algumas lágrimas no canto dos olhos amarelos:

    ? eu te odeio Kisuke, eu só quero te ajudar, e você diz que não quer, quando deixo de lado você vem e me fala que quer a minha ajuda, e me beija! Vai se foder seu? Seu? Seu? ? ela não sabia, mas o que falar, uma parte de si, queria gritar, e outra queria chorar, ela o queria bem, feliz ao seu lado. Ele puxou ela para um abraço, passando os braços pelo corpo dela, seu chapéu cobrindo seus olhos o deixavam mais confortável, afinal não teria que olhar para os olhos tristes dela:

    ? eu não gosto do meu aniversário, é como uma lembrança constante do que éramos, e do que somos agora? Tudo por minha causa entendeu? Hoje os humanos comemoram a virada do ano, acreditam que tudo vai ficar melhor amanhã? Mas para mim, é uma lembrança de como fui inconsequente e condenei as nossas existências a isso! ? Yoruichi levantou seu corpo, tirando o chapéu, ela olhou para os olhos verdes dele, ele não a encarrava, ele realmente se culpava por isso! Isso a machucava, ele fez o que fez para ficar com ele, só com ele:

    ? não se culpe por isso, nenhum de nós culpa você, se eu, ou o Tessai estamos aqui é por que escolhemos, não se culpe Kisuke ? ela tinha essa mágica de o fazer ficar bem, ela tinha esse maldito talento, só com um olhar dela ele poderia ficar feliz, triste, alegre, raivoso, calmo, honesto. Ele olhou para a face dela, ela estava com um pequeno sorriso no rosto, ele amava o jeito que ela mudava de humor com facilidade, ele foi se aproximando aos poucos, até alcançar seus lábios e lhe dar um beijo, mais paciente que o outro, mas tão intenso que o anterior, ele a abraçava calmamente, e com essa calma levantou seu corpo, ele a colocou em seu colo, ela entrelaçou as pernas ao redor dá cintura dele juntando suas virilhas, ele a levou para dentro do quarto e fechou a porta com seu pé com força, fazendo um barulho que fez ela se separar do corpo dele e joga-o na cama e sobe em cima do mesmo, em gemido escapou pela boca do loiro, que joga lentamente a cabeça para trás, ela vai até seu pescoço, e dá uma mordida na Clavícula dele, os dentes afiados penetraram sua pele branca, deixando um pouco de sangue sair, não era uma dor insuportável, mas era incomoda, como uma agulha penetrando a pele, ou o corte de uma pequena faca. Uma risadinha fraca sai dá garganta dele, que tira a atenção dá mulher que estava o mordendo como um lobo devorava sua presa, suas mãos foram até a bunda arrebitada dela que se mexia enquanto ela deixava a marca de seus dentes na pele alva do homem, ele apertou lentamente e escorregou os dedos até a entrada úmida avermelhada, ele passou o dedo em volta do canal vaginal dela, que solta o pescoço dele e respira fundo, os olhos verdes acinzentados estavam nebulosos com um sorriso atrevido na face, ela passar as unhas na bochecha avermelhada dele, e mordendo os lábios vermelhos, foi descendo as unhas para a marca de seus dentes no pescoço dele ? me diga? pretende o que exatamente? ? ele riu e enfiou um dedo dentro dá vagina dela, ela gemeu baixinho era que quase imperceptível, era como os sonhos mais lindos que ele tinha sonhado, logo se viu no seu olhar tonto de emoção, ele deslizara as verdades orbes ao seu corpo de luz, sedução! Um poema divino cheio de esplendor, seu sorriso quente, inebria entontece, és uma fascinação enlouquecedora. Ela remexeu seus quadris levemente o lembrando do ato que suas mãos bem articuladas com o corpo feminino causava, com um cinismo ele abre um torto sorriso e proclama ao perceber que um dos mesquinhos olhos amarelos fechados:

    ? Abra esses olhos quando gozar! ? ela suspirou e forçou seus olhos a abrirem lentamente, ela mordeu seus lábios grossos, ele introduz-o mais um dedo, e mais um, e foi mantendo o movimento de vai e vem dentro dá mulher, um arrepio subiu para espinha, deixando todos os pelos em pé, um ronronar felino saiu calmamente pela garganta dela, anunciando seu orgasmo, os olhos dos dois estavam colados um ao outro, um brilho quente apareceu nos olhos verdes ? fica de quatro na cama! ? ela prontamente atendeu o pedido dele ficando de quatro apoiada nos antebraços no colchão dá cama, suas pernas estavam ligeiramente separadas com os pés para o lado de fora da cama, ele estava de pé na frente dá exposta vagina dela, o cheiro era inegavelmente forte quanto um soco bem-dado no meio da face. Ele colocou a mão no lado esquerdo da bunda e passou lentamente ela sob a pele arrepiada, ele parecia um lobo apreciando sua vítima, que só poderia gemer e pedir aos céus que tudo se acaba bem:

    ? acabe com essa tortura logo! ? ela implorou com a respiração turva e pesada, seus olhos lacrimejavam aos longo de seus suspiros longos e desajustados, ele tira seu membro duro para fora, e a penetrou com pressa, ele fazia movimentos rápidos e precisos, os seios balançavam junto com seu corpo que ia para frente e para trás a cada investida dele, que levou uma de suas mãos aos mesmos, apertando levemente e acariciando calmamente os mamilos dela, que jogou a cabeça para baixo e mordeu os lábios. Soltando os seios ele pega os cabelos dela, segurando dando uma leve pressão, ela levantou o rosto com um gemido animalesco, ele aumentou as investidas, até o orgasmo dela, ele se segurou até o lado de fora e foi até o rosto dela, que colocou na boca do pênis dele, e engolindo todo o gozo dele ? acho que deveria te desejar? Feliz aniversário Kisuke, mas que? Se foda! ? ele riu e se deitou ao lado dela, ela tinha porra nos cantos dá boca, com o polegar ele limpou o resto de gozo devagar, ela pegou a mão dele é lambeu o pouco de porra em seu polegar e sorriu para ele:

    ? sabe? Eu ? ela estava sorrindo para ele, esperando ele terminar de falar, mas sua garganta e seu corpo pararam, passou pela cabeça dizer que a amava, mas não conseguiu! ? estou com frio. ? ela levantou e foi até a janela e a fechou, ela estava de costas para ele, olhando para a neve no chão frio, ele se condenava muito, por que não falou nada? Porquê? A voz feminina tomou seus ouvidos, e com muito carinho e falou:

    ? eu te amo Kisuke! ? ele levantou o tronco e com as bochechas rosadas ele praticamente gritou:

    ? Que? ? Ela olhou com sorriso maroto para ele:

    ? nada! ? falo seguido de uma risada quente olhando para o rosto confuso dele ? feliz aniversário Kisuke!? ele revirou os olhos, e a chamou para perto, e foi prontamente atendido, os olhares se encontraram e com um sorriso amarelado ele falou em seu ouvido:

    ? Eu... Você é uma boa gatinha!

    ? Eu também te amo!


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