Os Cinco Selos

Tempo estimado de leitura: 24 horas

    14
    Capítulos:

    Capítulo 156

    Cálido

    Linguagem Imprópria, Mutilação, Violência

    Yo!

    Bem, bem, bem, fechamos o mês com 40.490 visualizações!

    Vou começar a falar a quantidade de views sempre no último capítulo do mês, pois eu nunca comparei a quantidade views que recebo por mês. Eu não faço a minima ideia de quantos views eu tinha no inicio do ano, talvez 30k, sei lá

    Depois de tanto postando essa joça eu só quero terminar de postar logo. Tem a parte 4 toda pela frente ainda! Puta ideia bosta de começar a postar isso aqui

    (Vocês já devem ter reparado que sou "bipolar" ás vezes)

    O mais impressionante é que tem gente que gosta

    Ai ai

    Boa leitura, seus lindos! ^^

    Dante

    Lua e Dante se teletransportaram para uma casa em ruinas que ficava no deserto. Após desejar boa sorte para o Selo, Lua desapareceu. Agora sozinho, Dante observou a longa extensão coberta pela areia — parecia ser infinito. Acima dele, estava o sol, deixando o local escaldante. Suspirou. Forçando seus músculos, a camisa de Dante rasgou-se por completo.

    — Bem melhor.

    Então, sem mais enrolação, ele seguiu seu caminho. Avisado por Kleist sobre os adoráveis lagartos gigantes que viviam sob a areia, Dante deixou sua aura assassina emanar cautelosamente, assim deixaria as criaturinhas longe dele. "Talvez eu devesse atraí-los até mim, ai eu sairia deste tédio!", resmungou para si.

    Durante horas, Dante só caminhou. Chegou ao ponto de até o leve roçar da areia levado pelo vento em sua pele o incomodava. Estava quase explodindo de fúria. Semicerrando os olhos, ele conseguiu enxergar uma elevação logo a frente, tudo indicava que era montanha, e que não demoraria muito para chegar lá.

    Bom, ele estava meio errado. Parecia que demorou uma eternidade até que, finalmente!, Dante saiu da areia. Agora, o solo era rochoso com a coloração negra, bem escura. Por toda a extensão deste chão havia sulcos, que havia um líquido rubro e extremamente quente. Não demorou que para que Dante chegasse a incrível conclusão que aquilo era lava. Observando um pouco ao redor, conclui que a área rochosa era tão vasta quando o deserto. Além do mais, a montanha que ele tinha visto anteriormente estava bem perto agora. Obviamente, tratava-se de um vulcão.

    O calor era ainda mais intenso do que no deserto, mas, para o Selo da Fúria, não fazia muita diferença.

    Aproximando-se do vulcão, Dante avistou o grande cristal vermelho reluzindo com a forte luz do sol. Parando no mesmo instante que identificou, retirou um pequeno cristal do bolso de sua calça. As escleras de seus olhos ficaram negras, o vermelho da íris brilhou intensamente. Fazendo sua mão direita arder em chamas vermelhas, ele depositou um pouco de seu poder no cristal, imediatamente virando pó.

    — Mas que merda! Eu fui o último! Perdi a aposta! — praguejou bem alto. Por um tempo, Dante ficou parado calculando se teria dinheiro o suficiente para pagar uma noite em uma taverna com Aiken e Kleist. Depois de um suspirou, falou: — Por quanto tempo ira ficar aí dentro? Qualquer retardado sabe que você está escondido dentro do vulcão.

    O tremor começou, lava começou a transbordar. Saindo de dentro do vulcão, uma garra segurou sua borda. Fazendo o liquido rubro espalhar-se abundantemente, o dragão enfim ergue-se do vulcão. Sua pele escamada negra exalava vapor — lava passava por todos os sulcos em toda a extensão de seu corpo. Com as asas ainda recolhidas, o dragão desceu cautelosamente o vulcão e aproximou sua face — dentes afiados para fora mesmo com a mandíbula fechada e um par grande de chifres — do Selo. Mesma com a grande criatura tão perto, Dante apenas ficou parado com seu olhar solene. O dragão abriu sua a boca e rugiu. Mesmo com o barulho ensurdecedor e o bafo extremamente quente estar roçando em sua pele, Dante continuou parado sem reagir ou demonstrar algo além de indiferença. Vendo que seu inimigo não se amedrontou diante sua exibição, o dragão reagiu desferindo um súbito golpe com sua pata dianteira esquerda. Fúria fora arremessado, e a nuvem de poeira subia na mesma medida. Dante parou. Seu braço direito estava erguido em uma posição defensiva e suas chamas vermelhas concentravam-se nele.

    — É só isso? — perguntou ele. Seu braço direito sangrava um pouco, mas fora apenas isso que aquele golpe ocasionou. — Despertar: Deus da Fúria.

    As chamas explodiram. Em uma grande velocidade, Dante atirou-se no dragão e, como seus dois braços direitos, acertou o dragão — a criatura alada rolou pelo chão com o impacto. Agora, por todo o seu corpo, assim como no dragão, Dante havia sulcos onde suas chamas, tão densa quanto lava, passavam, além disso, mais um braço de cada lado abaixo dos originais.

    Provando um pouco da força de seu inimigo, o dragão logo se pôs de pé e tomou uma posição mais defensiva. Cerca de três de seus dentes haviam sido quebrados pelo ataque. Os olhos vermelhos do dragão pareciam arder em fúria agora. Notando isso, Dante disse enquanto estalava os dedos:

    — Calma, calma. Talvez tenhamos começado de forma errada. Quer ser meu animalzinho de estimação?

    O dragão cuspiu uma torrente de lava para cima do Selo, que arregalou os olhos e afastou-se imediatamente.

    — Por que ninguém aceita ser meu animal de estimação?!

    As asas vermelhas do dragão abriram-se, levantando voo logo em seguida. Dante cravou suas quatro mãos no chão e, com esforço, retirou um considerável pedaço do chão e atirou em seu inimigo de asas, acertando-o. O dragão, levemente atordoado, percebeu Fúria no ar vindo em sua direção, e brevemente rebateu-o com sua cauda. Ao brandir contra o chão, Dante fragmentou o solo e saiu deslizando. Antes que levantasse, o dragão o pegou e começou a elevar sua altura. As chamas vermelhas espalharam-se na tentativa do Selo de sair das garras, entretanto o dragão o jogou para dentro do vulcão antes que fosse possível. Em seguida, a besta alada atirou sua lava, enchendo o vulcão até transbordar.

    O dragão continuou pairando na frente do vulcão, aguardado a certeza que seu inimigo havia morrido.

    Uma certeza que certamente não viria.

    Em volta do cristal, o vulcão começou a rachar. A lava fez pressão, e o vulcão começou a ruir. O cristal vermelho desincrustou, voando diretamente em direção ao dragão, acertando em cheio a sua cara e fragmentando-se. Pego de surpresa, a criatura ficou atordoada por pouco instantes, voltado sua atenção para o vulcão, onde apenas esguichava lava enquanto ruía. Repentinamente, sentiu um leve aumento de calor em suas costas e, ao erguer o pescoço para olhar, deparou-se com o Deus da Fúria em sua Personificação sobre sua coluna. A pele de Dante, agora escamada, estava negra, as fissuras em seu corpo aumentaram e a chamas que corriam por elas intensificaram-se, torando-se ainda mais incandescente; e um nimbo vermelho circulava em suas costas. Sem enrolar, Fúria agarrou as asas com todas suas mãos e começou a puxar. Já o dragão, começou a perder estabilidade no ar. Os braços de Dante ficaram rubros e, ao adicionar mais um pouco de força, as asas foram arrancadas. O dragão berrou de dor enquanto caia, porém conseguiu manter-se de pé ao chegar ao solo.

    Pela ferida aberta do lugar que outrora esteve a asa, Dante enfiou sua mão. A marca da runa começou a se desenhar no dragão, a dor alucinante o fez perder o senso de equilíbrio, assim começando a rolar. Antes disso, Dante havia saltado para o chão. Ele observou o dragão se colocar de pé novamente, depois de um breve tempo caído — a runa gravou-se por completo na pele. Depois de ter perdido o cristal e suas asas, o dragão olhava para o Selo sedento e furioso, ansiando por matá-lo.

    Dante abriu um sorriso sádico. Pelo jeito, poderia divertir-se um pouco mais.

    Continua <3 :p

    Curiosidades:

    Mary: nome tão fofo quanto ela. Um dos Guerreiros sagrados. Para quem não lembra, Camille e Boros encontram-na em uma vila, em uma espécie de porão. Sua vila fora massacrada por completo pelos demônios. Seus pais haviam escondido Mary no porão da casa, onde protegeram o alçapão com os próprios corpo, e sangue deles maculou ela, mascarando seu cheiro.

    Armas: uma espada.

    Magia: aerocinese. Isto é, Mary é capaz de criar e controlar o ar ao seu bel-prazer.

    Idade: 15 anos

    Altura: 1,55 metros

    Aparência: cabelos curtos, rosa e com uma mecha branca (piebaldismo). Seus olhos são rosas bem claro. Mary não é nem um pouco alta e também não tem o corpo nem um pouco avantajado. À primeira vista, ela é uma mulher frágil, e a segunda vista também. E será assim continuamente até você vê-la em ação.

    Características: você sempre vai vê-la sorrindo, brincando e rindo. Entretanto, em uma luta, você irá ver a frieza que ela pode ter. Além disso, Mary carrega uma certa fúria dentro de si, que revela ser maior do as de seus companheiros — e isso reflete na intensidade de magia. Sua fúria chama atenção até mesmo de Dante.

    Gosta: pão-de-mel.

    Odeia: ser ignorada.


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