Amor Inesquecível

  • Aelita
  • Capitulos 15
  • Gêneros Romance e Novela

Tempo estimado de leitura: 3 horas

    12
    Capítulos:

    Capítulo 11

    Capítulo 11 - O pior não poderia ter acontecido

    Álcool, Linguagem Imprópria, Sexo

    Boa leitura!!!

    O professor Felipe entrou na sala, o olhar mais gélido que já vi em toda minha vida, meu corpo estremeceu, será que ele ouviu a minha afirmação de chamá-lo de gay? Não, não. Por favor tudo menos isso.  Percebo que estava olhando para mim.

    — Chega de conversa fiada, vamos abra a postila, na página 92.  Ele disse, desviou olhar apostila ele segurava. Eu me arrumei na cadeira, fiquei quieta.

    Pude ver algumas alunas levantarem a saia para deixar a calcinha quase a mostra, outra levanta a blusa e amarrava inventando a desculpa estava calor. “ Tava escrito nas testas de cada uma me coma”, em negrito destacado.

    Maldita aposta, quem foi a louca que inventou isso?  Eu desejava matá-la. O pior espalharam boatos o professor Felipe é gay!

    O professor começa a passar a revisão, explica novamente, quando uma aluna se levanta e vai em direção a mesa do professor perguntar algo, ela se inclina sobre mesa dele, mostrado ser ousada, ele apenas explicava o conteúdo a ela.

    Puta de raiva paro de fazer os exercícios os deixando de lado começo, balançar o lápis de uma lado para outro rápido, de nervosismo.

    Eu queria ir até ele e mostrar a essas piranhas que ele me pertencia, algo do tipo. Não poderia. Ele apenas agia como se nada tivesse acontecendo entre nós hoje de manhã.

    A oferecida volta direção da sua mesa, deixa seu lápis cair e se inclina perto dele devagar empinando a bunda mostrado sua calcinha para todos da classe.

    — Brenda! Abaixe essa saia já! Você está na escola, e não na rua!

    O professor a chamou atenção da oferecida. “Bem feito!”

    — Ai! Professor, sempre andei assim ninguém chamou minha atenção.

    — Está na escola, abaixe já essa saia, ou você prefere uma advertência? 

    — Mas...

    O professor levantada sua cadeira, encara a classe. – Não só você, todas então com blusa levantadas, pode tratando de abaixá-las. Ou preferem eu chame o diretor?

    — Professor está calor. – Alguma alunas reclamam, fazendo bico.

    — Não quero saber, e para isso tem ventilador dentro da sala de aula. Aquelas se recusarem a abaixar a blusa e saia mandarei para o diretor, então me entendedo?

    Os meninos começaram a rir provocando as garotas que estavam se queijando de abaixar a blusa, não querendo tomar advertência próximo semana de provas elas abaixam as blusa e saias.

    — Vocês tem dez minutos para acabar a revisão. Quero uma folha a parte, vou passas exercícios que caírão na prova, quero que me entreguem. Quem não entregar não recebera presença.

    Stevan me cutuca eu me viro para trás. – Que foi? – Eu perguntei.

    — Que bicho mordeu hoje o professor? Chegou emburrado e agora todo nervoso porque as meninas estavam levantado a saias e blusa?

    — Eu lá vou saber? Que bicho mordeu ele hoje? Só sei melhor não provocá-lo se realmente não quiser levar suspensão.

    Pode ouvir o professor chamar nossa atenção.

    — Eu disse sem conversa!  Ou será que teria que mudar algumas pessoas de lugares?

    Me viro olho meu fichário, não estava com vontade de fazer exercícios, apenas deixei de lado . – Saco. Murmuro.

    A aula continuou sento um saco pelo mal humor do professor Felipe, pôr fim o sinal tocou, ele se foi.

    As aulas continuaram, nos avisaram que não iriamos ter duas aulas, pedimos que nossa classe fosse liberada mais cedo. O professor de sociologia estava ocupado dando aula em outra turma do segundo ano, nós acabamos nos juntando ao segundo ano na mesma sala, o professor separou conteúdo no quadro negro nós copiamos, algumas dicas iriam cair na prova.

    Ótimo odeio meus pensamentos então além do que imagino. Eu não deveria estar pensado nisso, estou preocupada que ele tenha ouvido o que eu disse, o pior ele vai achar estava brincando com ele o tempo todo, merda! Eu tenho sempre pensar coisas negativas.

    Escuto o sinal tocar guardo as minhas coisas me despeço de Stevan. Queria procurar o professor, ele está bravo, não queria incomoda-lo acho melhor ir embora, deixa para outra hora para conversar o que eu gostaria de ter com ele. 

    O lado de sair cedo, chegarei em casa mais cedo, poderei dormir cedo. Não posso negar adoro dormir.  Olho para os lados não vejo nem um sinal do professor Felipe, vou até secretaria com demais alunos da minha classe são liberados irem embora, saio e me deparo com o pior .

    Meu pai, estava do lado de fora da escola me esperando, não teria volta, ele já havia me visto vem em minha direção, pensei em correr e fingir não ter visto ele, mas acredito que só vai piorar.

    — Aelita!  Queria falar com você.

    — Pai ?! O senhor está fazendo aqui? – Fingir estar supressas sua suposta abordagem.

    — Queria conversa com você a respeito sobre sua mãe, ontem você não veio para escola estava esperando.

    Ele cheirava álcool, provavelmente estava em algum bar próximo bebendo como sempre.

    — Pai. Nós conversamos sobre isso. Não quero falar sobre a mãe. Por favor não me peça.- decido ignora-lo sair andado ele agarra meu pulso.

    — Ei! Não foi essa educação eu dei para você!

    — Pai me solta o senhor está me machucando, por favor deixa mamãe em paz.  O senhor não entende ela não te quer mais.

    — Vamos Aelita, por favor você sabe eu amo muito sua mãe. Eu gostaria de verdade de voltamos como era antes.

    — Pai! Desculpe não dá. Depois o senhor fez.... Eu não consigo te perdoar .

    Já estava cansada de ser perseguida pelo meu pai, era sempre a mesma coisa. Ele sempre me pedia para conversar minha mãe ele havia mudado ele amava. Eu preferia as coisas continuasse assim, mas depois que ele quase tentou matar a minha mãe.

    — Filha me olha, eu mudei eu juro!

    Encarei meu pai olhar frio, sabia ele não havia mudado em nada! Nesses últimos três anos.

    — O senhor não mudou nada! Não minta para mim eu sei o senhor anda bebendo. Pai esqueça a mamãe de vez, arrume outra.

    Não sei onde tirei tanta coragem de afrontar meu pai, eu dei as costas e sai andado. Pude  ouvir ele me chamando e vindo atrás de mim.

    —Aelita! Aelita! Volte já aqui!

    Atravessei a rua cegamente sem olhar para os lados, não queria ter aproximação meu pai, mas na escola, depois eu passei, não queria novamente passar vergonha. Um carro vinha em baixa velocidade, por sorte, ele freia com tudo me assustando, quase parando em cima de mim.

    Por sorte não fui atropelada. Com o susto senti meu coração parar na boca.

    — Tá louca? Olha para onde anda!

    Por causa do farol do carro ofuscava minha visão não pode ver o homem colocou cabeça para fora do carro.

    — Desculpa! – Gritei atravessei a rua, meu pai, novamente se aproximando de mim dessa vez me reperdendo.

    — Aelita! Quase foi atropelada, dá pelo menos andar prestando atenção?

    Me virei e disse – Por favor me deixa pai! Será pedir demais? Eu já disse não quero saber! Me deixe em paz! – Depois eu disse perceber havia gritado com meu pai no meio da rua, eu já estava com os nervos a flor da pele.

    —Não grite comigo! – Ele amentou tom de voz comigo.

    — Mesmo você sendo maior de idade sou seu pai!

    — É mesmo? Infelizmente tenho vergonha ter um pai, assassino que tentou matar minha mãe! Vem dizer que ama ela. – Gritei de volta

    Pensei ele iria me bater ele levantou a mão para mim, pode ver seu olhar de fúria. Antecipei coloquei meus braços a frente me proteger esperando levar suco, não era a primeira vez ele me batia, em público, fechei os olhos esperando ele me bater mais não aconteceu, abri novamente meus olhos ele parou imóvel.

    — Conversamos outra hora.  Ele abaixou a mão e saiu andado, senti um grande alívio no peito. Olhei em direção à rua pude ver o carro da polícia, passando devagar, provavelmente eles estavam rondando a escola. Por isso meu pai foi embora, ele nem poderia estar tão próximo de mim com o mandado. Se ele me batesse com certeza os policias teriam visto, ele poderia parar na cadeia novamente.

    Eu desejava chegar em casa apenas mais rápido possível, tinha medo do meu pai me seguir e acabar descobrindo onde estamos morando.

    Ou será deveria mudar caminho eu faço para casa? Ou devo ir para outro local passar tempo?  Quer saber vou andado para casa, se eu perceber ele está me seguindo mudo o caminhou vou para casa da minha prima.

    Começo caminhar até avenida principal atenta, acabo levanto susto novamente um carro preto para meu lado da calçada.  Escuto chamar meu nome.

    — Aelita?

    A janela do carro e baixada por completo. Pode ver o professor, senti medo ele ter ouvido eu disse ter me interpretado mal.


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