Amor Inesquecível

  • Aelita
  • Capitulos 15
  • Gêneros Romance e Novela

Tempo estimado de leitura: 3 horas

    12
    Capítulos:

    Capítulo 10

    Capítulo 10 - Gay ?!

    Álcool, Linguagem Imprópria, Sexo

    FELIPE POV

    Estava me divertindo com cada reação eu provocava em Aelita, não consegui me conter de provocá-la. Estava quase perdendo meu controle, nessa brincadeira.

    Deus só poderia estar de sacanagem comigo, queria evitar a qualquer custo ter essa conversa com ela, por obra do destino, não foi possível. Voltei a corre com meu parceiro, desesperadamente eu a vi saindo correndo toda atrapalhada, ela deixou o celular cair no chão na hora que voltou para pegá-lo no chão se virou com tudo se trombando contra mim.

    Era inevitável não poderia passar por ela, deixá-la ali caída no chão. Só para que ela não me notasse. Eu vi o seu joelho e braço ralados, não poderia simplesmente passar ali como nada tivesse acontecido.

    Eu a convidei para ir no meu apartamento, não poderia imaginar que seria minha cova.

    Aelita era garota bonita e sexy, isso eu não poderia negar. O fato dela estar em minha frente me confuso. Não sabia explicar como me sentia.

    Escutei a porta se abrindo e me afastei rapidamente, escutei a doce voz familiar, ela não poderia me ver dessa forma como estava com Aelita. Me levantei, Aelita olhava assustada.

    —Pai — Ela gritou antes de se chocar contra as minhas pernas.

    Abaixei sorrindo, como sempre fazia quando ela se aproximava, peguei ela no colo, levantando-a. Beijei seu rosto. – Como está indo minha linda menina? – A perguntei.

    _Bem! Lá em casa está uma bagunça.

    Minha irmã entrou, parecia assustada com a situação. – Desculpe não sabia estava com companhia.

    Aelita se levantou do sofá –Â  Desculpa eu não era...

    Coloquei Eli no chão segurei o ombro dela o mais rápido possível, para que não fosse embora e não interpretasse a situação da maneira errada.

    _ Fique. Não é o que está pensado.

    - Mas...

    - Ela é minha irmã, essa pequena é minha sobrinha. Pude ouvir minha irmã fechando a porta atrás de si e interrompendo minha explicação.

    - Eu devo pedir desculpas, não sabia que meu irmão estava acompanhado. Ela não é minha filha. Desculpe achar que somos casados, minha filha tem grande afeição pelo meu irmão, ela sempre o chamou de pai.

    Aelita se manteve imóvel sem dizer nada. – Vamos sente-se. Eu pedi para ela se senta novamente, ela apenas obedeceu.

    - Pai!! Quem é ela? Sua namorada? – Senti Eli puxar minha blusa e como não poderia respondê-la, crianças são sempre curiosas e sempre perguntam sobre tudo.

    - Ela se chama Aelita, Eli, ela é sim a namorada do tio. Você não vai brincar seus brinquedos um pouco? Eu, sua mãe e Aelita temos que conversar.

    - Sim!!!  Ela apenas respondeu saiu correndo em direção da cozinha indo para a pequena mesa de criança. Eu comprei para ela brincar quando vem aqui em casa. Eli tem apenas quatro anos, ela não sabe o que é certo ou errado, ela está sendo criança.

    -Felipe se quiser eu posso ir embora, eu não queria causar nenhum mal-entendido.

    - Não tudo bem. Pensei que só viria no final do dia.

    - Eli não pode sentir cheiro de tinta, sabe como ela fica, toda pipocada por causa da sinusite. É só o cheiro sair que eu volto com Eli para meu apartamento.

    - Tudo bem eu só ...

    - Eu vou ver Eli, vocês precisam conversa. Com licença.

    Para evitar o clima tenso novamente me sentei ao seu lado. Eu poderia dizer? Percebi que Aelita começou a brincar com os dedos, limpei a garganta.

    - Lisa é minha irmã caçula, Eli é minha sobrinha como você pode ver. Desculpe não esperava elas essa hora. – Tentei o máximo para explicar que tudo aquilo não passou de mal-entendido, não queria ela pensasse que eu era grande canalha, achar que estava traindo minha suposta mulher e filha. 

    - Desculpe eu acho que me precipitei. Escutei sua sobrinha te chamar de pai. Tirei as minhas próprias conclusões.

    - Tudo bem. Não tenha se desculpar, em parte tenho uma pequena culpa.

    Me aproximei dele novamente, queria provocá-la, mas não era momento certo, principalmente com olhares curiosos em casa. Depositei minha mão sobre sua perna e comecei a cariciá-la, pude perceber que ela havia ficado tensa.

    - Vamos fazer assim. Vou toma um banho e te levarei pra casa.

    - Eu posso ir sozinha.

    - Nada disso.

    - Depois pode conversar, sobre nós.  – Ela apenas acenou com cabeça. A beijei no rosto e me levantei.

    -Fique à-vontade.

    Sai da sala a deixando-a sozinha. Fui em direção ao meu quarto peguei um muda de roupa, fui ao banheiro, precisava banho com urgência esfriar minha cabeça, estou perdendo meu controle, tentar ter uma relação com uma aula sempre foi contra meus princípios, veja só onde estou me metendo? Aelita essa menina consegue fazer meu mundo estremecer, só com simples palavras. Termino de me banhar saio, infelizmente não poderei apreciar meus minutos de paz, andar pelado. Já tenho três damas circulando pela casa, sou obrigado a me vestir.

    Saio do banheiro Eli vem correndo em minha direção agarrando minha perna.

    -Pai! Vai sair?

    - Daqui a pouco, minha princesa. – A pego no colo, ela começa a passar a mão no meu cabelo úmido, brincando com ele.

    - Se comporta, ouviu? Eli? Nada de travessuras até eu chegar. – Começo a caminhar com ela até a sala, onde vejo minha irmã sentada ao lado de Aelita, as duas conversavam.

    - Eli promete ser comporta? Pai vamos na soverteria?

    - Assim sua sinusite não melhora. Ela faz cara de triste, me fazendo rir, a beijo no rosto, a coloco no chão.

    - O pai tem que ir trabalhar.

    AELITA POV

    Eu juro por tudo que é mais sagrado, eu estremeci pensei que ele era casado. Minha mãe me ensinou a não pegar homem comprometidos, era falta de respeito por cima uma crime impiedoso. Eu não gostaria de ter aventuras com homem comprometido. Menina saio correndo colo dele chamando de pai, meu mundo desabou por completo. Não me via naquele mundo, onde eu poderia acabar estragando tudo por minha causa.

    Eu estava decidida em sair correndo daqui, ele me segurou me impedido de eu ir embora. Me pegando de surpresa, ele me explicou que não era filha dele apenas sobrinha dele. Nada daquilo não passou de um mal entendido.

    Ele disse para a pequena que eu era namorada dele, meu coração soltou desejando pular para fora do meu corpo e sair gritado de felicidade.   

    Pensei que ele iria se afastar de mim, pelo ao contrário ele voltou a se aproximar de mim. Disse que iria me levar para casa, conversaríamos sobre “Nós” sim ele disse” Nós”.

    Isso significa que havia uma chance, nós nos relacionamos. Acredito que Deus ouviu minhas preces. Peço perdão por nunca rezar por tudo que ele faz por mim e pela minha mãe. Prometo que hoje rezarei agradeceria.

    Sua irmã Lisa ele havia me dito que ele saiu, disse que iria tomar um banho, sua irmã vejo até me desculpando novamente. Ela sentou ao meu lado começou a fazer algumas perguntas. Como nós havia se conhecido, a quando tempo estávamos juntos.

    Não conseguir responder muitas coisas. De fato apenas ficamos uma única vez, eu disse que conhecia ele faz tempo, isso era verdade.

    E então ele entrou na sala com uma menina no colo, conversando com ele depois colocando no chão. De fato eu achava ele lindo, por eu gostar dele. De fato ele era lindo, majestoso e perfeito, meus olhos vão direto para seu abdômen perfeito, ele usava uma blusa colada mostrava todos seus músculos, usava calça social. “Deus tire esses pensamentos pervertidos da minha mente”.

    Meu subconsciente me dizia, esse homem está me matando vestido essa blusa colada, mostrava todos seus músculos perfeitos, imagina ele nu sobre mim?

    Para Aelita, você tem que se controlar. Agora não era hora de pensar nessas coisas.

    Ele se aproximou de mim. Me ajudou levantar.

    - Vamos?

    - Claro.

    Pego as minhas coisas descemos até o estacionamento, ele destrava o carro, abre a porta do passageiro para mim. Eu entro e me mantenho em silêncio.

    Seu cabelo molhado é divino. Foco! Foco! Aelita. Perco o foco só olhar para esses olhos lindos verde claro, essa boca perfeita. “Qual era o foco mesmo? Tento não olhar para ele, foi inevitável. Ele entrou no carro, pude sentir seu perfume invadido minhas narinas.

    Ele ligou o rápido tocava “Menina veneno”, era música dos anos 90 anos. Apreciava essa música, ele dirigia em direção a minha casa, ele parou no sinal vermelho, tentei me conter não ficar olhando ele, sua presença me incomodava de uma maneira inexplicável.

    - Que tão sair no sábado? Isso é se você não tiver compromisso.

    Não teve como evitar, um sorriso se formando meu rosto.

    - Esse final de semana? Sério?

    - Sim. Podemos ir ao cinema, se você quiser.

    - Cinema, ótima ideia. – Droga me lembro de algo que eu não gostaria ter lembrado, teria que estudar no final de semana, para semana que vem. Começaria as provas bimestrais.

    - Desculpa, acabei de me lembra que semana que vem começa as provas.

    - Não o problema se quiser posso te ajudar a estudar, eu sei que você tem dificuldade na minha matéria, em física. Só não consigo entender porque não dificuldade em química. 

    O que? Ele andou olhando meu histórico escolar?  Não acredito.

    - É que química, é fácil, só decorar a tabela periódica, os cálculos se resumem em litros ou qualidade de compostos químicos.

    - Não tem puro cálculo igual matemática. Eu não fui feita para entender cálculo.

    Ele começa a rir. Começa tocar “Kid Abelha - Fixação (1984)” _Nada como umas aulas extras  não resolva suas dúvidas na matéria.

    -Aula extra? Pense. Ter um namorado e ainda por cima ganha uma promoção junto com ele. Ganha aulas extras de matemática.

    Eu sei que comparei ele com um produto em promoção naquela compra de eletrodomésticos, de bônus vem livro de receitas. Eu poderia ter dito a ele? Dispenso suas aulas extra de matemática. Que preveria ter aula extra em seus braços.

    Desde quando eu me tornei tão atrevida a ter esses tipos de pensamentos?

    Ele volta a prestar atenção no trânsito, me olha rapidamente dá um sorrio sínico.

    - Está me comparado com produto em promoção?

    -Puta merda! Está lendo meus pensamentos?

    - Aelita! Estou pensamento em lavar essa sua boca suja.

    - Desculpa.

    - Não estou lendo seus pensamentos. Como você pronuncio já é de se esperar. Eu posso afirmar eu não sou produto em promoção, mas que tenho várias utilidades, que vem bônus extras.

    Eu não aguento começo a rir. – Qual serias bônus extras ? – Digo entre risos.

    - A srta. Vai descobrir em breve. 

    -Estou pagando para ver.

    - Está me desafiando?

    - Eu? Não imagina. –  Sim estava. Eu queria provocá-lo, de qualquer maneira, queria saber qual serias suas reações.  Fiz uma cara se sons, segurei minha risada.

    Percebi que estávamos próximos da minha casa, fiquei triste, mas agora estávamos tento uma conversa animada.  Ele parou o carro em frente à minha casa.

    - Está entregue.

    Pego as minhas coisas, antes de eu sair do carro o beijo rapidamente o pegando de surpresa. Saio do carro, antes de fechar a porta, digo. – Tenha um bom trabalho. Dirija com cuidado, nos vemos a noite.

    Fecho a porta do carro, ele acena com a mão e dando tchau. Entro em casa super animada, queria contar a minha mãe o que aconteceu hoje, mas ela não estava em casa, acredito foi trabalhar.

    Troco de roupa, como algo. Vou para meu quarto, começo a ler indicações que o professor Matthew havia me dado. Eu havia lido muito livros, nunca imaginei que um dia eu tentarei produzir um. Ligo o notebook, olho para a página completamente em branco em minha frente. Como eu deveria começar?  

    - Hum... isso é difícil...

    Tenho uma ideia começo a digitar, consigo escrever duas páginas de Word com base na minha redação. Eu pensava no meu professor diria que ele seria meu personagem eu havia criado sobre ele.  Salvo o arquivo, tenho que pensar em alguém que estivesse na escola. Quem sabe as ideias vem.

    Começo a me arrumar e ir pra escola. Hoje teria aula de matemática, não vejo a hora de chegar na escola, nós não passaríamos de aluna e professor, nada mais. Já era suficiente eu poder vê-lo.

    Eu não costumava me arrumar para ir pra escola. Mas pensando bem, queria ele me notasse. Passo uma maquiagem leve, deixo meus cabelos soltos, passo batom rosa.  A única coisa que teria que fazer, esconder esse terrível machucado no joelho, cubro com gases, decido usar meia calça branca esconder o curativo.

    Saio de casa, caminho atenta até chegar na escola, hoje em dia não se pode confiar nas pessoas, há possibilidades de um maníaco ou meu pai estar me perseguindo, estremeço com meus próprios pensamentos. Por fim chego na escola, mal coloco meu pés dentro da escola Karina vem em minha direção igual a um foguete.

    -Preciso te contar algo. Disse me puxando pelo braço.

    - Calma, para que tanta pressa?

    - Extremamente urgente. Vamos!

    Começamos a caminhar em direção aos fundos do pátio da escola. Paramos em um local afastado dos outros estudantes.

    -Você ficou sabendo?

    - Sabendo do que?

    -Todas as garotas do terceiro ano, incluindo a turma da manhã. Lançaram um desafio.

    Começo rir.-  Qual é vai dizer tu vai entra nessa jogada? Eu tô fora. Lembra da última vez, todas as turmas do último ano combinaram de aprontar com segundos anos.

    - Eu sei, mas turma do segundo ano merecia. Isso não vem caço. Todos as garotas do terceiro ano estão querendo pegar o professor de matemática, tem mais, quem conseguir agarrar o professor primeiro vai ganhar uma bolada de dinheiro.

    - Qual o professor de matemática está se revirando?

    - Quem mais seria o professor Felipe. Tá rolando boatos o professor Felipe é gay.

    - Para comprovar que ele não é Gay por isso inventaram um jogo de caçar o professor.

    - Você só pode estar de brincadeira. O professor Felipe é Gay? Acho isso tudo loucura. Você lembra o que aconteceu com o professor Danilo, pessoal começou a espalhar boatos que ele era gay. Levamos uma bronca da direção por estar espalhando falsos boatos, sobre nossos professores.

      Não sabia aonde eu ficava, se nervosa ou ria com situação por pensarem que o professor era gay, era impossível pensar um absurdo desses, ainda mais do que aconteceu entre nós. O pior estava por vir oferecidas iriam se oferecer de bandeja dada. Confirmava que se o professor era ou não gay.

    Isso vai rolar a maior confusão, ainda por cima eu vou ter me segurar para não sair por ai gritando esse “professor me pertencia”. 

    - E só isso queria me contar? Eu não vou participar dessa loucura.

    - Não apenas isso. Tem mais tá rolando no grupo de terceiro. Teremos novo professor estagiário, parece ele é filho professora Stella, ele entra na jogada também.

    - Tô fora. Não vou participar dessas loucuras, é melhor tirar seu da reta Karina antes que isso vire uma grande confusão se o diretor descobre é capaz de todos do terceiro serem expulsos por nós expormos professores, e não se esqueça que a maioria é menor de idade, nossos pais que depõem.

    -Qual é Aelita vai ser apenas um jogo de sedução para ver se o professor Felipe realmente é gay ou não. O novo professor estagiário, vê quem leva a melhor.

    Eu, mas quero ficar longe de confusão. Escutamos o sinal a tocar, estou prestes a subir as escadas vejo um grupo de garotas, rodeando Felipe. Fala sério? Elas vão mesmo levar isso a sério, essa aposta idiota?

    Tenta não chamar atenção. Subo as escadas, me despeço de Karina entro na sala não há ninguém me sento no lugar que costumo, Stevan senta atrás de mim.   

    - E ai cara é essa? Não está atrás do professor.

    - Até você está sabendo dessa aposta idiota? Eu não vou  participar dessa loucura.

    - Fala sério quem diria o professor Felipe é Gay?

    Stevan aponta para mim, faz careta completamente estranha. – Que cara é essa? Porque tá apontado para mim?

    - Aelita o professor. Ele disse.

    Me viro para frente vejo o professor Felipe estava me olhando de braços cruzados, ele parecia estar bravo. O restante dos alunos entravam, vejo algumas garota se sentado na frente, nunca havia visto ele assim.


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