Amor Inesquecível

  • Aelita
  • Capitulos 15
  • Gêneros Romance e Novela

Tempo estimado de leitura: 3 horas

    12
    Capítulos:

    Capítulo 8

    "Se apaixonar faz com que você fique mais idiota também?"

    Álcool, Linguagem Imprópria, Sexo

    Yo aqui!!!!! espero que gostem do capitulo .

    Beijos até próxima

    FELIPE PO’V

    Eu não sabia como havia permitido que as coisas chegassem a aquele ponto. Precisava me conter, mas minha ansiedade era praticamente palpável.

    _“Você não deveria ter dito isso.”. – Ela disse encarando.

     Sua voz era rude.

    Eu avisei que não estava disposto a brincadeiras.

    _Aelita aquilo tudo não passou único beijo. Melhor você me esquecer.

    _Mais eu....

    _Mais nada Aelita. Eu não estou atrás pequena aventura com a minha aluna.

    Ela desviou olhar direção a janela do carro. Vi uma mulher sair de casa, a longe reconhece. Era a mãe de Aelita, então estacionei o carro em frente à casa.

    _Continuamos a nossa conversa depois. Ela apenas acenou com cabeça saio do carro disse algo sua mãe. Eu desliguei o carro e sair. Eu realmente gostaria de falar com mãe dela sobre assunto.

    _Boa noite Srta. – Mãe dela me olhou parecia espantada.

    AELITA PO’V

    Tomei decisão seria atrevida o suficiente, e fazer o possível para chamar atenção do meu professor.  Eu gostava dele e queria demostrar isso a ele. Não perderia a chance. Não mais.

    A única coisa que recebi foi resposta de reprovação sobre minhas atitudes. Ele não entendia como me sentia em relação a ele. Sai do carro brava, não queria demostrar as minhas atitudes rudes na frente dele.  Percebi minha mãe me esperava lado de fora de casa. Eu cumprimentei e disse ela estava tudo bem comigo, seu rosto mostrou grande alívio em parte.

    O professor saiu do carro, algo que eu não esperava ele cumprimentou minha mãe, ela ficou em silêncio por alguns segundos.

    _ Boa.... Boa noite professor, desculpe o senhor não é familiar?

    _ Na verdade nós já se conhecemos me chamo Felipe. Eu dei aula uns alunos atrás para sua filha.

    _ Mas o senhor havia saído da escola, pelo o que eu soube pela minha filha.

    _ E verdade. Recentemente eu voltei a dar aula na mesma escola.

    _ Escola me ligou me informou que estaria trazendo minha filha para casa. Posso saber o que aconteceu? Não souberam me informar.

    Me mantive ao lado da minha mãe, então disse rapidamente sobre o assunto.

    _O pai apareceu na escola.

    _ Minha nossa! – Ela exclamou. _ Querida você está bem? Ele te vez algo?

    Apenas acenei com cabeça negando. Não queria olhar cara meu professor, não agora.

    _ Mãe vou entra.

    _ Sim querida vai.

    FELIPE PO’V

    Aelita me agradeceu deu boa noite entrou, pode percebe ela estava brava com a minha atitude, eu poderia fazer? Não poderia iludi-la.

    _Professor Felipe gostaria de entrar e toma um café?

    _ Sim obrigado. Decidi aceitar, queria conversar com a mãe dela sobre o assunto. Não era da minha conta, mas poderia ter problemas futuramente em relações a desavenças familiares isso poderia levar a mudança de comportamento do aluno.

    Eu a acompanhei até a sala e pediu para que me sentasse e foi até cozinha buscar o café. A casa era simples aparentemente era pequena. Escutei porta se abrindo no corredor olhei e vi Aelita saindo do quarto coçando sua perna ela gritou.

    _Mãe!! A senhora sabe onde está o repelente? – Deu pra ouvir a mãe de Aelita gritado de volta.

    _Está no banheiro!

    Ela se virou em minha direção pareceu ficar estática. _Desculpe... Professor não sabia que o senhor estava ai. Ela já havia mudado de roupa usava short jeans rasgado uma blusa de mandas curtas, tentei não suspirar ao reparar os bicos de seus peitos estavam por completo a mostra, denunciando que ela estava sem sutiã. Deus!

    Poderia estar de sacanagem comigo!

    _Tudo bem. Sua mãe me convidou para tomar um café.

    _ Melhor passar álcool, alivia a coceira. Disse percebendo sua coxa estava com um vergão vermelho.

    _Sim. Eu tenho alergia a mosquito. Fico praticamente toda pipocada. Ela deu um sorriso fraco.

    _Se me der licença. Vou passar repelente.

    _ Claro. Eu saio em direção a outra porta, eu apenas a observava andando em direção ao banheiro. Sua mãe apareceu com café me entregando eu aceitei, ela sentou do outro lado no sofá.

    _Desculpe professor. Fazê-lo vir até nossa casa e trazer minha filha por causa do meu ex-marido.

    _Não se desculpe. Esse tipo de coisa acontece. A senhora sabe. Pode contar comigo. Estou preocupado que isso possa causar problemas futuramente a minha aluna.

    _Eu sei. O senhor sabe situação da minha filha. Ela não mudou muito esse último quatro anos. Ela ainda é muito antissocial, tem dificuldade com algumas matérias. Me preocupa ela as vezes me esconde as coisas, isso me assusta muito.

    Olhei de relance direção a porta do banheiro Aelita se manteve parada em silencio, acredito que gostaria de ouvir nossa conversa. Ela sai disparada do banheiro em direção ao seu quarto fechando a porta.

    _ Eu sei como é, dei aula para menores-infratores alguns anos atrás, entendo muito bem a senhorita deve estar pensado. – Disse dando um gole no café.

    _ Eu não nem tipo de problema relacionado a escola ou rebeldias com ela. Aelita foi uma menina que nunca me deu trabalho. Só que me preocupei. Ela esconde fatos sobre o pai ou algo de ruim acontece relacionado ela. E....- ela vem uma pausa.  _Parece ela tem medo das pessoas.

    Não foi o que vi, na sexta-feira passada, Aelita se manteve quase tempo em silêncio as duas moças nos convidaram sentar com elas. Acredito esse “medo” possa ser relacionado outros acontecimentos.

    _ Posso saber tipos de “medo pessoas” a senhora se refere?

    _Ela não quer conhecer pessoas novas. Não dá oportunidades para que as pessoas se aproximem dela, na verdade não sei o que passa na cabeça a minha filha.

    AELITA PO’V

    Depois peguei repelente fui pro meu quarto. Mas infelizmente eu pude ouvir a conversa, que minha mãe estava tento com meu professor. Não é medo, só gosto apenas de viver no meu mundo odeio conhecer pessoas nova, não confio, odeio entrar em detalhes sobre minha vida gosto apenas de guardar pra mim mesma. Pude ouvir ela contar pro professor sobre meu pai, ele é agressivo, muitas vezes ele levantou a mão para minha mãe e para mim. Finalmente minha decência se separa dele, ele ficou louco tentou matar a minha mãe , por sorte os vizinhos interferiram, chamaram a polícia, foi a partir desse momento que minha vida se tornou uma loucura meu pai tentou tirar a guarda da minha mãe, não consegui o juiz entendeu eu queria ficar com ela e não com ele.

    Recebemos várias ameaças dele. Tivemos que nos mudar da antiga casa. Mesmo ele recebendo ordem ficar longe da a gente, ele desacata a lei as vezes vem atrás de mim, me convencer a morar com ele ou dizer que mudou. Que quer minha mãe de volta. Eu não acredito em suas palavras. Na última vez ele veio atrás de mim na escola. Tentou me levar a força eu gritei acabei fazendo mais escândalo frente à escola.     

     Peguei o livro que queria ler, mas não consegui apenas o segurei e quando escutava a conversa entre eles. Suspirei me levantei coloquei o livro de volta no lugar. Por fim eles pararam de conversa a meu respeito. Logo escutei minha mãe bater na minha porta eu abri.

    _Querida seu professor está indo embora, por favor seja educada e vai se despedir dele.

    _Certo mãe. Sai do quarto me deparei meu professor na sala em pé.

    _Eu acompanho o senhor. Disse seca. Não queria falar com ele. Eu até acompanhei até entrada de casa.

    _ Boa noite professor. Muito obrigado por me trazer.  Ele continuava meu lado apenas me olhando, não conseguia decifra sua expressão, não sabia ele estava bravo comigo ou triste até mesmo sério, ele apenas me olhava de uma maneira tão vaga.

    _Aelita, você sabe que pode conta comigo. Se algo estiver lhe incomodando.

    _Desculpa professor, o senhor tem razão. Eu não deveria ter começado isso tudo. E eu desviei olhar para não fita-lo.

    _E queria pedir desculpas, o senhor não precisa se preocupar comigo. Sobre meu pai eu tomarei cuidado. Só lhe peço que não conte o ocorrido no ônibus. Eu ainda não tive coragem de contar a ela.

    _Eu não contarei. Acredito que sua mãe tem o direito de saber o que ocorreu.

    _Eu só apenas quero confiem em mim Aelita . Não estou pedido para você se afastar sobre o que aconteceu bar.

    _ Mas o senhor mesmo disse eu não deveria ter falado aquilo. Eu entendo o senhor não que eu me aproxime.

    Ele bufou parecia estava bravo comigo. _Vamos ter essa conversa depois. Aelita eu sou adulto, não estou atrás de diversão com .... garotas, mas que sejam minhas alunas. Isso pode me causar sérios problemas.

    _Você é uma garota linda e sexy. Você tem suas qualidades. Vai achar o garoto certo.

    O silencio se manteve por momento entre eles. _Bom é melhor ir indo. Se cuida Aelita. E boa noite.

    Felipe abriu a porta do carro e entrou, ouviu um quase murmuro de boa noite da Aelita. Ao se despedir Aelita entrou antes que entrasse seu quarto viu sua mãe sentada no sofá vendo televisão.

    _Mãe. – Ela a chamou.

    _Sim querida?

    _ O que senhora acha de um relacionamento entre aluno e um professor? –Antes mesmo de enfrentar dificuldades futuramente, queria de certificar o que aguardava, previ que o futuro seguira com seu plano chamar atenção seu professor. 

    Mãe de Aelita massageou o pescoço demostrando uma forma de refletir a pergunta da filha.

    _Se de alguma forma amorosa?

    _ Sim mãe.

    _ Bom, eu não tenho nada contra duas pessoas se amarem. Mais acredito tudo tem seu devido lugar e hora. Eu digo queria não me importaria se há uma relação entre os dois, claro, entre eles deveriam ter respeito um pelo outro. E não apenas aventuras amorosas, para ambos poderia causa muito problemas ao olhar outras pessoas mal-intencionadas.

    _Querida por acaso você queira me contar algo?

    Aelita se aproximou da sua mãe sentou ao seu lado.

    _Mãe eu sei quase não há segredo entre a gente. Mas o que a senhora diria se estivesse gostado do professor Felipe?

    _Por acaso vocês alguma vez ficaram junto?

    _Sim. Na sexta-feira, quando eu fui para bar. E por coincidência o professor apareceu lá com uns amigos. Minha prima conhecida do Davi, elas convidaram para se sentar conosco, eu estava preste ir embora, mas o professor pediu para eu fazer companhia a ele. Depois disso apenas conversa e não rolou muita coisa apenas um beijo. – Aelita fica envergonhada ao contar que aconteceu entre ela o professor para sua mãe. Ela apoia sua cabeça na perna na mãe procurando uma forma de apoio.

    _Querida ele demostra gostar de você de verdade?

    _Não sei mãe. Eu realmente queria conversa com ele sobre esse assunto. Acredito que ele me deu um fora ou algo parecido.

    _O que ele te disse querida?

    _ Ele me disse não estar atrás de uma aventura apenas uma aluna, e que eu deveria encontrar a pessoa certa para mim. E que depois conversaríamos sobre isso depois.

    _Filha se ele demostrar gostar de você de verdade. Ele vai te respeitar em qualquer momento até te afastando. Converse com ele a respeito.

    _Sim, mãe eu conversarei com ele.

    _Ele gosta de você, então o que eu posso dizer siga em frente. Mas tenha cautela lembre-se de você continua a ser aluna e ele o professor, na sala de aula.

    Aelita se levanta e beija bochechas da mãe. _ Você é melhor mãe do mundo!

    Na manhã seguinte escuta o despertador tocar já era terceira vez. Quando sua mãe entrou no quarto a mandado levantar.

    _Vamos querida vai se atrasa pro curso.

    _ hum... já vou levantar.... – Resmungou Aelita. –“Odeio acordar cedo! Isso não é pior, o pior ter pega maldito ônibus pelo amanhã lotado, arg!!! Para piora meu tico teco não costuma funcionar bem pela manhã.

    Tomo coragem e decido levantar me arrumo, pego o material necessitado, raras as vezes que eu como algo no café-da-manhã. Mais tenho costume “bizarro” isso graças empregada cuidava de mim era pequena “Lica” era como eu chama, ele me acostumou desde pequena apenas toma leito com achocolatado. Depois Lica se casou deixo de trabalhar para minha mãe de cuidar de mim. Des eu me conheço por gente, não consigo comer nada no café-da-manha só mesmo tomar um leite, como se fosse um vício pelo café preto pela manhã igual minha mãe.

    Fazer o que meu estômago se acostumou assim. Não consigo comer nada pela manhã, além de poder tomar um suco ou leite. Tomo leite e saio, espero o ônibus. Chego no meu curso me sento começo refletir no que minha mãe me disse. Ela me apoia num momento ela seria contra nossa relação.

    O professor entra na sala o restante dos alunos. Eu havia tido antes meu tico teco não funciona direito por isso na primeira aula do curso demorei fazer a redação o professor havia pedido, tema ela livre. Para testar como estamos na escrita. Então apenas escrevi o que sentia no fundo meu coração a sensação estar apaixonada pelo professor. Claro não diria que era eu. Escrevi um personagem demostrado suas emoções e como “ela” via o mundo em sua volta, ele está seu lado. Entreguei redação ao professor. Voltei meu lugar, as horas passaram soando no final do curso o professor Matthew Morrison, me chamou avisado queria conversa comigo.

    Eu acompanho até sua fala antes entramos decido pergunta o que ele gostaria de falar comigo.

    _É sobre sua redação. Vamos Aelita sente-se. Eu entrei me sentei esperei ele dizer, ele pegou minha redação sentou meu lado na ponta da mesa.

    _Aelita o motivo eu te chamei aqui, suas redações elas são muito boas, as vezes eu encontro erros de palavras trocadas ou verbos trocados, nada que não possa se aperfeiçoar com o tempo.

    _Você já pensou em ser escritora?

    -“A pergunta dele me pegou de surpresa não esperada “. Então responde. _Não senhor. Bom gosto de ler muito livros de romance, mas nunca pensei ser escritora.

    _ Eu quero dizer você tem potencial. Você descreve seu personagem como ele fosse real em suas emoções, essa não é primeira redação livre que eu dou para vocês.  Eu percebi como você escreve se tivesse tentando dizer algo através dos personagens que você cria na redação.

    _Por acaso está apaixonada? Pelo seu professor ou foi apaixonada por ele? – Ele lê o título da minha redação “Amor Inesquecível”

    Mil vezes droga! Estava tão perdida nos meus próprios pensamentos, pensado qual conversa tornaria o rumo.  Acabei descrevendo todas as minhas emoções pelo professor o quando gosto dele, acabei escrevendo algumas memórias do passado me sentia estar perto dele. – ”Está tão assim na cara o que eu escrevi na redação? “

    Pela segunda vez merda! Acabei pensado alto o professor me olhou parecia assuntado eu havia acabo de dizer.

    _Não acho errado você amar um professor Aelita.  Mais muitas pessoas acabam se expressando de alguma maneira através da escrita. Quando eu li sua redação e um tema muito abortado pelas pessoas em altas críticas, por ser relação proibida entre ambos.

    _Gostaria de testar suas habilidades?

    Não tinha como encarar meu professor de linguagem. Ele havia descoberto meus sentidos. Mesmo sendo contra a ética, ele agiu normal pelo fato de escrever o pequeno tema entre romance entre professor e uma aluna. Testa minha habilidade de que forma? Já mais passou pela minha cabeça ser escritora algo do tipo. Eu amo ler romance, mas acho não teria capacidade de criar algo incrível como uns dos romances eu costumo ler.

    _Como eu poderia testa-las? Como o senhor disse? Professor Matthew.

    Ele me entregou minha redação então disse. Eu a corregi seus erros ortográficos. Tente continuar o desfecho dessa história.

    _Como assim continua-la?

    _ Tente criar o primeiro capitulo com base nessa redação. Me entregue semana que vem, qualquer dúvida poderá entra contado comigo.

    O professor se levantou pegou a caneta e começo a escrever em seu E-mail em um papel seu telefone depois ele em entregou.

    _Pode me mandar sua história para meu e-mail tirar as dúvidas o que precisar. E Srta. Aelita. Escreva com emoções e carinho como escreveu essa redação. Isso te aconselho se desejar conquistar corações de outras pessoas deve dar a vida personagens suas emoções.

    _Então nos vemos semana que vem? – O professor esticou a mão para que eu possa aperta-la eu aceite seu aperto de mão.

    _ Muito obrigada professor pela oportunidade, prometo tentar fazer meu melhor. – Digo entre sorriso, essa era boa notícia, quem não ficaria feliz? Por um professor elogia sua redação?

    Me despeço dele com sorriso ele retribui. Eu saio da sala dele, olho o papel estava em minhas mãos “Amor inesquecível “ Eu ri pelo nervosismo. Imagina se meu professor soubesse que acabei descrevendo minhas emoções por ele em uma redação. Ele me chamaria de louca ou maluca, até mesmo uma psicopata!

    Acredito eu acabei caindo na rede dele. Igual um peixinho cai na rede um pescado, sem passagem de volta para o mar.  Saio do curso querendo dar boas notícias a minha mãe.

    FELIPE PO’V

    Decidir corre pela manhã com um amigo, ao redor nosso bairro. Estamos correndo ritmo agradável nem muito rápido nem muito lento.

    _Então você vai levar quem para o casamento da Yukary?  - Ele me perguntou enquanto corríamos.

    _ Não sei. Não faço a menor ideia.  Paramos para tomar água, eu só poderia estar louco escuto o nome “Aelita” ser chamado. Olho direção pouco mais a frente vejo homem correndo atrás de uma jovem, mas não era garota qualquer era ela. Aelita em carne e osso estava poucos menos na minha frente. Escuto nome dela novamente ser pronunciado ela se virou para conversar com um homem.

    AELITA PO’V

    _ Professor Matthew?

    _Ainda bem. Consegui te alcançar. Ele ofegou o professor parecia pouco sedentário por vir atrás de mim.

    _Eu esqueci te dar isso. Ele me entrega outro papel.

    _ São regras básicas de como deve criar o contesto. O professor pela sua mão meu braço massageio rápido e depois deu bato de leve, me incentivando e disse. _ Boa sorte.

    _Obrigada de novo. 


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