Lost Memories

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    10
    Capítulos:

    Capítulo 3

    Estranhos costumes

    Álcool, Drogas

    Runo e os guerreiros depois do jantar foram, caminhar pela cidade, de repente perto da casa de Tereza ouvi-se um grito.

    —MADÁ, MADÁ! OH SUA MOLECA JÁ PRA DENTRO, VENHA DORMIR. Gritava o pai de Madá.

    —Dormir? Acabou de anoitecer. Billy Pergunta confuso.

    —MADÁ NÃO VOU FALAR DE NOVO OH TU ME APARECE EM CINCO MINUTO OU VAI DORMIR COM O CORO QUENTE HOJE. Esbravejao homem estralando o chicote.

    —ALLAN, CLAY, HARRY, OCÊS TRÊS JÁ PRA DENTRO AGORA. Grita Francisco.

    —Bonoite cumpade. Cumprimenta o pai de Madá.

    —Bonoite, onde que se meteu essa cambada? Pergunta Francisco.

    —Se eles não me aparecer aqui… Ameaçava o pai de Madá.

    —Ara pai não carecia de gritar tanto, tamo aqui vivim. Clay levanta os braços mostrando que estava bem.

    —E cumpade lá do estradão la longe escutava os berros do ocês. Dan debocha.

    —Já pra cama tua moleca. Ordenao pai de Madá a empurrando.

    A imaturidade de Madá era tamanha que ela passou a porteira como uma criança pequena com as duas mãos na bunda pra não sentir a chibata.

    —E ocês três também já pra cama. Ordena Francisco.

    —Bonoiote Madá, cumpade. Dan se despede.

    —Bonoite Allan, Clay, Harry, seu Francisco. Madá também se despede de sua turma e entra.

    —Bonoite. Clay e Harry se despedem e seguem Dan.

    Os guerreiros ficaram com uma cara de “o que é isso”?

    —São sete da noite, o Dan ta indo dormir as sete da noite. Constata Julie.

    —Só uma pancada pra fazer esse milagre. Pentelha Billy, rindo.

    —Billy cala essa boca que isso não tem graça, o Dan não se lembra quem ele é. Repreende Marucho.

    —Eu sei Marucho, mas sete horas da noite, onde o Kuso que conhecemos iria pra cama ás sete da noite, ele iria as dez com muito custo. Lembra Billy.

    Runo se encosta numa árvore e acaba chorando, lembrava-se  dos beijos, os abraços, o rosto de Dan, as juras de amor.

    —Ara, ta tudo bem com tu? Pergunta Damião, que passava ali, também correndo pra chegar em casa.

    —Damião né? Por que todos aqui dormem sete da noite? Pergunta Billy.

    —Ara, nois não somos desocurpado, nós tem trabai amanhã, escola, depois tem que ajudar na roça, a Madá e o Allan só vão pra roça amanhã e eu e os menino vai tudo pra escola. Acordamo às cinco da manhã logo que ouvimo o galo cantar.

    _DAMIÃO, OH MOLEQUE, PASSA JÁ PRA DENTRO, NÃO FICA DE PAPO COM OS ESTRANHO, PASSA JÁ PRA CASA. Ordena alto e claro a mãe de Damião.

    —Ara, deixa eu ir, bonoite a todo ocês. Diz Damião.

    —Estranhos nós? Quem ta indo pra cama ás sete da noite? Diz Billy.

    —E eu que achava que já tava ruim o bastante Dan estar com amnésia, ele ta vivendo outra vida, por algum motivo estranho Dan se transformou no garoto Allan, eu sei que bateu a cabeça, mas as pessoas aqui da cidade o tratam como se ele tivesse nascido aqui. Drago indagou.

    —Isso é verdade, essas pessoas agem como se o Dan sempre fosse esse tal de Allan, mas por que? Pergunta Shun, também baixando a cabeça se lembrando do seu melhor amigo.

    —Temos que ajudar o Dan a se recuperar, My Lady não fique assim minha querida, logo mais Dan estará aqui conosco, dormindo tarde, tendo que ser sacudido pra sair da cama. Tigrerra tenta levantar o animo de Runo.

    —Vamos, vamos pra pousada. Chama Shun.

    —Nós não vamos dormir não né Kazami, sabe também não curto isso de dormir ás sete da noite. Billy fala de forma assustada.

    —Cala essa boca e anda logo, a Runo não ta bem... Ordena Shun.

    Drago olha pra casa, que aos poucos vai tendo as luzes apagadas, a casa ao lado também.

    —Boa noite amigão. Diz Drago, chateado.

    —Oh Drago, calma, em breve vocês dois estarão juntos, varando madrugadas conversando. Tigreerra anima seu amigo.

    —Obrigada Tigrerra, Pessoal precisamos dizer a esse casal que adotou Dan que ele é de verdade. Pede Drago.

    —Ainda que digamos, tem algo estranho aqui, precisamos descobrir. Shun fala pensativo..

    —Calma Shun, em breve Dan estará conosco, eu achei uma gracinha ele brincando com os pequenos.  Alice fala derretida com a cena.

    —Alice, gracinha? Eu só queria meu preguiçoso de volta! Lamenta Runo olhando pra casa.

    —Vamos ter paciência, amnésia é algo passageiro, eu sei que ta doendo vê-lo assim, nós precisamos ir ver o tal doutor que cuidou dele quando ele sofreu o acidente. Alice propõe, confortando Runo, com um abraço.

    —Certo! Concordam todos.

     


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