Altas aventuras em Tóquio

  • Bergovi
  • Capitulos 16
  • Gêneros Aventura

Tempo estimado de leitura: 4 horas

    18
    Capítulos:

    Capítulo 14

    Altas aventuras em Tóquio Drift

    Álcool, Hentai, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência

    Ola, tudo bem?

    Demorei bastante para postar.

    Peço desculpas para quem está acompanhando a história.

    Passei por uma situação muito triste que abalou o meu emocional.

    Mas graças a Deus eu voltei e me dediquei a escrita.

    Foi difícil escrever esse capítulo.

    Espero que vocês gostem.

    Boa leitura!

    — Solte-a agora. — A brasileira reconheceu a voz que estava a seu favor.

    — Ora ora, Kuchiki Byakuya... — DK abriu um sorriso torto. A presença oponente de um membro de uma das famílias mais renomadas de Tóquio era motivo para manter a classe. — É uma honra termos um Kuchiki por aqui. — Ele mordiscou a orelha da moça com o intuito de provocar toda a sutileza do nobre. A afastou da parede e manteve segura pelos braços — Vamos brindar? — Pegou uma taça e ergueu.

    Byakuya tentava se controlar, não pelas provocações baratas de um mafioso, mas pelas vezes que o japonês encostava na garota.

    — Não há motivos para brindes. Não vou repetir. — O Kuchiki se aproximou de DK e foi surpreendido por algo inesperado.

    — Afasta-se. — DK tirou uma navalha do bolso e apontou para o rosto da moça. — Você não quer ser o responsável por um corte profundo nesse rosto delicado.

    Byakuya trincou os dentes com essa atitude e precisava fazer algo para salvar a brasileira. Jenny olhava desesperadamente para ele lhe implorando para a ajudar. Ele precisava pensar em algo e eficaz.

    — Não faça mal a ela. — Respirou fundo pois sua vontade era matá-lo. — Te proponho algo. Você solta a moça e eu finjo que nada aconteceu aqui. Tenho influências e não ajudaria na sua imagem afrontar um membro do Clã Kuchiki.

    DK riu com a proposta de Byakuya e aproveitou a oportunidade para uma nova sugestão.

    — Tenho uma nova proposta. Vamos correr e apostar a moça bonita. Você a quer tanto quanto eu. — Ele apertou Jenny pela cintura. — Eu não faria mal a essa preciosidade. — Guardou a navalha em seu bolso. — Quem ganhar levará a garota e o carro. Tem um carro para correr?

    O Kuchiki levantou uma sobrancelha pela novidade. Ele era mestre em kendô. Mas o que muitos não sabiam é que ele aprendeu a correr com Han Lue em outras histórias. Finalmente abriu a boca e confirmou.

    — Terei mais um carro para a minha coleção. Vamos. Não tenho tempo a perder. — Ele se dirigiu para a saída daquela sala. Enquanto DK olhava para seu comparsa oxigenado.

    — Calminha, Kuchiki. Estamos em uma festa. Quero o máximo de pessoas para me ver te derrotar nessa corrida. — DK soltou Jenny que ainda não estava acreditando no que estava acontecendo. Byakuya aceitou uma corrida por ela? Ela estava sem reação.

    Byakuya ainda de costas riu da tentativa de afronta de seu oponente.

    — Chame todos para ver a sua derrota.

    ***

    — O que está acontecendo aqui? — Renji via Rukia ao lado de um alaranjado enquanto Vivian saía abraçada a um misterioso. — Vivian?! — A chamou mas foi inútil. Foi surpreendido por outra manifestação só que no salão principal.

    — O que está acontecendo? — Rukia se alarmou pois todos estavam indo em direção para dentro. Ela acompanhou aquele alvoroço e viu Jenny acompanhada por um rapaz mal encarado. Olhando mais atentamente viu quem era o responsável por sua ida até lá. — Nii-sama? — Ela não acreditava no que estava vendo.

    — Seu irmão está aqui, Rukia. — Renji também se aproximou percebendo que a noite realmente tinha começado com mais novidades.

    — Mas o que está acontecendo...?

    ***

    — Boa noite, senhoras e senhores. Imagino que todos devem estar se divertindo e muito nessa grande festa. — DK estava no centro daquela pista e sob holofotes. Falava abertamente como um infiltrado naquela festa. Não sentia nenhuma vergonha com um microfone em sua boca. — Peço desculpas a organizadora da festa mas prometo que ficará muito mais interessante a noite. — Ele sorria e olhava para Byakuya com um certo ar desafiador. — Hoje eu irei correr nas ruas dessa grande cidade. Será uma noite de apostas. — O povo gritava e as pessoas iam ao delírio. As corridas de rua atraíam muitos jovens. — E todos vocês estão convidados para prestigiar. — DK era conhecido das pessoas e não corria para perder. Ele era temido até pelos mais profissionais corredores. — Hoje Tóquio será nossa!

    Jenny ainda procurava pela amiga mas não a viu em nenhum canto. Byakuya se afastava no meio da multidão como uma sombra e agora ela estava sob “proteção”. Aquilo estava se tornando a maior roubada de sua vida ainda mais quando ela era um motivo de apostas.

    Um japonês oxigenado a mantinha sob olhares e segura em seus braços. Não se atreveu a se afastar pois estava muito encrencada. DK se mostrou muito influente e a causava medo.

    ***

    — Mas o que está acontecendo? — Pah estava no segundo andar vendo aquela movimentação. — Uma corrida? Fascinante! — Foi surpreendida por um ser que a pouco mais cedo tinha conhecido.

    — Hoje pelo jeito você vai conhecer drift de verdade. — O japonês misterioso estava bem ao seu lado com uma capa preta e sem mostrar o rosto. Pah estava sem reação pois sua festa praticamente tinha acabado por tal evento. — Tá com medo?

    — Você? — Suspirou admirada.

    — Venha. Vamos no meu carro. Vou te mostrar como se corre de verdade.

    ***

    Todos saíram daquela casa e seguiram em um comboio. Eram tantos carros que eram incontáveis. Era a corrida do ano. O grupo se deslocava para a área mais remota de Tóquio conhecida como a zona das sombras — O subsolo da cidade. Lá aconteciam a maioria das corridas e era um jeito de driblar a polícia local. Era a área de DK. Finalmente ele estava de volta a sua cidade. Nem seu rival americano Sean o tiraria de lá.

    Jenny estava dentro de um carro em que seguia DK, o oxigenado e mais um motorista. Ela estava sob vigilância total e amedrontada. DK percebeu isso e tentou acalmá-la.

    — Não precisa ficar assim. Me desculpe se me exaltei mas eu gosto de mulheres como você. Morenas, altas... Olha só o que eu sou capaz de fazer. — Levou uma mão ao rosto da jovem deslizando seus dedos por suas bochechas molhadas. — Eu não sou um monstro como você imagina. Eu vou ganhar essa corrida por você.

    — Eu quero que o Byakuya vença! — Disse em disparada pois seu coração estava em aflito. DK recriminou sua audácia com uma aproximação mais bruta. Ele respirava fortemente no rosto da moça que não conseguia mais olhá-lo.

    — Eu sempre venço. — Falou se afastando. — Chegamos princesa. Bem vinda a minha casa. — A porta se abriu e Jenny saiu vendo uma grande movimentação de carros se aproximando. Alguns já estavam lá preparando a pista e alguns carros tunados e com seus rádios altos tocavam músicas.

    — Takashi-kun! — Uma japonesa loira e superdotada de comissão de frente se aproximava com seu micro short e um top que mais salientava suas curvas. — Que saudades. Faz tempo que você não corre. — Ela o abraçou e ficou pendurada em seu ombro.

    — Hoje você vai dar a minha largada, Rangiku. — Deu um beijo no rosto da moça. — Estou de volta.

    — Mas quem que vai correr com você? — Ela alisava o rapaz com uma certa malícia.

    — Não importa. Eu ganharei essa corrida. — Jenny não estava acreditando que Rangiku estava envolvida em corridas. Ela parecia ser a pessoa que controlava tudo para Takashi. — E você, princesa, não faça nenhuma besteira. — A brasileira se assustou conforme DK se afastava no meio da multidão que o bradava junto com Matsumoto.

    ***

    Mais e mais pessoas se conglomeravam naquelas ruas do subsolo de Tóquio. Era uma festa e a corrida a qualquer momento estava para acontecer. Muito apostavam dinheiro em quem venceria: Takashi era a preferência. Muitos ainda estavam caracterizados com suas fantasias.

    Byakuya acabara de chegar em seu carro maserat grancabrio conversível preto.

    Ele olhava para aquelas pessoas e as mesmas o reconheciam. Odiava ser fotografado e por isso colocou seus óculos escuros fechando seu semblante. Saiu do carro e viu Jenny sob o poder de DK. Morimoto, o oxigenado a segurava e a mantinha sob ordens. O Kuchiki não via a hora de terminar aquela palhaçada e tirar aquela moça de mais problemas que teimava em entrar.

    — Kuchiki. Está pronto para correr? — DK estava abraçado a loira que, quando o viu, quase o comeu com os olhos. — Uma volta completa pela sub vias.

    — Vamos correr. — Rangiku se soltou de DK e se aproximou de Byakuya. Ela tentou o abraçá-lo mas foi rejeitada assim que o rapaz deu meia volta.

    — Loira, pode dar a largada. — DK já entrava em seu Nissan 350 Z enquanto o Kuchiki emparelhava seu carro ao lado e atrás da faixa. — É muito bom você me dar de presente esse seu carro.

    — Eu só quero a garota. Te daria esse carro sem precisar correr. — DK fechou a cara e acelerava para irritar o Kuchiki. Byakuya permanecia sério até ver a imagem mais conhecida naquela multidão.

    — Nii-sama!!! — Rukia gritava para tentar lhe chamar atenção. Mas o Kuchiki estava concentrado demais em sua missão. Ele a olhou e ela assentiu seu olhar. Ambos se entendiam assim.

    Rangiku já se posicionava entre os dois carros e chamava a atenção com as suas voluptuosas saliências. A loira virou-se para os dois carros e fez a contagem.

    — E aí garotões? Estão preparados para uma corrida? — A multidão ia a loucura com aquela mulher desejável. — Vamos lá. Atenção... preparar... VÁ!!! — Ela fez o sinal e os carros gritaram com a sua voz.

    Os dois corriam na mesma velocidade por aqueles corredores escuros das sub vias. DK sentia nostalgia pois finalmente estava na cidade que queria — Sua Tóquio. Byakuya só queria ganhar e sem alardes pois a moça não saía de sua cabeça. Poderia até não querer correr mas queria sentir o gostinho de vitória.

    A primeira curva estava bem a sua frente. DK, com maestria, fazia sua primeira derrapagem contornando a curvatura da via. Byakuya era cauteloso e não tinha pressa para ultrapassá-lo. Ele ria internamente pois via que seu adversário estava com muita pressa para ganhar. Mas ele era paciente.

    — Você é lento até para fazer uma curva! — Takashi ria de Byakuya enquanto o olhava contornando a curva pelo retrovisor. — Vamos ver como você se comporta a isso.  — Ele começou a fazer mais derrapagens e aumentando a fumaça para lhe dificultar a visão. — Quero ver você sair dessa.

    — É um otário mesmo. Fazendo graça comigo. — O Kuchiki conseguiu atravessar sem dificuldade pela via e seu carro tinha um sensor anti-fumaça em que conseguia enxergar a via sem a interrupção. Byakuya já estava blindado com as trapaças que imaginava. Ele conseguiu aumentar a velocidade e já estava na cola de seu oponente. — Trapaças baratas não vão funcionar comigo.

    DK fechou o cenho e pensava em mais um jeito de provocar seu rival. Ele fazia ziguezague não deixando o Kuchiki ultrapassar. Aquela era a corrida dele e para comemorar o seu retorno a cidade. Ninguém o venceria.

    — Eu vou vencer Kuchiki! — Ele acompanhava Byakuya que, por várias vezes, tentava fechá-lo.

    — Não será fácil me vencer. — Ele olhou para o lado com um olhar desafiador e desconcentrado o rapaz. — Cuidado! — Takashi olhou para frente e o Kuchiki bateu na lateral de seu carro o fazendo ir de encontro ao muro. — Eu avisei.

    DK ficou com um ódio mortal pois foi enganado e Byakuya o irritou profundamente com a sua provocação nobre. Ele correu mais e mais e batia na traseira do carro do adversário. Byakuya começou a perder o controle da situação e seu carro não obedecia aos seus comandos. Tentava frear para causar mais dano ao carro de trás mas não estava conseguindo controlar. Estavam em alta velocidade e era uma reta sem fim.

    ***

    — Que multidão é essa? — Pah olhava pelo vidro do carona. — Então é aqui que acontece as corridas.

    — Aqui é um lugar novo. Há vários espalhados por aqui. Mas quem está correndo é novo por aqui. — O misterioso olhava concentrado para frente e refletia suas palavras. — Mas nem tanto. — Se referia a Takashi.

    — Já estão correndo. — Foi interrompida por dois carros que se chocavam entre si. — Isso não é correr.

    — Você não sabe como é correr aqui pelo jeito. — Ele a olhou de lado e ela o correspondeu.

    — E você vai me ensinar, senhor... — Ela queria saber o nome do misterioso. Já estava mais do que na hora.

    — Shuji. Esse é meu nome, Pah. — Ela arregalou os olhos pois não tinha se apresentado ainda.

    — Como você sabe?

    — Eu já sabia. — Disse parando o carro.

    — Tem alguma coisa que você não saiba? — Ela abria a porta do carro e ia de encontro a ele.

    — Tem. — Ele foi se aproximando de seu rosto e olhando para a sua boca. Pah ficou na expectativa de algo a mais mas... — Precisamos ir.

    — Sim, claro. — Ficou corada, na hora, e o seguiu. “Filho da mãe!”. Pah estava irada com isso.

    ***

    — Ichigo. Olha. — Rukia apontava para a movimentação de carros que se aproximava. — Nii-sama tem que ganhar.

    — Rukia. Aquela não é a sua amiga? — Ela voltou seu olhar para a brasileira e a reconheceu.

    — Sim. É ela! Jenny!!!? — Ela se locomoveu até a moça mas foi barrada. — Hei, deixa eu passar. — Só então percebeu que a amiga estava encrencada. — Jenny! Olha para mim.

    — Rukia. Socorro. Me ajude. — Ela choramingava implorando ajuda. — Byakuya precisa ganhar para me salvar. Senão o DK vai me ganhar.

    — Como assim? Te ganhar? — Ela enrugou a testa em dúvida.

    — Eu sou o motivo dessa corrida. O DK me apostou. — Dizia com a cabeça baixa. — Estou presa aqui. Olha. — Ela estava cercada por vários homens.

    — Vou te tirar daí. — Ela pensava em um jeito de chamar atenção. — Ichigo, precisamos tirá-la daqui.

    — É perigoso. Vamos conversar com esses homens. — O médico agia com cautela.

    — Ótima ideia. — Rukia se voltou para Jenny e falou. — Hei vocês estão me ouvindo? É o seguinte meus amigos acham que vocês são um bando de fracotes e covardes por segurar e prender uma garota desse jeito. — Ichigo arregalou os olhos para a moça a sua frente.

    — Quem me chamou de covarde? — Morimoto se colocou à frente da japonesa exigindo explicação.

    — Eu. — Ichigo peitou o rapaz que o olhava com desdém. — Exijo que solte a moça.

    — Some daqui moleque. Essa moça é mercadoria nossa. — O oxigenado o olhava de canto e se virava para a Kuchiki. — Essa boneca poderia ser a minha. — O alaranjado o segurou pelo colarinho e bufou na sua cara.

    — Não vou deixar você a tratar assim.

    — E o que você vai fazer? Não estou interessado em você. Mas podemos fazer uma aposta também. — Falava de maneira irônica olhando para a garota. Ichigo foi muito mais rápido e socou o rapaz que o provocava.

    Vários se aproximaram do rapaz e uma briga começou a rolar. De um lado estava Ichigo e a japonesa já de outro: Morimoto. Rukia não imaginava que o bom e pacífico Ichigo compraria uma briga sua. Mas não o deixaria sozinho.

    — Vocês estão cercados. E você o que vai fazer? Me bater? — Morimoto provocava a japonesa. — Você deve ser uma coelhinha mansa. — Rukia deu um cruzado certeiro que fez o rapaz desmaiar.

    — Ual! — Ichigo quase não acreditava no que via.

    — Não me subestime, doutor Kurosaki. Sou mais que um rostinho bonito. — Ela dava um sorriso cúmplice para ele. — Eu vou pegar a Jenny.

    — Miga cuidado! — Jenny avisava a Kuchiki de um golpe certeiro, porém o alaranjado pegou outro comparsa pelas costas.

    — Ichigo! — Ela via o rapaz em uma nova roda de briga.

    — Então vocês querem brigar sem mim? — Renji apareceu no meio do nada e já abria espaço para uma boa briga. — Está em desvantagem.

    — Valeu cara. Mas precisamos lutar em conjunto.

    — Ótimo. — Renji tirou a parte de cima da fantasia revelando seu corpo escultural e evidenciando tatuagens. — Vamos brigar.

    Ele era um monstro na hora de lutar. Renji conseguia bater em três ao mesmo tempo. Enquanto Kurosaki o dava cobertura.

    — Fogem daqui. Eu seguro o que vier. — O ruivo dava ordem para o médico que correu de encontro as meninas.

    — Vamos sair daqui.

    — Vamos. — Ambas responderam juntas e conseguiram fugir no meio da multidão.

    ***

    Byakuya via do longe a faixa de chegada. Takashi ainda permanecia na sua cola. Em uma disputa acirrada ambos competiam o posto de primeiro lugar. O Kuchiki foi surpreendido por uma cartada de DK que não esperava. Ele se chocou com seu carro que tentava se manter na pista. Não conseguiu e o adversário o ultrapassou.

    — Fim da corrida. E o vencedor é Takashi! — Rangiku, com um microfone, anunciava quem tinha ganhado.

    DK desceu do carro e não foi recebido pelos seus comparsas. Eles nem se encontravam mais lá.

    — Cadê a garota? — Ele perguntava para a loira sem muita cortesia.

    — Eu não sei. — Ela não tinha ideia.

    — E Morimoto? — A loira permanecia calada pois não fazia ideia.

    — Está perguntando pelo oxigenado? — Renji se aproximou por trás de Matsumoto. — Deve ser aquele que desmaiou pelo soco que recebeu da senhorita Rukia.

    — Para onde eles foram? — Ele bufou as palavras no rosto de Abarai.

    — Eles fugiram. Dei uma surra nos seus homens. Realmente eles são uns fracotes. Já o oxigenado deve estar desmaiado ainda. — DK deu as costas para Renji e viu o comparsa voltando a consciência.

    — Seu imbecil. Onde está a garota?

    — DK. Desculpe. Aquela garota é forte demais. — Morimoto limpava a boca que saia sangue.

    — Deixa que eu mesmo resolva isso. — Seguiu de volta a seu carro.

    ***

    — Onde está Rukia? — Byakuya perguntava para Abarai.

    — Eles fugiram Kuchiki-sama. Eles estão com a senhorita Jenny.

    — Eles?

    — Kurosaki Ichigo está com as meninas. — Renji sentiu medo ao olhar Byakuya.

    — Vamos encontrar minha irmã.

    — Sim, senhor. — Renji tirou do bolso a chave de seu carro. — Acho que vai precisar disso.

    ***

    — Ichigo? — Pah via seu primo passar por ela assim que chegou. — Rukia-san, Jenny-san.

    — Pah, temos que fugir. Jenny era a aposta dessa corrida. DK vai vir atrás. Não temos tempo para falar.

    — Vocês tem que sair daqui. — Shuji se intrometia no assunto. — DK já chegou da corrida. Vou enrolá-lo para ganhar tempo para vocês.

    Os três saíram do local e Pah ficou ao lado de Shuji. Quando, de repente, Takashi aparece entre eles. Shuji leva um soco no rosto sem rodeios.

    — Para onde eles estão indo? — DK perguntava para o rapaz.

    — Hei. Eles estão indo para bem longe de você. Você deve ser doente, né. — Pah se colocava na frente do japonês.

    — Quem é você, mulher maravilha. — Ele a olhava com desdém. — Me faça o favor. Saia voando por aí.

    — Com muito prazer. — Pah voou para cima do rapaz provocando alvoroço e conseguindo ganhar tempo para que o primo e as meninas fugissem.

    DK conseguiu imobilizá-la e jogá-la no chão. Pah saiu rolando e Shuji foi para cima de Takashi provocando mais uma nova briga.

    — Você não vai a lugar nenhum. — O rapaz tentava segurá-lo no chão com uma mão, enquanto, com a outra, tentava pegar seu celular. Mas não conseguiu e DK conseguiu se soltar e sacou a navalha. Quando estava pronto para atacá-lo, sua mão foi chutada, lançando para longe a arma.

    Para a surpresa de todos e principalmente de Shuji. Ao olhar para cima viu a pessoa que a muito tempo não sabia como mais estava.

    — Kuchiki Byakuya? — Ele olhava atônito.

    — Kuchiki Shuji. — Ele apenas o olhou mas sem demonstração de surpresa.

    Byakuya entrou no carro e seguiu a procura da irmã.

    — Você vai morrer, Byakuya!!! — DK se levantou e foi para o carro. Ele estava decidido a cometer uma loucura.

    — Ninguém vai morrer aqui. — Rangiku apareceu para acalmar os ânimos. — Não faça isso.

    — Saia. — Takashi segurava a navalha próximo a garota.

    — Se eu fosse você eu largaria essa arma e lutaria que nem homem. — Renji, que via toda a cena, se aproximou e atraiu olhar da loira. — Não se ameaça uma dama nem com uma pétala de cerejeira. Quer brigar? Então briga comigo. Vão vocês dois e deixa o nervosinho aqui comigo.

    Pah e Shuji saíram do local e seguiram Byakuya. Renji se descuidou e tomou um corte no abdômen

    — Você quer brigar com a pessoa errada. — Takashi falava ao seu ouvido antes de dar as costas e seguir para seu carro.

    Rangiku entrou em desespero ao ver o rapaz caído no chão. Ela se aproximou e o segurou em seus braços.

    — Meu Deus. — Ela via muito sangue.

    — Chame uma ambulância. — Conseguiu falar antes de desmaiar.

    Continua...


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