Altas aventuras em Tóquio

  • Bergovi
  • Capitulos 16
  • Gêneros Aventura

Tempo estimado de leitura: 4 horas

    18
    Capítulos:

    Capítulo 8

    Akatsuki

    Álcool, Hentai, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência

    Bom dia!!! Como vocês estão?

    Mais um capítulo para vocês! As aventuras continuam.

    Espero que gostem!

    Boa leitura! ;)

    — Você?... Byakuya? — Jenny olhava para um espelho com o reflexo do homem misterioso que tinha visto na balada. Ao se virar para vê-lo de verdade, o mesmo já não estava lá. Não sabia se estava tendo alucinações ou coisas do tipo. Chegou a sair na sacada mas não viu nada e nem ninguém. Desistiu e se convenceu que estava vendo coisas. Foi para a cama enorme e se acomodou naqueles lençóis. Se entregou ao sono que implorava pelo seu corpo.

    ***

    Quando chegou em sua casa as luzes já estavam todas apagadas. Sabia chegar sem fazer o mínimo de barulho. Muitas vezes chegava só para tomar um banho, trocar as roupas e descansar um pouco. Não gostava de perder tempo com obrigações. Rukia, sua irmã, era sua prioridade. Sabia que ela não era mais criança e que não dependia dele.

    "Aquela garota"...Como aquela linda jovem sabia seu nome? Ficou totalmente desarmado ao ser descoberto na casa noturna. Agora aquela linda jovem e desconhecida sabia que ele estava lá. Andou e andou pelas ruas de Tóquio e não conseguia parar de pensar naquela jovem. Era, com certeza, estrangeira. Seus olhos grandes que dava até para ver sua alma pura. Sentiu algo diferente quando a mesma caiu em seus braços e a segurou com tanto cuidado que sentiu o cheiro amadeirado que ela tinha. "Como se chama? Quem é ela?" Essas perguntas não saiam da mente confusa do Kuchiki.

    Entrou silenciosamente em seu quarto e já foi tirando a camisa. Precisava de um banho quente. Viu uma luz vindo de sua suíte. Ao entrar, pode ver uma jovem só de toalha e quase caiu de costas quando a mesma deixou cair a toalha no chão e de vagar entrou na banheira. Aquela moça tinha as curvas mais perfeitas para um corpo feminino. O corpo em formato de violão que deixou o Kuchiki de queixo caído. Ele se surpreendeu ao sentir que estava totalmente excitado. Primeiro tentou se esconder e tentar pelo menos ver o rosto daquela mulher intrusa e maravilhosa. Entrou em um dos armários e abriu um filete e conseguiu ver e reconhecer quem era. Era ela! Abriu um sorriso discreto e ficou observando o que aquela misteriosa estava fazendo. Com movimentos delicados ela ensaboava seu corpo e deslizava suas mãos sobre sua pele branca. Ela elevou suas pernas e encostou sua cabeça em uma das pontas da banheira. Ela fechou seus olhos. O Kuchiki vendo aquela imagem não conseguiu evitar admirar a beleza natural e intimidade de uma mulher ocidental. Ela estava perfeita. Poderia ser a mulher perfeita para ele.

    Ali ele ficou a admirar aquela jovem. "Ela teria dormido?" Se perguntava pois ela involuntariamente abriu um sorriso cândido o que aqueceu seu próprio coração gelado e cheio de aventuras vazias. O momento sublime foi interrompido pelo sussurro daquela jovem.

    — Byakuya... — Não sabia se tinha ouvido direito mas tinha quase certeza que ela realmente o conhecia. — Como será você? — Ouviu certo e se desequilibrou de dentro do armário o que atraiu a atenção da jovem. Tentou se enfiar em outro armário e se esqueceu de fechar a porta do outro que tinha um espelho. Ela passou por ele sem o notar. Ela se virou e conseguiu o ver pelo reflexo do espelho. Quase não resistiu mais uma vez de vê-la somente de toalha, ainda por cima, enrolada às pressas em seu corpo. — Você... Byakuya! — Ouviu mais uma vez ela o chamando. Foi mais rápido que os olhos dela e conseguiu se esconder. Ela tentou procurá-lo mas em vão. Não deixaria que aquela estranha e sedutora o confundisse. Pegou uma de suas espadas de treino. Não sabia nada sobre aquela mulher, mas ela sabia seu nome e estava em sua casa. Poderia ser uma espiã ou algo do tipo. Temeu por Rukia pois a mesma pelo jeito não sabia que tipo de mulher estava dentro de sua casa. Nunca que uma mulher assim tinha entrado dentro de seu apartamento. Ainda mais, dentro de seu quarto. Viu que a jovem mulher se trocou na sua frente e deitou-se na cama.

    Resistiu ao máximo pois sua ereção começou a doer. Nunca que sentiu algo do tipo. Se aproximou lentamente da cama. Sentou-se e viu que a jovem tinha adormecido. Viu o quanto ela era linda, cheirosa e macia. Tocou os cabelos lisos e negros e desistiu de atacá-la. Ela, se fosse uma espiã, já o teria atacado. Na verdade, agora estava totalmente em dúvida. Ela estava tão vulnerável. Não resistiu e se aproximou para lhe roubar um beijo. Deu um selinho naqueles lábios macios e carnudos. Ela acordou com sua ousadia o que o fez pegar em sua espada.

    — É você?... Byakuya? — Ela estava sonolenta mas estava com os olhos bem abertos.

    — Quem é você? — Ele a olhou sério. — Como sabe meu nome?

    — Eu me chamo Jenny. — Ela falava mas não tinha noção nenhuma de perigo, timidez por estar com uma roupa tão íntima perto dele. — Eu conheci sua irmã Rukia hoje. Ela me pediu para a acompanhar naquela balada.

    Byakuya se levantou e compreendeu a situação. Se levantou rapidamente pois ela quase percebeu o volume em sua calça.

    — Desculpa por estar aqui no seu quarto. Eu vou para a sala. — Jenny se levantou e já estava indo para a porta mas foi impedida.

    — Fique. — Byakuya se virou novamente de costas para ela. — Vou só tomar um banho. Vou dormir em outro lugar.

    Ele entrou na suíte e Jenny ficou ali, atônita e tentando acreditar no que estava acontecendo. Viu que ao lado da cama tinha uma espada de kendo. E nela também estava timbrado a árvore de cerejeira da família Kuchiki. "Que fofo!"

    ***

    Jenny ficou ali, cara a cara com Byakuya. Não conseguia ser ela mesma. Sentia uma menininha perto daquele homem. Ele era extremamente vaidoso e cheiroso. Seu corpo era perfeito. Ele não sentia nenhuma vergonha em estar sem camisa perto dela. Ela também não sentiu nenhuma vergonha em estar só de camisola perto dele.

    Pegou seu celular e tentou enviar uma mensagem para sua amiga Vivian. Não conseguiria mais dormir.

    — Miga está online? Você não acredita onde eu estou?

    — Onde Jenny? Você não está com a Rukia?

    — Estou no apartamento da família Kuchiki. No quarto de Byakuya Kuchiki! Amiga ele é um gato. Quase morri. Eu acho que ele tentou me beijar mas não tenho certeza.

    — O que? Vocês se beijaram? *0* Me conta mais...

    Jenny contou tudo para amiga. Sim! Ela contou tudo desde o acontecimento na casa noturna. Vivian se convencia que a amiga tinha se apaixonado. Agora também a incentivava a se declarar. Jenny não sabia como mas queria conhecer o verdadeiro Kuchiki.

    — Amiga, a Rukia também conhece o Masha-san. E pelo jeito ele é o cantor.

    — Ai meu Deus! Mas como isso é possível?

    — Miga. Você tem que ficar com ele.

    — Não sei como, Jenny. Acho que a Rukia deve estar confundindo.

    — Senti firmeza no que ela disse. Ela ainda me disse que ele é o segundo homem mais cobiçado do Japão. Miga, ele se interessou por você.

    — Não ficaria com ele por ser cantor. Eu ficaria com ele se ele me quisesse.

    — Aiii... Se eu tivesse aí eu te dava uns tapas. Brincadeira... rs. Amanhã vou para aí. Quero te apresentar a Rukia.

    — Miga estou sentindo sua falta. O Masha-san virou meu amigo agora que você me abandonou.

    — Eu não te abandonei. Só estava segurando vela. ¬¬

    — Sabe. Hoje eu me diverti tanto que é imensurável. Juro que tentei dormir mas não consigo. Pensei em você mas não consigo para de pensar nele.

    — Me conta tudo. Ele te beijou?

    — Não. Mas eu cantei com ele uma música no karaokê e ainda por cima dirigi.

    — Haaaaa... amiga, o Byakuya está tomando banho. Não consigo resistir.

    — Miga, você foi mais longe que eu. Eu nem sei onde o Masha-san mora. Então amanhã nos vemos?

    — Sim. Beijo.

    Jenny parou de digitar e no escuro pode ver Byakuya sair. Ela fingiu estar dormindo mas sentiu o cheiro de banho no ar. Ele saiu do quarto e ela ficou ali a cheirar o travesseiro que era dele. Acabou adormecendo feliz.

    Algumas horas se passaram e alguns raio de luz atravessavam a sacada. Jenny acordou e já se levantou. Tudo ainda estava muito fresco na cabeça. A viagem, os passeios no jardim Shinjuku e na Disney Sea, conhecer Rukia e finalmente se apaixonar por Byakuya. Tudo tão perfeito para o primeiro dia.

    Ouviu algumas batidas na porta. Seria Byakuya? Não. Ele entraria sem bater. Pediu para entrar.

    — Bom dia, Jenny-sama. — Uma senhora entrou e se curvou.

    — Bom dia! — Jenny se curvou também em respeito.

    — Rukia-sama. Me pediu para ajudá-la. Logo será servido o café da manhã.

    — Obrigada. Eu já estou indo. Já me arrumei. — Jenny reparava que a senhora era tímida e a olhava de maneira curiosa pois tinha dormido no quarto de Byakuya.

    — Irei a acompanhar para o desjejum, Jenny-sama.

    Jenny já tinha arrumado a cama e organizado o quarto. Acompanhou a senhora e logo já avistou Rukia. Queria poder já falar tudo o que aconteceu na madrugada. Reparou que Byakuya não estava lá.

    — Bom dia, Jenny! Dormiu bem?

    — Bom dia, Rukia! Dormi sim. — Jenny não conseguiu disfarçar o sorriso de felicidade. O que Rukia percebeu.

    — O que aconteceu?

    — Rukia, seu irmão esteve aqui ontem! — Jenny disse ainda não acreditando em tudo o que tinha acontecido.

    — Ele voltou? Mas ele não está aqui! — Rukia suspeitava de algo. — Nossa. Desculpa por ter te colocado no quarto dele. Jamais imaginei que ele voltaria.

    — Eu estava relaxando na banheira quando ouvi um barulho. Pensei que era você. Mas quando vi era o seu irmão. — Rukia arregalou os olhos.

    — Me desculpe, Jenny. Imagino que constrangimento você tenha passado. — Ela tentou formular o que diria após. — Na verdade, nunca trouxe uma amiga para dentro de casa. Você é a primeira. Nem Azumi chegou a vir aqui. — Jenny se sentiu privilegiada. Rukia era amiga e verdadeira, assim como ela. — Bem, Vamos tomar café.

    — Vamos!

    As duas desceram e entraram em uma sala com uma mesa enorme. Tinha de tudo. Jenny reconhecia alguns alimentos que também tinham no ryokan e diversas frutas. Aproveitou e comeu pois estava com muita fome. Pensou como estaria Byakuya. O veria novamente ou o assustou. Tentou não pensar mais nisso.

    ***

    Do outro lado, Vivian acordou ao som de pássaros e de uma leve brisa que tocava a sua janela. Pelo segundo dia viu mais um lindo amanhecer. Não esqueceria o nascer do sol de Tóquio. Era perfeito e fazer isso era como uma nostalgia. Hoje seria mais um novo dia. Ao longe via o mar cristalino com pequenos filetes de luz.

    Hoje ela queria começar o dia conhecendo as fontes termais. Queria ir logo de manhã pois acreditava que não teria pessoas.

    Foi a sua suíte e fez sua higiene. Colocou um biquíni, seu chapéu de praia e colocou uma roupa por cima. Não esperou que serviço de quarto a chamasse para avisar do café.

    Desceu as escadas e, como esperado, estava vazio. Ainda não era hora do café. Saiu do ryokan e viu vários quartos separados distribuídos. Andou e não demorou muito já ouvia o barulho de água.

    Tirou a sua roupa, ficando só de biquíni e molhou a ponta dos pés. Aquela água estava quente. Entrou lentamente na água e mergulhou de cabeça. Nunca experimentou isso na vida. A água quente e borbulhante era relaxante e ao mesmo tempo a animava para mais um dia de aventuras. Pensou em Masha e não sabia se o veria tão cedo assim. Pensou que ele estivesse buscando outras pessoas em algum aeroporto.

    Vivian estava sozinha e uma vontade louca a tomou. Sem nenhum medo, ela tirou seu biquíni e ficou mais algum tempo naquela água. Encostou em uma das pedras e ficou ali de olhos fechados.

    Não tinha percebido que um par de olhos puxados a estava observando desde sempre. Saiu de suas divagações e vestiu a sua roupa. Secou seus cabelos com a toalha e quando se preparava para sair foi abordada por um senhor de idade. Ele a segurou pelos braços e a prensou em uma parede. Ela não compreendia o que aquele velho falava mas ele tentou tirar algumas vezes a sua roupa. O homem era extremamente forte o que a fazia ser fraca e não conseguir se soltar. Vivian gritou e, para sua surpresa, Masha apareceu. Ele puxou aquele velho e o surrou. Masha sabia algumas técnicas de luta que Vivian não sabia identificar. Ela ficou atônita e envergonhada pelo que tinha feito. Acreditou e se culpou pelo motivo que tinha causado aquilo — pela ousadia de tirar a roupa. O velho não estava hospedado no ryokan e fugiu para o mais longe pois se amedrontou. Masha chegou a pegar a toalha e voltou-se para Vivian.

    — Você está bem, Bi? — Masha a enrolava na toalha pois ela estava só de biquíni.

    — Eu acho que sim, Masha-san. — Ela sentiu vergonha, mais ainda, por ter causado esse alvoroço. E pela olhada que recebeu de Masha. — Desculpa. Se você não estivesse aqui, não sei o que aconteceria.

    — Eu já estava te observando, Bi. — Masha confessou que já estava vendo tudo.

    — Obrigada! — Vivian em um impulso o abraçou. O que causou arrepios naquele homem. Ele retribuiu o abraço e ousou a tocar os cabelos molhados dela. Ela gostou do que sentiu. Não importava o que Masha tinha visto. Se a viu sem roupa. Se sentiria protegida e Masha tinha por completo seu voto de confiança. — Masha-san, preciso me trocar. A Jenny virá com a Rukia. Gostaria que ficasse com a gente. — Ela disse estendendo seu rosto e cruzando com o olhar dele. Ele não a tinha soltado de seu abraço.

    O silêncio predominou e Masha estava totalmente vidrado. Não sabia o que falar. Queria ficar assim. Se ela tivesse sem a toalha ele tocaria sua pele. A pele mimosa e branca que ele tinha visto a poucos minutos. Seus olhos se maravilharam quando a acompanhava entrar na fonte. Ficou atrás de uma árvore a observando. Seu coração acelerou quando a viu tirar a parte de cima de seu sutiã. Ele se escondeu e tentou resistir não ver. Mas não conseguiu controlar. Ela nadava livremente com um sorriso no rosto. Não tinha preço que pagava por essa vista espetacular. Agora ele estava ali, abraçado a ela. Queria ficar para sempre assim. Não deixando ela escapar de seus braços.

    Ela se soltou dele o que o deixou desgostoso. Tinha caído a ficha de que ambos estavam muito próximos e que já havia uma quantidade de pessoas se aproximando deles.

    — Masha-san? — Vivian tentou chamar por Masha que ainda estava a olhando. Ela não sabia como se portar pois estava com vergonha e ele a olhava de uma forma diferente das outras. Sem timidez.

    — Bi... — Ele respondeu baixinho.

    — Nos vemos depois? — Ela disse com uma voz mais solta e saindo do clima. Vivian não estava aguentando. Estava se controlando para não lhe dar um beijo.

    — Sim. — Ele disse com um sorriso comedido.

    — Eu te espero então. — Teve coragem e deu um beijo no rosto dele. Deu um sorriso e logo já se virou para seguir caminho. Resistiu mas não conseguiu evitar. Era só um beijinho no rosto. Só não teve mais coragem de virar para trás e vê-lo.

    Vivian correu para seu quarto e ao chegar percebeu a presença de Jenny.

    — Miga, sentiu minha falta?!!! — Jenny perguntou assim que a viu. — O que aconteceu com você?

    — Eu dei um beijo nele! — Vivian falava com um sorriso no rosto.

    — Você o beijou? Meu Deus! Me conta. — A amiga curiosa não sairia sem uma história completa.

    — Foi no rosto mas eu queria em outro lugar.

    — Ahh amiga, mas pensa no seguinte. Você mataria o Masha se você o desse um beijo na boca. Certeza! Já reparou como ele te olha? — Jenny constata o óbvio.

    — Eu já percebi. Mas não sei como lidar com o fato dele ser uma pessoa famosa. Eu quero ele demais. Mas vou esperar ele tentar falar algo.

    — Miga temos mais seis dias aqui e você vai esperar? — Jenny não compreendia a amiga.

    — Eu sou assim. Posso mudar de ideia. — Vivian via que a amiga estava toda bonita. Se aproximou e deu um abraço na amiga sumida. — Senti sua falta.

    — Eu também, miga. A Rukia está aqui. Finalmente você a conhecerá.

    — Preciso tomar um banho. Depois vamos tomar um café e a conhecer.

    Jenny desceu e foi acompanhar Rukia enquanto Vivian tomava seu banho.

    ***

    — Masha-san, você por aqui? — Rukia via o homem se aproximando meio distraído e sorridente.

    — Rukia-san, como vai? Veio visitar meu hotel?

    — Estou aqui acompanhando minha amiga Jenny. E você? Sei que é meu vizinho.

    — Estou as acompanhando. Se esqueceu que sou dono desse hotel? Quero que elas tenham a melhor experiência.

    — Então você está apaixonado pela amiga da Jenny. Ohhh meu coração! Nunca imaginei que um dia você se apaixonaria. Tantas mulheres e fãs atrás de você. — Masha olhou sério para Rukia e lhe disse:

    — Gostaria que não me tratasse assim perto da Bi. Ela não sabe de nada. Não a contei.

    — Tudo bem, Masha-san. Não contarei nada a ela. Mas a Jenny sabe.

    — O que? — Ele parecia não ter gostado do que ouviu.

    Nesse momento Jenny apareceu e logo abriu um sorriso de cúmplice para Masha.

    — Bom dia, Fukuyama-sama!

    — Bom dia, senhorita Jenny! Não precisa me chamar assim. Não contei para a Bi.

    Jenny engoliu em seco. Já tinha contado para a amiga mas tentou ainda manter a mentira.

    — Uma hora ela vai ter que saber. Se você contar para ela creio que ela não vai ficar com medo. Ela é a Vivian. Fale para ela. Sei que você gosta dela. E tenho certeza que ela gosta de você.

    — Eu preciso ainda de tempo. Não quero perder o que já conquistei.

    — Então fique assim por enquanto.

    Logo apareceu Vivian. Ela já tinha se banhado e tomado o seu café. Ela olhou para Rukia e a mesma já se mostrou agradável. Agora tinha mais pessoas para essa viagem ficar mais inesquecível.

    — O que poderemos fazer?

    — Que tal um cinema? — Rukia deu a ideia.

    Todos toparam e Masha gostou do passeio. Ainda estava tentando um jeito de falar seus sentimentos mas sabia que não era a hora. Aquele novo amanhecer o fazia se lembrar que se quisesse algo ele teria que lutar. Não seria fácil ter o amor de sua vida. Hoje seria um dia melhor. Sorriu ao vê-la lhe olhar com um sorriso leve. Ela já o dava esperanças só com um olhar.

    Continua...


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