Os Cinco Selos

Tempo estimado de leitura: 24 horas

    14
    Capítulos:

    Capítulo 100

    Sangue

    Linguagem Imprópria, Mutilação, Violência

    Yoo,

    BEM-VINDOS AO FODENDO CAPÍTULO 100 DESTA BOSTA!!!

    Para os muitos que não acreditaram quando eu disse que a história seria longa...

    Meus sinceros se foderam

    – Despertar: Deusa da Peste

    As chamas verdes começaram a se alastrar exuberantemente por todo o local. Com o extinguir das chamas, Pietra estava com seu corpo praticamente pele e osso. Vestia um trapo sujo que deveria ser um vestido, porém mantinha seu cabelo impecável como sempre. Na altura de seu olhos, passando envolto em sua cabeça, havia um tira de ferro com espinhos, o que supostamente deveria ser uma máscara. Essa tira de ferro detinham brechas nos olhos da Pietra, deixando seus olhos verdes cintilantes a mostra. Em seus respectivos braços e pernas, haviam algemas onde suas correntes estavam quebradas.

    O machado em que Pietra havia atirado antes de despertar continuou indo em sua direção. A serafim rapidamente pegou sua espada de sangue no chão. Ela deixou a espada envolto de sua energia rosa e postou-a de lado para se defender. Ao machado se chocou contra a espada de sangue, Luxúria fora arrastada alguns centímetros, mas defendeu-se do golpe perfeitamente, mantendo toda a pressão do machado em sua espada.

    Pietra juntou as palmas das mãos, um círculo magico se formou em cada palma, esticou seus braços para seus respectivos lados, então estalou os dedos. Imediatamente, Pietra trocou de lugar com o seu machado. Ela pisou em cima da espada com seu pé esquerdo, causando um corte, porém, com o pé direito, ela acertou uma pezada no rosto da serafim, fazendo-a afundar com a cabeça no chão.

    A poeira se dissipou, assim Pietra pode ver que Luxúria continuava com o sorriso sádico estampado em seu rosto, mesmo sendo pisoteada.

    – Isso é tão excitante – disse Luxúria.

    O pé direito da Pietra fora perfurado por vários pedaços cristalizados de sangue. Ainda com sua espada de sangue envolta da energia rosa, Luxúria redirecionou um golpe, fazendo com que passasse rasgando da coxa até a bochecha da Pietra. Em seguida, a serafim agarrou a perna da Pietra tão forte que começou a sentir que sua perna pudesse ser quebrada. E poderia. Insetos criados pelas chamas da Pietra envolveram o rosto da Luxúria e começaram a sugar sua energia vital. A serafim afrouxou o aperto, então Pietra se afastou dando um salto para trás. Luxúria obliterou todos os insetos com sua energia rosa, então levantou ofegante.

    – Parece que meus bichinhos te cansaram bastante, Luxúria – comentou Pietra sorrindo.

    – Oh, cansaram-me muito. – Luxúria agachou e pegou o machado da Pietra de mais de duzentos quilos com uma mão. – Patético – disse ela deleitando-se vendo o sorriso da Pietra se desfazer, jogando o machado de volta.

    – Exibida – Pietra pegou o machado. – Você me irrita.

    A serafim levantou voo.

    – Se eu te irrito, significa que você me vê como uma ameaça?

    Luxúria, com um arfar, abriu um corte com sua espada de sangue por toda a extensão do seu braço e antebraço esquerdo. Chacoalhou o braço com corte, o sangue respingado se cristalizou. Pietra fez seus insetos sobrevoar acima dela, protegendo-a dos respingos cristalizados.

    Em meio ao insetos, Pietra saltou em direção a serafim. Com o impacto do machado envolto em chamas verdes e as espada de sangue envolto da energia rosa, as construções ao redor se despedaçaram. Ainda confrontando sua lâminas, vários dos insetos picaram Luxúria e começaram a sugar sua energia vital. Aproveitando que a serafim começou a fraquejar, Pietra se impulsionou para cima e girou no ar utilizando suas chamas, e acertou um golpe fortíssimo com seu machado na serafim, fazendo-a ser arremessada. Ao corpo da Luxúria, ao entrar em contanto contra o chão, uma cratera enorme se formou, carregando com si uma grande destruição naquela área.

    Pietra pouso no chão criando uma cratera mínima, e usou o cabo de seu machado para se sustentar. Ela continuou olhando fixamente para cratera formada pelo corpo da serafim, então veio o que esperava: uma risada. A poeira foi se dissipando ao poucos, e, entre esta poeira, estava Luxúria em pé, rindo e com seu corpo completamente ensanguentado.

    – Você é uma aberração – comentou Pietra, em seguida dando um suspiro e postando seu machado em guarda.

    – Uma aberração necessária para os desejos do meu rei.

    Luxúria abriu as travas do peitoral de sua armadura e despiu-se, demostrando seus seios medianos. Em seguida, abriu a travas da sua calça da armadura que cobria da cintura até as coxas, deixando suas curvas a mostra. Seguidamente, Luxúria abriu diversos cortes pelo seu corpo com sua espada, deixando-o seu corpo ainda mais ensanguentado. Ela deslizou suas mão em seus seios e lambeu o sangue em seu dedo. O sangue começou a se mover, tampando todo seu corpo, logo se cristalizou por todo corpo da serafim, transformando-se em uma armadura de sangue.

    – Seus insetos não vão me picar mais – vangloriou Luxúria.

    – Você é um saco.

    A energia rosa emanou por todo o corpo da Luxúria, e avançou. A serafim se moveu mais rápido que Pietra pensava, cortando a bochecha direita dela, que por pouco não teve sua cabeça cortada fora. Neste ínfimo instante, Pietra deixou as suas chamas verdes envolver seu corpo e o machado, então desferiu o golpe no estômago da serafim, mas a armadura de sangue aparou todo o ataque.

    – Vai precisar mais do que isso, Peste.

    Luxúria manejou sua espada diagonalmente, cortando o torso da Pietra começando pelo seu ombro direito. Dois insetos voando, um pouco gordos, explodiram entre as duas. Essa explosão foi causada propositalmente pela Pietra, que se afastou da serafim, enquanto Luxúria continuou parada no mesmo lugar.

    – Estou ficando encurralada – pensava Pietra – “Não ache que seu plano vai dar errado, faço-o sem hesitar”... foi o que você disse, né, capitão? – Pietra abriu um sorriso. – Não hesitarei.

    Pietra deixou seu corpo envolto em chamas verde e avançou. Luxúria, levemente admirada pela persistência de Pietra, envolveu seu corpo com sua aura rosa e avançou também. Ambas com sorrisos sádicos, desferiram golpes com suas respectivas armas. No primeiro confronto entre elas, as lâminas deslizaram uma sobre a outra, em seguida, com ambas dando um giro, bateram suas lâminas uma contra a outra, pressionando-as.

    Novamente com o deslizar das lâminas, as duas começaram a trocar golpes rápidos, porém, por causa de sua exaustão e o machado ser muito pesado, Pietra vinha sofrendo diversos cortes. Luxúria abriu cortes nos braços e nas coxas da Pietra, para debilitar ainda mais seus movimentos. Em seguida, Luxúria perfurou o estômago da Pietra mais duas vezes. Pietra tentou contra-atacar, mas a serafim saltou por cima dela e perfurou suas costas, varando entre seus seios. Luxúria a empurrou e puxou sua espada ao mesmo tempo, e Pietra caiu de bruços no chão. Uma poça de sangue se formou envolta do corpo da Pietra.

    – Aah, mas que visão magnifica – disse Luxúria enquanto observava o corpo da Pietra em meio ao sangue.

    Continua <3 :p


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