Os Cinco Selos

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    Capítulos:

    Capítulo 77

    Raiju

    Linguagem Imprópria, Mutilação, Violência

    Yo, o bom de você ter sua própria história é que você misturar várias culturas, e ninguém liga por isso :3

    Boa leitura ^^

    A besta continuou encarando Dante com um olhar furioso e sedento. Com uma velocidade elevada, Raiju avançou em direção ao Dante, saltou e cravou as suas garras afiadas no peito dele. Os raios da besta ficaram espalhafatosos e o zunidos que eles faziam eram ensurdecedor. Depois de um tempo, Raiju se afastou e voltou para sua antiga posição. Porém, não havia causado nem ao menos um pequeno arranhão no peito do Dante.

    -Só isso o que você tem?

    Percebendo que seria mais difícil derrotar sua presa do que pensava, Raiju ficou mais recuado e tomou uma posição mais defensiva. Mais raios começaram a ficar envolto dele, então uma torrente de raios foi dispara para o céu, fazendo com que as nuvens ficassem carregadas de raios.

    Já prevendo o que iria acontecer a seguir, Dante concentrou suas chamas vermelhas em seu braço direito, então disparou as chamas para o céu. No momento em que as chamas subiam, os raios desceram, assim, confrontando-se e anulando um ao outro, causando uma inofensiva chuva de faíscas de raios e chamas sobre eles.

    Os dois voltaram a se encarar, e Dante o chamou para vir atacá-lo, provocando-o. A besta soltou outro rugido, e mais uma descarga elétrica caiu do céu, mas, dessa vez, atingindo-o ao invés do Dante. Raiju ficou com mais raios envolto dele, então, em menos de um piscar de olhos, ele apareceu na frente do Dante. E, antes que Dante fizesse algum movimento, Raiju sumiu e apareceu novamente atrás dele, em seguida, sumiu e reapareceu no lado direto, e depois no lado esquerdo. Raiju ficou alternando com incrível velocidade os lados do Dante, e os estalos de seus raios eram altos.

    -Usando sua velocidade para encontrar um brecha em minha defesa. Incrível –pensou Dante. –Ei, Raiju, que tal você ser meu animal de estimação? Gostei de você.

    Dante teve um rugido enfurecido como resposta.

    -Uma pena.

    Raiju decidiu atacar pelas costas, porém, Dante já havia o antecipado. Girando seu corpo, Dante o acertou com um soco de direta certeiro na cara da besta.

    -SMASH!

    As chamas vermelhas tomaram o braço do Dante, saindo como um turbilhão, levando conseguido o Raiju e boa parte da areia da duna. Mesmo quando as chamas não ficaram mais envolta do seu corpo, a fumaça ainda saia do braço do Dante.

    -Acho que exagerei –disse ele enquanto observava a extensa faixa sem areia que ele acabara de criar na duna.

    Dante começou a escutar estrondos ao leste da onde ele estava. Sem pensar muito, ele prosseguiu ao leste.

    Em outra parte no limbo...

    Kleist caminhava sob quase que em uma escuridão total. Ele enxergava muito pouco ao seu redor, mas, pelo o que ele percebeu, estava caminhando dentro de uma cidade em ruinas. Outra coisa que ele percebeu é que desde quando ele entrou na escuridão estava sendo observado por três seres. Apesar disso, ele continuava a caminhar na escuridão sem utilizar suas chamas, e apenas escutando o barulho metálico de suas bostas a cada passo.

    Depois de mais alguns minutos de caminhada, Kleist começou a escutar pequenas risadas tenebrosas, mas ele as ignorou e continuou a caminhar. Porém, alguns passos depois, ele sofreu um pequeno corte em sua bochecha, então parou, mas continuou a manter seu olhar fixo na escuridão a sua frente. Um voz suave rompeu o silêncio dizendo:

    -Irmãs, irmãs... aquele é um selo? Como se chama ele mesmo?

    -Talvez se chame Guerra, irmã.

    -Sim, ele se chama Guerra, irmãs.

    Kleist estava à procura dos três seres que estavam conversando, mas ele não conseguia encontrá-las.

    -Irmãs, irmãs... o que vocês acham que devemos fazer com ele?

    -Talvez deveríamos matá-lo, irmã.

    -Sim, vamos matá-lo, irmãs.

    Um corte foi aberto na perna do Kleist, depois em sua barriga e outro em seu pescoço. As irmãs começaram com a risada tenebrosa novamente.

    -Nós somos as irmãs Moiras, e vamos dar um fim para sua maldita vida, Guerra –disseram elas.

    O corpo do Kleist começou a sofrer mais mutilações. A Moiras riam enquanto estavam cortando o Kleist e, assim como as risadas, os cortes aumentavam cada vez mais, sem dar um tempo entre eles. Porém, Kleist continuava imóvel.

    -Irmãs, irmãs... ele não falou e não se moveu até agora por quê?

    -Talvez ele esteja paralisado de medo, irmã.

    -Sim, com certeza ele está paralisado de medo, irmãs.

    Kleist continuava a sofrer múltiplos cortes pelo corpo e, mesmo com seu corpo sofrendo muitos cortes e ensanguentado, ele continuava parado.

    Instantes depois, Kleist começou a erguer seu braço esquerdo que era revestido por sua armadura, agarrou um fio transparente que quase era invisível (ainda mais na escuridão) e, com a maior quantidade de força o possível, puxou-o. Junto com o fio, uma das três Moiras veio junto, assim, demostrando uma aparência jovem e tendo um curto cabelo roxo. Com a Moira vindo em uma velocidade considerável, Kleist, com as costas de sua mão esquerda, acertou o rosto dela, afundando-o e fazendo com que quase os olhos delas saltassem para fora. A Moira caiu no chão torta e semimorta, em seguida, Kleist sacou sua espada e cravou no peito dela.

    As outras duas irmãs Moiras pararam de rir imediatamente.

    -O QUE VOCÊ FEZ COM NOSSA IRMÃ?! –Gritaram elas enfurecidas.

    Kleist as ignorou.

    Os fios circularam o corpo do Kleist, então elas os puxaram, assim, fazendo os fios o apertar. A intenção da irmãs eram simples: apertar os fios até Kleist virar vários pedacinhos. Kleist tentou forçar seu músculos para estourar os fios, mas logo percebeu que não iria dar certo. Em seguida, liberou suas chamas fazendo os fios pegaram fogo até chegarem nas mãos das Moiras, dessa forma, soltando-o. No ínfimo instante que elas se distraíram com as chamas, perderam Kleist de vista.

    Elas começaram procurar ele desesperadamente. No momento em que uma Moira percebeu que ele estava atrás dela, era tarde demais. Kleist a cortou verticalmente do ombro esquerdo até o final do torso, dividindo-a em dois, tendo o rosto inexpressivo do Kleist como última visão. Esta Moira era exatamente igual à que ele matou primeiramente, assim como a única que restou viva.

    A terceira Moira gritou ao ver sua irmã dívida em duas ao pés do Kleist. No momento que ela se moveu, Kleist cravou sua espada no chão, uma outra lâmina saiu do chão abaixo dela, empalando-a exatamente entre suas pernas, deixando-a imóvel.

    Sem poder se mexer, a Moira ficou observando o rosto inexpressível do Kleist caminhando até ela. A Moira começou a ficar tomado pelo medo e começou a tremer.

    -Des...desculpe-me –suplicou ela tremendo e vomitando sangue logo em seguida.

    Kleist ergueu sua espada e, no momento que ela iria gritar, ele a decapitou com sua espada. Com a cabeça rolando pelo chão e a escuridão sumindo, Kleist girou sua espada e colocou nas suas costas novamente, e voltou a caminhar. Os corpos das Moiras explodiram, transformando-se em vários bichos negros.

    -Estou com fome –pensou Kleist.

    Continua <3 :p


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