Os Cinco Selos

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    14
    Capítulos:

    Capítulo 57

    A Falsa

    Linguagem Imprópria, Mutilação, Violência

    Yo, de buenas?

    Cap fresquinho para vocês...

    Boa leitura ^^

    Os setes idiotas seguiram em meio toda aquela podridão. Parecia que os montes de corpos dilacerados não chegavam ao fim. O cheiro fétido exalado estava incomodando-os. Mas eles mantiveram a compostura, tentando ignorar o cheiro e toda aquela cena, pois eles sabiam que tudo que passaram estavam para acabar. Seja acabando com o declínio do Bahamut ou com o declínio deles. O fim está próximo, pensava cada um deles.

    Passaram-se alguns minutos, até que finalmente saíram da pequena floresta. A frente deles, estava uma cratera enorme do que um dia já foi a cidade de Zestria. Na borda da cratera, estava Bahamut sentado com as penas cruzadas, e dentro dela, uma horda de quatrocentos demônios de nível baixo sedentos. Ao ver que os selos chegaram, Bahamut levantou e começou a voar até o centro da cratera. No ar, ele se manteve parado e disse:

    – Pensei que Lúcifer e os outros dariam conta de vocês!

    – Pelo jeito, não – disse Edward olhando para os demônios abaixo do Bahamut.

    – Oh, isso? São apenas alguns demônios que eu fiz para dar sequência ao plano. – Ele sorriu. – E o que vocês pretendem fazer agora, selos?

    – Matar você – responderam eles com olhares fixos e cheio de ódio.

    Bahamut começou a rir.

    – Vocês são muito apressadinhos! Onde estaria a graça nisso se fosse tão simples?

    – Não é para ter graça – respondeu Pietra.

    Bahamut coçou a barba.

    – Assim vocês irão se tornar ranzinzas. – Bahamut olhou para a sua horda de demônios abaixo deles. – Pois bem, hora de vocês saciarem as suas vontades.

    Bahamut esticou o braço em direção aos idiotas, então a horda começou a correr em direção a eles.

    A esclera dos cinco se tornaram negras, o brilho de seus olhos mais intensos, então suas chamas transbordaram. Eles levantaram suas respectivas armas, o Dante, seus punhos. Concentraram suas chamas por um tempo, fazendo eles se mesclarem por estarem pertos, então atiraram contra os demônios. Com a junção das cincos chamas, a horda de quatrocentos demônios foi totalmente tomada por ela, fazendo com que todos demônios fossem expostos a um calor escaldante. Quando as chamas foram dissipadas, todos os demônios estavam incinerados. A cratera agora estava como uma coloração negra, com um cheiro terrível de queimado.

    Quando os selos voltaram os olharem para o Bahamut, diferente do que pensavam, ele estava gargalhando bem alto. Aquilo deixou os selos mais furiosos. Enfim, Bahamut começou a tentar conter a sua satisfação, então voltou a olhar para eles.

    – Magnifico! De fato, magnifico! Mas depois de tanto trabalho, vocês acabarem com meus demônios assim, admito que me deixa um pouco chateado.

    – Apenas um pouco? – disse Dante.

    Bahamut deu de ombros.

    – Você não acha que nos subestimou, Bahamut? – perguntou Kleist.

    – Talvez um pouco... – ele coçou a barba e depois abriu um sorriso. –Diante desta situação, vou lhe mostrar outra surpresa.

    – Cê tá de sacanagem, né?! – vociferou Aiken.

    – Não mesmo. Digamos que seja um bônus que estava esperando muito para mostrá-lo a vocês.

    – Cansei das suas brincadeiras, Bahamut! – vociferou Ed.

    – Não importo. Vocês irão fazer conforme eu desejo – indagou Bahamut com um olhar ameaçador. – Acabe com eles, minha doce Lilith.

    Quando os selos olharam para cima, notaram que estavam em baixo de seis gingantes círculos mágicos, um em cima do outro. E quando olharam para o lado, Mikaela estavam com seus olhos negros, sua pele vermelha, com listras negras envolto de todo o corpo e com chifres que davam uma volta e ficavam pontiagudos no final.

    – Explosão – disse ela.

    Os círculos mágicos em cima deles brilharam, então explodiram. A explosão foi de uma enorme escala, causando um grande tremor junto com uma nuvem de poeira.

    Mikaela saiu da poeira caminhando em cima de um chão roxo transparente que ela criava com sua magia. Chegou ao lado do Bahamut, abraçou e beijou-o na bochecha.

    – Como você está, meu rei? – perguntou ela sorrindo.

    – É, estou bem. Foi difícil ficar com esses idiotas, Lilith?

    – Não se preocupe com isso, pois farei de tudo por você.

    – Entendo.

    Os selos dissiparam toda a poeira em sua volta, demostrando uma cratera não muito grande envolta deles. Eles não estavam feridos. Ao ver Mikaela ao lado do Bahamut, todos ficaram exaltados.

    – Sua vadia! – vociferou Pietra.

    – Cê vai sofrer – ameaçou Aiken.

    – Escolheu o lado errado... – disse Dante.

    – Muito errado – adicionou Kleist.

    – Como é bom ter um demônio infiltrado, né... Nephilins?! – Bahamut ficou sério. – Criados diretamente por Deus?! Daquela forma?! Por essa eu não esperava... como odeio... ODEIO aquele ser repugnante! Ele irá ser o próximo após que acabar com tudo aqui. Prometo que essa é minha última surpresa.

    Bahamut sumiu.

    Os selos iam começar a vociferarem de novo, mas Edward deu um passo à frente, então eles sentiram algo parecido com temor dentro deles, portanto, acharam melhor ficarem calados.

    – Por quê? – perguntou Edward.

    – Porque... – Mikaela sorriu. – Porque eu sou a Lilith, a falsa.

    Edward olhou seriamente para a Lilith.

    – Então, Lilith, eu matarei você – disse ele retirando seu sobretudo e gravata.

             Lilith desceu até a enorme cratera, Edward também fez o mesmo.

    – Não preciso mais disso – ela quebrou o cajado.

    – Logo não irá precisar respirar também.

    Edward liberou suas chamas azuis, fazendo ela tomar todo seu corpo, pegou sua foice e avançou. Lilith bateu o pé no chão, fazendo uma parede gigantesca de pedra emergir na frente do selo, mas ele cortou a parede ao meio facilmente. Porém, assim que cortou a parede, raízes gingantes saíram do chão e atingiu-o certeiramente sua barriga, sendo arremessado.

    Edward rapidamente se recuperou e voltou a olhar para o demônio, mas ela sumiu. Lilith estava do lado direito do Edward, um pouco distante. Vários pequenos círculos mágicos se formaram ao seu redor, então vários pedaços afiados de gelos foram atirados. Edward percebeu a movimentação, e quando foi se mover, raízes saltaram de baixo da terra prendendo-o. Sem ter tempo suficiente, Edward usou sua foice para se defender dos vários pedaços de gelo vindo em sua direção. Ele se defendeu da maioria, mas alguns pedaços cortaram-no. Aproveitando-se do giro da sua foice, ele criou um círculo mágico e invocou dez pássaros que já foram direto para o demônio. Ela esticou os dois braços e criou uma barreira mágica, maior que o de costume. Com o impacto dos pássaros na barreira, aconteceu pequenas explosões. Assim, Lilith conseguiu se defender.

    – Não se segure, Morte. Não sou tão fraca como você pensa.

    Continua <3 :p

    (Capítulo Remeke)


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