Os Cinco Selos

Tempo estimado de leitura: 24 horas

    14
    Capítulos:

    Capítulo 48

    Força

    Linguagem Imprópria, Mutilação, Violência

    Yo, como n tenho nd para falar com vocês...

    Boa leitura ^^

    Dante estava caído com seus braços quebrados e seu corpo todo ferido, e observava Jorge chegando cada vez mais perto com passos lentos.

    – Esse cara é um saco. Deixou meus braços quebrados e meu corpo dolorido, fora a magia de gelo. Eu tô é muito puto! – vociferou. – Despertar: Deus da Fúria.

    As chamas vermelhas do Dante tomaram o local, fazendo Jorge recuar um pouco, pois elas estavam queimando sua pele.  Quando as chamas se extinguiram, Jorge ficou um pouco surpreso: Dante havia adquirido mais dois braços abaixo de seus originais, fissuras com um vermelho incandescente se abriram por todo seu corpo e o vermelho em seus olhos estavam brilhando intensamente.

    – Eu tô é muito puto! – repetiu ainda mais fervorosamente. – Magia de gelo do caralho! – Ele olhou seriamente para Jorge. – Cadê?! Vai ficar me olhando?! Porra!

    Jorge apareceu em instantes perto do Dante e disse:

    – Por favor, MORRA!

    Com seu braço direito revestido com gelo, Jorge acertou um soco fortíssimo na bochecha do selo da Fúria. O impacto foi tão forte que árvores foram devastadas com o impacto. Diferentes de antes, Dante não se moveu nem mesmo um centímetro, e começou a empurrar a mão do Jorge com sua bochecha para olhar para o demônio novamente.

    – Só isso? – perguntou.

    Dante, com seus dois braços direitos, acertou o soco no demônio, fazendo-o subir aos céus. Dante flexionou seus joelhos e pulou na mesma direção que Jorge estava subindo, deixando uma cratera no chão. No ar, Dante começou a dar sequências de socos com todos seus braços. Jorge não conseguia defender de todos, e a cada soco acertado era uma nova marca de punho em seu corpo. Jorge até conseguiu acertar um soco o mais forte o possível, mas não causou nenhum dano no selo. Em seguida, Dante agarrou o pescoço do demônio e o arremessou. Com o impacto, Jorge afundou no chão causando um grande tremor. Dante não deu tempo para Jorge levantar, caindo em cima dele com suas mãos juntas e fechadas, aumentando a cratera e aprofundando ainda mais o Jorge, que cuspiu uma quantidade considerável de sangue.

    – É só isso?! – vociferou Dante enquanto socava Jorge com seus quatro punhos. – Era melhor eu nem ter entrado no Despertar então!

    Jorge reagiu acertando um soco forte o suficiente no rosto do selo da Fúria para tirá-lo para fora da cratera. Então, Jorge saltou e começou uma sequência de socos consecutivos em Dante, dessa vez mais forte.

    – MORRE! MORRE! MORRE! MORRE! – berrava Jorge.

    Mas não era forte o suficiente para Dante, que agarrou o braço direito do Jorge com seus dois braços esquerdos, deu uma joelha forte no rosto dele e arrancou seu braço. Após arrancar o braço, Dante o jogou na cara do demônio, causando desiquilíbrio. Aproveitando do desequilíbrio, Dante avançou, encheu seus braços direitos de chamas vermelhas e acertou Jorge o mais forte que pode, fazendo as chamas se espalharem pelo local. Quando as chamas se extinguiram, Jorge caiu no chão com um olhar vazio, e estava com dois buracos em seu torso e completamente queimado. Dante suspirou.

    – Ah, bem melhor. Agora estou mais tranquilo – disse o selo.

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    Um pouco antes da entrada de Taric...

    Kleist estava encontrado um pouco de dificuldade ao enfrentar Steck, parecia que, a cada movimento, o demônio ficava gradativamente mais forte e mais rápido, ainda mais depois que Steck havia o atingindo com os espinhos de sua manopla. Agora, eles estavam distantes um do outro.

    O céu se fechou e a chuva fraca começou a cair, molhando o campo de batalha e seus combatentes. Kleist parecia não se incomodar com a chuva, mas Steck sim.

    – Ah, mas que saco. Odeio chuva – reclamou o demônio.

    Ignorando Steck, Kleist deixou suas chamas amarelas envolto de seu corpo. As chamas ondulavam de acordo com o vento úmido da chuva. Kleist girou sua espada e, em um piscar de olhos, avançou em direção ao demônio. Steck se abaixou para desviar do balançar da espada, que cortou o solo violentamente. Steck se levantou, acertou o queixo do selo com sua cabeça e, em seguida, moveu seu braço direto, mas Kleist se defendeu segurando com o seu braço esquerdo, que graças a sua manopla de ferro não sofreu nenhum dano dos espinhos. Após segurar o soco, Kleist deu uma cotovelada no rosto do demônio e se afastou.

    Recuperando-se da cotovelada, Steck avançou. Utilizou o golpe de direita, mas o selo da Guerra conseguiu defender com sua espada. Steck começou uma sequência de socos, fazendo o selo não ter nenhuma opção além de se defender. A cada soco, o barulho do aço se chocando junto com faíscas estavam cada vez maiores. Kleist viu uma brecha, deixou suas chamas amarelas concentradas no seu braço esquerdo e tentou socá-lo. Mas Steck tinha feito essa brecha propositalmente. Steck desviou do soco do Kleist, sentido muito do calor das chamas mesmo em uma chuva que acabara de engrossar, e desferiu um soco forte nas costelas do selo. Kleist foi arremessado a uma distância considerável, e quando se levantou novamente, praguejou mentalmente por ter sido tão tolo.

    – Ah, mas que saco. Parece que você ainda não se tocou sobre minha magia, Guerra. – Steck começou a olhar para Kleist um pouco decepcionado. –É até que bem simples. Acho um saco não conseguirem descobrir sobre ela. –Ele fez sua energia “engolir” seu braço direito. – Meu poder é tipo o seu, porém, ao invés de aumentar meu poder com o tempo, eu tomo a energia dos meus inimigos. Assim, tornando-me o inimigo perfeito contra você. E, diferente dos outros, não tenho transformação.

    – Não lembro de ter perguntado – disse o selo.

    Kleist manteve seu rosto inexpressivo, girou sua espada e a cravou no chão. Espada começaram a emergir do chão, formando um grande círculo com os dois no centro, como se uma arena.

    – Isso me parece que vai ser um saco – reclamou Steck.

    Kleist concentrou todas suas chamas amarelas em sua espada e, com uma estocada, avançou. Steck segurou a estocada com sua mão esquerda, fazendo ir um pouco para trás, e uma lâmina que estava apontado na altura de suas costas quase o transpassa. Quase no mesmo instante que conseguiu firmar seus pés depois do ataque, Steck acertou o selo com um soco em seu peito, arremessando-o novamente para longe.

    – Já te avisei sobre meu poder, mas que saco!

    Continua <3 :p

    (Capítulo Remake)


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