Os Cinco Selos

Tempo estimado de leitura: 24 horas

    14
    Capítulos:

    Capítulo 46

    Máscara

    Linguagem Imprópria, Mutilação, Violência

    Yo, nunca pensei que ficaria triste por ter perdido um caderno.

    Deve ser pq todo meu conteúdo de química estava lá, e a prova é amnh.

    Concertei um erro grave do ultimo cap: coloquei que o Edward era o segundo selo, mas é o quarto.

    Sorry

    Boa leitura ^^

    Aiken estava caído no gramado do bosque, após ter sido arremessado por Gouth. A pressão que Aiken estava recebendo por conta do poder do demônio era muito elevada, mas não demoraria muito para Aiken poder utilizar seu poder em si novamente.

    – Esse cara é um puta pé no saco – praguejou. – Se pelo menos o despertar estivesse liberado...

    Aiken começou a sentir as vibrações do corpo gordo de Gouth se aproximando, e cada vez mais as vibrações ficavam intensas.

    – Espera...mas o despertar tá liberado! Como eu pude me esquecer disso? – O poder dele começou a aumentar gradativamente. – Despertar: Deus da Fome.

    O poder de Aiken aumentou de maneira exuberante em questão de milésimos, fazendo com que suas chamas prateadas tomassem conta da área do bosque ao redor. Quando as chamas abaixaram, uma grande área do bosque virou apenas cinzas. As chamas prateadas ficaram envolto do Aiken como se fosse um manto e, em seu rosto, suas chamas formou algo que parecia uma máscara. Mas, mesmo com essa máscara, dava para diferenciar nitidamente o brilho de seu olhar e as chamas.

    – Vejo que você ficou mais forte – observou o demônio.

    – Cê já tava me irritando. Não me deixe esperando, Gouth.

    Gouth começou a girar seu mangual e, em seguida, começou a sequência de ataques contra o selo da Fome. Porém Aiken estava desviando dos ataques do mangual com extrema facilidade. De acordo com Gouth, o tempo da propriedade das chamas deveria ter acabado. Deveria ter acabado, mas, com o despertar liberado, Aiken já não tinha mais um limite de tempo.

    Gouth, imaginando algo parecido, cessou seus ataques consecutivos. Lançou a esfera de mangual para trás e jogou ela para frente o mais forte possível. Aiken manteve sua tranquilidade, levou sua katana da mão esquerda para frente e a da mão direta, com a ponta para baixo, para trás. Ele esperou a esfera do mangual chegar mais perto e disse:

    – Tornado prateado.

    Aiken girou o seu corpo, fazendo com que suas chamas prateadas girassem junto ao seu corpo, assemelhando-se a um tornado. Ao se chocar contra o ataque de Aiken, a esfera ficou imóvel, até que chegar ao ponto dela se quebrar. Seguidamente, dois dragões saíram do corpo de Aiken.

    – Dragões-Gêmeos

    Os dragões foram em direção ao Gouth, que, por sua vez, cruzou seus braços para se defender do ataque. Ele podia sentir a carne de seus braços sendo tostadas, uma dor agoniante. O ataque foi desfeito, mas, assim que descruzou os braços, Aiken deu uma pezada na cara do demônio, pegando impulso suficiente para subir aos céus. No céu, Aiken deixou seu corpo mais pesado e caiu em cima do Gouth. Para ele, o selo da Fome estava pesando mais de uma tonelada. Aiken deixou seu corpo leve, fazendo-o subir e depois se jogou novamente. Ele repetiu isso cinco vezes.

    Irritado, Gouth, aproveitando-se do vacilo, agarrou a cabeça do selo com sua mão e o esmagou. Gouth achou estranho, pois não sentiu nada sendo esmagado. Segundos depois, as chamas do Aiken refizeram a cabeça dele. Então, ele se afastou de Gouth.

    – Isso só prova o quanto estou mais forte. Meu corpo se tornou minhas próprias chamas, e a única forma de me acertar é tendo um poder que, pelo menos, é um pouco equivalente ao meu.

    – Está dizendo que seu poder é demasiado superior ao meu?

    – Exatamente – sorriu.

    As chamas prateadas formaram uma cabeça de tigre cada braço do Aiken, então ele avançou em direção ao Gouth e dizendo:

    – Tigres prateados.

    O demônio tentou se defender do ataque, mas Aiken era bem mais rápido. Aiken esticou seus braços e perfurou Gouth com as katanas junto com os tigres. Quando os tigres sumiram, eles tinham “devorado” quase todo o torso do Gouth, fazendo os membros e entranhas em meio ao sangue recair sobre o solo e ir até as botas do Aiken.

    – Argh, que nojo. Agora tem sangue gorduroso em minhas botas.

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    Em outra parte do bosque...

    Edward, Dante e Lizzie estavam a caminho da saída do bosque.

    – Capitão, onde será que está o Kleist? – perguntou Dante.

    – Sei lá. Daqui a pouco ele aparece.

    – Ed, aquela sensação de agora pouco foi...?

    – Sim, Liz, foi o despertar da Pietra.

    Eles voltaram a ficar em silêncio.

    Não demoraram muito até sair do bosque, mas, ao sair dele, depararam-se com um outro homem: ele era alto, talvez na mesma altura que Dante; era musculoso, careca e tinha um robusto bigode. Estava usando um short relativamente curto e estava sem camisa.

    Edward se aproximou um pouco do Dante e sussurrou:

    – Esse, de longe, é o cara mais estranho que nós encontramos.

    Lizzie e Dante assentiram com a cabeça.

    – Eu cuido dele – disse Dante.

    Edward liberou suas asas e deu continuação ao caminho.

    Dante encarava o demônio seriamente.

    – Olá! Eu sou o Jorge! – apresentou-se o demônio.

    Dante ficou confuso.

    – O...oi, prazer em... conhecê-lo...? – disse com receio.

    – O prazer é meu! Você poderia fazer o favor de...morrer? – pediu Jorge de uma forma alegre.

    Em questão de segundos, Jorge partiu para o ataque com um soco de direita. Dante, por muito pouco, desviou da investida movendo seu corpo para o lado. Aproveitando do giro de seu corpo, Dante liberou suas chamas vermelhas, e tentou um ataque com seu braço esquerdo. No momento do impacto, ele sentiu algo estranho em seus braços, e quando ele viu ficou surpreso: seu braço estava dolorido, seus dedos estavam sagrando quase que quebrados e as costas do Jorge estava revestida com gelo. 

    Aproveitando do momento de descuido de Dante, o demônio acertou uma cotovelada em seu estômago, ignorado a armadura de chamas do Dante como se fosse papel, e acertou-o com um soco de esquerda, fazendo o selo sair rolando alguns metros.

    Jorge, não perdendo tempo, avançou novamente. Mas, dessa vez, Dante havia pegado pedras no chão e revestindo ela com sua magia e chamas, assim, atirando em direção ao demônio, fazendo-o perder o equilíbrio. Rapidamente, Dante revestiu seu braço com magia e chamas, deixando ele parecido com escamas de dragão e garras. Dessa vez, Dante conseguiu acertar um soco efetivo em Jorge, jogando-o alguns metros.

    – Ah, magia de gelo de novo não...puta que pariu!

    Continua <3 :p

    Curiosidades:                                               

    Kleist: quinto selo, Guerra. Esse nome eu tirei de um personagem da trilogia “A Mão Esquerda de Deus” (muito foda). Sei lá, gostei muito desse nome.

    Arma: uma espada não muito mais comprida do que o normal, mas sua largura sim. Detém caveiras estampada nos dois lados da superfície da lâmina. Apesar de parecer pesada, para Kleist, ela é leve. Como ela foi forjada é um mistério até para ele.

    Chamas: Amarela. Conforme ele luta, ela vai aumentando sua força. E, depois de um tempo sem lutar, a força do Kleist volta para seu estado antes da batalha.

    Altura: 1,78m

    Idade (de sua aparência): 20 anos.

    Cabelo: Sempre está coberto pelo capuz. Mas vem até um pouco acima de seus ombros e é castanho escuro.

    Características: Sempre se matem em silêncio, calmo e frio. Ele expressões pois acha que isso atrapalha em uma luta. Também é dotado de uma grande força. Acha que fica mais destemido e temível com capuz. É o vice capitão do grupo.

    Magia: faz magias que cria outras lâminas com suas chamas.

    Gosta: de ficar de bobeira.

    Odeia: o Edward.

    (Capítulo Remake)


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