Os Cinco Selos

Tempo estimado de leitura: 24 horas

    14
    Capítulos:

    Capítulo 45

    Carta na Manga

    Linguagem Imprópria, Mutilação, Violência

    Yo, dessa vez eu consegui postar o cap no horário normal (ou quase)

    Preparados?

    Boa leitura ^^

    Momentos antes da luta da Pietra começar...

    – Se eles realmente tiverem alguma coisa contra nossos poderes, o que faremos, Ed? – perguntou Pietra.

    – Bem, se a situação for realmente esta... – Edward fez uma pausa para pensar. Sua expressão ficou séria. – O uso do despertar está liberado.

    Os selos abriram sorrisos sádicos.

    -----------                              ***                               -----------

    Na entrada do bosque...

    Pietra estava caída no chão, apenas escutando Merlyn falar. Com dificuldade, ela conseguiu se levantar, e, com um olhar sério, disse:

    – Despertar: Deusa da Peste.

    As chamas verdes da Pietra tomaram o local, Merlyn começou a sentir o poder da Pietra crescendo de forma intensa, até chegar uma hora que ela não conseguia sentir mais, e as chamas se extinguiram. O corpo da Pietra havia ficado quase que pele e osso, estava vestindo trapos rasgados e sujos, mas havia uma coisa que continua impecável: seu cabelo. Apenas envolto na região de seus olhos dando volta em sua cabeça, tinha uma tira de ferro com espinhos. Em cada braço e perna, haviam algemas cujo as correntes que as intercalavam estavam rompidas. Merlyn sentiu horror vindo da Pietra, ainda mais depois que os olhares delas se encontraram. E Pietra sabia disso.

    – Está esperando o que? – perguntou Pietra com seus lábios secos.

    Merlyn chacoalhou a cabeça para dispersar a sensação de horror, voltando a ter seu sorriso assassino no rosto.

    – Interessante! Deusa da Peste? O que tem de deusa nessa aparência imunda?! – vociferou Merlyn.

    Merlyn pegou a suas duas adagas de volta, liberou uma grande quantidade de poder e partiu para atacar Pietra. Merlyn começou uma sequência de ataques com adagas e, quando tivesse chance, utilizando as pernas. Mas nada acertava Pietra, desviava facilmente de todos os ataques. Merlyn sentiu que a Pietra iria fazer algum movimento, então se afastou rapidamente. Mas Pietra não iria fazer nada. Merlyn estava com medo, e Pietra podia sentir isso claramente.

    No momento que Merlyn iria atacar de novo, Pietra esticou seu braço esquerdo com a mão aberta. Merlyn parou abruptamente. Vários insetos começaram a sair da mão da Pietra, e estes insetos logo se tornaram milhares. E, como um turbilhão, todos estavam indo em direção ao demônio. Graças ao poder de anulação da Merlyn, nenhum chegava perto. Gabando-se disso, ela começou a rir e disse:

    – Você é burra?! Já esqueceu do meu poder?

    Ao terminar a frase, os insetos pararam de vir, mas havia um problema: o selo da Peste não estava mais lá. Pietra usou seus insetos para tampar a visão e distrair Merlyn, o que deu certo. Ela agora estava atrás da Merlyn.

    – Eu não esqueci – sussurrou Pietra em seu ouvido

    Merlyn arregalou os olhos de espanto, mas, antes que pudesse fazer algum movimento, Pietra agarrou o braço e, como se fosse um galho, quebrou-o. Então, enquanto Merlyn se recuperava do choque, Pietra girou e acertou um chute tão forte que fez ela voar metros dali. 

    Antes que Merlyn pudesse se levantar, em segundos, Pietra já estava perto dela novamente. Mas, dessa vez, ela estava empunhando seu machado. Então, Pietra rodou seu machado e cravou bem nas costas do demônio. Merlyn começou a gritar de dor. Novamente, Pietra sussurrou em seu ouvido:

    – Eu disse que iria fazer você gritar de agonia.

    – Sua vadi...

    Merlyn foi interrompida por Pietra que tampou seus lábios com as mãos, e, em seguida, liberou suas chamas verdes. O poder da Merlyn não estava fazendo efeito. Pietra, liberando uma quantidade considerável de chamas, sugou toda a energia do demônio até virar pó.

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    No bosque...

    Aiken estava se levantando depois de levar um soco certeiro de Gouth. Estava sendo complicado lutar contra Gouth, pois ele conseguia mudar a gravidade se nem mesmo ter contato. Dada as condições, estava difícil elaborar um plano. Aiken poderia criar um plano, mas Gouth não parava de atacá-lo.

    Agora, Gouth estava girando seu mangual, que tinha uma longa corrente, rapidamente. Novamente, Gouth começou a atacar o selo da Fome. Sem nenhuma opção, Aiken só conseguia ficar desviando da esfera de ferro do mangual. Conforme ele ia desviando, parecia que manchas negras tomavam conta do corpo do demônio. A luta estava um tanto quanto difícil para Aiken, porque Gouth deixava seu mangual leve na hora de movimentá-lo e, na hora de atacar, deixava-o pesado. Tudo isso em questão de milésimos.

    Mas, então, Aiken encontrou outro problema, dessa vez, muito grave: o limite de seu poder chegara ao fim. Aiken voltou a grudar no chão como se um imã o tivesse atraindo. Gouth abriu um sorriso de orelha a orelha, e, sem perder tempo, levou seu mangual aos céus, fez a esfera ficar mais pesado e deixou cair em cima do Aiken. Quatro dos espinhos da esfera havia perfurado suas costas.

    – Você acha que sou tolo, Fome? É obvio que eu sabia sobre o tempo limite de seu poder.

    Aiken levantou sua cara do chão e olhou diretamente para Gouth. Ele não estava louco: manchas negras tomaram o corpo gordo de Gouth. E seu poder também havia aumentado.

    – Tolo? Claro que não – Aiken fez uma pausa por causa da fisgada que sentiu ao Gouth retirar a esfera do mangual de suas costas. – Acho cê gordo, na real.

    Mais uma vez, Gouth ficara muito irritado com Aiken por ter chamado ele de gordo. Pegando o Selo pelo pescoço, Gouth começou a enforcá-lo. Aiken tentou levantar suas katanas para fazer um ataque, mas elas pareciam pesar mais de uma tonelada.

    – Cê tá de sacanagem, ele consegue até aumentar uma parte especifica? – pensou Aiken lutando para não ficar sem fôlego.

    Gouth arremessou Aiken para bosque adentro, levando consigo as árvores. Na hora que Gouth iria atacar Aiken novamente com o seu mangual, o bosque foi tomado por uma quantidade absurda de chamas cinzas.

    Continua <3 :p

    Curiosidades:

    Edward: quarto selo e capitão, Morte. Escolhi esse nome porque, além de gostar do apelido, tem dois personagens que eu gosto muito com esse nome: Edward Kenway (Assassin’s Creed Black Flag) e Edward Elric (Full Metal Alchemist).

    Arma: Uma foice que é parte do poder dele, Lizzie (vou postar mais sobre ela). Tem uma extensa haste e a lâmina é azul. Todas as armas que ele empunhava se quebravam antes dela.

    Chamas: Azuis. Quando as chamas entram no corpo da pessoa, por meio de feridas, ela vai diretamente ao cérebro e aciona o medo (completamente inútil contra seres sem cérebro).

    Altura: 1,70m (só não é mais baixo que a Lizzie)

    Idade (de sua aparência): 19 anos.

    Cabelo: branco. Sempre está bagunçado (tem preguiça de pentear)

    Características: é o que mais consegue pensar em estratégias, principalmente quando envolve os outros quatro. Brincalhão, mas, se preciso, fica sério em instantes. Sempre tenta manter sua calma, pois acha que, se perdê-la, vai tomar decisões erradas. O único que tem asas no grupo.

    Magia: prefere as de necromancia (por que será?).

    Gosta: das estrelas.

    Odeia: o Kleist.

     (Capítulo Remake)


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