Os Cinco Selos

Tempo estimado de leitura: 24 horas

    14
    Capítulos:

    Capítulo 44

    Bosque

    Linguagem Imprópria, Mutilação, Violência

    Yo, quase que o cap de hoje não sai! Mais trabalhos e provas :(

    Provavelmente sexta eu consegui postar no horário.

    Boa leitura ^^

    Edward, Lizzie, Aiken e Dante adentraram no bosque. Diferente do esperado, o bosque era quase que uma floresta. Havia tantas árvores, a maioria eram incrivelmente altas e não deixavam os raios de sol entrar.

    Eles prosseguiam o caminho em silêncio, exceto pelos barulhos da luta da Pietra que ficava cada vez mais distantes, mas a Lizzie quebrou o silêncio dizendo:

    – Aquela mulher é estranha.

    – Como assim? –perguntou Ed.

    – Eu só consegui sentir a presença de demônio dela quando estávamos perto, e era mínima. Eu sentir algo mais vindo dela.

    – Algo mais...? – perguntou Aiken tentando entender o que poderia ser.

    – Sim. Senti um pouco da mesma presença de um an...

    Lizzie foi obrigada a parar de falar pois Aiken recebeu um ataque certeiro de uma esfera pontiaguda de ferro que tinha uma extensa corrente, e foi arrastado levando árvores consigo. Mas, em um ínfimo instante, Aiken havia conseguido sacar sua katana e se defender do golpe. Agora estava parado com a esfera de ferro do mangual a sua frente.

    – Aiken! – vociferou eles.

    – Relaxa, estou bem. Vão. Deixe ele comigo.

    Edward assentiu com a cabeça, e eles continuaram a seguir o caminho.

    Imediatamente, Aiken voltou a sua atenção para a esfera do mangual, que regressou bosque a dentro. Ele estava tentando achar o demônio, mas as árvores estavam atrapalhando muito.

    – Não seja tímido –dizia Aiken -, juro que não farei mal algum.

    Aiken escutou algo parecido com uma risada vindo do boque, mas, logo em seguida, um barulho de árvores sendo destruídas ficava cada vez maior. O mangual, pensou ele. O mangual fora arremessado muito mais forte que antes, e estava vindo em uma incrível velocidade. Sem muitas alternativas, Aiken sacou sua outra katana e liberou suas chamas prateadas em um curto tempo. A esfera estava vindo de frente com ele. O selo da fome postou suas duas katanas negras a frente e tentou parar a esfera de ferro. Uma grande quantidade de chamas prateadas inundou a floresta, mas o ataque foi mais forte que Aiken pesava que seria, fazendo-o ser jogado. Após ir freando aos poucos se chocando nas árvores, Aiken só parou quando chegou em uma parte aberta do bosque.

    Escutou de novo a mesma risada, porém, dessa vez, o demônio foi até onde Aiken estava, e finalmente deu as caras: ele era alto, gordo e tinha uma aparência grotesca. Não estava usando camisa, e nem dava para ver se estava usando alguma calça por causa de sua enorme barriga, mas Aiken não estava interessado em descobrir.

    – Pensei que não iria dar as caras – provocou Aiken.

    – Queria causar um suspense. – Quando falava, a gordura em seu papo estremecia. – Pode me chamar de Gouth.

    – Prazer, Gouth – sorriu Aiken. – Como cê tem passado?

    – Ah, eu estou b... NÃO VENHA COM ESSE PAPO AGORA!

    – Já que esse cara é chato.

    Mudando de postura rapidamente, um olhar sério tomou conta do rosto de Aiken. Suas chamas prateadas dançaram em seu corpo e katanas, então avançou. Quando Aiken chegou perto do demônio, inexplicavelmente ele foi para chão, como se um imã estivesse o atraindo, e não conseguiu se levantar. E, novamente, Gouth começou a rir.

    – Ah, que porra é essa agora? – disse Aiken mal conseguindo falar.

    – Meu poder. Consigo controlar a gravidade.

    – Já sei, cê faz isso para parecer menos gordo?

    Aquilo deixou o demônio irritado. Gouth jogou a esfera de seu mangual para cima, aumentou sua gravidade e fez cair em direção ao selo da Fome, que, por sua vez, deixou o seu corpo mais leve com suas chamas, e conseguiu desviar da esfera e abrindo um corte no demônio. Como contra-ataque, Gouth aumentou a gravidade sobre Aiken e desferiu uma pancada forte no rosto dele, arremessando-o longe.

    – Não encha o saco, Fome – balbuciou Gouth

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    Na entrada do bosque, Pietra continuava sua luta contra Merlyn...

    Merlyn estava na ofensiva, não dando outra opção a Pietra a não ser ficar se defendendo. A Merlyn é bastante ágil, não deixava Pietra sequer uma abertura para um ataque, mas, enfim, essa abertura veio: em uma das sequências de ataques, Merlyn pisou em falso, dando tempo suficiente para Pietra girar seu machado e atingi-la fortemente com a parte cega do machado. O demônio sentiu uma grande dor em sua costela, e, sem que percebesse, Pietra acertou-lhe com um chute em seu queixo. Merlyn, cuspindo sangue, achou melhor se afastar.

    – O capitão iria gostar de lutar com ela. Seu estilo de luta se assemelha com o dela. E, de acordo com as minhas experiências de luta contra Ed, devo me manter na defensiva e esperar uma brecha. Até porque, minha mobilidade e velocidade não se equipara ao dela – pensou Pietra estudando o demônio.

    Pietra interrompeu seus pensamentos quando sentiu o poder crescente de forma monstruosa. Quando ela olhou para Merlyn, surpreendeu-se: emanava uma grande quantidade de poder, até que o lado esquerdo de seu corpo ficou negro, cresceu apenas um chifre meio encaracolado desse mesmo lado e, quando abriu seus olhos, sua esclera estava negra e sua íris amarela.

    Com um sorriso, Merlyn avançou em uma velocidade bem maior. Pietra conseguiu se defender do ataque por puro reflexo, mas seu machado acabou parando metros dali. Merlyn aproveitou da brecha e atingiu-a com o cotovelo bem no corte que havia feito na barriga do selo da Peste. E, em um piscar de olhos, já estava nas costas da Pietra atingindo-a com um chute fortíssimo. Merlyn, divertindo-se muito, não parou por aí: largou suas duas adagas e começou a soca-la. Pietra não conseguiu dar nenhum contra-ataque. Mas, por fim, Merlyn agarrou o braço dela e, com um estalo, quebrou. Então, novamente, chutou Pietra para outro lado.

    – Ué? – Merlyn soltou uma risadinha. – Cadê toda aquela sua marra? Não venha me dizer que falou tudo aquilo da boca para fora! Levante-se, eu ainda quero te surrar mais.

    Pietra, com muita dificuldade, conseguiu se levantar, mas mal conseguiu ficar em pé. Estava sentindo muita dor e seu braço estava completamente bambo.

    – Ora, ora, não é que você conseguiu levantar mesmo!

    – Vai se arrepender de ter dito tais palavras –Pietra cuspiu sangue.

    – Não me faça rir!

    – Não farei. Irei fazer você gemer de dor. –Pietra fez uma pausa, e olhou para Merlyn com um olhar sério. – Despertar: Deusa da Peste.

    Continua <3 :p

    Curiosidades:

    Dante: Terceiro selo, Fúria. Foi o primeiro nome que veio à cabeça ao criar ele. O porque eu não sei, mas deve ser por causa de Devil May Cry.

    Arma: seu próprio corpo. Prefere utilizar seus punhos para o ataque, por isso que acha melhor concentrar chamas em sua perna para ganhar velocidade, pois ele é alto e tem uma grande massa muscular, deixando mais lento.

    Chamas: vermelhas. Protege ele como se fosse uma armadura. Quanto mais furioso ficar, mais suas chamas ficam fortes, e, consequentemente, sua defesa e seu ataque aumentam.

    Altura: 2,01 metros (o mais alto)

    Idade (de sua aparência): 25 anos.

    Características: o que tem a maior força física do grupo. Apesar de ser o selo da fúria, ele é bem calmo. Ele consegue compreender bem tudo a sua volta e também as intenções do Edward. Adora lutar contra inimigos que também utilizam os punhos para lutar. Não queira vê-lo nervoso.

    Magia: Ele não gosta de usar, mas, quando precisa, prefere as que reveste o corpo.

    Gosta: do céu.

    Odeia: ficar nervoso.

    (Capítulo Remake)


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