Os Cinco Selos

Tempo estimado de leitura: 24 horas

    14
    Capítulos:

    Capítulo 41

    Nephilim

    Linguagem Imprópria, Mutilação, Violência

    Yo, bem vindo a um dos cap mais esperados da história!

    Bom, eu acho que é né...

    Boa leitura ^^

    Os sete idiotas não dormiram mais do que uma hora. Como sempre, Edward foi o primeiro a acordar, e ficou atendo caso fosse surpreendido por algum ataque dos demônios. Entretanto, não demorou muito para que os outros acordassem.

    – Para aonde vamos agora? – perguntou Pietra.

    – Bem, já que vocês cinco estão juntos novamente... – Mika fez uma pausa dramática. –, ir para Zestria e derrotar Bahamut. O que acha, Ed?

    – É para isso que estamos aqui.

    – Eu tenho uma pergunta – disse Guerra. – Por que você estão se chamando com nomes estranhos

    – Usamos esses nomes para não chamar atenção – respondeu Dante. –E você precisa de um também.

    – Máquina Mortífera? – sugeriu Ed.

    – Destruidor Sadista? – sugeriu Liz.

    – Quebra Ossos? – sugeriu Dante.

    – Carniceiro? – sugeriu Pietra.

    – Navio Empoeirado? – sugeriu Aiken.

    – Navio Empoeirado? – questionaram os seis olhando para Aiken.

    – Eu achei da hora. Qual cê quer?

    – Tanto faz.

    – Então vai ser Navi...

    – Não! – vociferou Mika interrompendo Aiken. – Que tal... Kleist?

    – Tanto faz – respondeu Guerra, como sempre, inexpressivo. – E você é?

    – Mikaela. Estava ajudando eles a te encontrarem – apresentou-se. – Vocês foram incríveis hoje! Como sabia que o Ed iria saber que você estava fingindo, Kleist?

    – Não sabia.

    – Não sabia?! – Mika ficou surpresa. – Então como você sabia que ele estava fingindo, Ed?

    – Não sabia. Apenas acreditei que ele não quebraria a regra do grupo.

    – Vocês têm regras? –disse Mika incrédula.

    – Sim.

    – Vocês?

    – Sim, a gente! –vociferou Ed.

    – Primeira: não mate desnecessariamente – começou Dante.

    – Segunda: nunca trair o grupo – continuou Pietra.

    – Terceira: se trair, volte para segunda regra – reforçou Kleist.

    – Quarta: não encha o saco do capitão – terminou Aiken.

    – A quarta nem se quer é uma regra! – disse Mika.

    – É sim! Apesar de sempre quebrarem – falou Ed nervoso.

    – Não entendo uma coisa... – Mika ficou séria. – Por que vocês fazem isso? Arriscam-se tanto em troca de nada, nem mesmo reconhecimento.

    – Para impedir uma guerra, é necessário sacrifico – respondeu Kleist.

    Edward ficou um pouco mais sério.

    – Acho que já está na hora de te contar quem somos – disse Ed. – Todos de acordo?

    Todos assentiram com a cabeça, menos Kleist.

    – Se Pietra não matou ela até agora, para mim tudo bem – assentiu Kleist.

    – Não consegue formar uma opinião sozinho – sussurrou Ed para si.

    – O que você disse?

    – Disse que deveria ter te matado quando tive chance!

    – Então por que não tenta agora? – Kleist estava levantando sua espada.

    – Pare, os dois! – vociferou Pietra. – Continue, Ed.

    – Tsc –resmungou Ed. – Nós somos Nephilins, uma mistura de anjos e humanos.

    – Mistura?

    – Sim. Temos o físico, força e algumas outras características de anjos. Já de humanos, temos a capacidade de evoluir constantemente, adaptarmos facilmente e, até mesmo, um pouco na forma de pensar e agir. Por exemplo, os sentimentos.

    – Vocês servem a alguém ou algo do tipo?

    – Nós servimos... – Ed fez uma pausa e abriu um sorriso. – Ao equilíbrio. Vivemos para mantê-lo e protege-lo. Fomos criados e confiados por Deus para tal responsabilidade.

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    Incontáveis anos antes...

    Em um lugar, onde nenhum humano vivo jamais pisou ou sequer vai conseguir pisar, havia um ser, cujo sua aparência é indescritível, estava sentado em seu trono nada chamativo. Na frente dele, havia mais dois seres que tinham um par de asas, cujo o branco das asas era cristalino, um deles detinha cabelo loiro e o do outro era negro. Eram anjos.

    Os dois anjos pareciam estar preocupados e com grande receio de falar qualquer coisa para o ser em sua frente. Até que, por fim, o anjo com o cabelo loiro falou:

    – Pai, Bahamut está começando a fazer seus movimentos!

    – Envie-nos, pai, temos que pará-lo agora! – suplicou o anjo de cabelo preto.

    Então, o ser suspirou, e com muita calma disse:

    – Fique calmos, meus filhos. Ele não tem poder suficiente ainda.

    –Se ele não tem, não seria o momento perfeito para atacarmos? – questionava o anjo loiro.

    – Sim. Mas, por ser exatamente o obvio, não iremos fazer. Agora, vão preparar seus exércitos.

    –Mas pa-

    O ser interrompeu o anjo de cabelo negro erguendo sua mão.

    – Vocês são arcanjos, não esqueçam dos seus principais deveres.

    Os dois assentiram com a cabeça, viraram e saíram.

    Assim que os dois anjos saíram, o ser indescritível esticou seu braço direito, todos seus cinco dedos da mão começaram a brilhar, cada um com uma cor diferente: azul, amarelo, verde, vermelho e prata. Então, ele fechou sua mão e a abriu. As luzes, com as mesmas colorações dos seus dedos, tomaram toda a área com o seu brilho. Cada luz formou um corpo, e esse corpos foram sendo preenchidos gradativamente por ossos, músculos e etc.

    Assim que que essas luzes tomaram vida, um corpo, elas se agacharam diante aquele ser.

    – Meus filhos, eu lhes entrego... a vida.

    – E o que senhor deseja em troca? – perguntaram os cinco.

    – Em troca? Nada. Mas eu quero fazer um pedido a vocês... quero, na verdade, suplicar.

    Os cinco assentiram com a cabeça.

    – Vocês poderiam me emprestar suas forças?

    – Sim, senhor.

    O ser deu um leve sorriso.

    – Poderiam selar Bahamut?

    Os cinco levantaram suas cabeças e olharam diretamente para o ser.

    – Com certeza – concordaram ferozmente.

    – Ótimo. Vocês são Nephilins, e serão conhecidos como: Peste, Fome, Fúria, Morte e Guerra. Os cinco selos.

    Os cinco deram um leve sorriso.

    – Agora vão treinar, e fiquem fortes.

    No momento que os cinco estavam saindo, o ser chamou o menino de cabelo branco, Morte. Ele chegou perto do trono, e, com um simples mexer de mãos, o ser criou o cachecol azul semitransparente envolta do pescoço dele.

    – Você será o líder deles, e esse cachecol é o que prova isso.

    – Obrigado, Deus.

    – Não, eu que tenho que agradecer.

    Os dois trocaram um sorriso.

    – Caso o plano de selar não dê certo, eu peço que você...

    Deus parecia agoniado, Ele não conseguia dizer a palavra “matar”. Mas Morte entendeu o que Ele queria dizer.

    – Sim, eu faço.

    – Ótimo – disse Deus um pouco desanimado. – O objetivo principal de vocês é manter o equilíbrio. A paz. Confio em vocês.

    – Não se preocupe! Nós com certeza iremos manter o equilíbrio.

    Novamente, os dois trocaram sorrisos. Os dois pareciam se entender muito bem, apenas com olhares.

    – Vá. Fique forte. Lute e supere todas as barreiras – dizia o Deus. – Mas nunca esqueça de... sorrir. A vida é algo mágico, desfrute de cada momento dela, meu filho. Nunca esqueça sua essência. E se esquecer, você tem outros ao seu lado para lembrar dela, não tem?

    – Com certeza! Apenas observe, pai.

    Assim, foi o começo dos nossos cinco grandes guerreiros.

    Continua <3 :p

    Obs: Essa história não é o que acho sobre Deus ou algo relacionado a ele. Não é nenhuma crítica sobre sua religião, sobre o que você pensa ou o que deve pensar. É apenas algo fictício para entreter e passar tempo.

    (Capítulo Remake)


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