Os Cinco Selos

Tempo estimado de leitura: 24 horas

    14
    Capítulos:

    Capítulo 36

    Ounter

    Linguagem Imprópria, Mutilação, Violência

    Yo, voltei com a história onde é possível mesclar muitas coisas nela.

    Um bom exemplo disso é que tem piratas.

    O por que tem piratas? Porque sim é claro!

    Boa leitura ^^

    – Eu sei lutar – afirmou Ed.

    – Ótimo. –Teach se empolgou. – Tem grandes chances que eles invadam meu navio. Se eles invadirem...bem, chute a bunda deles.

    –Sim, capitão! – ele fez uma continência.

    – É estranho o capitão falar “Sim, capitão” para um outro capitão –observou Dante.

    Todos concordaram mexendo a cabeça.

    Ao passar de exatos trinta minutos, o navio pirata deu o primeiro tiro, boa parte dos tiros caíram no mar, mas uma pequena parte atingiu a proa do navio, fazendo com que o navio balançasse violentamente e alguns ficassem desmembrados. Teach, com um grande berro, autorizou o disparo de seus canhões. Todas as balas de canhão atingiram em cheio o casco do navio pirata, matando alguns piratas e unitizando dois dos seus canhões. O navio pirata deu outros tiros, que iriam pegar no convés do navio, mas, dessa vez, Aiken tomou a frente, sacou sua katana e, com um simples balançar, cortou um total de dez balas de canhão. Aquilo deixou toda a tripulação do Teach surpresa e também os piratas, mas eles continuaram a trocar tiros de canhão. Edward parecia estar abismado por tudo que estava acontecendo.

    – Pera, pera, pera... quer dizer que o objetivo é um navio destruir o outro?

    – Sim –respondeu Teach.

    –Por que não disse isso antes?!

    Agora, os selos junto com Mikaela, estavam defendendo o navio das balas de canhão.

    A esclera do Edward ficou negra, seus olhos azuis brilharam e sua asa de energia negra foi criada. Em seguida, voou em direção ao navio pirata, desviando e cortando as bolas de canhão. Enfim, ele chegou até o navio pirata, e parou bem no centro do convés.

    Os piratas apontaram todas armas de mana o mais rápido possível no Edward e começaram a atirar. Suavemente Edward girou sua foice para se defender. Quando os piratas derem uma pausa da salva de tiros, já estavam triunfantes, mas perceberam que nenhuma bala nem sequer havia arranhado o seu inimigo. Dessa vez, cinco piratas rápidos e ágeis, foram ataque com suas espadas, obviamente, eles não eram rápidos o suficiente para demonstrar algum risco para Edward, que em um piscar de olhos, espancou os cinco com rápidos golpes com a parte sem fio de sua foice, fazendo com que desmaiassem pelo convés. Um sorriso sádico ficou estampada no rosto do Edward.

    –Vocês são pecadores, saqueiam e matam apenas por diversão e benefício próprio. Vocês têm sorte por eu não poder fazer o mesmo – ameaçou Ed.

    Os piratas ficaram aterrorizados diante do homem que sua força nunca tinha sido vista antes. Edward, com chamas em seu braço esquerdo, queimou a frente do navio, mas os piratas não eram queimados pelas chamas azuis dele. O capitão do navio, sem ter outra opção, sacou sua espada e foi para cima do Edward. Ele se defendeu com a foice, desarmou o capitão e acertou um golpe tão forte que fez cair na água. Sem mais nenhuma esperança, os piratas apenas aceitaram suas mortes. Edward, sem nenhum motivo aparente, saiu voando do navio, e deixou o restante dos piratas no navio em chamas.

    Quando Edward voltou ao navio do Teach, todo a tripulação, inclusive Teach, estavam boquiabertos. Eles ainda não conseguiam acreditar que apenas uma pessoa foi até um navio pirata destruir ele em poucos minutos, e que ainda voltou ileso. Fora que depois que os outros começaram a defender o navio, nenhuma bola de canhão os atingiram.

    –Estão com cabeça a prêmio e fizeram tudo isso agora...quem são vocês? – perguntou Teach

    – Nós somos Os Cinco Selos – respondeu Ed.

    Todos do navio que sabiam sobre a história, ficaram espantados e incrédulos. Após explicaram o máximo o possível da atual situação, toda a tripulação os aceitaram e, é claro, voltaram a festejar.

    Na manhã seguinte, eles conseguiram chegar em Ounter. Além da ressaca que eles estavam sentindo, ficaram impressionados pela beleza da cidade.

    Ounter é uma cidade no meio de um mar cristalino, ou seja, é uma ilha muito grande, sendo cercada por montanhas e árvores, em seu centro, estava a concentração de pessoas.

    Levaram algum tempo até chegarem a baía. Então, as despedidas começaram a ser feitas. Isso foi difícil até para os selos, gostaram de se divertir com a tripulação do Teach. Os dois capitães, também começaram as suas despedidas.

    – Tome cuidado – disse Teach.

    –Sempre tomamos.

    – Não é o que parece quando eu lembro das coisas que vocês fizeram no navio.

    Edward deu um leve sorriso.

    – Aconselho que você, Eugene e a tripulação saiam mais rápido o possível de Ounter.

    – Acha que não irão conseguir combatê-los, Edward?

    – Claro que vamos. Mas, às vezes, o inevitável acontece.

    Teach pareceu pensativo.

    – Qual é a próxima cidade que vocês terão que ir?

    – Provavelmente, Zestria.

    – Então... a gente se vê por aí.

    Com um aperto de mão e os gritos de despedidas da tripulação, os selos seguiram seu caminho para o centro da cidade para encontrar o Guerra.

    Estranhamente, a cidade esbanjava um ar de conforto, e as pessoas estavam em completa harmonia, isso foi outra coisa que deixou eles impressionados.

    Edward estava preocupado desde quando Bahamut renasceu, mas graças a tripulação de Teach e a cidade, conseguiram deixar ele mais calmo. Contudo, ele sabia que não deveria ficar tão calmo, porque uma vez, seu mentor disse: “A vida não gira em torno do esperado, mas sim, do inesperado. Se você abraçar o óbvio, vai ser a mesma coisa que abraçar a morte”. Essa fala sempre fica martelando em sua cabeça, e é o que mantém ele vivo até hoje.

    – Minha cabeça tá doendo – disse Aiken.

    – Não só a sua – falaram os cinco.

    – Liz, onde está o Guerra? – perguntou Ed.

    – Eles está... – Liz estava procurando. – Ué, não estou sentindo mais a presença dele. Há um minuto ainda estava.

    – Isso não parece boa coisa – Pietra se preocupou.

    Então, eles sentiram uma outra presença.

    – Sentiram isso? – perguntou Aiken.

    – Sim, é um demônio – respondeu Dante. – O desgraçado quer que a gente vá até ele.

    – Então vamos – decidiu Ed.

    – O que?! Com certeza é uma armadilha! – advertiu Mika.

    – Eu sei.

    –Então por que está caindo na armadilha?

    – Eles estão nos desafiando. Vamos ensinar a eles que não deveriam desafiar os selos.

    Continua <3 :p

    Curiosidades:

    Presença dos selos: Eles conseguem sentir qualquer presença em uma distância razoável, principalmente se a presença estiver com muita sede de sangue. Já com a Lizzie é diferente, ela consegue sentir a presença de qualquer um em uma distância quase que global. Mas é claro que seria mais fácil sentir a presença de alguém muito forte, como Bahamut. Todos seres conseguem esconder ou sentir presença, só precisam de treino.

    (Capítulo Remake)


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