Os Cinco Selos

Tempo estimado de leitura: 24 horas

    14
    Capítulos:

    Capítulo 31

    Chamas

    Linguagem Imprópria, Mutilação, Violência

    Yo, fazia tempo que eu não postava dois cap no tempo certo eheuehueheue

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    Agr, depois de receber essa noticia útil antes do cap...

    Boa leitura ^^

    Edward estava com receio de fazer o primeiro ataque, pois a cara de tranquilidade e de absoluta confiança do Belphegor estava o incomodando. Pensamentos do tipo: “Será que ele sabe algum ponto fraco meu? Ou só está confiante do seu poder? ”, não parava de passar pela cabeça dele. Mas isso não era algo que o deixasse com receio de lutar, muito pelo ao contrário, só deixava ele mais sedento por aquela luta. Por um pequeno instante, Edward também sentiu esse desejo vindo de Belphegor. O que ele não estava errado, porque era exatamente isso que Belphegor queria.

    Edward fechou os seus olhos e, lentamente, abriu-os. Sua esclera estava negra e o azul de seus olhos mais intenso. Suas chamas azuis saíram cobrindo todo seu corpo e sua foice, realçando ainda mais o brilho de sua lâmina azul. As suas asas negras apareceram logo em seguida, junto com o seu cachecol.

    Aiken deu um chute no Dante, que estava dormindo, e apontou com a cabeça o Edward, avisando que a luta dele estava para começar.

    – Legal. Seu cachecol deu toque magnifico com o seu visual – disse Belphegor dando um leve sorriso.

    – Não sei se você está me zoando ou falando sério – retrucou Ed com uma expressão confusa.

    – Um pouco dos dois.

    Cansando de esperar, Edward decidiu ser o primeiro a atacar, mesmo isso sendo arriscado. Com alta velocidade, ele apareceu a cima do Belphegor e, com uma grande força, tentou cortar ele ao meio com sua foice. Belphegor pulou para trás, fazendo com que a foice acertasse o chão e ficasse fincada. Não querendo dar chance para Belphegor se reposicionar, Edward deixou sua foice, pegou impulso e, com seu braço direito coberto por suas chamas, acertou um soco no rosto do demônio, fazendo com que ele voasse alguns metros dali, mas o soco que Edward não causou o efeito que ele queria, era como se Belphegor não tivesse levado soco algum.

    Quando Belphegor levantou, ele estava com a boca sagrando e, surpreendentemente, ele estava sorrindo e rindo, como se fosse a melhor sensação do mundo. Aquela cena deixou os selos e Mikaela extremamente confusos e espantados.

    – Ei, cara, você está bem? – perguntou Ed.

    – Estou bem – dizia ele tentando se controlar –, é só que...só que...é tão bom!

    – Tão bom o que cara? Você está bem? – perguntou Ed novamente.

    – A dor, é claro! – Belphegor abriu um largo sorriso. – Que sensação maravilhosa!

    – Não fode – praguejou Ed indignado. – Lutei com um sadista agora a pouco, agora com um MASOQUISTA?! Quem vai ser o próximo? Um sadomasoquista? O que a vida tem contra mim?

    – Masoquista? Não é bem assim. Deixe lhe mostrar o motivo disso.

    Belphegor fechou os olhos, aspirou e expirou. Quando ele abriu os olhos novamente, chamas laranjas ficaram envolto de seu corpo. Todos ficaram surpresos ao ver o poder dele, até porque, nenhum deles pensavam que o Belphegor também fosse usuário de fogo.

    – Surpreso? – questionou Belphegor com um leve sorriso. – Bom, o motivo de estar feliz por sentir dor é bem simples: o meu corpo é feito só de chamas, então quando alguém me acertava com um soco, simplesmente esse soco passava pelo meu corpo. O que significa que fazia muito tempo que não levava um soco na cara. É uma grande animação encontrar outro alguém que utilize chamas também.

    – Acho que você vai se arrepender quando sentir a sensação de quando minha foice cortar a sua cabeça.

    – Aposto que não, até porque isso não vai acontecer.

    Belphegor ergueu seus braços e, com seus dedos, imitou duas pistolas e começou a atirar bolas de fogo. Edward ficou desviando para um lado e para o outro, com uma extrema facilidade. Então, Belphegor abriu suas mãos, e espalhou seu fogo com intuído de distrair Edward, o que deu certo. Belphegor saiu do seu fogo pelo lado direito do Edward, deixou sua perna envolto em chamas e acertou a cara do Edward. Belphegor não parou o ataque por aí, continuou correndo para cima do selo da Morte, mas, por sorte, Edward conseguiu parar perto de sua foice. Após arrancar a foice do chão, girou e deu um corte de leve no peito de Belphegor, que logo se afastou. E, novamente, começou a dar sorrisos graças ao corte no seu peito.

    – Isso é...MAGNIFICO! – deleitava-se Belphegor.

    – Galera... – Edward olhou para trás. – Eu estou batendo nele e ele está gostando! O que eu faço?!

    Os quatro começaram a desviar o olhar tentando ignorar Edward.

    – RESPONDAM-ME!

    – Se vira – responderam os quatro de forma seca.

    – Muito obrigado! – vociferou Ed irritado.

    – De nada – disseram os quatro de forma seca.

    Aproveitando do descuido do Edward, Belphegor o acertou com um soco fortíssimo em seu queixo, fazendo ele voar e deixando o rastro de chamas, então, com a as mãos para baixo, Belphegor soltou suas chamas e começou a voar em direção ao Edward.  Por descuido, Belphegor havia esquecido que o selo da Morte tem asas. Edward usou suas asas para se estabilizar no ar, sem dar tempo para o demônio conseguir se reposicionar, ele girou e acertou a cara do Belphegor com seu pé direito, arremessando-o em alta velocidade colidindo contra o chão, destruindo-o e levantando uma cortina de poeira. Edward girou sua foice e jogou em direção ao Belphegor. Tranquilamente, Edward desceu em direção ao chão.

    A poeira não deixava Edward enxergar muita coisa, mas ele tinha certeza que havia acertado a foice. Não estava errado, a foice atingiu bem no meio do peito de Belphegor. Edward percebeu que a expressão de felicidade ao ser acertado havia mudado.

    – E aí? Gostou desse ataque, Belphegor? – perguntou Ed em um tom que emitia superioridade.

    – Com certeza – respondeu Belphegor com um sorriso.

    O sorriso de Belphegor foi transformado em uma expressão séria. A sua pele começou a descascar, ele foi ficando maior, com certeza passava de 2 metros agora, seus músculos também ficaram maiores e também seu nariz proporcionalmente ao corpo. Seus olhos ficaram negros e seu chifre era tão grande que dava uma volta antes de ficar apontado para cima. Sem muito esforço, ele quebrou a foice do Edward ao meio, arrancou ela do seu peito e jogou ela no chão.

    – Lizzie! – vociferou Ed em um tom de agonia.

    – Não fique distraído, Morte.

    Belphegor acertou um soco em cheio na barriga do Edward e, no mesmo instante, cuspiu uma quantidade considerável de sangue pela boca. Em seguida, Belphegor agarrou Edward pela cabeça e jogou-o longe com muita força.

    – EDWARD, LIZZIE! – gritou Mikaela

    – Aposto que você não gostou dessas dores, né, Morte? – disse Belphegor.

    Continua <3 :p

    (Capítulo Remake)


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