Os Cinco Selos

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    14
    Capítulos:

    Capítulo 25

    Nosso Propósito

    Linguagem Imprópria, Mutilação, Violência

    Yo, poderia falar que não postei o cap ontem por um bom motivo...

    Mas eu to viciado em Tree of Savior mesmo.

    Recomendo.

    Boa Leitura ^^

    – Já vamos embora mesmo? – perguntou Mika ao Ed.

    – Sim, ao menos que o Aiken tenha algo a fazer aqui.

    – Não, tô de boa.

    – Liz, onde está o Guerra? – perguntou Pietra.

    – Ele está ao leste daqui.

    – Ao leste? – Mika pensou um pouco. – Vamos achar ele na cidade de Ounter. Precisaremos de um barco para chegarmos lá.

    – Barcos? Nunca vi um antes – comentou Dante.

    – Dizem que dá muita ânsia de vômito – observou Aiken.

    – Deve ser horrível.

    Depois de algum tempo, vários soldados equipados com armaduras, espadas e escudos formaram um círculo envolta do seis idiotas. Os soldados apontaram suas espadas, com isso, Pietra já iria avançar para cima dos soldados, mas Edward a impediu com um gesto com sua mão.

    – Vocês seis! – berrava um soldado – Estão presos por acusação contra roubo, destruição e nudismo.

    Ao dizer nudismo os seis começaram a rir

    – Calma, irmão – dizia Aiken –  Foi tudo um mal-entendido.

    – Mal-entendido? Nós recebemos mais de vinte denúncias sobre um cara pelado e sua turma andando por aí.

    Os seis voltaram a rir sobre o nudismo.

    – Mal-entendido não quer dizer que não aconteceu – prosseguiu Aiken. –  Relaxa, irmão, nós já vamos sair da cidade.

    – Nenhum de vocês irão sair... aqui vai meu primeiro e último aviso: Larguem as armas e deitem no chão.

    Aiken já estava colocando sua mão em sua katana para atacar os soldados, mas Edward o impediu. Então, os soldados começaram a avançar em direção aos seis, mas Edward liberou suas chamas com o intuído de deixar eles sem visão, o que deu certo, e eles saíram correndo em direção à saída da cidade. Os atiradores que estavam em cima do telhado não foram ofuscados pelas chamas do Edward, mas Mikaela pediu para que eles fechassem os olhos, e usou sua magia que emitia um brilho intenso, cegando temporariamente os soldados e as pessoas que ali estavam.  Depois de alguns minutos correndo na cidade, enfim eles saíram.

    – Vocês dois estão malucos? – dizia Ed para Aiken e Pietra em um tom furioso. – Vocês iriam atacar pessoas inocentes?

    – Eles iriam atacar a gente – retrucou Aiken.

    – E são humanos, qual o problema? – disse Pietra.

    – Não se trata de atacarem a gente ou serem humanos, qual é o nosso propósito?

    – Manter o equilíbrio e acabar com quem tenta pender este equilíbrio –responderam os dois.

    – Isso mesmo. Vocês acham que atacar centenas de humanos inocentes é manter equilíbrio para você, Pietra? Aiken? – Ed fez uma pausa. – E da próxima vez que fizerem isso e, ainda mais, usarem esse argumento como desculpa, irão ter consequência, entenderam?

    – Sim, capitão – lamentaram os dois.

    – Se ferraram – disse Dante rindo.

    – E você fique quieto, Dante – ameaçou Ed.

    – Foi mal.

    Ao dizer isso, Liz começou a rir.

    – E você, Lizzie, acha que eu não percebi que você queria fazer a mesma coisa? – dizia ele a encarnando – O que eu disse para eles serve para você... deveria tirar você das minhas costas e fazer ir andando.

    – Não, Ed, tudo menos isso – suplicou ela quase chorando.

    – Quando Ed está sério me dá arrepios – pensou Mika.

    – Mika, para aonde temos que ir? –Perguntou Ed.

    Mikaela arrepiou por ter seu nome citado.

    – Bom, podemos ir seguindo essa estrada ou irmos pela floresta.

    – Com certeza é melhor irmos pela floresta, os soldados provavelmente irão fazer patrulha pela estrada.

    Os seis idiotas adentraram na floresta, estavam atentos ao rendo por causa dos soldados, não porque eles conseguiriam derrotar eles, mas acharam melhor prevenir. O sol já estava se pondo, a floresta já estava começando a escurecer, vários animais já estavam indo para suas tocas dormir, mas eles não queriam fazer pausa, estavam preocupados com o renascimento do Bahamut, então eles apressaram ainda mais os seus passos.

    Depois de um tempo de caminhada, eles chegaram em uma área aberta, havia uma parte da área que estavam com destroços de uma construção, semelhante a uma arena de gladiadores, porém era só o campo onde ocorria as lutas e o que havia sobrado de pequenas arquibancadas.

    – Provavelmente era aqui onde faziam lutas valendo dinheiro –observou Mika.

    – Aqui consegue ganhar dinheiro apenas lutando? – perguntou Ed.

    – Sim. Quanto mais violenta, mais dinheiro.

    – Legal. Por que não disse isso antes? Poderíamos comer muita coisa!

    – Passar despercebido, lembra?

    – Ah, verdade.

    – Idiota.

    – Não me chame de idiota! – vociferou Ed.

    – Vocês perceberam que a gente não deu de cara com nenhum demônio? – questionou Pietra.

    Quando ela disse isso, quatro seres saíram da escuridão do outro lado da arena. O cara que tinha o cabelo bagunçado deu um passo à frente.

    – Olá, selos – cumprimentou o desconhecido.

    – Você tinha que comentar, né, Pietra? – resmungou Liz. – São demônios!

    – Pensei que seu trabalho era sentir a presença deles – retrucou Pietra.

    – “Deixemos que eles encontrem o outro selo enquanto esperamos eles passarem pela floresta até chegar aqui, e acabaremos com todos” – disse Ed. – Aposto que pensaram nisso, certo?

    – Claro que sim – confirmou o demônio de cabelo bagunçado. – Por que iriamos procurar uma coisa que vocês já sabem onde está?

    – Espetinho, hein – zombaram os selos.

    O demônio deu de ombros,

    – Antes de começar as lutas, tenho uma proposta – prosseguiu o demônio. – Você é o Morte, certo?

    – Sim. Fale-me sobre essa proposta.

    – Eu sou o Belphegor – apresentou-se. – Não sei você, mas eu adoro assistir lutas. Então, o que acha de aproveitarmos essa arena e fazermos uma luta de cada?

    – Eu achei interessante – concordou Ed com um leve sorriso.

    – Então, sem mais delongas. – Belphegor encarou o outro demônio – Vá, Cast.

    – Sim, senhor – obedeceu tomando a frente.

    – Eu vou – disse Aiken.

    – Não, eu vou – contrapôs Pietra.

    – Cê que vai? Eu fiquei muito tempo sem lutar, Pietra.

    – “Você” – corrigiu. – Eu fui rompida primeira, então eu fiquei mais.

    – Eu trampei.

    – Eu fui torturada.

    – Ok, cê ganhou dessa vez.

    Então, Pietra tomou a frente e foi para à arena. Ela e o demônio se entreolharam, e ela percebeu que demônio não tinha gostado de tê-la como oponente.

    – O que foi, Cast? Está tristinho? – provocou Pietra.

    – Tsc, só não quero enfrentar você – disse ele virando para trás.

    – Hã? Você está com medinho?

    – O que você disse? – Cast disse em um tom levemente furioso.

    – Medroso – gritou Ed.

    –  Arregão – gritou Aiken.

    – Frouxo – gritou Dante.

    – Fracote – gritou Liz.

    – Covarde – gritou Mika.

    – Desgraçados – ele se enfureceu. – Certo, vou matar você então, já que está querendo muito isso.

    – É assim que se fala – Pietra sorriu.

    Continua <3 :p

    Curiosidades:

    Ounter: É uma cidade que só é acessível por meio de barcos, pois está situado no oceano. Ela até que é grande, muitos habitam a cidade, porém a maioria tenta sair para conhecer o mundo exterior, porquê, querendo ou não, eles não têm nenhuma cidade vizinha.


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