Os Cinco Selos

Tempo estimado de leitura: 24 horas

    14
    Capítulos:

    Capítulo 23

    O Homem do Tempo

    Linguagem Imprópria, Mutilação, Violência

    Yo, tudo de boa? Claro que sim, tem feriado segunda /o/

    Boa leitura ^^

    – Ed, Liz... acordem! – disse Pietra.

    – Hã? – Ed acordou e bocejou. – Finalmente achamos vocês!

    – Por que estamos amarrados? – perguntou Liz.

    – Porque vamos ser comidos por esses carrancos – respondeu Dante.

    – Isso não é bom. Aposto que tenho um gost-

    – Se você falar que tem um gosto ruim, eu juro que você vai ser o primeiro a ser devorado, Edward – ameaçou Mika friamente. – E vocês estão fracos porque eles te drogaram.

    – O que deu nela? – sussurrou Ed para a Pietra.

    – O que deu em mim? Olha a nossa situação! Estamos prestes a ser devorados por carrancos!

    – Relaxa, vai dar tudo certo.

    – Como vocês conseguem ficar tão calmos diante essa situação?

    – Porque nós temos um plano – responderam os quatro.

    – E qual seria?

    – Contar com a sorte – responderam os quatro.

    – Sério? Contar com a sorte? Vamos todo morrer.

    – Que merda de banquete é esse? Estamos umas duas horas aqui dentro e eles ainda estão cozinhando legumes – questionou Pietra.

    Segundos após o que Pietra disse, os carrancos ficaram cada um de um lado formando um corredor, todos ficaram quietos e de uma cabana saiu o líder dos carrancos. O líder deles foi em direção à jaula, chegou perto e ficou encarados os cinco. Com sinal de sua mão, outros carrancos chegaram perto, abriram a jaula e pegaram eles. Os carrancos os levavam em direção a caldeira.

    – Você tinha que comentar, né, Pietra? – disse Liz.

    – Fique quita, Liz! – respondeu Pietra com raiva.

    – Tenho que pensar em alguma coisa – pensava Mika – Talvez possa deixar o Dante furioso... mas ele nunca fica furioso, chega a dar raiva de tão calmo.

    Após passar pelo corredor, os carrancos jogaram os cinco no caldeirão. Agora, os carrancos estavam festejando, enquanto eles estavam tentando suportar o fervor da água.

    – Pensei que vocês tinham resistência ao calor – observou Mika quase não aguentando a dor.

    – Ao nosso calor, sim – respondeu Pietra.

    – Tenho que pensar em algo logo... já sei! – Mikaela olhou para Edward. – Ed, coruja!

    -Coruja...? – Ed arregalou os olhos. –Onde? Onde? Onde? Onde? Onde?

    Edward estava assustado procurando a coruja, ele ficava se movimentando de um lado para o outro, fazendo com que o caldeirão também ficasse mexendo. Com isso, fez com que o caldeirão desequilibrasse e, consequentemente, fez com que o caldeirão caísse e saísse rolando com os cinco lá dentro. Os carrancos saíram correndo atrás do caldeirão, mas eles não conseguiam acompanhar a sua velocidade, mas, mesmo assim, eles não desistiam e continuavam a correr atrás. Chegou uma certa hora que eles pararam de correr atrás de caldeirão, deixando todos os cinco felizes, mas logo depois eles perceberam que estava chegando na beira de um precipício, deixando eles desesperados e começaram a gritar:

    – Não! Não! Não! Não! Não! Não! Não! – dizia todos eles em desespero.

    Sem tem o que fazer, eles caíram no precipício. Era uma grande queda, mas, por sorte, havia um rio. Agora só tinham que torcer parar não caírem em cima de uma pedra.

    – Viu, Mika? Isso se chama sorte – disse Ed enquanto caia.

    – Sorte? Estamos caindo de um precipício e as chances de cairmos em cima de uma pedra é alta.

    – Relaxa, tem mais água do que pedra – esclareceu Dante.

    – Ah, deixar eu adivinhar...contamos com a sorte?

    – Mas é claro! –Respondeu os quatro.

    Então, os cinco chegaram a água. Por sorte, nenhum deles atingiram uma pedra, mas ainda sim ficaram machucados da queda. Eles saíram do rio e sentaram perto de uma árvore que estava ali.

    Após que eles sentaram, começou a brilhar uma luz azul perto da onde eles estavam sentados, deixando todos eles em estado de alerta. O brilho azul era ofuscante, deixando-os sem visão do que estava entre ele.

    – Esperem, não ataquem – disse Ed enquanto o brilho abaixava.

    Quando o brilho se extinguiu, demonstrou a silhueta de um homem. Ele tinha a pele um pouco pálida, o cabelo era branco espetado, seus olhos eram totalmente azuis, mas não era a cor do olho dele, era pura energia que passava por eles. O seu corpo tinha listras que brilhavam em azul e também havia pequenas raios dançando em seu corpo. Ele estava trajado com um manto negro que rodeava todo seu corpo.

    – Olá, Morte – disse o estranho.

    – Olha só, outra visita inesperada. Yo, Vash, a quanto tempo.

    – Mika, não fale nada. Apenas observe, ok? – sussurrou Dante para Mika, e ela concordou manejando sua cabeça.

    – Para mim, só faz alguns segundos que te vi. – Ele olhou para o resto do grupo. – Oi para vocês também, selos e Mikaela. – Todos assentiram com a cabeça.

    – Aposto que se você veio aqui, não é boa coisa – indagou Ed.

    – Com certeza não é. Haverá uma guerra, que vai pôr tudo em risco. Destruição, seria apenas apelido dessa guerra.

    – Contra Bahamut?

    – Você sabe que não posso falar mais nada além disso.

    – Vale a pena tentar. Deve ser legal ser você, tipo, controlar o tempo, saber tudo o que vai acontecer.

    – Não é bem assim. Se eu chegar em momento errado ou falar demais... BOOM, o universo explodiria. Tenho que pensar nos mínimos detalhes para fazer isso que estou fazendo agora.

    – Larga de ser estraga prazeres.

    – Bom, já estou indo – disse ele virando para trás.

    – Espere... nos veremos novamente?

    – Sim. Tudo tem o seu tempo.

    – Não vá se atrasar – Edward sorrio.

    – Nunca me atraso – Vash sorriu também. – Ah, quase que me esqueço. Cuidado com o dardo.

    – Dardo?

    Vash esticou a mão em direção ao grupo e soltou uma onda de energia que curou o corpo dos cinco. Novamente um brilho azul ofuscante iluminou local e Vash desapareceu.

    Edward desviou do dardo que os carrancos atiraram. Em seguida, ele apenas soltou suas chamas azuis contra eles, fazendo com que eles fugissem.

    – Quem era aquele? – perguntou Mika espantada pelo o que ele podia fazer.

    – Vash. A única coisa que você precisa e pode saber sobre ele é que controla o tempo – respondeu Ed.

    – Certo, para onde é a cidade de Gindeon? – perguntou Liz.

    – Não sei, deve estar muito longe – Mika praguejou.

    – É aquela ali? – perguntou Pietra.

    Um pouco distante dali, havia uma entrada para montanha, que estava entrando e saindo várias pessoas.

    – Sim é ali, mas como chegamos até aqui? – perguntou Mika confusa.

    – Isso é sorte – responderam os quatro.

    Continua <3 :p

    Curiosidades:

    Vash: Ele tem o poder de controlar e viajar no tempo, mas também pode viajar entre todas as linhas temporais existentes. Vash é desconhecido, apenas dois arcanjos sabem de sua existência, mas apenas os selos o conheceu, especificamente, só o Edward falou diretamente por um tempo considerável. Ele é uma “exceção” no universo, por causa disso, Vash é o único que pode controlar o tempo e andar livremente pelas linhas temporais, porque, para o universo, ele não existe. Então, se ele ficar muito tempo parado em uma linha do tempo, ou estar no lugar errado, ou falar demais, o universo pode percebe-lo e, já que ele não foi um ser que foi gerado pelo universo, TODO o universo iria explodir.

    Falando de um jeito muito mais rude do porque o universo iria explodir: No universo tudo tem um início e um fim, mas o Vash não participa do início e nem do fim, ele simplesmente não existe em nenhuma linha temporal do universo. Então, se o universo descobrir alguma coisa que ela não criou e nem tem um fim, iria dar um “bug” na matriz, fazendo com que tudo explodisse.

    (Capítulo Remake)


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