Os Cinco Selos

Tempo estimado de leitura: 24 horas

    14
    Capítulos:

    Capítulo 19

    Sádicos

    Linguagem Imprópria, Mutilação, Violência

    Yo, voltei com essa história que é criada pelo ser que odeia e é péssimo em mat e que pegou seu resultado desse trimestre e advinha ql foi a única matéria que ele não passou?

    Isso mesmo, MATEMÁTICA.

    Boa leitura ^^

    Na sala do trono, a luta entre Edward e Mammon estava ficando mais caótica. A luta estava acontecendo em grande velocidade, pois este era o foco da luta entre os dois. Edward estava ganhando a luta por muito pouco.

    – Você é engraçado – comentou Mammon.

    – Por que acha isso?

    – No começo da luta você estava irritado por ter torturado ela, e agora está tão calmo.

    – Sinto que se eu perder minha calma, eu começo a tomar decisões por emoção e não por razão.

    – Entendo.

    – Não se engane achando que só estava irritado por ter torturado ela, mas também por ter se tornado rei e feito isso com toda essas pessoas. Se quisesse brigar com a gente, era só falar.

    – Você acha que me tornei rei só por causa de vocês? – Ele riu. –Tornei-me rei pelo ouro e porquê poderia torturar quem eu quisesse. Tortura e riqueza, isso é o que me deixa feliz.

    – Isso só me deixa com mais vontade de cortar sua cabeça, seu sádico ganancioso de merda.

    – Olho só quem fala.

    Edward bateu com a ponta da foice no chão, abrindo uma rachadura que começou a emergir chamas azuis, mas Mammon apenas deu um passo para o lado para desviar. Edward avançou para cima do demônio sem a foice, e com seu punho direito o atacou, mas Mammon também desviou. Entretanto, a foice estava vindo do outro lado da parede de chamas e foi direto para mão esquerda do Edward, que logo girou e conseguiu abrir outro corte no peito do demônio, como resposta, Mammon conseguiu cortar o braço esquerdo do Edward fora e recuou logo em seguida, pois se não deixaria uma brecha muito grande para que Edward o atacasse.

    Mammon já ia se gabar por ter conseguido cortar o braço fora, mas Edward pegou o braço dele e colocou perto da onde havia sido cortado, fazendo com que o braço voltasse ao seu normal.

    – Por essa eu não esperava – disse Mammon espantado.

    – Se eu me concentrar no lugar exato da onde qualquer parte do meu corpo vai ser cortada ou arrancada, eu consigo transformar em chamas e depois juntar de novo.

    Com uma extrema velocidade, Mammon apareceu acima do Edward, com grandes reflexos, ele bloqueou com a sua foice o ataque, em seguida, Mammon foi para as costas dele e o atingiu com chute, e prosseguiu para continuar o ataque, mas Edward o impediu dando uma cotovelada bem no rosto, fazendo-o cair.

    Edward tentou cortar ele ao meio, porém, ele defendeu com a sua espada e, com grande força, desarmou o Edward, fazendo com que a foice subisse. Edward pulou e pegou sua foice de volta e o Mammon ficou em frente a Peste para que ele não atacasse.

    Mas Mammon não sabia que as chamas do Edward queimam apenas o que ele quer.

     Edward girou a foice, com ela já envolto em chamas, lançou um turbilhão de chamas. Se entender nada, o demônio desviou, queimando apenas um pouco da perna, e quando olhou de volta para a Peste, ela estava intacta, confusa e assustada.

    – Que bruxaria é essa agora? – perguntou Mammon.

    – Legal, né? Mas não te conto o segredo.

    – Maldito. – Mammon retirou a sua espada que estava cravada no chão. –Minha perna direita está seriamente queimada, não vou ter velocidade suficiente para acompanhar ele... então, vamos para a forma verdadeira – pensou.

    Assim como em todos os demônios, a pele dele começou a descascar, mostrando a cor vermelha e seus olhos ficaram negros, ficou com uma aparência magra, quase que esquelética, e passou a ficar só na ponta do pé.

    – Nossa! Que repentino! – exclamou Ed.

    – Tiraria esse sorriso do rosto se fosse você.

    Mammon, em um piscar de olhos, já estava na frente do Edward desferindo um golpe. Edward conseguiu defender, mas a velocidade foi tanta que, mesmo defendendo, fez ele ser arrastado alguns metros dali. Quando olhou para frente, Mammon já estava atrás dele e abriu um conte em suas costas, Edward tentou dar um contra-ataque, mas Mammon acertou um chute, fazendo-o voar para o outro lado da sala.

    – Que porra de velocidade é essa? – pensou Ed enquanto levantava.

    – Minha transformação consiste em velocidade. Agora posso te cortar muito... muito mais! – disse ele sorrindo.

    – Já que é assim.

    Edward rodou sua foice e jogou-a em direção a Mammon, mas inutilmente. Mammon desviou com facilidade e, com sorriso no rosto, foi para cima dele. O demônio era muito rápido, começou a fazer vários cortes no Edward, ele tentava revidar, mas só acertava o ar.

    Agora, todo ensanguentado e cheio de cortes pelo corpo, Edward caiu de joelhos, mas logo começou a rir.

    – Do que você está rindo? – questionou Mammon se deleitando da cena.

    – Estou rindo de que, ao invés de ficar com essas fantasias...eróticas? – Ele fez uma pequena pausa. – Devia prestar mais atenção ao seu redor.

    Ao dizer isso, Mammon olhou para trás e viu a Lizzie tocando na Peste. Quando ela a tocou, Peste ficou envolto em chamas verdes e começou a emanar um brilho verde do corpo de Edward. Mammon, não percebendo isso, começou a pegar impulso para atacar a Peste, mas Edward o empurrou em direção a ela, fazendo-o ir sem ter como parar. Em meio a chamas, apareceu uma mão, que gradativamente, mostrou um que segurava um cabo, e cada vez mais que Mammon chegava perto, mais o cabo ia aparecendo, até que ele chegou perto e, no final do cabo, havia um machado que o atingiu em cheio, fazendo-o com que saísse voando para fora do castelo, causando um grande tremor.

    Quando as chamas verdes se extinguiram, revelou a Peste. Não a mulher coitada com um olhar implorando por socorro, mas sim, uma mulher forte, com um grande machado vermelho, um longo cabelo ruivo, com os olhos verdes que expressava determinação e grande força; e os ferimentos dela haviam se curando. Quando ela viu a Lizzie, pegou-a e saiu correndo em direção ao Edward.

    – Capitão! – disse Peste abraçando ele e a Liz, quase que sufocando-o nos seios dela.

    – Yo... há quanto...tempo...agora...deixa...eu...respirar – disse Ed quase roxo.

    – Foi mal. Vocês demoraram!

    – Tivemos alguns imprevistos...

    – Quais?

    – Ah, teve uma vez na dungeon que a gen...

    – Agora não é hora para isso, estamos em uma luta – interrompeu Liz.

    – Verdade. Quer acabar com ele, Peste?

    – Não, você disse para mim que iria acabar com ele, fora que meus peitos me atrapalhariam.

    – Ah, é, você está pelada. Então deixa com a gente...vamos, Liz.

    Edward foi até o buraco que o impacto do Mammon criou. Desceu flutuando e devagar até onde o ele estava caído. Quando chegou perto, continuou flutuando um pouco acima de Mammon.

    – Você não tem honra? – perguntou Mammon mal conseguindo falar. – Dois contra um não vale.

    – Honra? Neste mundo? Não tem nada mais patético. Você lutou com honra e está no chão, enquanto eu lutei sem honra e estou de pé – disse Ed pousando.

    Quando Edward colocou os pés no chão, Mammon rapidamente pegou a sua espada e mirou no pescoço Edward, mas o demônio parou com a espada perto do pescoço e começou a tremer.

    – O medo impede muitos atos, inclusive, de matar quem você tem temor – comentou Ed encostando seu pescoço na ponta da espada do Mammon.

    – Maldito poder que suas chamas tem, Morte.

    – É bem útil as vezes.

    Edward pegou Mammon pelo pescoço e arremessou-o em uma casa que estava ali perto, que logo depois ele percebeu que era uma igreja. Havia alguns fiéis lá dentro, mesmo assim, não impediu de fazer com que o Edward colocasse a foice envolta do pescoço de Mammon e o cortasse. Em seguida, ele olhou para os fiéis, que estavam aterrorizados e disse:

    – Amém.

    Continua <3 :p

    (Capítulo Remake)


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