Os Cinco Selos

Tempo estimado de leitura: 24 horas

    14
    Capítulos:

    Capítulo 16

    Portão

    Linguagem Imprópria, Mutilação, Violência

    Yo, voltei com mais um cap.

    Percebi que estamos no cap 16 e ainda nem reuni o grupo todo. Vai ter cap pra crlh...

    Boa leitura ^^

    Ao ver os quatro, os demônios, sedentos por carnificina, avançaram para atacá-los. Os quatro estavam usando a mesma tática que antes para eliminar os demônios: Mikaela os prendia com sua magia, enquanto Edward e Dante os matavam rapidamente. Eles tinham que atravessar a cidade, porque o castelo estava no outro lado. Não parava de aparecer demônios, até que, no momento em que eles chegaram perto do portão da entrada do castelo, os demônios pararam de atacar, e logo em seguida recuaram. Os três continuaram parado ali na entrada, e estavam atentos a qualquer movimentação ao redor.

    O momento estava tão tenso que dava apenas para escutar o barulho do vento soprando. Então, o chão começou a tremer e começaram a escutar barulhos de passos que aumentava cada vez mais. Quem estava fazendo esse barulho e tremor, era um demônio grande e gordo, ele segurava um porrete cheio de pregos na sua mão direita. Quando ele avistou os três, desferiu um golpe com o porrete, que quase acertou o Dante.

    – Olha o tamanho desse demônio! O que vamos fazer? – disse Mika preocupada.

    – Sei lá – disse Ed passando pelo demônio junto com o Dante. – Mas contamos com você!

    – Ok, podem contar comig... ei,ei,ei,ei,ei,ei,ei,ei,ei,ei,ei,ei,ei,ei VOCÊS IRÃO ME DEIXAR AQUI?!

    Os dois ignoraram a pergunta da Mikaela e continuaram correndo. O demônio ignorou os dois e desferiu outro golpe de porrete na Mikaela, que por muito pouco não acertou-a.

    – NÃO ME DEIXEM AQU...  – ela lembrou que disse para os selos que queria ajudar. – Certo, pelo jeito eles levaram a sério o que eu disse.

    Quando ela virou para encarar o demônio, o porrete passou a quatro centímetros rente ao seu corpo, fazendo ela sentir o vento do porrete passar pelo rosto dela.

    -Hahaha, essa foi quase! – disse ela com um tom assustada e alegre.

    Mikaela rapidamente congelou os pés do demônio e correu para tomar distância e pensar no que fazer, mas o demônio quebrou o gelo facilmente e começou uma sequência de ataques com o porrete para cima de Mikaela. Ela conseguiu desviar da maioria, mas no último ataque ela teve que criar uma barreira para se defender. Agora, aproveitando a completa desvantagem da Mikaela, o demônio concentrou uma parte do seu poder no porrete e atacou-a, causando uma grande destruição em volta. Entretanto, quando ele levantou o porrete, ela não estava mais ali. Ela estava atrás de um muro, ou o que sobrou dele, recuperando o folego.

    – Não queria ter usado meu teletransporte agora, além de gastar muita mana, se usar ele novamente agora meu corpo não vai aguentar – pensava ela vendo os movimentos do demônio. – Tenho que tirar aquele porrete dele, se não vou ter grandes problemas. Só não espero ter que usar aquilo...

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    Os dois idiotas passaram pelo portão. Lá dentro havia apenas uma estrada de chão que era cercado por árvores. No fim do caminho, havia uma escadaria que levava eles para cima da montanha, onde o castelo estava situado. Sem perder tempo, eles começaram a subir correndo.

    – Ei, capitão, tem certeza em deixar a Mika cuidar daquele demônio?

    – Sim, sem problemas. Não precisa ficar preocupado.

    – Eu não estou preocupado, mas ela eu já não sei. – Depois que Dante disse isso, ocorreu uma explosão onde Mikaela foi deixada, e ele notou a cara de preocupação que Ed fez. – É, tem razão! Ela vai ficar bem, até porquê, ela virou uma integrante do grupo também.

    – Foi o que eu disse! 

    – Deve ser difícil ser capitão... dar ordens ao seu grupo, confiar e continuar sem olhar para trás, e mesmo se estiver preocupado, apenas deve continuar seguindo em frente. Mas, se ele não fizer isso pela gente, quem mais o faria? – pensou Dante.

    Eles demoraram cerca de cinco minutos para subir a escada, quando a escada acabou, eles deram de cara com a porta gigantesca do castelo.

    – Caralho, pensei que essa escada não teria fim – disse Ed ofegante.

    – Isso porquê subimos correndo e pulando alguns degraus, imagina se não tivéssemos feito isso. – Dante também estava ofegante.

    – Essa porta não parecia ser tão grande. Toc, toc – disse Ed dando um chute e quebrando a porta.

    – Viemos entregar uma carta -disse Dante rindo junto com Ed que nem dois idiotas.

    Aquela parte do castelo era grande. Havia três grandes lustres para iluminar a sala, havia também alguns sofás e várias portas na sala e, no final dela, havia uma escada, mas ela estava sendo bloqueada por uma mulher com o cabelo loiro e bem vestida, que, rapidamente, os dois já perceberam que era um demônio.

    – Uma carta é? Podem deixar ela comigo. O rei está ocupado, eu mesma entrego.

    – Desculpe, mas essa carta tem que ser entregue pessoalmente. Dante, fique aqui, eu vou lá falar com ele.

    – Ok, pode ir.

    – Eu disse que ele está ocupado, você não vai passar.

    Edward saiu correndo em direção a escada, a demônio desembainhou uma espada de esgrima e deu uma estocada em direção a ele, porém Edward continuou correndo como se ela não tivesse indo para cima dele. Quando ela estava chegando perto do dele, Dante bateu o pé no chão criando uma barreira de fogo, fazendo com que ela recuasse e deixasse Edward passar.

    – Se eu disse que ele pode ir, então ele vai passar.

    – Tsc, então só devo acabar com você rapidamente e ir atrás dele.

    – Por que está tão interessada no capitão? Não me diga que você tem medo que ele possa matar o seu rei?

    – Longe disso. – Ela fez uma pequena pausa. – Vamos começar logo.

    – Claro. Mas antes, qual é o seu nome?

    – Por que lhe contaria?

    – Gosto de saber o nome de quem vou matar.

    – Então não precisa saber o meu, já que você não vai me matar.

    – Quer apostar?

    – Estou pagando para ver.

    Dante liberou suas chamas vermelhas e foi direto ao ataque com um soco de direita, mas ela desviou do golpe e tentou perfurar o Dante com a espada, mas inutilmente, porque a espada não chegou nem perto de perfurar a armadura de chamas dele. Ela ficou assustada e, aproveitando essa brecha, ele arrancou um pedaço do chão e jogou nela, ela conseguiu aparar boa parte da pedra, mas a demônio não esperava o soco do Dante que atingiu-a bem em cheio a barriga. Foi tão forte que ela quebrou a parede com o impacto, fazendo com que fosse para outro cômodo do castelo.  

    A demônio pegou impulso e partiu para uma outra estocada, dessa vez, Dante percebeu que sua armadura não iria aguentar e desviou do ataque, o chão foi levemente cortado. Ele tentou dar um contra-ataque com um soco de esquerda, mas, ela deu uma palmada no peito dele com sua mão esquerda, fazendo com que eles se afastassem. Dante, recuperando-se, começou a rir.

    – Do que está rindo? – perguntou ela com raiva.

    – Da sua cara de: "Eu estava querendo acabar logo com isso e ir para alcançar o cara de cabelo branco, mas ele é mais forte do que pensei". Ou algo do tipo.

    – Qual é o seu nome? – perguntou ela com um leve sorriso.

    – Fúria, e o seu é?

    – Lith. – Ela fez um pausa. – Bom, já que não vou conseguir acabar com você assim, vou lhe mostrar a minha transformação.

    – Finalmente.

    Continua <3 :p

    (Capítulo Remake)


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