Os Cinco Selos

Tempo estimado de leitura: 24 horas

    14
    Capítulos:

    Capítulo 13

    Ódio

    Linguagem Imprópria, Mutilação, Violência

    Yo, como vai vocês? Voltei com outro cap... Estava pensando em fazer greve por causa do impeachment hoje também, mas achei melhor não :v

    Boa leitura!

    Os quatro idiotas, mais o outro homem, continuaram a procurar a saída da dungeon, mas ainda não importava o quanto eles andavam, não conseguiam sair de jeito nenhum deste lugar. Eles já estavam exaustos, estavam já quase desistindo e preferindo morrer lá mesmo.

    – Estou a ponto de pirar – disse Ed.

    – Você não é o único – respondeu os outros quase como um coral.

    – Faz quanto tempo estamos aqui? Mais de cinco horas eu tenho certeza.

    – Está mais para dez – respondeu os outros quase como um coral.

    – Da para vocês pararem de responder como um coral? – falou Ed levemente irritado.

    – Não, essa é a nossa única diversão – respondeu os outros quase como um coral

    – Ora, seus... 

    Edward tropeçou em uma pedra e caiu de cara no chão, em seguida, todos estavam todos rindo.

    – Acho que vou aproveitar e morrer aqui, desse jeito.

    – Morra calado, por favor – respondeu os outros quase como um coral.

    Edward tinha caído em cima de um colar. Ele parecia ser feito de um fragmento das pedras que iluminavam a dungeon. O colar emitia um brilho bem pequeno por causa do seu tamanho.

    – Que lindo! – exclamou Mika com os olhos brilhando.

    – Legal né?! Mas não te dou! – provocou Ed mostrando a língua.

    – Ah, por quê?!

    – Porque sim.

    – Me dê ele ou conto para todos os selos que você tem medo de corujas.

    – Tome esse colar. – Ed entregou sorrindo. – É meu presente para você, cuide muito bem dele!

    – Muito obrigada.

    Agora eles tinham chegado em uma parte da dungeon que era bem aberta, vários caminhos se encontravam naquele lugar. Eles estavam pensando em dar uma pausa ali, mas começaram a escutar barulhos de passos. Não sabiam de qual local estava vindo, porquê além de ter vários túneis, os passos ecoavam por toda aquela parte. Eles ficaram em posição defensiva.

    – É ele! – disse o homem tremendo de medo.

    – De onde ele está vindo? – pensou Ed. – Fiquem todos atentos!

    Eles tinham formado um círculo, todos estavam tentando identificar de qual túnel vinha os passos, até que os passos cessaram. Todos ficaram se olhando sem entender nada. Sem prever isso, Edward foi atacado com um soco na cara fazendo ele voar longe, e Dante não conseguiu ter uma reação rápida e levou um chute no estômago. Mikaela conseguiu aproveitar do tempo em que ele atacava os dois e fez um escudo, mas ela não conseguiu defender o homem, e monstro acabou cortando ele ao meio. Depois dessas sequências de ataque, o monstro parou, e assim deu para ver como ele era: ele era maior que o Dante, tinha uma cabeça de lobo e corpo de humano, seus olhos detinham um amarelo forte, usava uma armadura, que aparentemente era pesada, e, em sua mão direita, um machado que era grande e o cabo que o segurava batia até a altura de seu ombro.

    – Nós o subestimamos, capitão – disse Dante se levantando.

    – Pois é, era para termos já ter liberado nosso poder. – Ed olhou para Mika – Está bem?

    – Estou, mas o monstro matou ele.

    – Tsc – praguejou Ed – Tínhamos dito que iria tirar ele daqui.

    – Não há mais nada em que possa ser feito quanto a isso, capitão.

    Em um piscar de olhos, o monstro já estava acima do Edward e pronto para dar uma guilhotina, mas Edward, agora com seus poderes liberados, defendeu com a foice e deu um chute na barriga do monstro, fazendo ele subir, e Dante aproveitando acertou-o com um soco, fazendo com que ele fosse afundado no chão. Em seguida, o monstro levantou e soltou um grande rugido.

    – Até que ele é bem forte.

    – Capitão, ele está muito furioso.

    – Furioso? Com o quê?

    – Humanos...

    – Humanos? – Ed parou para pensar. – Mas é claro! Até porquê os humanos vinham aqui e matavam os companheiros e, provavelmente, a família dele. Ele consegue tirar essa força por esse motivo?

    – Provavelmente não, tem algo a mais. Aposto que foi ele que matou tudo e todos dessa dungeon... e acho que ele tem mais de oitocentos anos.

    – Oitocentos?! – Ed virou para Mika. – Isso é possível?

    – Nunca vi algo parecido, mas... por que não seria possível?

    – Por viver tanto tempo, ele deve estar quase no nosso nível atualmente, capitão.

    – Legal! – exclamou Ed sorrindo.

    – Deixe ele comigo.

    – O que? Mas por qu... – Ed parou de falar após ver a expressão séria de Dante – Certo, conto com você. – Ed sentou no chão.

    – Tem certeza, Ed? – perguntou Mika.

    – Absoluta.

    O monstro soltou umas bolinhas azuis brilhantes enquanto estava parado.

    – Só pode ser brincadeira! – vociferou Ed.

    – O quê? – perguntaram eles.

    – Lembra daquelas bolinhas azuis em que a gente caiu quando desceu pelo buraco? Então, era coco desse bicho!

    – QUE NOJO! – gritou os três.

    – Acho que vou vomitar... – disse Mika com ânsia.

    – Eu também – disse Liz tampando a boca..

    – Ei, não mire na minha cabeça, Liz, olhe para o outro lado!

    O monstro foi para cima de Dante usando o machado, mas ele defendeu desviando para o lado e aproveitou o momento do giro e deu um chute no monstro, mas ele contra-atacou dando um soco na cara do Dante. O monstro começou a dar sequências de machadas em Dante, porém, ele conseguiu desviar de quase todos, exceto um que atingiu o seu peito fazendo-o desequilibrar e dando uma brecha para o monstro dar uma cabeçada nele, mas não surtiu quase nenhum efeito no Dante. Concentrando as chamas vermelhas em seu braço, acertou um forte soco no monstro. Dante o segurou pelo pescoço e olhou nos olhos dele.

    – Esse olhar de fúria...eu conheço, e sei que não é bom. Não se preocupe, sua dor acaba agora.

    Dante esticou o braço, o monstro tentou dar uma machadada na cabeça dele, mas foi em vão, porquê Dante já tinha explodido o seu coração apertando-o. Dante conseguiu ver no seu último suspiro, um olhar não mais de um monstro, e sim, de uma criatura que finalmente encontrou sua paz.

    – Descanse em paz, amigo.

    – Então a dor dele finalmente acabou – observou Ed.

    – Sinto pena dele.

    Eles prosseguiram pelo caminho, mas, inexplicavelmente, eles conseguiram achar a saída em pouco tempo, eles só precisaram seguir em frente.

    – Finalmente saímos daquele lugar! – disse Mika alegremente.

    – Infelizmente, nem todos nós – falou Ed decepcionado.

    – Nem tudo é como planejamos...

    – É. – Ed virou para trás. – Essa maldita dungeon, ela tem vida própria. Nos manteve lá dentro até derrotarmos o monstro. A cada dia que passa, mais me surpreendo com esse mundo... – pensou Ed.

    – Ei, Ed! Vamos logo, estamos quase em Caluna.

    – Estou indo!

    Então finalmente, os quatro idiotas conseguiram prosseguir para Caluna...

    Continua <3 :p

    (Capítulo Remake)


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