Os Cinco Selos

Tempo estimado de leitura: 24 horas

    14
    Capítulos:

    Capítulo 12

    Dungeon

    Linguagem Imprópria, Mutilação, Violência

    Yo, voltei com essa fanfic bem bosta que eu gosto pra crlh de escrever!

    Pensei q a only ia ficar fora do ar pra sempre ;-;

    Boa leitura! ^^

    – Uma dungeon! É onde as pessoas treinam suas habilidades, magias e força lutando contra as criaturas que vivem aqui. Quanto mais fundo você ir, mais forte é a criatura.

    – Interessante. Mas se é uma dungeon, não era para ter pessoas ou pelo menos as criaturas? – observou Dante.

    – Sim, era para ter pelo menos as criaturas. E a gente não viu nenhuma pessoa indo ou saindo da dungeon, não nos encontramos com ninguém no caminho.

    – Ocorreram muitas mortes aqui – disse Ed com seus olhos com esclera negra e a íris com um brilho intenso.

    – Bom, é uma coisa justificável, já que eles lutam muito aqui.

    – Você não entendeu, ocorreram MUITAS mortes aqui. – reforçou Ed levemente preocupado.

    – Como você sabe disso?

    – Nós, selos, conseguimos ver o que qualquer ser no mundo não consegue ver, por exemplo: o meu nome é Morte, então eu consigo enxergar o rastro da alma das pessoas que morreram aqui.

    – Então o Dante consegue ver a fúria das pessoas?

    -É, eu vejo quando uma pessoa está furiosa ou calma, logo sei o que deixa uma pessoa furiosa ou até mesmo calma. Antes que você pergunte, o que anda te deixando mais furiosa é o Edward.

    Mikaela encarou Edward com raiva, e depois voltou a encarar Dante.

    – Aproveitando este momento de perguntas e respostas, o que significa essas suas tatuagens no braço?

    – Não são tatuagens, são runas. São que nem as da foice do Edward

    – E o que elas significam?

    – Basicamente, significa "exceção" – prosseguiu Ed –, ou seja, todos nós selos temos a permissão de matar qualquer um, inclusive possibilita matar seres imortais.

    – Imortais...? – pensou Mika. – Então foi por isso que Dante conseguiu matar aquele demônio?

    – Não, aquele demônio não era imortal. Apenas conseguia reconstruir as partes do seu corpo, se não ele teria morrido no momento que arranquei a cabeça dele com um soco ou quando arranquei a cabeça dele de novo e queimei o coração dele.

    – Arrancou a cabeça com um soco e depois queimou o coração? Porra... – pensou Mika.

    Os quatro idiotas adentraram ainda mais na dungeon, sempre tinham vários lugares que poderiam serem seguidos, para cima, para baixo e para os lados. Mas decidiram ir sempre reto, porque se fosse para baixo, só iriam aumentar o nível, mas o objetivo era sair no outro lado da dungeon. O que não adiantou nada, porque eles ficaram perdidos do mesmo jeito. Eles haviam marcado um certo lugar, e sempre acabavam passando por ele. Perderam muito tempo andando, mas, mesmo assim, não acharam nenhuma criatura ou pessoa dentro da dungeon.

    – Mas que merda! Está até parecendo aquela floresta do desgraçado espirito brincalhão – vociferou Ed furiosamente.

    – Está parecendo mesmo. O que faremos para descobrir se é real ou não? – perguntou Liz.

    Os três olharam para o Edward, e, rapidamente, começaram a socar e chutar ele sem parar por volta de um minuto (eles tinham contando sobre a história da floresta para o Dante).

    – PARA, PORRA!  – gritou Ed se levantando.

    – Ah, que merda, então não era ilusão – os três suspiram.

    – Eu vou matar cada um de vocês – ameaçou Ed irritado.

    – Por qual caminho vamos agora? – perguntou Mika.

    – Ei, não me ignore, sei que podem me ouvir.

    – Vamos para lá – disse Dante apontando com o dedo para direita.

    – NÃO ME IGNORE! – vociferou Ed jogando chamas nos dois. – Pronto, agora podemos prosseguir.

    – Seu mer... – Mika parou de falar.

    – Hã?! O que você ia dizer? – disse Ed virando para Mika. – Ué, para aonde ela foi?

    – Ela estava do meu lado até agora – explicou Dante confuso.

    – Ela caiu naquele buraco – apontou Liz.

    – Ah, ela caiu em um bura... ELA CAIU EM UM BURACO?! – vociferou Ed.

    Os dois correram para perto do buraco e ficaram olhando ele por alguns segundos.

    – Eu não consigo ver o fundo desta coisa! – observou Ed.

    – Vamos pular então – sugeriu Dante.

    – Não podemos deixar ela lá não? – sugeriu Ed.

    – NÃO! – disse Liz e Dante.

    Os três idiotas pularam no buraco. Demorou um tempo considerável até caírem em uma coisa que aparentemente era água, porém eram várias bolinhas azuis que brilhavam intensamente.

     Aquela parte da dungeon era bem iluminada, pois havia uma grande concentração de cristais. Já fora das bolinhas que brilhavam, estava Mikaela sentada perto da única saída daquela parte da dungeon, estava acenando para os três, então eles também saíram e foram em direção a ela.

    – Aqui é bem bonito! – comentou ela.

    – Bonito nada! Como você não viu a merda do buraco? – perguntou Ed.

    – Brilha muito aqui em baixo! Adoro essa cor – disse Mika ignorando Ed.

    – NÃO ME IGNORE!

    – Está bem! Eu sou um pouco distraída, você sabe disso...

    – Não é desculpa! Vamos para cima de novo, eu carrego todo mundo.

    Quando eles olharam para trás para ver o buraco que eles caíram, ele havia sumido dali, nem parecia que esteve lá.

    – Só pode ser brincadeira – lamentou Ed.

    – Parece que essa dungeon odeia a gente – disse Liz rindo.

    – Eu diria que ela odeia o Ed – provocou Mika.

    – Vamos logo, aqui é o único caminho mesmo – disse Dante seguindo em frente.

    Os quatro idiotas prosseguiram pelo caminho. Eles caminharam por mais tempo, sem ter a noção se era dia ou noite, ou a quanto tempo estavam ali, apenas sabiam que parecia uns mil anos.

    Quando chegaram ao final do corredor, para a surpresa dos quatro, havia duas pessoas aparentemente desmaiadas. Eles rapidamente foram acudir as pessoas que ali estavam.

    – Ei, acordem! – dizia Mika dando leves tapas no rosto dos homens caídos.

    – Hã? Quem é você? Onde estou? – perguntava um dos homens que acordou.

    – Chamo-me Mikaela, você está em uma dungeon.

    – Uma dungeon? Ainda não sai daqui? – ao termino de suas palavras, ele ficou aterrorizado e começou a tremer.

    – Acalme-se. Diga-me como veio parar aqui. 

    – Ok – concordou ele mais calmo. – Eu estava com o meu grupo como todos os dias, decidimos vir aqui nessa dungeon por ela ser destemida. Diziam que existia um monstro muito forte, mas nós queríamos mostrar que era tudo mentira, então eu e mais seis pessoas viemos para cá. – ele fez uma pausa olhando ao redor. – Nós chegamos na dungeon, ficamos um bom tempo caminhando aqui dentro. Tudo estava indo bem, até que ele apareceu – agora, passou a falar com muito medo – O monstro apareceu e rapidamente matou três do nosso grupo, o restante tentou fugir, e logo em seguida o monstro cortou a cabeça de mais dois, sobrando apenas eu e esse meu amigo do meu lado. O monstro atingiu de raspão nele, mas eu consegui carregá-lo, até que caímos em um buraco, e aqui estamos. – ele olhou para o amigo – Ei! Marcelino, acorde!

    – Não adianta, está morto – disse Ed friamente.

    – O que? – o desesperou tomou conta do olhar deste homem.

    – Não se preocupe, iremos tirar você daqui – assegurou Dante.

    – Não é possível sair! Ele é muito forte!

    – Fique tranquilo, também somos.

    Então depois de um tempo deixando o homem se recuperar, eles continuaram sua caminhada na dungeon.

    Continua <3 :p

    Curiosidades:                        

    Dungeon: São usadas pelos humanos para melhorar suas habilidades, magia e força. Mas também serve para ganhar algum dinheiro, porque conseguem pegar alguma coisa de valor para venda, como por exemplo: dentes de alguns monstros. A utilização da dungeon sempre foi usada pelos humanos, desde os primórdios.

    (Capítulo Remake)


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