Os Cinco Selos

Tempo estimado de leitura: 24 horas

    14
    Capítulos:

    Capítulo 4

    A Foice

    Linguagem Imprópria, Mutilação, Violência

    Yo, Voltei com o novo Cap /o/

    – Como assim você é a morte? – perguntou Mika espantada.

    – O Morte, o quarto selo, o capitão deles. Selamos o Bahamut, lembra?

    – Disso eu sei! Mas como você é o Morte? Por que? Hããããããã???

    – Que mulher barulhenta – disse uma menina fofinha com a voz calma.

    – Hã? Quem disse isso?

    – Eu.

    Dito isso, uma menininha subiu nas costas do Edward. Ela aparentava ter por volta de dez anos. O cabelo, que se estendia até um pouco acima do ombro, era curto e negro, e a cor dos olhos eram azuis que nem o do Edward. Ela deu um beijo na bochecha dele e falou sorrindo:

    – Finalmente te encontrei, Morte!

    – Ah, legal! Mas quem é você? –perguntou Ed.

    – Você esqueceu de mim? – perguntou ela começando chorar.

    – Como você esqueceu dessa menininha fofinha, Ed? Você é um monstro!

    – Sim, você é um monstro! – disse a menininha chorando.

    – Ei, é para você me ajudar, e não piorar, Mika! Certo, menininha, conte-me quem você é que com certeza irei lembrar. Agora, acalme-se.

    – Está bem. – Ela enxugou as lágrimas com as mãos. – Eu me chamo Lizzie.

    – Lizzie? Que nome feio! Quem te deu esse nome?

    – Você, seu monstro! – vociferou Lizzie começando a chorar de novo.

    – Bem que eu achei ele bonitinho e fofinho.

    – Ei, Ed, não precisa falar assim do nome dela, seu monstro idiota! E como assim você que deu o nome dela?

    – Monstro idiota!

    – Não me chamem de idiota! Lembrei-me de você. É a minha foice. Quanto tempo, Liz. Se não fosse você, estaríamos mortos – disse Ed sorrindo.

    – Finalmente lembrou de mim, Morte. – Lizzie o abraçou, quase que o enforcando.

    – Certo, não me chame de Morte, pois muita atenção. Chama-me de Edward.

    – Entendi, Ed.

    – Que bom que você lembrou que ela é a sua foic- COMO ASSIM ELA É SUA FOICE? – perguntou Mika gritando.

    – Simples. Todas as armas que eu empunhava se quebravam por causa da pressão do meu poder ou porque eu usava com muita força. Então tiraram uma parte do meu poder e criaram a Lizzie, uma foice que é meu próprio poder.

    – Entendi, então ela é uma metade sua?

    – Sim, a metade fofinha minha – respondeu Ed apertado a bochecha da Lizzie.

    – Chamo-me Mikaela, mas pode me chamar de Mika -cumprimentou ela sorrindo.

    – Yo – cumprimentou Lizzie com uma cara séria.

    – Problema resolvido. Temos que ir logo, porque as pessoas estão me olhando com cara feia mesmo depois de ter salvado elas... ingratos.

    – Deve ser porque você está pelado, cheio de sangue e com uma garota de dez anos nas costas.

    – Verdade, mas a Lizzie tem uns mil anos, mas tudo bem. Lizzie desce das minhas costas.

    – NÃO ACHO QUE O PROBLEMA SEJA ESSE. Ok, vamos comprar mais roupas, coloque esse seu sobretudo pelo menos.

    – Com comprar, você quis dizer roubar e sair correndo, não é?

    – Talvez.

    A cidade estava completamente destruída, o corpo do Kirbly havia caído em boa parte da cidade, e a cabeça tinha rolado destruindo quase o resto da cidade, sobrando apenas algumas casas e dois estabelecimentos. Um deles era a loja de roupa. Ed comprou as mesmas coisas, porém, com resistência ao fogo. Dessa vez eles não precisaram correr, pois a mulher tinha dado as roupas para eles.

    – Pronto, compramos as roupas e você não está mais sujo de sangue. Agora, ninguém vai olhar indiferente para você.

    – Realmente. Que bom que não precisamos correr dessa vez.

    – Que tal irmos comer e ir dormir? Estou morrendo de sono.

    – Não preciso disso, sua tola! – disse Ed com olheiras, bocejando e com a barriga roncando. Sim, ao mesmo tempo.

    – Sério? Vamos logo, idiota.

    – Não me chame de idiota! -vociferou Ed quase caindo de sono.

    – Não me derrube! – vociferou Liz puxando o cabelo dele para não cair.

    Eles foram a um Hotel. Por sorte, esse era o segundo estabelecimento ainda em pé. Mesmo estando cheio, deixaram eles entrarem já que eles "salvaram" a cidade da destruição.

    Edward e Lizzie comeram como se não tivesse amanhã, então todos foram dormir. Na manhã seguinte eles saíram do hotel.

    – Como é bom dormir – disse Mika sorrindo.

    – Ed, temos que achar os outros quatro selos, e rápido – falou Liz seriamente.

    – É verdade. Se já me rompeu, não vai demorar tanto romper o Guerra. Mas tem um problema... Eu não lembro de nada dos outros selos, apenas os nomes.

    – Eu também não, mas eu consigo sentir a presença deles, lembra?

    – Ah, verdade. Então quem é o mais próximo daqui?

    – É o Fúria, ele está ao norte daqui.

    – Norte? Lá fica a cidade de Kalium, a um dia de caminhada – informou Mika.

    – Certo, então vamos indo!

    – Então é um adeus – disse Mika tristemente.

    – Adeus? Do que você está falando? Você vai vir com a gente.

    – Você pirou, é? Você vai juntar os outros selos e lutar contra Bahamut, e tem esse tal de Joffrey. Não estou afim de morrer.

    Então, Ed colocou a mão no rosto dela e disse:

    – Não se preocupe, eu irei te proteger de tudo e de todos. E também vou precisar de você para me guiar e me parar. Até porque, fazem mil anos que não venho aqui -disse ele sorrindo.

    – E esse idiota não faz nada direito sozinho – zombou Liz rindo.

    – Não me chame de idiota se não te jogo longe, maldita!

    – Está bem, eu vou – disse ela corada e rindo.

    – Você sabe alguma rota que não é usada? Para passarmos mais despercebidos.

    – Sei sim, é só contornar. Provavelmente foi por lá que os idiotas que usaram o Kirbly passaram, mas irá durar um dia e meio.

    – Ok, então vamos!

    Os três idiotas começaram a ir em direção a floresta.

    Continua <3 :p

    Curiosidades:

    Lizzie: Tem a aparência de dez anos, mas foi criada um pouco depois do Morte, então tem mais que mil anos.

    Comidas: As comidas são arranjadas da mesma forma que a nossa comida, de animais, plantas e etc. A forma de preparo também não tem diferença.

    Kalium: Uma grande cidade situada no meio de uma floresta. Lá já tem grandes guerreiros e magos, um grande comércio e pessoas com mais dinheiro. Uma cidade bem mais desenvolvida do que Akarat.

    (Capítulo remake)


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