Lost memories

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    Capítulo 4

    Estranhos costumes

    Álcool, Adultério, Hentai

    Runo e os guerreiros depois do jantar foram, caminhar pela cidade, de repente perto da casa de Tereza ouvi-se um grito. 

    _MADÁ, MADÁ! OH SUA MOLECA JÁ PRA DENTRO, VENHA DORMIR. Gritava o pai de Madá. 

    _Dormir? Acabou de anoitecer. Diz Billy. 

    _MADÁ NÃO VOU FALAR DE NOVO OH TU ME APARECE EM CINCO MINUTO OU VAI DORMIR COM O CORO QUENTE HOJE. Diz o homem estralando o chicote. 

    _ALLAN, CLAY, HARRY, OCÊS TRÊS JÁ PRA DENTRO AGARA. Grita Francisco. 

    _Bonoite cumpade. Diz o pai de Madá. 

    _Bonoite, onde que se meteu essa cambada. Diz Francisco. 

    _Se eles não me aparecer aqui... 

    _Ara pai não carecia de gritar tanto, tamo aqui vivim. Diz Clay. 

    _E cumpade lá do estradão la longe escutava os berros do ocês. Diz Dan. 

    _Já pra cama tua moleca. Diz o pai de Madá. 

    A imaturidade de Madá era tamanha que ela passou a porteira como uma criança pequena com as duas mãos na bunda pra não sentir a chibata. 

    _E ocês três também já pra cama. Diz Francisco. 

    _Bonoiote Madá, cumpade. Diz Dan. 

    _Bonoite Allan, Clay, Harry, seu Francisco. Diz Madá. 

    _Bonoite. Dizem Clay e Harry. 

    Os guerreiros ficaram comum cara de o que é isso? 

    _São sete da noite, o Dan ta indo dormir as sete da noite. Diz Julie. 

    _Só uma pancada pra fazer esse milagre. Diz Billy, rindo. 

    _Billy cala essa boca que isso não tem graça, o Dan não se lembra quem ele é... 

    _Eu sei Marucho, mas sete horas da noite, onde o Kuso que conhecemos iria pra cama as sete da noite, ele iria as dez com muito custo. Diz Billy. 

    Runo se encosta numa árvore e acaba chorando, lembranças não param de vir a sua cabeça, os beijos, os abraços, o rosto de Dan, as juras de amor. 

    _Ara, ta tudo bem com tu. Pergunta Damião, que passava ali, também correndo pra chegar em casa. 

    _Damião né? Por que todos aqui dormem sete da noite? Pergunta Billy. 

    _Ara, nois não somos desocurpado, nós tem trabai amanhã, escola, depois tem que ajudar na roça, a Madá e o Allan só vão pra roça amanhã e eu e os menino vai turdo pra escola. Acordamo as cinco da manhã logo que orvimo o galo cantar. 

    _DAMIÃO, OH MOLEQUE, PASSA JÁ PRA DENTRO, NÃO FICA DE PAPO COM OS ESTRANHO, PASSA JÁ PRA CASA. Diz alto e claro a mãe de Damião. 

    _Ara, deixa eu ir, bonoite a todo ocês. Diz Damião. 

    _Estranhos nós? Quem ta indo pra cama as sete da noite? Diz Billy. 

    _E eu que achava que já tava ruim o bastante Dan estar com amnésia, ele ta vivendo outra vida, por algum motivo estranho Dan se transformou no garoto Allan, eu sei que bateu a cabeça, mas as pessoas aqui da cidade o tratam como se ele tivesse nascido aqui. Diz Drago. 

    _Isso é verdade, essas pessoas agem como se o Dan sempre fosse esse tal de Allan, mas por que? Diz Shun, também baixando a cabeça se lembrando do seu melhor amigo.

    _Temos que ajudar o Dan a se recuperar, My Lady não fique assim minha querida, logo mais Dan estará aqui conosco, dormindo tarde, tendo que ser sacudido pra sair da cama. Diz Tigrerra.

    _Vamos, vamos prapousada. Diz Shun.

    _Nós não vamos dormir não né Kazami, sabe também não curto isso de dormir ás 7 da noite. Diz Billy.

    _Cala essa boca e anda logo, a Runo não ta bem...

    Drago olha pra casa, que aos poucos vai tendo as luzes apagadas, a casa ao lado também.

    _Boa noite amigão. Diz Drago, chateado.

    _Oh Drago, calma, em breve vocês dois estarão juntos, varando madrugadas conversando. 

    _Obrigada Tigrerra, Pessoal precisamos dizer a esse casal que adotou Dan que ele é de verdade.

    _Ainda que digamos, tem algo estranho aqui, precisamos descobrir. Diz Shun.

    _Calma Shun, em breve Dan estará conosco, eu achei uma gracinha ele brincando com os pequenos. Diz Alice.

    _Alice, gracinha? Eu só queria meu preguiçoso de volta! Diz Runo olhando pra casa.

    _Vamos ter paciência, amnésia é algo passageiro, eu sei que ta doendo vê-lo assim, nós precisamos ir ver o tal doutor que cuidou dele quando ele sofreu o acidente. Diz Alice, confortando Runo, com um abraço.

    _Certo! Dizem todos


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