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Muitos dos digiescolhidos já estavam reunidos nem frente ao Palácio Lendário, porém, nenhum deles teve a audácias de tentar entrar no local, por decisão e pensamento de todos, decidiram esperar o máximo de digiescolhidos conhecidos por cada um deles.
Naquele lugar já se encontravam Kouji, Koichi, Tommy, J.P., Rafael, Renamon, Tagetsu, Candlemon, Gabriel, Leomon, Julie e Lunamon.
– Será que os outros vão demorar muito? – perguntou Kouji com os braços cruzado.
– Só espero que não demorem. – disse Renamon na mesma pose que ele.
***
Lá estava ele. Kai ria da menina, olhava a sua face que derramava o suor de tanto se esforçar para sair dali. Estava pendurada com as mãos atadas e seus pés também.
– Diga! O que você quer com Lucemon?
– Talvez você devesse me explicar o que faz com ele.
– Sou uma digiescolhida, o que você queria. Todo digescolhido tem um digimon.
– Mas não Lucemon. Ele deveria estar no casulo, não era a hora dele nascer, e por isso, talvez por isso, ele esteja tão bonzinho.
– O que quer dizer?
– Digimons como ele, que são tipo anjos caídos, não podem simplesmente serem domados por qualquer criança. Se ele foi até você, tem de ter um por que. Diga-me! – ordenava o menino, que ainda por cima, era menor e mais novo que Mary.
– Não direi uma palavra. Só sei que desde que fui chamada para vir, tinha-o como amigo, e ainda é.
– Tudo bem, daqui a pouco terei o resultado. Eu sou quem mais tem áreas governadas no Digimundo, sou como um rei de quase tudo.
***
– Quem diria que íamos chegar tão depressa? – perguntou Susan.
– Nem eu acreditava nisso. – disse Junior.
Após a batalha que esses digiescolhidos tiveram contra HiAndromon, se encontraram e seguiram logo para onde haviam sido ordenados pelo digivice, porém, foram rápidos. E foram rápidos a chegarem ao Palácio por travarem a luta numa região onde tinha um atalho para aquele lugar maravilhoso.
– Vejo os outros digiescolhidos a frente. – disse Dorumon.
– Realmente! – gritou Lucas. – São Takuya e Zoe.
– São eles mesmos! – confirmou Dorumon.
Aos gritos os dois grupos se juntaram. Takuya e Zoe foram pegos de jeito, pois o rapaz carregava a menina em suas costas no momento da gritaria.
– O que houve, Zoe? Está machucada? – perguntou Ptamon.
A menina rapidamente desceu de cima do rapaz e logo ficou avermelhada.
– Ela estava cansada demais, então decidi carregá-la. Mas quem são esses dois?
– Há... prazer! – disse o rapaz. – Pode me chamar de Franz Hilder, ou melhor, só Franz basta.
– E eu sou Susan. – disse a menina sorridente.
– Eu sou BlackAgumon. – apresentou-se o digimon ao lado de seu parceiro.
– PawnChessmon White, ou somente, PawnChessmon.
– Bem que fomos ditos que não precisávamos ir à busca de vocês, pois também receberiam o chamado. – disse Takuya num tom de voz baixo e pensante. – Vamos adiantar o passo, pois estou achando que já estão todos os digiescolhidos no Palácio.
***
– E aí, galera!!! – chegou um menino todo animado para o grupo que estava sentado na escadaria do Palácio.
“Oi, oi, oi, oi.”, disseram o pessoal, nem sequer sabendo direito o que estava acontecendo.
– Vocês são? – perguntou Gabriel.
Leomon rapidamente puxou o companheiro pro canto e lhe informou que tomasse cuidado, alguém daquele grupo estava com o puro mal.
– Sou Lewis Lovegood, e esse é meu parceiro Terriermon.
– Oi! – soltou Terriermon.
– Mas como ele é fofo. – disse J.P. apertando as bochechas do digimon coelho.
– Sou Rodrigo FS, prazer. – apertou a mão de Koichi, que logo assim que viu o digimon aprceiro do menino, seu coração pulou até a garganta. – E esse é...
– Veemon. – completou Kouchi com um sorriso no rosto.
– Podem me chamar de Allan! – gritou fazendo uma pose. – Vamos gente aplaudam.
– Mas como ele gosta de atenção. –cochichou Tommy a Vini.
– Nem me fale. – cochichou o menino em resposta.
– Pelo visto só faltam quem? – perguntou Tag.
– Tem o Junior, o Paramon... – iniciou Lunamon.
– O Lucas, o Dorumon... – continuou Julie.
– Takuya e Zoe também. – disse Candlemon.
– É, mais contando desse jeito ainda vão faltar mais três digiescolhidos.
– E como você sabe? – perguntou Allan fazendo uma pose estranha e apontando o dedo para o nariz de Kouji. – Hem? Hem? Hem? Hem? – seu dedo indicador mexia de um lado para o outro.
– Quer parar de fazer isso? – pediu o menino já se enchendo a paciência.
Kouji foi arrastado por Gabriel e J.P. que já tinham a certeza de que não fizessem isso o garoto ia pular pra cima de Allan.
– A gente precisa ter uma conversa. – disse Rodrigo.
– E tem de ser comigo? – perguntou Kouji.
– Você é o vice-líder, então tenho certeza de que PE contigo que tenho de falar, será que não podíamos caminhar por aí?
– Tudo bem.
Enquanto todos continuaram seu bate-papo para se conhecerem melhor, os meninos escaparam, e Leomon foi junto.
***
– Como voc~e fnão conseguiu conquistar aquela área Mushroomon? – gritava friamente Kiki.
– Desculpe. Eles fizeram aquele tipo de evolução.
– Eles? Os dois meninos?
– Na verdade eram quatro crianças, dois deles conseguiram digievoluir com seus digimons.
– E por isso você fugiu com o rabo entre as pernas?
– Descuple... não poderia ficar lá. Cutemon não estava por perto para que pudéssemos fazer o DigiXros.
– E você nunca faria o DigiXros sem mim. – berrava Kiki.
– Não precisa gritar com ele, Kiki. – disse Cutemon.
– Olha Cutemon, sinceramente, saia daqui!
– Mas... mas... – os olhos da digimon enheram-se de lágrimas.
Kiki então caiu em si. Seu corpo pesou-se e seus joelhos bateram no chão. Sua cabeça cabisbaixa já dizia que ela não queria ter soltado aquelas palavras pavorosas.
– Desculpa-me... meu pequeno.
– Tudo bem. – consolou Cutemon a menina, dando-lhe um abraço caloroso.
***
Elias estava caminhado com seu Gabumon quando foi surpreendido por nada mais nada menos que um ex-amigo.
– Tudo bem, ex-companheiro.
– E o que você quer Lucca?
– Eu? O que eu quero? No momento nada... mas só vim deixar um recado.
– Recado?
– Isso. Que vim informar que Omnimon já está morto, e vim compartilhar seus dados contigo.
– Você o matou?
– Não sei se foi certamente eu, mas sim uns capangas de meus domínios. Além do mais você sabia desse meu plano desde o inicio. E como esteve no inicio ao meu lado para conseguir aniquilá-lo, vim lhe trazer sua parte de digi-códigos.
– Pode ficar. – disse Elias.
– Mas Elais... – disse Gabumon. – Talvez isso ajudasse a gente.
– Gabumon eu já disse que ele pode ficar. Não quero essa parte.
– Tem certeza? – perguntou Lucca com seu BlackGabumon ao seu lado.
Elias pensou por um momento em aceitar, porém algo muito mais poderoso dizia para negar aquele poder.
– Tenho minha total certeza.
Dito sua resposta final, Lucca e BlackGabumon se despediram e desapareceram.
***
Mary ainda presa, não sabia como faria para fugir dali. Estava solitária, aquela era sua chance de escapar, porém como faria aquilo de Lucemon estava a sua frente e congelado?
“O que eu vou fazer pra sair daqui?”, pensou. “Meu digivice está no meu bolso, e não há como pegá-lo. Já me movi tantas vezes e nada. Há claro! Como não pensei nisso?
A menina recordou em seu tênis havia um tipo de ponta de faca bem afiada feito por seu pai especialmente para ela, pois sempre lhe dizia que o mundo era perigoso demais para uma menina como ela andar por aí sem nenhuma segurança. E pensando nisso, seu pai pôs no tênis dela isso, que só aparecia no bico da ponta do pé quando pressionando um botãozinho do lado do calcanhar, na parte de fora do pé.
Usando suas técnicas de ginasta, ergueu os pés para que chegassem o mais próximos de suas mãos, ao fazer isso, conseguiu com pouca dificuldade executar o feito. Após pressionar o botão, respirou um pouco e iniciou o cortar das cortas que prendiam suas mãos fazendo movimentos com suas pernas, que eram erguidas ao alto para cortar a corda que lhe prendia ao alto.
Após um tempo, conrtando aos poucos a corda, ela conseguiu deixar um o que lhe prendia mais frágio, e assim seu peso foi grande demais para ser aguentado e Mary cedeu. Caiu de bunda no solo.
Havia uma mesa retangular de gelo, ao qual aproveirou uma das pontas cortar as cordas que prendiam seus pulsos, e depois com o uso de suas mãos desatou os dois pés.
– Vou te tirar daqui, Lucemon. Mesmo que tenha de te levar assim comigo. – pegou o digivice, e pôs seu digimon congelado dentro do objeto. – Agora por onde eu saiu?