Antes do reencontro.

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    Capítulo 12

    Yland o planeta da cura e das doenças.

    Hentai, Heterossexualidade

    Depois de alguns dias Liria acordou e viu os seus cabelos pratas novamente, passou a mão em seu ventre, mas sabia que a criança não estava ali, sentiu a dor da perda, pois mesmo sendo um fruto de um estrupo. Ela já o amava e sabia que não estaria sozinha com aquela criança ao seu lado, mas agora ela o perdeu naquela luta desnecessária.

    Sentiu as lágrimas escorrerem pelas pálpebras dos seus olhos.

    - Meu menino... – ela passou a mão novamente no seu ventre e prometeu a si mesma que não sairia nunca mais da nave em seu período fértil.

    - A partir de agora eu posso usar o meu charme para conseguir algo dos homens e tirar muita vantagem disso – ela estava determinada, pois com a experiência que teve e com os seus poderes.

    Ela poderia conseguir qualquer coisa, já que ela superou aquilo e tinha que sobreviver pelo universo a fora.

    Desceu da cama da enfermaria e foi até o painel de controle.

    - Liria como está? – a voz robótica soou preocupada.

    - Eu vou ficar bem Rind, não se preocupe – ela passou a mão no rosto. –Quais foram os estragos? – perguntou ela.

    - Não muitos senhorita, apenas uma abertura na lataria do lado direito, e uma pedra de meteoro que entrou na turbina inferior no lado esquerdo.

    - Ótimo, sairemos daqui rapidinho! – ela tentou parecer animada e foi arrumar a nave.

    Liria concertou rapidamente a nave e logo saiu daquele planeta decolando novamente para o Ylang.

    - Rind quanto tempo ainda tempos para chegar a Ylang?

    - Um pouco, mais ou menos um mês, já que ficamos parados nesse planeta.

    - Entendi – ela passou os dedos nas teclas do painel. – Então vamos lá!

    Rind decolou a toda a velocidade para o planeta Ylang.

    *****

    Os dias se passavam rapidamente e a viagem de Liria seguia tranquila, sem chuva de meteoros, sem nada para interromper.

    Liria queria apenas ficar distante de Freeza, não que ela tivesse medo dele, mas sim por não ter poder o suficiente para tentar enfrentá-lo.

    ******

    No planeta Vegeta tudo corria na rotina de sempre, missões e conquistar planetas.

    O filho do rei também crescia com sua carinha ficada cada vez mais carrancuda com o passar dos dias.

    ****

    Rind já entrava na atmosfera do planeta Ylang. Liria admirava a paisagem do novo planeta que entrava, a terra era roxa, as árvores lembravam arte moderna, ou algo parecido.

    - É Rind depois de um pouco mais de mês, pisar em um solo será bem gratificante.

    - Com certeza senhorita!

    - Ainda mais agora sabendo todos os idiomas do universo, não vou passar por certas situações.

    - A senhorita estudou bastante nesse tempo de viajem, majestade – a voz robótica soou abrindo a escotilha.

    Liria saiu e olhou bem para o planeta e saiu voando admirando o lugar, as árvores que tinham formas indefinidas, cada uma de uma cor diferente.

    Logo ela chegou a uma vila onde viu uns seres pequenos, orelhudos com a pele roxeada, braços meio longos e dedos um pouco curtos, pareciam não ter uma definição de sexualidade, mas eles mexiam na terra e plantavam varias ervas, algumas davam para ver o quanto já havia crescido.

    Ela ergueu a sobrancelha tentando entender o que eles estavam fazendo.

    Ela pousou um pouco distante deles, mas alguns viram e saíram correndo meio desengonçados e assustados para as suas casas.

    Liria usou a sua telepatia e descobriu o idioma deles.

    - Olá! – ela começou. – Não quero machucar vocês, eu venho em paz.

    Os aliens começaram a sair de seus esconderijos desconfiados, como se quisessem ter certeza que ela não queria mal algum.

    - Não precisa ter medo, se eu puder eu posso ajudar em algo – ela deu um passo tentando passar segurança.

    Os seres esconderam novamente, pelo tamanho deles ela parecia uma gigante, eles mediam mais ou menos uns cinquenta centímetros, os menores ficavam entre quarenta e trinta e cinco centímetros.

     Liria riu, achou os seres engraçadinhos, mas sentia que tinha algo no ar.

    Então um mais corajoso foi até ela e disse:

    - Não devia estar aqui – fechou o semblante a encarando com as mãos na cintura.

    - Por que não? – Liria abaixou-se, tentou ficar no tamanho da criaturinha, mas era meio difícil.

    - Estamos passando problemas com varias bactérias e vírus, por isso as plantas, no entanto alguns de nós já se curaram, mas outros continuam adoecendo e não sei como o seu corpo vai reagir – colocou o dedo na pele macia e branca da perna dela. – Sua pele nojenta pode não resistir.

    - Minha pele não é nojenta! – disse ela meio ofendida. – Além do mais eu posso ajudar como cientista e bom vocês podem me ensinar a usar as plantas, algo assim – ela deu um sorriso amistoso.

    O ser olhou desconfiado para ela, mas suspirou e disse:

    - Temos alguns cientistas, mas ainda não descobriram nada, mas já que esta oferecendo ajuda... Nós aceitamos, mas com uma condição.

    - Qual? - Liria perguntou olhando o ser.

    - Tome cuidado para não pisar em ninguém, para nós tu é uma gigante.

    Liria riu, depois de tanto sofrimento ela achou um lugar onde poderia ajudar e talvez ganhar algum dinheiro.

    - Prometo tomar muito cuidado – ela se levantou. – Onde fica o seu laboratório de ciência?

    - Venha! Eu levarei você lá, gigante – ele caminhava arrastando os um pouco os dedos no chão

    - Me chamo Liria!

    - Me chamo Mindi – ele falou andando.

    Logo eles chegaram à sala e Liria percebeu que era tudo pequeno de mais para o tamanho dela.

    Liria suspirou seria difícil pesquisar ali naquele lugar, pois era pequeno de mais e não a caberia ali.

    - Terei que usar o laboratório da minha nave - ela estava descrente. – Não me cabe aí – apontou para a pequena porta diante deles,

    - Claro que não te cabe, eu vou entrar lá e pegar umas amostras para você e pode começar onde quiser e se vire para achar algo do seu tamanho para nos ajudar.

    Liria sentiu-se um pouco rejeitada com aquilo, mas ia ajudar e aprender muitas coisas ali.

    Pegou as amostras de sangue, de plantas e tudo mais e partiu para a sua nave em busca de ajuda.

    ****

    No Planeta Vegeta o rei aceitava de mal grado as ordens do lagarto, odiava quando aquele ser  que lhe dava ordens, ainda se pergunta por que se aliou a ele, pois se arrependimento matasse ele estava mortinho e enterrado, no entanto ele tinha que seguir as ordens, pois ele não tinha poder o suficiente para enfrentar ele, mas ele tinha uma esperança em suas mãos.

    Sim diante dele um garotinho de aproximadamente quase dois anos que andava de um lado para o outro com uma carranca de dar medo e sua roupa com o símbolo real mostrava que ele tinha sangue azul.

    O garotinho tentava dar socos no joelho de seu pai que estava sentado olhando o pequeno. Apertou o scouter e viu o poder do garoto, era realmente elevado para uma criança de sua idade, mesmo sendo de uma raça poderosa, aquele poder era grande de mais para uma criança da idade dele.

    Sorriu para o garoto tentando acertar a sua perna, estava orgulhoso de seu pequeno príncipe e se ainda fazia o que Freeza mandava era por que o seu filho poderia um dia derrotar ele. Orava aos deuses saiyajins, se é que existissem para que Freeza não mexesse com o seu pequeno herdeiro.

    - Então, olhando a sua copia? – Aira viu o pequeno socar a perna de seu pai e sorria lateralmente como se tivesse achado algo para se divertir.

    O garoto esqueceu-se da perna de seu pai e correu para a sua mãe.

    - Mamãe! – ele pulou nos braços da mulher.               

    - Pequenino, se divertindo com o seu pai? – ela perguntou.

    - Sim! Eu quelo que ele me ensine a combaiter, logo – ele falava num linguajar infantil trocando as letras.

    Aira sorri e diz:

    - Realmente é um sayajin nato e ansioso – ela sorri, era a sua alegria, apesar dos sayajins serem maus, destruir planetas, eles no fundo apreciavam as suas crias quando tinha um poder elevado.

    - Eu vou lhe ensinar seu garoto danado! – rei deu um sorriso lateral e o olhou a sua esposa um pouco mais.  – Tenho uma ordem de Freeza, volto em breve, então quando eu voltar começo a treinar Vegeta e começo a investigar o charmeling – ele sussurrou sabia que as paredes ali tinham ouvidos.

    - Tome cuidado, pois ainda quero ter outra cria com você – ela sorriu a ele com um olhar malicioso.

    - De novo essa conversa, Aira – ele revirou os olhos. – Não vou discutir com você sobre isso, mulher – ele saiu com a sua capa balançando com o movimento imponente dele, á deixou ali com o filho.

    ****

    Liria começou a analisar os vírus, as bactérias, as plantas e começou a aprender sobre cada um deles com um dos pequenos cientistas daquele planeta. Apesar de pequenos, eles eram muito inteligentes.

    Apesar de achar que ia ganhar dinheiro com o aquele trabalho, Liria fez foi gastar, pois tinha que investir em tecnologia para as pesquisas naquele planeta.

    Foi nesse planeta que Liria descobriu sobre as ervas venenosas, sobre os venenos e foi nele que ela descobriu sobre o vírus mirion, um vírus que atacava o coração sorrateiramente e ia causado dor, febre e poderia levar a morte caso não fosse tratado com a medicação correta, ou melhor, as ervas corretas para fazer o medicamento.

    Liria estava adorando aprender, ficou ali com aqueles seres quase um ano inteiro auxiliando e aprendendo, mas ela tinha uma missão, ela tinha que se fortalecer e após ter aprendido tudo sobre as ervas, ela decidiu que era hora de aprender sobre outras coisas pelo universo a fora, ou não derrotaria Freeza e nem vigaria o seu povo.

    Liria sabia que para aquele chamerling não havia perdão, nem uma segunda chance, pois o ser era cruel de mais para se quer pensar nessa hipótese.

    Liria deu uma boa olhada no planeta e ia sentir falta daqueles pequenos seres que a acolheram com tanto carinho, mesmo sendo tão pequenos ela sentia-se de certa forma em casa.

    Não queria se despedir de ninguém e viu o sol começar a nascer como um astro meio amarelo ouro nascendo ao leste do planeta e deu um leve sorriso e uma pequena lagrima saiu de seus olhos.

    Entrou na nave e disse:

    - Hora de partir Rind – ela sabia que ainda tinha uma longa viagem pela frente.

    - Sim senhorita – a nave decolou deixando o planeta Ylang para trás.

    Mindi olhou para todos os lados e não viu a moça, sabia que ela tinha partido, agradeceu em pensamento a sua ajuda, pois as maiorias das pessoas doentes estavam curadas eu quase perto da cura com os medicamentos desenvolvidos por ela e pelos cientistas do planeta.

    Mindi sentiu que ela tinha uma missão pela frente e que ela ainda ia ajudar muitas pessoas. 


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