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E passando pela ponte que separa o país da Água com o do Ar, deparam-se com um portão imenso, envolto por uma enorme muralha; aparentemente parece que a muralha envolve o país inteiro.
Akin: Isso é espantoso. Deve ser uma cidade de muita revolução...
Nato toca no portão levemente.
Nato: parece uma espécie de metal...
Neste tocar o portão de repente se abre e ao abrir, vê um enorme local vasto cheio de prédios imensos, extremente altos e veículos voando a toda velocidade. A cidade com seus prédios simplesmente flutua no ar. Todos estão de boca aberta sem darem a menor palavra. De repente, aparece uma senhorita muito bem vestida para dar boas-vindas.
Ellen: Boa tarde, senhores! Bem-vindos ao país do ar, onde nossa tecnologia é a nossa superação! Em que posso ajudá-los?
Akin: Hum! Nós estamos aqui para falar com a Senhora Governadora deste país! É de suma importância!
Ellen: Bem... *consulta agenda eletrônica* é bastante complicado... a Governadora costuma estar bastante compromissada...
Nato se ajoelha e abaixa a cabeça.
Nato: Eu suplico! É uma situação de vida ou morte! Meus pais correm perigo de vida e somente ela pode me ajudar!
Ellen: Certo.. vamos em meu carro! Iremos para o palácio principal!
Nato: Muito obrigado! Muito obrigado mesmo!!!
Ellen leva em sua pequena nave os viajantes, que abismados, ficam olhando pela janela o visual da cidade, abismados também, por poderem estar planando no ar. Logo, chegam ao local e quando as nuvens desaparecem, um enorme palácio de espelhos e metal surge diante dos olhos de todos. A nave aterrissa no topo e todos descem calmamente, seguindo a senhorita Ellen até o local designado para a visita à governadora. Enfim, chegam em um portão imenso. Ellen abre a porta.
Elle: Por favor, entrem e aguardem. Irei procurar a Senhora Governadora para ver se tem um instante.
Após a saída de Ellen, todos caminham pela sala do palácio e ficam abismados com os inventos. Eles vem objetos desconhecidos que para nós são: lâmpadas, canetas, mesas refinadas, espelhos imensos, telefone ... de repente o telefone toca e quando Nato estava para atender lentamente mesmo não sabendo como, olham pela porta da varanda e vêem pousando lentamente uma mulher vestida de roupas bastante coladas ao corpo com materiais esvoassantes.
Nato: Eu.. só... estava vendo o que era isto... me desculpe...
A mulher senta em um local onde possui uma cadeira alta e uma mesa com bastantes equipamentos de alta tecnologia, e ela começa a digitar bastante.
Akin: A senhora é a governadora? Necessitamos de uma pequena reunião se possível.
Silphen: Podem me chamar de Silphen. Governadora do Ar, muito prazer.
Silphen se vira e olha para todos.
Silphen: Já sei sobre seu caso, Nato. Sinto muito mais não posso lhe ajudar.
Nato: Mas porque?
A governadora se levanta e vai em direção a porta da varanda, e mostra abaixo de seus cabelos em sua testa, suposto local onde estaria sua pedra mágica, embora olhasse tanto para ela, não estava com a pedra mágica.
Silphen: De fato, houve um furto ontem a noite. Levaram-o enquanto eu dormia... o mais surpreendente foi o fato de eu não ter sentindo a presença, mas creio que foi mulher... sentir um leve aroma de perfume no momento, mas ao abrir meus olhos, não via mais ninguém... apenas as cortinas de meu quarto, que as havia fechado, estavam abertas. Sinto muito, Nato e não faço menor idéia de onde esteja, pois alguma coisa parece bloquear meus poderes de localiza-la, já que fazia parte de mim.
Nato: Se eu a encontrá-la, posso ficar com sua pedra?
Silphen: Sim, apesar de tudo, não me era tão útil. Ela apenas amplificava meus poderes, no entanto, nas mãos de uma pessoa comum mas sabendo usá-la, fará muitos estragos.
Nato: Sem problema. Encontraremos com certeza, e quando tudo acabar, devolverei a você!
Silphen: Muito obrigada pela ajuda, boa sorte a vocês!
E os jovens se retiram do palácio e vão a um local de descanso para depois continuar a jornando, desta vez, procurando pela pedra mágica do ar...
Continua...