Life Changes

Tempo estimado de leitura: 29 minutos

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    Capítulos:

    Capítulo 8

    Algo que não deveria ser lembrado

    Yoo minna,na minha humilde opinião,o capítulo ta demais!Espero que gostem tbm...

    Outra coisinha,para os leitores fantasmas : Pq não comentam?Qual a graça de ler e não deixar um misero comentário?;-;

    No ultimo capítulo-x-

    -Sabe,a Alicia falou um pouco de você,que você não conheceu os pais,e tinha alguns problemas de memórias,então,se precisar,posso te ajudar,digo,se estiver se sentindo triste,ou precisar de alguma coisa,pode confiar em mim.

    -x-

    -Obrigada, de verdade Alan...Mas -parei por um instante- o que exatamente a Alicia te contou?

    -B-Bem, sobre você esquecer sempre das coisas e-

    -Não esqueço das coisas -falei indignada

    -E que você não conheçe seus pais e perdeu sua vó...

    -Só isso?

    -Sim,porque?Tem mais alguma coisa?-Ele pergutou

    -Acho que sim,não me lembro..

    -Isso que você não esqueçe das coisas hein -Falou irônico rindo

    -I-Isso não vem ao caso -Falei virando a cabeça

    Terminamos de comer,conversando,ele me contava de como não gostou dos professores,e como o da sua antiga escola era melhor.Depois do almoço,subimos para meu quarto novamente,desta vez para fazer o trabalho.Já que não tenho uma mesa ou escrivaninha,sentamos no chão,junto de um pacote de folhas de almaço,dois estojos e uma calculadora.

    -É fácil,é só formula de Bhaskara -Ele disse com nervosismo encarando a folha cheia de números

    -É,é só Bhaskara...-Repiti-É fácil.

    ∆ =b²-4.a.c

    ...

    Dizem que usamos isso para o resto da vida...Por mim,é mentira,só usamos isso no colégio,e concursos,mas no prático,nada util.Depois de alguns instantes encarando aquelas contas demoniacas começamos a fazer,em meia hora terminamos a primeira conta de vinte.

    -Nesse ritmo não dá -falei deixando a folha que segurava no chão e levantando

    -Quer voltar aos poemas?-Ele se rendeu

    Sem ao menos responder,ele levantou,sai do quarto,e andei pelo corredor até chegar ao começo da escada,olhei para trás e vi que ele ainda não havia saido do quarto.

    -Você não vem?-Gritei para que pudesse ouvir

    -Acho que vou esperar aqui -Gritou de volta

    -Você esta bem?-Perguntei voltando ao quarto,ele estava escorado na janela,parecia facinado com a vista

    -Esse sitio é legal,e a vista daqui é bonita...-Ele falou sem deixar de encarar o lugar

    Geralmente,quando você fala que mora em um sitio,a pessoa já te imagina numa fazenda,com um macacão azul dando comida pros porquinhos.Mas não,quer dizer,alguns são assim,mas o sitio em que moro,além de pequeno,não criamos NENHUM animal,nem peixinhos,é simplesmente uma casa simples,um caminho de terra que vai até o ponto de ônibus,também é cercado de árvores,grande maioria pinheiros.Eu sei que as terras são nossas (Seguindo pela herança deixada pela Anne,primeiramente do James,depois minha)até os pomares,que ficam logo depois da mini-florestinha de pinheiros.

    Fui para o lado de Alan e começei a observar a vista junto com ele.

    -Se você acha bonito aqui -Começei- depois desses pinheiros -Apontei para eles- tem uns pomares,e depois deles,tem um lago lindo

    -Sério?Você vai muito lá?-Ele parecia animado,animado até demais

    -Não,o terreno é nosso legalmente só até os pomares.Fui lá apenas algumas vezes

    -E o lago faz parte da propriedade de alguém?

    -Talvez

    -Quer descobrir?-Ele abriu um sorriso enorme

    -E o trabalho?E os poemas?

    -Talvez uma vista bonita nos de inspiração e sabedoria para terminar os dois

    -Hm...Não sei..

    -Vai,vai!-Fez cara de pidão-Você me deixou curioso

    -Você tá parecendo uma criança -Falei rindo

    -Isso é um sim?

    -Pegue as coisas,antes que eu desista

    Ele pegou as folhas do trabalho e meu estojo,saimos do quarto,descemos as escadas,ia avizar mu tio,mas na porta da frente ele havia deixado um bilhete:

    "Tive de sair.

    Desculpe pequena,qualquer coisa,me liguem.

    Cuidem-se :) "

    Provavelmente era a trabalho.

    Saimos de casa,olhei para o lado,tinha um fusca estacionado.

    -Seu tio foi a pé?-Ele perguntou estranhando

    -Ele não tem carro.

    Fomos nós dois para perto do carro de tintura amarela desgastada,olhamos pela janela,o carro estava cheio de roupas velhas,bitucas de cigarro e varias fotos,em uma delas estava a minha vó Anne,comigo,e junto com alguém,que não me lembro quem é,mas...O rosto dele......Parece com...

    ...

    ME LEMBREI DE UMA COISA

    -Não pode ser....-Falei assustada


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